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Guimarães aprova construção do novo Pavilhão da Escola EB 2,3 João de Meira

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© CM Guimarães
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A Câmara Municipal de Guimarães reforçou o funcionamento das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) com mais horários assegurados. A proposta foi aprovada em Reunião de Câmara.

Também foi aprovado o avanço do processo para a construção do novo Pavilhão da Escola EB 2,3 João de Meira, num investimento municipal de 4,2 milhões de euros.

Um dos principais temas em destaque na Reunião de Câmara foi a evolução registada nas Atividades de Enriquecimento Curricular, uma área que o executivo municipal considera “prioritária e que, nos últimos anos, enfrentou dificuldades com impacto direto nas escolas, nos agrupamentos e nas famílias”.

“Tendo como referência o mês de abril, dos 84 horários previstos para as áreas de Artes Performativas — que incluem Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), Atividades de Animação e Apoio à Família (AAAF) e Componente de Apoio à Família (CAF) —, no ano letivo 2024/2025 existiam 16 horários por preencher. No período homólogo de 2026, esse número desceu para apenas 5 horários por preencher nas Artes Performativas. No Desporto, todos os horários estão completos desde o início deste ano letivo”, refere a Autarquia.

A reunião de Câmara ficou ainda marcada pela aprovação da repartição de encargos plurianuais necessária para avançar com o concurso público da obra de construção do novo Pavilhão da Escola EB 2,3 João de Meira. 

Com um investimento municipal de 4,2 milhões de euros, a obra pretende melhorar as condições colocadas ao serviço da comunidade educativa, do desporto escolar e dos jovens vimaranenses. O novo equipamento contará com um pavilhão com dimensão para acolher competições oficiais, integrando também uma sala de apoio e aquecimento.

Espaço Guimarães recebe desfile de jovens criadores da UMinho

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© Daniel Santos
© Daniel Santos

O UModa regressa no próximo dia 29 de maio, às 21:00, para a sua 11.ª edição, que terá lugar no Espaço Guimarães, propriedade da Klépierre.

O evento apresenta as coleções finais dos alunos da Licenciatura em Design e Marketing de Moda da Universidade do Minho, reunindo jovens criadores num dos momentos mais relevantes do seu percurso académico.

Organizado pelos estudantes do primeiro ano do Mestrado em Design para a Comunicação de Moda, o desfile propõe, nesta edição, uma abordagem ao tema “(Des)ligar”. Através da metáfora de um fio condutor, os jovens criadores exploram a forma como relações, memórias e emoções se constroem, transformam e permanecem, num equilíbrio constante entre presença e ausência, encontro e afastamento.

As cinco coleções apresentadas – DNA, Arcanum Cordis, Nós, The Body Keeps the Score e Superconexão – traduzem esta temática em propostas distintas, que refletem o processo criativo e o olhar individual de cada grupo. O desenvolvimento das peças teve como ponto de partida a reutilização de materiais e upcycling, com recurso a tecidos reaproveitados, refletindo uma abordagem mais consciente à criação em moda e ao consumo sustentável.

“O UMODA é uma montra do trabalho que desenvolvemos no mestrado e na licenciatura. É o momento em que abrimos portas à comunidade e mostramos, com orgulho, a criatividade, o rigor e a visão dos nossos estudantes”, afirma Inês do Amaral, docente responsável pela unidade curricular.

A edição deste ano realiza-se, pela primeira vez, no Espaço Guimarães, a convite do próprio centro comercial, reforçando a ligação entre a academia e a comunidade, e aproximando o evento de um público mais alargado.

“É com grande entusiasmo que acolhemos o UModa no Espaço Guimarães. Este projeto dá palco à criatividade de jovens talentos nacionais e cruza a moda com a sustentabilidade. Para o centro, é importante contribuir para a visibilidade de iniciativas como esta, que proporcionam experiências diferentes a quem nos visita”, refere Susana Ferreira, Diretora do Espaço Guimarães.

O desfile é aberto ao público e terá também transmissão em direto através do canal oficial do UModa no YouTube.

