Início Site Página 2251

Circo contemporâneo levou mais de 5.300 pessoas a Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães

0
© Central de Informação
© Central de Informação

De 18 a 22 de julho, artistas nacionais e internacionais invadiram alguns dos principais espaços das cidades do Quadrilátero Cultural – Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães –, para partilhar, com fãs e curiosos, o melhor das artes do circo contemporâneo. Feitas as contas, foram mais de 5.300 pessoas que passaram pelo Festival Vaudeville Rendez-Vous para assistir aos espetáculos ou para participar nas oficinas de formação, na masterclass ou na sessão de pitching.

A nona edição da iniciativa, promovida pelo Teatro da Didascália, teve como mote a reflexão e reescrita de edições passadas, através de uma programação que contou com um total de 28 récitas de 11 espetáculos – incluindo quatro estreias nacionais, uma estreia absoluta e duas coproduções.

Ao longo de cinco dias, o Vaudeville Rendez-Vous levou o público numa viagem introspetiva, onde não faltaram desafios às leis da gravidade e momentos de crítica social.

Bruno Martins, diretor artístico do Teatro da Didascália, destaca a adesão e envolvimento por parte da audiência, que, “ano após ano, continua a demonstrar, consistentemente, o entusiasmo pela arte do circo contemporâneo”.

O responsável pela programação do Festival Vaudeville Rendez-Vous aproveita, ainda, para agradecer a colaboração “de todos os artistas, técnicos e membros da organização, que trabalharam incansavelmente e sem os quais o sucesso da nona edição do Festival não seria possível”.

Celebração da 10.ª edição já tem data marcada

No próximo ano, o Vaudeville Rendez-Vous assinala uma década de construção de um legado de circo contemporâneo no norte do país, e a 10.ª edição já tem data marcada. Entre 16 e 20 de julho de 2024, a iniciativa – que é já uma tradição – estará de regresso. Por agora, fica a promessa de inundar, uma vez mais, as ruas do Quadrilátero Cultural com a alegria das artes do circo.

Festa do melão casca de carvalho está de regresso a Famalicão

0
© CM Famalicão
© CM Famalicão

Depois do sucesso da primeira edição, o “Verde Melão” está de regresso à Praça – Mercado Municipal de Famalicão, levando produtos da região: o melão casca de carvalho, o vinho verde e o fumeiro. “Verde Melão” acontece de 4 a 6 de agosto, com entrada livre.

O sumarento melão casca de carvalho volta a estar em destaque, pelas mãos e sabedoria dos produtores Augusto Martins e Joaquim Gonçalves, que levam os melhores exemplares da colheita.

E porque uma boa fatia de melão assenta bem com um belo copo de vinho verde da região, vão igualmente marcar presença no certame a Casa Agrícola de Compostela, os Vinhos Castro e a Frutivinhos.

A preceito do ano passado, também haverá fumeiro à mistura com os produtores Fumeiro do Fernando, Fumeiro Rosa Mendes e Talho Divino Salvador.

Para além da venda e degustação dos produtos típicos da região, durante o “Verde Melão” haverá ainda a realização de dois showcookings, dinamizados do Chef famalicense Álvaro Costa, nos dias 4 e 5 de agosto, pelas 18:00. No primeiro dia, a cozinha ficará a cargo da responsável pela cozinha do projeto “Stramuntana” (Vila Nova de Gaia), Chef Lídia Brás, e no segundo dia, do Chef Manuel Ferreira, Chef executivo do grupo hoteleiro, Art and Soul, e do restaurante “Galeria do Largo” (Porto).

O programa também abrange uma atividade dirigida aos emigrantes famalicenses.

“Celebrar o Verão #Emigrantes #Famalicão” tem como finalidade promover os produtos tradicionais da região junto da comunidade emigrante, que está de regresso ao concelho por esta altura, e acontece no sábado, dia 5, entre as 18:00 e as 23:00.

