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Braga: Cozinha Senhorial do Palácio dos Biscainhos reabriu ao público

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© CM Braga
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Reabriu ao público a Cozinha Senhorial do Palácio dos Biscainhos, em Braga, após uma intervenção de conservação, restauro, reforço estrutural e renovação museográfica.

Na cerimónia de abertura esteve Margarida Balseiro Lopes, ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que destacou este momento como “a afirmação de um compromisso com a valorização e preservação do património”.

Para além do valor arquitetónico e histórico da cozinha e da sua imponente área do lar, o espaço passa agora a oferecer um percurso expositivo que contextualiza a gastronomia dos séculos XVII e XVIII, com destaque para a obra “Arte de Cozinha”, de Domingos Rodrigues, bem como um relevante conjunto de cerâmica, taxaria e almofarizes datados entre os séculos XVI e XVIII.

O projeto integra ainda a recriação do ambiente da época, com elementos como o engenho e os espetos em ferro.

Esposende: Albergue de S. Miguel de Marinhas faz 15 anos com celebração aberta à comunidade

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© CM Esposende
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O Albergue de S. Miguel de Marinhas, em Esposende, assinala, no próximo dia 13 de maio, o seu 15.º aniversário com um lanche-convívio aberto a peregrinos e à comunidade, numa iniciativa promovida pelo Município de Esposende, Via Veteris – Associação Jacobeia, Junta de Freguesia de Marinhas e Delegação de Marinhas da Cruz Vermelha Portuguesa.

A celebração terá lugar pelas 19:00, nas instalações do albergue, e pretende assinalar o percurso de uma infraestrutura que se tem afirmado como referência no acolhimento aos peregrinos que percorrem o Caminho Português da Costa rumo a Santiago de Compostela.

Desde a sua abertura, em maio de 2011, o Albergue de S. Miguel de Marinhas acolheu 51.407 peregrinos até ao final de 2025, oriundos maioritariamente do estrangeiro, com destaque para países como Espanha, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Portugal, Polónia e Reino Unido. Paralelamente, entre 2016 e 2025, o Centro de Informação Turística de Esposende registou o atendimento a mais de 40 mil peregrinos.

Os números confirmam o crescimento sustentado dos Caminhos de Santiago e, em particular, do Caminho Português da Costa, que continua a afirmar-se como uma das rotas jacobeias mais procuradas. Em 2025, a Oficina do Peregrino, em Santiago de Compostela, registou 530.882 peregrinos, representando um aumento de 6% face ao ano anterior.

Entre os itinerários mais percorridos, o Caminho Português da Costa consolidou a terceira posição, com 89.512 peregrinos, correspondendo a 16,89% do total de peregrinações, apenas superado pelo Caminho Francês e pelo Caminho Português Central. Este crescimento tem reforçado a importância estratégica desta rota para Esposende e para toda a região Norte.

A cidade do Porto mantém-se como um dos principais pontos de partida, com 24.487 peregrinos a iniciarem dali o percurso em 2025, evidenciando a crescente atratividade internacional desta via, nomeadamente junto do mercado norte-americano.

Para o Município de Esposende, “os Caminhos de Santiago representam um ativo estratégico de promoção territorial, contribuindo para a valorização do património, da cultura, da gastronomia e das tradições locais, enquanto impulsionam a economia, particularmente nos setores do alojamento, restauração e comércio local”.

“Este dinamismo resulta também do trabalho desenvolvido no âmbito do acordo de cooperação institucional celebrado em 2011 entre dez municípios do Norte de Portugal e a Turismo do Porto e Norte, que tem permitido consolidar a promoção e valorização do Caminho Português da Costa”, acrescenta.

Vai nascer em Braga o Parque Ecológico do Rio Este

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© CM Braga
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O Município de Braga formalizou a tomada de posse administrativa de mais de 103.319 m² de terrenos na União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves para o avanço do Parque Ecológico do Rio Este.

A operação decorre da declaração de utilidade pública aprovada pelo Governo no início de 2026, permitindo ao Município assumir a posse dos terrenos para fins de interesse coletivo e “desbloquear o arranque das intervenções”.

O projeto inclui a criação de uma bacia de retenção e a renaturalização das margens do Rio Este, com foco na mitigação de cheias, adaptação às alterações climáticas e valorização ecológica do território.

Segundo o vice-presidente Altino Bessa, “trata-se de uma intervenção estruturante que reforça a proteção das populações, qualifica o espaço urbano e posiciona Braga como uma cidade preparada para os desafios climáticos”.