Esofagite eosinofílica: uma doença crónica inflamatória do esófago

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© Carina Leal
© Carina Leal

A esofagite eosinofílica é uma doença inflamatória crónica do esófago que se caracteriza pela infiltração de eosinófilos (glóbulos brancos) nas camadas do esófago. Este processo crónico, mediado pelo sistema imunitário, quando não for tratado, pode levar à formação de fibrose, condicionando o principal sintoma da esofagite eosinofílica – a disfagia ou dificuldade em engolir.

Conhecida desde a década de 80, a incidência desta doença tem aumentado, à semelhança de muitas doenças alérgicas. Os estudos mostram que a esofagite eosinofílica afeta cerca de 1 em cada 1000 indivíduos, sendo mais comum no sexo masculino e na adolescência e início da idade adulta. A causa desta doença não está totalmente esclarecida, contribuindo fatores genéticos, imunológicos e ambientais. A esofagite eosinofílica está fortemente associada a antecedentes de atopia, como rinite alérgica, asma, dermite atópica e eczema.

Clinicamente, a esofagite eosinofílica apresenta-se com disfagia (dificuldade em engolir), impactação alimentar e dor no peito. Nas crianças, sintomas como recusa alimentar, vómito e má progressão ponderal são mais frequentes. Além disso, muitos doentes acabam por desenvolver comportamentos de evitação alimentar, como refeições mais longas e com diferentes consistências, com receio de despoletar sintomas, mesmo antes de terem sido diagnosticados.

O diagnóstico atempado da esofagite eosinofílica é essencial, não só para tratar os sintomas, como para reduzir as complicações a longo prazo. Estima-se que o atraso diagnóstico seja superior a 2 anos, pelo que é fundamental o encaminhamento precoce para a Gastrenterologia e/ou Imunoalergologia.

Esta patologia diagnostica-se com recurso a endoscopia digestiva alta, na qual devem ser realizadas biópsias esofágicas que permitirão analisar o número de eosinófilos por campo de grande ampliação (>15). Outros exames, como estudos de motilidade e análises, podem ser úteis em casos selecionados, mas, habitualmente, não são necessários para o diagnóstico.

No que diz respeito ao tratamento, a decisão deve ser partilhada entre o médico e o doente, visto estarem disponíveis tratamentos à base da dieta e fármacos. O tratamento é imprescindível, por se tratar de uma doença crónica e progressiva.

As dietas de exclusão de 1,2, 4 ou 6 elementos baseiam-se na remoção de alimentos identificados como potenciais alergénios: leite, ovo, trigo, soja, peixe/marisco e frutos secos (amendoim). Esta abordagem tem particular interesse na idade pediátrica e exige não só acompanhamento nutricional, como motivação para adesão a longo prazo.

A terapêutica farmacológica disponível em Portugal passa essencialmente por inibidores da bomba de protões e corticóides. Estes medicamentos apresentam eficácia na maioria dos casos. Mais recentemente, foi aprovado em Portugal um tratamento biológico, dupilumab, que se utiliza em situações graves ou refratárias. Por último, alguns doentes apresentam zonas de redução do calibre do esófago denominadas estenoses. As estenoses podem condicionar dificuldade em engolir e impactação alimentar, necessitando de tratamento – dilatação – através de endoscopia.

Assim, perante a suspeita de esofagite eosinofílica, é essencial procurar o seu médico assistente, para que o diagnóstico possa ser confirmado através de endoscopia digestiva e para que a terapêutica apropriada seja instituída, evitando as complicações a longo prazo de uma doença crónica que pode ter um grande impacto na qualidade de vida.

Para saber mais sobre este e outros temas de saúde digestiva, consulte: www.saudedigestiva.pt.

Comerciantes de Braga desafiados a decorarem montras para o São João

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© Associação de Festas de São João de Braga
© Associação de Festas de São João de Braga

O comércio de Braga volta a ser desafiado a integrar uma das maiores celebrações da cidade através da participação no concurso “Montras Sanjoaninas”, uma iniciativa promovida pela Associação Empresarial de Braga, em parceria com a Associação de Festas de São João de Braga.