Ainda no âmbito do “Celebrar o Verão”, os emigrantes famalicenses que durante este período passarem pelo stand “Famalicenses no Mundo”, receberão um voucher para degustação dos ‘produtos-estrela’ do “Verde Melão”.

Durante os três dias do evento, animação também é coisa que não vai faltar com o workshop “Danças do Mundo”, no dia 4, pelas 15:30, uma atividade inserida no FAMAFOLK – Festival Internacional de Folclore de Vila Nova de Famalicão, que decorre esse fim de semana, e animação musical, com concertos protagonizados por ACAFADO (sexta-feira, às 21:30), Costinha (sábado, às 21:30), e Jorge Lomba (domingo, às 17:00).

Mais informações sobre a iniciativa “Verde Melão” estão disponíveis aqui.

Esposende mobiliza-se em Passeio da Prevenção do Cancro

0
© CM Esposende
© CM Esposende

O Município de Esposende, que se associou ao projeto “Um dia pela Vida – Esposende” da Liga Portuguesa Contra o Cancro, vai realizar, no próximo sábado, dia 29 de julho, a inauguração do Passeio da Prevenção do Cancro, em Esposende.

A iniciativa está agendada para as 11:30 e vai desenvolver-se na Zona Ribeirinha de Esposende, no percurso entre a Estação de Socorros a Náufragos e o bar ali instalado, estando aberta à participação de todos quantos se queiram associar à causa da luta contra o cancro.

Através desta curta caminhada, a organização pretende sensibilizar a comunidade para esta causa, já que o percurso será pontuado por um conjunto de mensagens que alertam para cuidados e ações a ter em conta como forma de prevenir a doença.

“Um Dia Pela Vida é uma iniciativa promovida pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, no âmbito de um programa internacional da American Cancer Society. Atualmente, 23 Nações fazem parte deste projeto que, em Portugal, teve início em 2005 e decorreu já em mais de 60 localidades. Trata-se de um projeto desenvolvido na comunidade, pela comunidade, num período que decorre entre três a quatro meses e que culmina com a festa de encerramento, que, em Esposende, ocorrerá no dia 9 de setembro.

Hepatites: tornar o diagnóstico e tratamento acessível a todos

0
© Rita Serras Jorge
© Rita Serras Jorge

A história da Hepatite C marca sem dúvida a História da Medicina das últimas décadas, encontrando-se entre as doenças em cujo progresso científico teve um impacto mais marcante. No final da década de 80, após alguns anos de estudos, o vírus foi identificado dando rosto à Hepatite não-A e não-B que vinha a intrigar a comunidade científica há mais de 10 anos.

Desde então, rapidamente se assumiu como um agente infecioso de destaque, capaz de produzir elevada morbimortalidade dada a sua alta taxa de progressão para infeção crónica, capaz de produzir cirrose hepática e carcinoma hepatocelular. O facto da infeção poder permanecer assintomática durante largos anos, contribui para que se possa transmitir de forma silenciosa e evoluir para estadios avançados sem que seja feito um diagnóstico atempado. A incidência da doença a nível mundial ronda os 1,5 milhões de casos/ano e esta é atualmente responsável por cerca de 300 000 mortes anualmente, causando grande preocupação.

Felizmente, os avanços científicos na área ocorreram não só a nível do diagnóstico onde já é possível, por exemplo, efetuar testes rápidos em farmácias comunitárias, mas foram sobretudo determinantes no curso da doença no que se refere ao seu tratamento. Os profissionais e os doentes que testemunharam estes avanços assistiram porventura a um dos maiores e mais céleres avanços da Medicina dos últimos tempos. Os tratamentos longos, com recurso a fármacos injetáveis com baixa eficácia e elevados efeitos colaterais que os tornavam inacessíveis a uma parte considerável dos portadores da infeção deu lugar a terapêuticas orais de elevada eficácia e com durações de tratamento que nalguns casos podem ser de apenas 8 semanas.

