Uma mulher, de 68 anos, foi detida, esta madrugada, em Braga, após ter agredido o marido e agentes da PSP.
Em comunicado, a PSP refere que às 03:30, a Polícia teve conhecimento da ocorrência de uma situação de violência doméstica e, no local, verificaram que a suspeita tinha agredido o marido. No decurso da intervenção policial, a mesma agrediu os Polícias.
A mulher foi detida e vai ser presente hoje no Tribunal Judicial de Braga.
Esta quinta-feira, dia 27 de julho, pelas 08:30 de Portugal Continental, a seleção feminina portuguesa volta a entrar em campo no Mundial feminino, para a segunda jornada.
O Vietname é o adversário que se apresentará no Waikato Stadium, em Hamilton, parecendo estar perfeitamente ao alcance da formação comandada por Francisco Neto, pois trata-se teoricamente da equipa mais fraca do Grupo E, ocupando o 32.º posto do ranking FIFA.
Na primeira jornada, Portugal (21.ª seleção da FIFA) defendeu-se bem diante dos Países-Baixos, apesar da derrota (1-0), necessitando vencer agora a seleção asiática para manter vivo o sonho luso. O Vietname, por seu lado, foi goleado pelos Estados Unidos (3-0).
A discrepância entre estas duas seleções fica ainda mais evidente de acordo com as odds apresentadas pelas maiores casas de apostas segundo a Sportytrader. A vitória lusa, paga menos de 1.10 em qualquer casa, contra mais de 20 para o triunfo asiatico.
Por curiosidade, fomos também conferir outros mercados, como as jogadores a fazerem golo na partida. E o golo da capitã Dolores Silva, jogadora do SC Braga, tem uma odd de 3,80 em média.
A jogadora das Guerreiras é várias vezes chamada à conversão de bolas paradas e em certas ocasiões é a marcadora de serviço de grandes penalidades das Navegadoras, por isso, fica a dica de valor para esta partida diante do Vietname.
O jogo disputa-se à hora em que a grande maioria dos portugueses começa o seu dia de trabalho, mas a lista das aplicações de apostas desportivas em 2023, classificada pela Sportytrader, pode ser a solução ideal para acompanhar o resultado ou até fazer uma aposta nas nossas jogadoras!
Um idoso, de 92 anos, morreu atropelado, esta terça-feira, por um camião de recolha de lixo da AGERE, na Praça do Bocage, em São Victor, Braga, avança O Minho.
De acordo com aquele jornal, o idoso estaria a passear a sua cadela quando foi esmagado pelo camião da empresa municipal.
O homem foi transportado para o Hospital de Braga, em estado grave, onde acabou por morrer.
A GNR deteve, esta segunda-feira, um homem, de 32 anos, por posse de arma proibida, no concelho de Vizela.
No âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária, os militares da GNR abordaram um veículo em que o condutor “manifestou um comportamento suspeito”. Ao verificarem que o homem “mantinha algum nervosismo”, detetaram no interior do veículo um bastão extensível que constitui “uma arma proibida”. No seguimento da ação, o condutor foi detido e o bastão apreendido.
O detido foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Guimarães.
A GNR relembra que, de acordo com o Regime Jurídico das Armas e Munições, “quem, sem se encontrar autorizado, detiver, transportar, guardar, comprar ou adquirir qualquer arma elencada no n.º 1 do Artigo 86.º do mesmo diploma, encontra-se a incorrer no crime de posse de arma proibida”.
No Dia Internacional da Arqueologia, celebrado esta segunda-feira, 25 de julho, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, acompanhado pelo reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, visitou os trabalhos arqueológicos com vista à musealização do Teatro Romano do Alto da Cividade.
Na ocasião, ambos os responsáveis assumiram a decisão de abrir ao público a primeira fase deste extraordinário espaço arqueológico para usufruto da população, o que deverá ocorrer em 2025 com a realização, naquele local, do Grande Festival Internacional de Teatro e Ópera Clássicos (MITO).
Os 35 alunos da licenciatura, mestrado e doutoramento em Arqueologia do Instituto de Ciências Sociais da UMinho, com o apoio de técnicos municipais, completaram mais um ciclo de trabalho no teatro e termas romanas do Alto da Cividade, com o objetivo de colocar à vista a edificação do Teatro Romano localizado no Alto da Cividade, no espaço contíguo às Termas Romanas.