“Young Hearts”: quando o coração ousa dizer-se

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© Anthony Schatteman
© Anthony Schatteman

O primeiro amor chega como um sopro inesperado, uma luz que rasga a rotina e transforma tudo à nossa volta. É uma experiência em que o mundo ainda não nos ensinou a desconfiar, em que o coração bate mais alto sem pedir permissão.

Lembro-me dele como uma tarde de Verão, em que o vento parecia mais quente, os cheiros mais intensos e cada gesto tinha o peso de uma eternidade. O primeiro amor é sempre intenso, puro, ingénuo e definitivo. Não há ironia, não há cautelas; apenas a certeza íntima de que o coração decidiu desobedecer à prudência e que, de algum modo, nada será igual.

Alguns guardam essa história numa fotografia amarelada, esquecida no fundo de uma gaveta; outros regressam a ela como quem percorre ruas antigas, tentando reconhecer fachadas familiares. Há ainda quem fale de “aquele que escapou”, como se o amor fosse uma ave que pousa por segundos na mão e, antes de sabermos segurá-la, levanta voo. O primeiro amor tem a natureza de um mito pessoal: nunca mais será exactamente igual, mesmo que surjam afectos mais seguros, maduros ou duradouros.

“Young Hearts”, de Anthony Schatteman, capta essa intensidade inicial com a suavidade de quem segura algo frágil. Elias, interpretado por Lou Goossens, vive numa pequena vila onde a rotina parece deslizar sem surpresas, quase escrita de antemão. A mãe sustém a casa com ternura e atenção, escutando sem pressa cada detalhe; o pai canta em bares e centros comunitários, tentando estar presente mesmo nos intervalos da vida; o irmão mais velho namora, descobrindo o mundo como se fosse o último dia; o avô oferece a paciência dos anos, uma escuta que acolhe sem julgar. Elias tem também Valérie, a namorada “certa” para alguém da sua idade, mas dentro dele há uma hesitação silenciosa, uma ausência de chama que não consegue nomear, um desejo que ainda não encontrou palavras.

A chegada de Alexander, interpretado por Marius De Saeger, altera delicadamente o equilíbrio da vida de Elias e inflama a urgência de nomear sentimentos que ele ainda hesita em pensar ou sequer rabiscar. Vindo de Bruxelas, traz consigo a vastidão da cidade grande, o peso do luto e uma naturalidade serena ao falar da sua homossexualidade. Não há dramatizações forçadas nem segredos ocultos; existe apenas a crueza e a honestidade da verdade.

Quando Elias e Alexander se encontram sob a sombra generosa de árvores frondosas, exploram a solidão de uma mansão abandonada ou se lançam nas águas de um lago como se o mundo inteiro se resumisse àquele Verão, a amizade torna-se densa, carregada de intensidade, e a tênue fronteira entre amizade e amor começa a desfazer-se, quase imperceptível, mas irrevogavelmente.

Talvez os sentimentos de Elias coubessem inteiros em D’Amour ou d’Amitié”, na voz ainda quase adolescente de Céline Dion, como se a canção tivesse sido escrita para traduzir a sua hesitação. Convencera-se de que Alexandre pensava nele, pressentia-o no sorriso que se demorava além do necessário, no olhar que não se esquivava. Era uma certeza sem provas, uma espécie de clarividência, como se o coração, tão diferente do que sentira por Valérie, tivesse inventado a sua própria lógica.

Alexandre estava tão perto que quase lhe tocava, partilhando o mesmo ar e o mesmo silêncio. E, contudo, Elias não sabia amar, nem sabia se lhe era lícito sentir aquilo. Ficava suspenso nessa fronteira indecisa entre a amizade e o que a excede, à espera de que fosse o próprio Alexandre a baptizar o indizível que, mudo, crescia entre ambos.

O filme convida-nos a perscrutar o indizível, a prestar atenção ao que se oculta nas entrelinhas do quotidiano. A câmara demora-se nos rostos, nos gestos contidos, na suspensão de um olhar, no peso mudo das situações. Um beijo fugaz na face, um toque acidental, um sorriso que se prolonga para lá do tempo transformam-se em revoluções íntimas.

É nessa minúcia que se revela a força de “Young Hearts”, onde a intensidade não se proclama em dramatismos, mas é sentida, respirada e partilhada, quase como ar que atravessa o corpo. Crescer é, por si só, vertigem, e Schatteman compreende-o profundamente, recusando transformar o coming out em ferramenta narrativa, permitindo-lhes existir plena e silenciosamente, em comunhão com a vida que os envolve.