Integrado no programa oficial das Festas de São João de Braga, o concurso pretende “valorizar o comércio local, incentivando a sua participação ativa nas festividades, reforçar a atratividade do centro urbano e contribuir para uma experiência urbana diferenciadora durante um dos momentos mais emblemáticos da cidade”.

O desafio dirige-se a todos os estabelecimentos comerciais e de serviços do concelho de Braga, com especial enfoque nos espaços localizados no eixo que liga o Parque da Ponte ao Centro Histórico. Cada participante poderá concorrer com uma montra, cuja decoração deverá inspirar-se na temática sanjoanina, refletindo a criatividade, identidade e originalidade de cada negócio.

A participação no concurso é gratuita e as candidaturas devem ser submetidas até ao dia 12 de junho, através de formulário próprio disponibilizado pela AEB. As montras deverão estar concluídas até 15 de junho e permanecer em exposição entre os dias 17 e 24 de junho.

O concurso contempla a atribuição de prémios monetários aos três primeiros classificados, no valor de 500, 250 e 100 euros, respetivamente, bem como um prémio adicional de 100 euros para a montra mais votada pelo público. Todos os participantes receberão ainda um certificado de participação.

No âmbito da iniciativa, os estabelecimentos aderentes receberão um selo identificativo e poderão integrar um roteiro de montras, promovido pela AEB, com o objetivo de “incentivar a visita ao centro da cidade e estimular o consumo no comércio local”.

Os interessados podem obter mais informações e formalizar a sua candidatura através dos canais habituais da AEB.

Atletas de Barcelos vencem 13 pódios nos

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© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

Os jovens atletas dos Amigos da Montanha | Escola do Rio de Barcelos estiveram em destaque nos Campeonatos Regionais Sub-16 e no Olímpico Jovem Regional, conquistando títulos, pódios e lugares de apuramento para o Olímpico Jovem Nacional, que se realizará em Albufeira.

Em destaque estiveram Javier Barbosa, Leonor Figueiredo e Leonor Cardoso, que alcançaram o 1.º lugar nas respetivas provas, garantindo presença no Olímpico Jovem Nacional.

Também Simão Linhares esteve em destaque ao sagrar-se Campeão Regional Sub-16 nos 3000 metros marcha. 

Outro dos momentos marcantes foi a vitória da Estafeta Medley dos Amigos da Montanha, composta por Camila Machado, Javier Barbosa, Inês Coelho e Rui Rodrigues.

Ainda em plano de destaque surgiram Camila Machado, com o 2.º lugar no salto em comprimento, nos 100 metros barreiras e no lançamento do dardo, bem como Beatriz Silva e Lara Correia, que alcançaram o 2.º e 3.º lugares nos 3000 metros marcha, respetivamente.

Também Artur Lemos conquistou o 2.º lugar no lançamento do peso, Rui Rodrigues foi 2.º no salto em altura, Frederica Vieira alcançou o 2.º lugar no dardo e o 3.º lugar nos 300 metros, enquanto Gil Lemos terminou na 2.ª posição no salto com vara.

Destaque ainda para as marcas promissoras alcançadas por Inês Pedro, nos 100 metros barreiras, e por Inês Coelho, nos 200 metros.

Entre os atletas mais jovens destaque ainda para as prestações de Caroline Rodrigues, Carolina Mendes, Inês Vale e Clara Botelho, nos 80 metros.

Sons do Minho e Rebeca vão animar Feira Franca de Amares

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© Sons do Minho / Rebeca
© Sons do Minho / Rebeca

Amares prepara-se para receber a 81.ª edição da Feira Franca, que decorre de 15 a 17 de maio.

O anúncio foi efetuado pelo Município de Amares, que convida a comunidade e visitantes a participarem neste evento, que é uma tradição na região. 

Os Sons do Minho e Receca são os cabeças de cartaz da programação musical.