No contexto das escavações arqueológicas ali desenvolvidas, este grupo de trabalho encontrou, muito recentemente, níveis associados ao fórum da cidade romana. Para além das Termas e do Teatro Romano, existem vestígios agora descobertos associados ao Fórum da Cidade, grande praça da cidade romana.
Recorde-se que o Município de Braga, em parceria com a Unidade de Arqueologia da UMinho, investiu cerca de seis milhões de euros no Parque Arqueológico de Braga através de obras ou estudos, no Teatro Romano da Cividade, na Ínsula das Carvalheiras, nas ruínas da Rua Santo António das Travessas e no Convento São Frutuoso.
O Teatro Romano do Alto da Cividade, o único a céu aberto descoberto no Noroeste Peninsular, foi descoberto em 1999.
Durante a visita ao local, Ricardo Rio referiu que Braga é atualmente “um verdadeiro laboratório na área do património onde técnicos municipais, investigadores e alunos interagem para a salvaguarda, descoberta e musealização de Bracara Augusta”.
O processo natural de envelhecimento exige que se adotem cuidados redobrados na saúde e o coração não pode ficar na lista de espera. Estima-se que uma em cada oito pessoas com mais de 75 anos sofra de doença valvular cardíaca, o que significa que com o passar do tempo não se pode ficar indiferente aos sinais do sistema circulatório.
A doença valvular cardíaca incide nas quatro válvulas do coração (tricúspide, pulmonar, mitral e aórtica), elementos responsáveis pela passagem ou não do sangue para o interior do coração. Com a presença de fatores de risco como a idade, fatores genéticos, tabagismo, doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes e alguns tipos de infeções, a funcionalidade das válvulas vai deteriorando-se, afetando o fluxo sanguíneo do coração.
No caso da estenose aórtica, a doença mais comum das válvulas do coração, a válvula aórtica fica mais estreita, deixando de fazer a abertura completa, o que se traduz num impedimento do fluxo normal do sangue da região do ventrículo esquerdo para a artéria aorta. Como consequência, a função da saída do sangue do coração fica condicionada, colocando a vida do doente sob ameaça.
A insuficiência mitral, merece igual destaque por ser a segunda principal causa de intervenção valvular nos países europeus. Neste caso, a válvula mitral, responsável pela passagem de sangue da aurícula esquerda para o ventrículo direto, sem que o sangue volte para trás quando está a ser bombardeado para o resto do corpo, deixa de funcionar na plenitude. Como consequência, existe uma fuga de sangue (regurgitação) do ventrículo para a aurícula, no sentido contrário ao do fluxo normal, o que resulta numa menor quantidade de sangue em circulação e que a pressão do sangue nas veias pulmonares aumente.
Para avaliar a possibilidade de desenvolver um problema deste cariz, comece por estar atento a sintomas como fadiga, dor no peito, palpitações, desmaios e inchaço, em regiões como as pernas. Na presença de algum destes indícios, deve proceder a uma avaliação médica, cujo diagnóstico é efetuado recorrendo a meios de auscultação e ecografia com doppler, e, numa fase de confirmação, através de cateterismo cardíaco.
Ao ser detetada uma doença valvular cardíaca, deve ser prescrita a toma de medicação, podendo ainda ser necessário optar por métodos de reparação ou através do implante de uma nova válvula cardíaca, a prótese, que atualmente é possível através de procedimentos minimamente invasivos, via cateter, uma alternativa cada vez mais frequente em relação às cirurgias cardíacas.
Nas situações devidamente acompanhadas e controladas, é possível viver normalmente, desde que se privilegiem rotinas saudáveis, que não agravem a patologia, através de uma alimentação regrada, pobre em sal, e da prática regular de exercício físico. Salienta-se ainda a importância de realizar avaliações de rotina, em particular nos seniores.
Neste Dia dos Avós, a missão do dia é que esteja atento aos membros mais idosos da sua família e comunidade. Garanta que esta população não falta às consultas periódicas e que está ciente dos sintomas de alerta e comorbilidades existentes. Lembre-se que a preocupação com quem o rodeia pode prolongar vidas, especialmente quando a idade já pesa no coração.
Artigo de opinião de Rui Campante Teles, coordenador nacional da iniciativa Valve For Life/Corações de Amanhã, da APIC.
A Comissão Política da Distrital do PSD de Braga garantiu, em comunicado enviado à Braga TV, que, através dos Deputados eleitos pelo círculo de Braga, vai questionar o Governo, nomeadamente o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, sobre o flagelo dos incêndios que têm decorrido no distrito de Braga.