Elias e Alexander deslocam-se num espaço que é simultaneamente conhecido e inexplorado. A vila, a escola, o lago e os campos oferecem um alicerce de segurança, enquanto o desabrochar do afecto e do desejo lhes provoca vertigens subtis e incertezas silenciosas. As bicicletas a percorrer caminhos de terra, as casas antigas e os campos verdejantes poderiam parecer previsíveis, mas adquirem aqui uma densidade insuspeita.

A familiaridade transforma-se num gesto político, um lembrete de que as vivências queer são universais, merecem ser repetidas, sedimentando-se no imaginário comum. Não se trata de forjar originalidade artificial, antes de afirmar o direito inalienável ao reconhecimento e à pertença.

O filme reverbera com a convicção de que o primeiro amor é um espelho inesperado. Ao contemplarmos o outro, descobrimos reflexos de nós próprios com uma clareza surpreendente. Elias não apenas encontra Alexander, como também se descobre a si mesmo. A incerteza entre amizade e amor persiste, mas o coração já começou a traçar o seu próprio mapa, navegando por sentimentos até então indizíveis.

A intensidade desse primeiro amor deixará, sem dúvida, uma marca permanente na sua memória, evocando um tempo em que tudo era novo, assustador e luminoso, um período em que bastava um sorriso para acreditar que o mundo inteiro cabia na convergência de dois olhares.

A comparação com “Close”, de Lukas Dhont, é quase inevitável, mas “Young Hearts” apresenta algo distinto. Não nos arrasta para a compaixão perante a dor, antes envolve-nos na aceitação e na suavidade com que se desenrola o crescimento. Se buscarmos aproximações, Jongens” aproxima-se consideravelmente de “Young Hearts”.

Ambos exploram a mesma temática, porém em momentos distintos da vida: “Young Hearts” concentra-se na adolescência, enquanto Jongens” acompanha o despertar da juventude, revelando como o mesmo sentimento se transforma à medida que se amadurece. É uma obra notável, que esteve, há algum tempo, disponível de forma gratuita e licenciada no YouTube.

Voltando a “Young Hearts”, o filme não se entrega ao choque nem ao dramatismo, antes oferece espaço para que a história seja sentida na sua inteira profundidade. Diferente de outras obras do mesmo género, a representação queer não surge como anomalia nem como curiosidade; é orgânica, genuína, intrínseca à vida que qualquer jovem pode experienciar. Parafraseando o realizador, trata-se do tipo de filme que eu teria desejado encontrar na infância, enquanto pessoa queer, capaz de iluminar silenciosamente aquele limiar de descoberta e enraizamento.

Em última instância, em “Young Hearts”, percebemos que a delicadeza encerra em si mesma uma forma de revolução e que a própria naturalidade do amor adolescente queer se revela extraordinária. Crescer é, antes de mais, experimentar; sentir é afirmar a existência; e existir é, sobretudo, conceder aos corações jovens a liberdade de se encontrarem, de se reconhecerem e de se libertarem, mesmo que apenas durante a efemeridade de um Verão.

Engenharia Biológica da UMinho comemora 40 anos

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© UMinho
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A Universidade do Minho (UMinho) está a assinalar os 40 anos da licenciatura em Engenharia Biológica, pioneira em Portugal, com um conjunto de atividades para a academia e o público, em Braga, até outubro.

Esta quarta-feira, 6 de maio, às 17:00, há uma caminhada a partir do campus de Gualtar, que se repete a 3 de junho, 8 de julho e 16 de setembro, em diversos percursos pela cidade e arredores, estimulando reencontros e histórias partilhadas. As comemorações incluem ainda um ciclo de palestras na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva: a 9 de maio com Teresa Tavares (reabilitação de ecossistemas contaminados); a 13 de junho com Miguel Gama (implantes biocompatíveis); a 4 de julho com Joana Azeredo (vírus bons contra doenças); e a 26 de setembro com José António Teixeira (biotecnologia e indústria alimentar). Todas tem início às 11:00.

agenda propõe igualmente tertúlias de ex-alunos com percursos de relevo, nos dias 16 de maio, 20 de junho e 11 de julho, às 18:00, na FNAC Braga. Já as redes digitais do Departamento de Engenharia Química e Biológica (DEQB) e Centro de Engenharia Biológica (CEB) da UMinho vão partilhar testemunhos de atuais e antigos membros. Para outubro, prevê-se que o campus acolha uma exposição, a plantação de quatro árvores (uma por cada década), uma cápsula do tempo com contributos da comunidade e, no dia 17, a cerimónia oficial de encerramento.