Programa

15 de maio (sexta-feira)

  • 10:00 – Concurso de produtos locais
  • 17:00 – Abertura da Feira Franca
  • 18:30 – Concurso da laranja na Biblioteca Municipal
  • 21:30 – Mocidade da Nossa Terra
  • 22:30 – Sons do Minho
  • 00:00 – DJ Marco Alves

16 de maio (sábado)

  • 10:00 – Concurso de animais
  • 10:00 – Feirinha das crianças
  • 10:00 – VIII Jornadas dos citrinos
  • 14:30 – Garraiada no Complexo Desportivo
  • 15:00 – VIII Jornadas dos citrinos
  • 15:30 – Corrida de cavalos a galope no Complexo Desportivo
  • 21:30 – Flores de Primavera
  • 22:30 – Rebeca
  • 00:00 – DJ Carlos Silva

17 de maio (domingo)

  • 09:00 – BTT – Rota da laranja
  • 10:00 – Jornada do Campeonato Regional Norte de Combinados de Maratona de Atrelagem
  • 14:30 – Prova de lenhador
  • 15:30 – Ranchos Folclóricos

Bloco de Esquerda questiona Ministério da Saúde sobre funcionamento na ULS de Braga

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© Hospital de Braga
© Hospital de Braga

O Bloco de Esquerda questionou o Ministério da Saúde sobre as mais recentes informações que vieram a público, através de uma carta aberta e pelo Sindicato dos Médicos do Norte, relativas ao funcionamento da Unidade Local de Saúde de Braga.

Em causa estão alegadas referências a constrangimentos associados à transição de sistemas de informação clínica, com “impacto na gestão de consultas, exames e registos clínicos”, bem como “dificuldades na organização da atividade cirúrgica e na gestão de recursos disponíveis”.

De acordo com essas informações, “cerca de dez meses após a transição do sistema de registo clínico, do GLINT para o SClinic, ainda não foram resolvidas várias situações que tem desencadeado alguns constrangimentos operacionais com impacto na atividade assistencial”. Entre as situações referidas incluem-se “dificuldades na gestão de consultas, nomeadamente episódios de consultas não agendadas, não realizadas ou sem profissional de saúde atribuído, bem como limitações no agendamento de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, com consequente expiração de pedidos clínicos”.

São igualmente mencionadas situações em que “exames realizados não terão tido relatório disponível em tempo útil, implicando a sua eventual repetição, ou seja, com custos para o utente e para o SNS, bem como dificuldades no acesso a registos clínicos anteriores, em alguns casos não recuperáveis”. Acrescem “referências a constrangimentos na organização das agendas clínicas, incluindo possíveis sobreposições, inconsistências na identificação de atos e dificuldades na gestão administrativa das marcações, com impacto na referenciação interna de utentes”.

No entendimento dos profissionais, “estas situações poderão ter implicações na continuidade e qualidade dos cuidados prestados”. Do ponto de vista organizacional, são ainda referidas “limitações ao nível do registo da atividade cirúrgica e da constituição de equipas, com eventuais repercussões nos procedimentos administrativos e no processamento da atividade realizada”.

No plano da atividade cirúrgica, têm sido mencionadas “dificuldades no registo e planeamento de intervenções, bem como constrangimentos associados à gestão da capacidade instalada, incluindo camas de internamento, com eventuais repercussões na programação e realização de cirurgias”. Neste contexto, são também referidas “situações de adiamento ou cancelamento de procedimentos, incluindo em casos de maior complexidade, como por exemplo, casos oncológicos”.

Paralelamente, têm sido reportadas saídas de profissionais em algumas especialidades, como dermatologia, radiologia e gastrenterologia.

“Considerando a necessidade de assegurar a qualidade, continuidade e transparência dos cuidados diretos prestados aos utentes do Serviço Nacional de Saúde, bem como o regular funcionamento das instituições que o integram, importa proceder ao adequado acompanhamento e esclarecimento destas situações”, refere o Bloco de Esquerda.

No documento entregue na Assembleia da República pelo deputado Fabian Figueiredo, o Bloco de Esquerda endereça um conjunto de perguntas sobre a situação em causa. O partido pretende saber se “o Ministério da Saúde tem conhecimento das situações descritas e que medidas estão a ser implementadas ou previstas para assegurar a fiabilidade e estabilidade dos sistemas de informação clínica, que acompanhamento está a ser efetuado relativamente à atividade cirúrgica, nomeadamente no que respeita à gestão de listas de espera, à programação de intervenções e à utilização da capacidade instalada”.