O ónus da doença e a facilidade do seu tratamento conduziram a uma Acão conjunta entre as Nações Unidas e a Organização Mundial de Saúde para remover a Hepatite C (e as hepatites virais no seu conjunto) das principais causas de morte a nível mundial, onde ocupavam a 7.ª posição. O objetivo de reduzir em 90% o número de novos casos de infeção por hepatite B e C e de reduzir a mortalidade associada em 65% foi definido em 2015 e a sua meta estabelecida em 2030.

Portugal foi pioneiro no que diz respeito à implementação de políticas de gratuitidade e acessibilidade universal dos novos fármacos. Isto colocava o nosso país numa posição muito favorável para o atingimento deste objetivo. A criação do Programa Nacional para as Hepatites Virais, atualmente sob a direção do Prof. Rui Tato Marinho, foi impulsionadora e agregadora das medidas necessárias para este esforço. Contudo, vários fatores, dos quais o principal será sem dúvida a pandemia que vivemos, desaceleraram os esforços e colocaram barreiras que estamos neste momento a tentar contornar. De acordo com as perspetivas de alguns estudos, caso não sejam tomadas medidas adicionais, apenas em 2050 conseguirá Portugal recuperar o tempo perdido e atingir os objetivos propostos. Carecemos de uma melhor definição de estratégias para um rastreio universal e organizado, da descentralização do acompanhamento destes doentes, sobretudo daqueles que vivem em situações de exclusão social, da agregação dos dados clínicos e populacionais e de um maior envolvimento político. Existem, contudo, casos de sucesso no nosso país como o que sucedeu na Madeira, que será provavelmente a única região do país a atingir os objetivos propostos e cujo exemplo poderemos adaptar. Neste dia Mundial para a Consciencialização para a Hepatite C será conhecido o relatório anual do Programa Nacional que será, sem dúvida, uma ferramenta importante na aferição das melhores estratégias a adotar com vista a este objetivo comum.

Independentemente da meta, não percamos o enfoque no caminho e procuremos tornar o diagnóstico e o tratamento acessível a cada pessoa, pois cada caso faz a diferença!

Artigo de opinião de Rita Serras Jorge, do Núcleo de Estudos das Doenças do Fígado da SPMI.

Braga alarga faixa de gestão de combustível na estrada da Falperra

0
© CM Braga
© CM Braga

O Município de Braga, em parceria com a Confraria de Santa Maria Madalena da Falperra, procedeu ao alargamento da faixa de gestão de combustível ao longo da Estrada Nacional 309 (Falperra), da responsabilidade da IP – Infraestruturas de Portugal.

Com esta intervenção, a faixa de gestão de combustível contempla agora uma largura de 20 metros, mais 10 metros da distância obrigatória. “As principais funções destas faixas são, por um lado, diminuir a superfície percorrida pelos grandes incêndios, permitindo e facilitando uma intervenção direta de combate ao fogo, e, por outro, proteger de forma passiva as vias de comunicação, infra-estruturas, áreas edificadas e outros elementos de valor”, referiu a autarquia.

A gestão do combustível em territórios rurais é efetuada através da intervenção em áreas estratégicas, modificando a estrutura dos combustíveis florestais e procedendo à remoção total ou parcial da biomassa. “A opção de intervenção nesta área advém do valor ambiental e paisagístico da encosta da Falperra e do seu histórico de incêndios”, acrescenta o município.

Numa primeira fase, procedeu-se ao abate de eucaliptos e à remoção da biomassa com eliminação de sobrantes, recorrendo à trituração, numa área superior a 5 mil m2. Posteriormente, o Município irá plantar no local espécies autóctones, em colaboração com empresas locais, de modo a criar uma “cortina” mais resistente ao fogo que, em caso de incêndio, possa reduzir a sua intensidade. “Será também uma forma de promover uma alteração na paisagem através da plantação de carvalhos e sobreiros”, realça ainda.