O partido lembra que, segundo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), o distrito de Braga foi o mais afetado do país pelos incêndios, no que concerne à área ardida.
“No primeiro semestre deste ano no distrito de Braga arderam 2383 hectares, ou seja, cerca de 27% do total da área ardida em todo o país. Braga rejeita ser a capital dos incêndios”, afirmou a Distrital do PSD de Braga.
Esta estrutura social-democrata garante que “os organismos da proteção civil, nomeadamente as corporações de bombeiros, tudo têm feito para combater os incêndios e minimizar as suas consequências”.
“Mas falta apoio, e muito, tanto a nível material como humano, por parte do governo. Os nossos bombeiros, por si só, não fazem milagres”, observa a Distrital do PSD de Braga.
“Continuamos a repetir os mesmos erros dos últimos anos e, se assim continuarmos, os resultados também não mudarão”, reitera o presidente da Distrital de Braga do PSD, Paulo Cunha, para quem é “essencial robustecer a ação preventiva”.
“Além da quase inexistência de apoio do Governo na capacidade de reação aos incêndios, este Governo persiste em cultivar uma atitude de desconsideração com as forças instaladas no território, nomeadamente as corporações de bombeiros, com quem teima em não dialogar”, assevera a estrutura distrital do PSD de Braga.
A Distrital de Braga do PSD defende “um novo modelo de proteção civil, cujos pilares fundamentais sejam as corporações de bombeiros e as entidades locais, nomeadamente os Municípios, com quem se exige concertação estratégica essencial à defesa da nossa floresta”.
A “Galaicofolia – 2000 anos de festa!”, que animou o Castro de S. Lourenço, em Vila Chã, Esposende, entre os dias 20 e 23 de julho, recebeu mais de 40 mil visitantes, superando as expectativas do Município de Esposende, que traça “um balanço positivo, a todos os níveis”, da nona edição do evento.
Tendo como palco um local classificado como Património de Interesse Público, a Galaicofolia proporcionou mais de 30 horas de animação, com espetáculos de rua, dança, teatro, música, recriações, desfiles, jogos, oficinas, queimada galaica, bem como um espaço dedicado aos mais novos com divertimentos, oficinas e atividades radicais. No espaço musealizado do castro houve lugar à recriação do modus vivendi dos povos galaicos, associando, deste modo, a animação à cultura e à história. Os concertos de música com o grupo de folk Antíkua, cujo reportório é baseado numa recolha de canções tradicionais portuguesas, e com os irlandeses “Caroline Keane & Tom Delany Band” e a música celta, foram também momentos-chave do certame.
O ambiente de festa e animação foi uma constante ao longo dos quatro dias do evento, onde 25 stands de artesanato tinham ao dispor dos visitantes originais e criativas sugestões. Ingrediente fundamental, a área alimentar dispunha, nesta edição, de cinco espaços de restauração, num total de 23 espaços de gastronomia, com diversas e apetecíveis sugestões.
De forma a garantir as condições de segurança e acessibilidade ao recinto da Galaicofolia, o Município disponibilizou, ao longo dos quatro dias do evento e de forma permanente, transporte gratuito, com quatro pontos de recolha, nomeadamente na cidade de Esposende, em Marinhas e em Vila Chã. “Esta medida revelou-se, uma vez mais, uma excelente estratégia, quer para evitar congestionamento do tráfego automóvel como em termos ambientais, possibilitando o acesso rápido e cómodo aos muitos visitantes que optaram por este recurso, dispensando o uso da viatura própria”, referiu a autarquia.
Foram igualmente disponibilizados sete parques de estacionamento, cinco em Vila Chã, e mais dois em Esposende e em Marinhas, onde se efetuava a recolha de passageiros. “Por esta via e com recurso a 22 autocarros, ao longo dos quatro dias de evento, foi possível retirar milhares de viaturas do evento”, acrescenta.
Em jeito de balanço o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, refere que “este evento cultural, de lazer e entretenimento que o Município leva a efeito em parceria com a Junta de Freguesia de Vila Chã é uma aposta bem-sucedida”. “Nove edições, sempre com número crescente de visitantes, demonstram que a Galaicofolia é um evento chave na estratégia cultural e turística do Município”, sublinha Benjamim Pereira, acrescentando que “a apreciação positiva, tanto dos visitantes como dos comerciantes e associações presentes na iniciativa, comprovam o sucesso de um evento que se afirma já no calendário cultural da região e mesmo do país”. O autarca não tem dúvidas de que “este é um evento para manter, pela afirmação que representa para o território e para a sua economia”.