A UMinho soma cerca de 2000 diplomados em Engenharia Biológica espalhados pelo mundo – que têm marcado em especial a região Norte e o país – e mantém uma forte ligação entre o ensino, a investigação e o tecido empresarial. Por exemplo, o DEQB/CEB prepara-se para ter o segundo laboratório em terapia fágica da Europa e é o copromotor da Infraestrutura Europeia de Investigação de Recursos Microbianos (MIRRI-ERIC), apoiada pela UE, além de sediar a Micoteca da UMinho, incontornável na área. O CEB é avaliado como Excelente pela tutela e reconhecido com visitas de várias figuras, como o Presidente da República (Jorge Sampaio em 1997, Cavaco Silva em 2006).

Ali nasceram 63 patentes, quase 20 start-ups (Letra, SilicoLife, Ambisys, Solfarcos…) e trabalham 16 cientistas do grupo dos 2% mais citados do mundo: António Vicente, Artur Cavaco-Paulo, Diana P. Pires, Eduardo Gudiña, Hugo Oliveira, José A. Teixeira, Joana Azeredo, Lígia Rodrigues, Lucília Domingues, Madalena Alves, Mariana Henriques, Miguel Gama, Nuno Cerca, Ricardo N. Pereira, Russell Paterson e Sónia Silva. Os seus membros somam financiamentos e prémios ímpares, como o ERA Chair a Nuno Reis e a bolsa ERC a Alfons Stams. Joana Azeredo foi a primeira portuguesa (e quarta no mundo) a dar o nome a uma família de vírus. Os professores eméritos Manuel Mota e João de Deus Pinheiro, entre outros, tiveram igualmente distinções e cargos de relevo internacional.

Programa

– Caminhadas | 06 de maio, 03 de junho, 08 de julho e 16 de setembro (início às 17:00, na entrada do DEQB e com duração de 1 hora)
– Palestras | 09 de maio, 13 de junho, 04 de julho e 26 de setembro (início às 11:00, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva)

– Tertúlias com Alumni | 16 de maio, 20 de junho e 11 de julho (início às 18:00, na FNAC Braga Parque)
– Exposição | 17 de setembro a 17 de outubro (no DEQB – edifício 7 do campus)

– Testemunhos | até outubro (nas redes sociais do DEQB e CEB)
– Plantação de Árvores | outubro (nos jardins do campus)
– Cápsula do Tempo | outubro (com fotos e mensagens de estudantes, professores, investigadores, técnicos, alumni e parceiros, a abrir daqui a 10 ou 20 anos)
– Cerimónia de Encerramento | 17 de outubro (início às 10:00, no campus de Gualtar)

Bloco de Esquerda organiza ação em Braga contra o aumento do custo de vida

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O Bloco de Esquerda realiza hoje, pelas 18:00, junto ao Posto de Turismo, na Avenida Central, em Braga, uma iniciativa pública dedicada ao tema do aumento do custo de vida, que contará com a participação de José Manuel Pureza, coordenador do Bloco de Esquerda.

“O aumento generalizado dos preços, nomeadamente nos combustíveis, nos bens alimentares essenciais e nos encargos com a habitação, tem vindo a colocar uma pressão significativa sobre os rendimentos das famílias. Este contexto tem contribuído para o agravamento das dificuldades económicas de uma parte relevante da população. Portugal continua a evidenciar assimetrias relevantes na distribuição de rendimentos. Enquanto alguns setores económicos registam resultados financeiros expressivos, persistem situações de fragilidade económica que afetam muitos agregados familiares, dificultando a sua capacidade de fazer face às despesas correntes”, refere o partido.

O Bloco de Esquerda pretende “a redução dos preços dos combustíveis, do gás e dos bens alimentares essenciais, através da revisão da carga fiscal sobre o consumo e da monitorização das margens de lucro; e a implementação de mecanismos que assegurem que os lucros extraordinários nos setores da energia e da grande distribuição contribuam para mitigar os impactos da atual crise do custo de vida”.

Esta iniciativa visa “promover o debate público em torno destas matérias e contribuir para a identificação de respostas que reforcem a coesão social e a equidade económica”.

Mariana Machado convocada para representar a Seleção Nacional de Atletismo

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© SC Braga
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Mariana Machado, atleta de Braga, foi convocada para representar a Seleção Nacional de Atletismo na Taça da Europa de 10 quilómetros.