O Município irá replicar esta iniciativa ao longo desta via e noutras áreas do concelho, contando com a colaboração e participação dos proprietários florestais e empresas locais.

Barómetro da AEB evidencia trajetória de crescimento da atividade económica em Braga

0
Daniel Vilaça © Associação Empresarial de Braga
Daniel Vilaça © Associação Empresarial de Braga

Os últimos dados divulgados pelo Barómetro da Associação Empresarial de Braga indicam que no 2.º trimestre de 2023, apesar de um abrandamento da atividade económica, os setores do comércio e serviços, da restauração e do alojamento, em Braga, mantiveram a trajetória de crescimento iniciada no período pós-crise pandémica.

Segundo Daniel Vilaça, presidente da Associação Empresarial de Braga, os setores do comércio e da restauração de Braga “continuam a demonstrar uma enorme vitalidade e dinamismo”, registando, no 1.º semestre de 2023, um crescimento de 35% e 42%, respetivamente, face a igual período do ano transato.

“Um crescimento assinalável, bastante acima da média nacional e que é obtido num contexto socioeconómico marcado pela forte subida das taxas de juro e pela diminuição dos índices de confiança dos consumidores”, realça Daniel Vilaça.

Para o presidente da Associação Empresarial de Braga, estes resultados só são possíveis graças ao “extraordinário trabalho que é desenvolvido na promoção e dinamização de Braga enquanto destino de compras, bem como ao dinamismo e constante capacidade de inovar dos empresários da região”.

Na indústria, salienta-se o comportamento positivo das exportações que, nos primeiros cinco meses do ano, em Braga, registaram um crescimento de 16% face ao período homólogo, uma taxa significativamente mais elevada do que a média nacional (5%).

Daniel Vilaça refere que “a grande resiliência das empresas exportadoras do concelho face ao abrandamento do comércio internacional”, destacando o “excelente desempenho das exportações no setor dos instrumentos de medida, de controlo ou precisão e aparelhos médico-cirúrgicos”, que regista um volume acumulado de 325,4 milhões de euros de exportações, desde o início do ano, e um crescimento expressivo de 38% face ao período homólogo, e do setor das “máquinas, aparelhos e materiais elétricos”, que, até maio, segue com um volume global de 153,6 milhões de euros de exportações, que corresponde a crescimento de 23% face ao igual período do ano transato.

Daniel Vilaça aponta, ainda, os resultados das exportações de vestuário, com um crescimento de 19%, nos primeiros 5 meses do ano. “Um desempenho que contrasta com a estagnação que se verifica no setor e que demonstra a especialização distintiva das empresas têxteis do concelho de Braga”, evidencia.

Se em abril o FMI previa que o volume de trocas comerciais aumentasse 2,4% em 2023, depois de em 2022 ter registado um crescimento de 5,2%, agora, os analistas do Fundo antecipam que o comércio mundial cresça apenas 2% este ano. Segundo Daniel Vilaça, estas “mais recentes previsões apontam para um crescimento do comércio internacional, para o ano de 2023, ainda mais limitado do que se previa há três meses, em resultado do declínio da procura global e das mudanças na sua composição para bens e serviços nacionais”. Perante este enquadramento, o Presidente da AEB assume que “o arrefecimento do comércio mundial deve preocupar-nos, já que sinaliza um contexto mais difícil para o segundo semestre, podendo mesmo contaminar 2024”.

Daniel Vilaça considera, assim, “essencial que os programas de apoio Portugal 2030 sejam operacionalizados com a maior brevidade possível, com o objetivo de mitigar este abrandamento da economia mundial e, sobretudo, para que as empresas portuguesas possam investir em processos de inovação e na sua capacidade produtiva, de forma a se tornarem cada vez mais competitivas à escala global”.