Guimarães avança com novo Campus da Justiça

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© CM Guimarães
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A Câmara Municipal de Guimarães e o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça  assinaram, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, dois protocolos para avançar com o novo Campus da Justiça e preparar intervenções de reabilitação e manutenção nos equipamentos judiciais já existentes no concelho.

Em causa estão o Protocolo-Quadro de Reabilitação e Manutenção dos Equipamentos da Justiça e o Aditamento ao Protocolo de Cooperação, que viabilizou a escritura de constituição do direito de superfície relativa ao terreno onde será construído o futuro Campus da Justiça.

A sessão contou com a presença da ministra da Justiça, Rita Júdice, da secretária de Estado da Justiça, Ana Luísa Machado, e do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo.

Na cerimónia, Ricardo Araújo destacou “a importância deste passo para o concelho e para a população”. “Hoje é efetivamente um dia importante para Guimarães”, considerou. O presidente da Câmara lembrou que “a construção do novo Campus de Justiça já é uma ambição antiga, mas que infelizmente nem sempre teve a vontade política necessária e a determinação de quem decide para que o processo fosse acelerado”.

O autarca valorizou ainda o trabalho desenvolvido entre o Município e o Ministério da Justiça, sublinhando que “só foi possível avançar através do diálogo entre a Câmara Municipal e o Ministério da Justiça”. Ricardo Araújo destacou “o juntar de esforços para cumprir este objetivo de termos um novo Campus de Justiça e, ao mesmo tempo, de podermos requalificar e fazer a manutenção dos equipamentos existentes”.

Ricardo Araújo salientou igualmente que o processo “já não está só na esfera das promessas ou na esfera dos anúncios”, acrescentando que “aquilo que estamos aqui a fazer é precisamente a assinar este compromisso, este protocolo entre a Câmara e o Ministério da Justiça, que permite a transmissão da parcela de terreno necessária ao novo Campus da Justiça de Guimarães, através da constituição de um direito de superfície cedido gratuitamente pelo Município”, concretizou.

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O segundo protocolo permitirá intervir em vários equipamentos de Justiça do concelho, com impacto direto nas condições de funcionamento dos serviços e na resposta prestada aos cidadãos. Para Ricardo Araújo, este acordo representa “proximidade e responsabilidade”.

Através da colaboração entre o Município, o Ministério da Justiça e o IGFEJ, será possível preparar intervenções no atual Palácio da Justiça, na Praça da Mumadona, e assumir melhorias noutras instalações relevantes. “Este acordo permitirá preparar intervenções no atual Palácio da Justiça, na Praça da Mumadona, mas também assumir intervenções noutras instalações relevantes”, como o Tribunal da Relação, o Juízo do Trabalho, o Estabelecimento Prisional de Guimarães e as instalações da Equipa de Reinserção Social, na Avenida de Londres.

A ministra da Justiça, Rita Júdice, destacou “a importância da cooperação institucional para concretizar projetos estruturantes”. “A reforma da Justiça é uma exigência reclamada por muitos, mas, para que ela aconteça, cada um tem de fazer a sua parte. Hoje, neste Salão Nobre, reconhecemos isso mesmo. A Justiça constrói-se com continuidade e com cooperação”, valorizou. Rita Júdice evidenciou que “só com determinação foi possível transformar as intenções de 2019 num projeto concreto”.

A governante considerou ainda que “o desafio é grande”, mas sublinhou “o simbolismo de este novo ciclo ser assinalado em Guimarães”. “Entramos agora numa nova fase e assinalá-la em Guimarães tem um significado especial, porque foi aqui, na cidade berço, que nasceu Portugal. Há algo particularmente simbólico em assinalar o início de um novo ciclo precisamente no lugar que representa origem, construção e futuro”, sublinhou.

Rita Júdice deixou também “uma palavra de reconhecimento ao Município de Guimarães”, ao agradecer ao “Senhor Presidente da Câmara e a toda a autarquia o espírito de colaboração, persistência e compromisso demonstrados ao longo deste processo”.

A ministra encerrou a sessão com a certeza de que este é “um compromisso que não termina nesta cerimónia. Pelo contrário, é agora que começa o verdadeiro caminho da sua concretização”.