A prova irá decorrer no dia 23 de maio, em La Spezia, na Itália.

Barcelos dinamiza seminário sobre bem-estar familiar ao longo do ciclo de vida

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No âmbito das comemorações do Mês da Família, o Município de Barcelos promove, no próximo dia 15 de maio, o seminário “Bem-estar familiar ao longo do ciclo de vida: da evidência científica às práticas inovadoras”, que terá lugar no Auditório dos Paços do Concelho.

A iniciativa irá juntar especialistas de diferentes áreas da saúde, educação e intervenção social, com o objetivo de refletir sobre os desafios e respostas que contribuem para o bem-estar das famílias em diferentes fases da vida.

A sessão tem início às 14:00, com o acolhimento dos participantes e atuação da Banda Plástica de Barcelos. A abertura oficial está marcada para as 14:30 e contará com as intervenções de José Paulo Matias, vereador da Ação Social do Município de Barcelos, e Tiago Gonçalves, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde Barcelos/Esposende.

O seminário integra um conjunto de comunicações moderadas por Clarisse Duarte, da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Barcelos, abordando temas como a continuidade do cuidado nas transições familiares, crianças com necessidades de saúde especiais, o impacto das tecnologias no desenvolvimento familiar, a mediação parental em contextos digitais e o envelhecimento ativo.

Entre os oradores convidados estão representantes da Associação Portuguesa de Enfermeiros de Família, da Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, da Universidade Católica Portuguesa, do projeto Agarrados à Net e da Universidade do Minho.

O evento encerra às 17:30, com a intervenção do presidente da Câmara Municipal de Barcelos, Mário Constantino Lopes.

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia para [email protected] ou 910 126 137.

Braga acolhe Encontro das Universidades Sénior do Rotary do Distrito 1970

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© InvestBraga
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Braga acolhe, no próximo sábado, 9 de maio, o Encontro das Universidades Sénior do Distrito 1970 do Rotary International, que decorre entre as 09:00 e as 17:30, no Grande Auditório do Forum Braga. A iniciativa reúne várias Universidades Sénior ligadas ao Rotary, num dia dedicado à partilha cultural, à música e ao convívio.

Organizado pela Comissão das Universidades Sénior do Distrito 1970 (centro e norte de Portugal), com o apoio do Rotary Club Braga Norte e do Município de Braga, o encontro apresenta um programa centrado em atuações de coros, tunas e grupos artísticos. Ao longo do dia, os participantes mostram o trabalho desenvolvido nas suas instituições, num ambiente marcado pela proximidade e pela valorização da participação ativa.

O evento mantém uma tradição que tem passado por diferentes localidades do distrito, reunindo participantes e público em torno de expressões culturais que refletem o envolvimento das comunidades. A edição deste ano regressa a Braga, com expectativa de uma forte adesão.

A entrada é livre e aberta ao público, convidando famílias, amigos e a comunidade em geral a assistir às atuações e a acompanhar de perto a atividade das Universidades Sénior.

Biblioteca de Vieira do Minho celebra autores nacionais durante o mês de maio

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Durante o mês de maio, a Biblioteca Municipal Padre Alves Vieira, em Vieira do Minho, dedica a sua programação ao tema “Autores Nacionais”, numa iniciativa que visa valorizar e promover a riqueza da literatura portuguesa.

Esta ação surge no âmbito da celebração de duas datas de especial relevância cultural: o Dia da Língua Portuguesa, assinalado a 5 de maio, e o Dia do Autor Português, celebrado a 22 de maio. Durante este período, a Biblioteca convida a comunidade a redescobrir obras e escritores que marcam a identidade literária e cultural de Portugal.

Ao contrário de outros meses, não haverá um conjunto específico de livros em destaque, mas sim uma abordagem temática abrangente, que pretende dar visibilidade à diversidade e profundidade dos autores nacionais, incentivando hábitos de leitura e o contacto com diferentes estilos e gerações literárias.

A literatura portuguesa, enquanto expressão da nossa identidade coletiva, continua a ser um veículo privilegiado de conhecimento, reflexão e imaginação. Como afirmou Fernando Pessoa, “O povo português é, essencialmente, cosmopolita. Nunca um verdadeiro português foi português: foi sempre tudo”.

Também Eugénio de Andrade sublinhou a importância dos escritores na forma como compreendemos o mundo: “Foi sempre pelos olhos dos nossos poetas que o português viu mais longe e mais fundo.”