Ao nível interno, o presidente da Associação Empresarial de Braga considera que “a diminuição progressiva na taxa de inflação, conjugada com a estabilização dos custos da energia e combustíveis, irá suavizar os efeitos provocados pelos aumentos das taxas de juro, o que poderá indiciar que, até final do ano, poderemos manter um desempenho em linha com o registado no 1.º semestre de 2023”.

Homem detido em Famalicão por abusar sexualmente de menina de 13 anos

0
DR
DR

Um homem, de 28 anos, foi detido pela Polícia Judiciária de Braga, esta quarta-feira à noite, em Famalicão, suspeito de abusar sexualmente de uma menina de 13 anos.

De acordo com o Correio da Manhã, a criança é filha de uma mulher que terá acolhido o homem, que não tinha onde viver.

Segundo aquele jornal, os abusos terão ocorrido durante esta quarta-feira na casa onde residiam.

Portugal alcança primeira vitória num Mundial Feminino

0
© Seleções de Portugal
© Seleções de Portugal

Portugal fez hoje história ao vencer, pela primeira vez, em Mundiais Femininos, ao bater o Vietname por 2-0, em jogo da segunda jornada do grupo E.

Telma Encarnação tornou-se a primeira jogadora a marcar por Portugal num Mundial. Aos 7 minutos, numa jogada pela direita, Ana Lúcia cruza e Telma, de primeira, atira a bola para o fundo das redes.

Aos 21’, Kika Nazareth amplia a vantagem com assistência de Telma Encarnação.

Na próxima terça-feira, partir das 08:00, a Seleção Nacional vai defrontar os Estados Unidos, que venceram o título mundial por quatro vezes.

Violenta colisão provoca quatro feridos em Braga

0
© Marta Oliveira
© Marta Oliveira

Uma violenta colisão entre dois veículos ligeiros, na Rua Cidade do Porto, em Ferreiros, Braga, fez, esta quarta-feira à noite, quatro feridos ligeiros.

O acidente ocorreu perto das 23:20, obrigando ao corte do trânsito.

Os feridos foram transportados para o Hospital de Braga.

Para o local forma chamados os Bombeiros Voluntários e Sapadores de Braga, os Bombeiros Voluntários de Amares e a VMER.

A PSP tomou conta da ocorrência

Braga integra projeto para promover turismo sustentável

0
© CM Braga
© CM Braga

Braga integrou a rede “Cidades Históricas 3.0”, um projeto que tem como principal objetivo discutir problemas, trocar experiências, e encontrar soluções para o desenvolvimento do turismo sustentável.

O processo de adesão a este projeto foi gerido pelo Município de Cracóvia, responsável pela sua implementação. Graças ao seu património secular e às atrações turísticas únicas, as cidades históricas reforçam as economias locais e são fundamentais para a atratividade da marca dos países.

O aumento do turismo coloca a estas cidades um conjunto de desafios, nomeadamente ao nível da sustentabilidade. O projeto assenta na ideia de que as cidades europeias devem ser locais onde se caminha em direção ao progresso social e ambiental, mantendo simultaneamente a atratividade e o crescimento económico. Nesse sentido, é essencial encontrar uma abordagem integrada que tenha em conta todos os aspetos do crescimento sustentável.

Os membros da rede “Cidades Históricas 3.0” comprometem-se a colaborar em áreas como a gestão turística, a conciliação do turismo com a vida da comunidade, o desenvolvimento económico, a estratégia de comunicação e o próprio ordenamento do território. Esta entidade realiza conferências onde se promove a troca de ideias e de experiências entre as cidades membro.

Nesta rede estão também as cidades de Cracóvia, Łańcut, Gdansk, Lublin, Poznań, Świdnica, Tarnów, Torún, Breslávia, Zamość (Polónia), Edimburgo (Escócia), Budapeste (Hungria), Kiev (Ucrânia), Lviv (Ucrânia), Tiblissi (Geórgia), Veliko Tarnovo (Bulgária) e Antália (Turquia).