Parque de Campismo de Braga registou 923 hóspedes e 2996 dormidas no primeiro trimestre

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© CM Braga
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O Parque de Campismo de Braga registou, no primeiro trimestre deste ano, um total de 923 hóspedes e 2996 dormidas, numa receita global de 24.903 euros.

De acordo com os dados revelados pela Câmara Municipal, março afirmou-se como “o mês mais vigoroso”. Concentrou 521 hóspedes, 1347 dormidas e mais de 10,6 mil euros de receita.

A análise dos indicadores demonstra uma estada média de 3,25 noites por hóspede e uma receita média de 8,13 euros por dormida.

Para o vice-presidente da Câmara Municipal, Altino Bessa, “estes resultados confirmam que Braga continua a afirmar-se como um destino atrativo e competitivo, mesmo num contexto nacional exigente para o setor do campismo”. “A evolução verificada ao longo do trimestre, com um crescimento bastante cimentado até março, demonstra a eficácia do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na valorização e promoção dos equipamentos turísticos municipais. Os números apresentados mostram que Braga está preparada para responder às dinâmicas do turismo contemporâneo, diversificando a sua oferta e criando condições para captar diferentes perfis de visitantes ao longo de todo o ano”, disse.

Valença: Friestas celebra sabores da raia minhota

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© CM Valença
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A freguesia de Friestas, em Valença, recebe, nos dias 16 e 17 de maio, mais uma edição do Festival “Sabores da Raia”, um dos encontros gastronómicos mais emblemáticos da raia minhota, prometendo dois dias repletos de sabores tradicionais, animação popular e convívio transfronteiriço.

O certame volta a afirmar-se como “um ponto de encontro entre o Minho e a Galiza, reunindo gastronomia típica, produtores locais, música ao vivo e tradições culturais que celebram a identidade raiana”.

Ao longo do fim de semana, os visitantes poderão saborear alguns dos pratos mais característicos da região, entre os quais o anho no forno, os rojões, o polvo à galega, os calhos, o bacalhau de várias formas, pratos de fumeiro, a telha de fumeiros e queijos, tortilhas, pataniscas, bifanas, moelas, chouriça assada, caldo verde, pimentos de padrão, broa frita entre outros.

A acompanhar a oferta gastronómica estarão os vinhos verdes, brancos, tintos e espumantes, bem como a doçaria tradicional, com especial destaque para as rosquilhas, os papudos e o arroz doce.

O recinto contará, ainda, com dezenas de expositores e produtores portugueses e galegos, proporcionando uma verdadeira viagem pelos sabores autênticos da raia minhota.

O festival integra, também, um vasto programa de animação cultural e musical, com atuações de grupos tradicionais, charangas, concertinas, bandas e DJs, criando um ambiente festivo pensado para todas as idades.

Entre os grupos participantes estarão o Grupo de Bombos S. Cristóvão, de Gondomil, a Charanga Monção Brass, o Grupo de Concertinas do Rancho Infantil e Juvenil de Friestas, a Charanga Cantos Somos, de Tui, o cantor José Barbosa, a Orquestra Noalkansas, de Espanha, o DJ José Luís, a Charanga Imperiais de Taboexa, das Neves, a Banda de Gaitas Insua de Caldelas, de Tui e o Grupo Jazz Band 23.

No sábado realiza-se igualmente o 4.º Passeio de Clássicos “Sabores da Raia”, iniciativa que levará as viaturas antigas a percorrer alguns dos locais mais emblemáticos de Friestas. As inscrições continuam abertas através dos contactos: 963 031 602 | 925 790 357 | 934 559 916 ou do e-mail: [email protected]

Organizado pela Junta de Freguesia de Friestas e pela Câmara Municipal de Valença, com o apoio do Rancho Infantil e Juvenil de Friestas, o festival assume-se como “uma montra privilegiada da cultura, gastronomia e hospitalidade do Minho transfronteiriço”.

Entre tradição, sabores regionais, património e animação, os “Sabores da Raia” prometem voltar a atrair milhares de visitantes a Friestas, naquele que será um dos grandes encontros gastronómicos da raia minhota neste próximo fim de semana.