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A geografia humana de um concelho

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© Marta Cerqueira Gonçalves
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Há conceitos que chegam ao debate público pela linguagem do urbanismo, mas acabam por tocar algo muito mais profundo: a forma como escolhemos viver em comunidade.

A chamada “Cidade dos 15 minutos”, pensada por Carlos Moreno, nasceu dessa inquietação contemporânea de devolver escala humana à vida quotidiana. A possibilidade de encontrar perto de casa aquilo que sustenta a existência comum: a escola, a saúde, o comércio, os espaços verdes, a cultura, os serviços essenciais.

À primeira vista, parece uma reflexão sobre mobilidade, planeamento ou sustentabilidade. Mas talvez seja, acima de tudo, uma reflexão sobre proximidade. E talvez seja precisamente aí que o conceito ultrapassa a cidade e nos obriga a pensar o próprio concelho. Porque um concelho não é apenas uma delimitação administrativa. É uma geografia humana. Uma sucessão de lugares onde as pessoas procuram, diariamente, mais do que funcionalidade: procuram pertença, reconhecimento, dignidade e a possibilidade discreta de não se sentirem sós dentro do lugar onde vivem.

Vivemos um tempo paradoxal. As distâncias encurtaram-se, mas muitos vínculos rarearam. Nunca estivemos tão ligados e, simultaneamente, tantas vezes tão desencontrados. E é talvez por isso que a proximidade adquiriu um novo valor civilizacional.

Há vulnerabilidades silenciosas que raramente ocupam o centro das decisões públicas. O envelhecimento vivido entre paredes demasiado quietas. A exaustão invisível de tantas famílias. A fragilidade emocional de uma geração permanentemente exposta e, ainda assim, profundamente isolada. As dificuldades de mobilidade que transformam pequenos percursos em grandes distâncias. A sensação subtil, mas persistente, de não participar plenamente na vida coletiva.

Tudo isto faz parte do território. Tudo isto é também construção de concelho.

Durante demasiado tempo, habituámo-nos a pensar o desenvolvimento apenas em números, infraestruturas ou crescimento. Mas os territórios revelam a sua verdadeira qualidade noutro lugar: na forma como acolhem a vulnerabilidade sem a transformar em invisibilidade. Talvez o futuro dos concelhos passe precisamente por esta capacidade de unir eficiência e cuidado. Modernidade e humanidade. Planeamento e proximidade.

Porque aproximar serviços é importante. Mas aproximar pessoas talvez seja decisivo.

No fundo, os territórios mais evoluídos não serão necessariamente aqueles onde tudo acontece mais depressa, mas aqueles onde ninguém se sente demasiado distante da comunidade a que pertence. E essa talvez seja a mais exigente – e mais bela – forma de desenvolvimento coletivo.

Barcelos avança com nova ETAR

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© CM Barcelos
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A Câmara Municipal de Barcelos aprovou o projeto de execução atualizado da nova Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Barcelos, num investimento superior a 37,5 milhões de euros.

Com um prazo de execução previsto de 730 dias e mais 180 dias para o processo de arranque, a nova ETAR representa para a Autarquia “o maior investimento de sempre na despoluição do rio Cávado, sendo também um dos maiores do Norte do país numa só infraestrutura de saneamento”.

“A nova ETAR de Barcelos visa substituir a atual estação de tratamento, em funcionamento desde 1999 e tecnicamente obsoleta, com uma capacidade de resposta limitada face à evolução demográfica, urbana e industrial do concelho. As limitações técnicas que o atual equipamento apresenta traduzem-se num tratamento inadequado das águas residuais e, consequentemente, na poluição dos corpos hídricos locais, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública. Por esta razão, o investimento na construção de uma nova ETAR está identificado no Plano Estratégico de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais e Pluviais (PENSAARP 2030) como uma prioridade de primeira linha para resolver passivos ambientais graves”, acrescenta.

“A nova ETAR terá capacidade para tratar não só as águas residuais das habitações, mas também a poluição gerada pelas indústrias têxteis do concelho. Por isso, a sua capacidade é medida em 147 777 habitantes equivalentes, uma unidade técnica que soma a poluição humana e industrial. Na prática, estima-se que, em 2029, mais de 73 mil pessoas estejam efetivamente ligadas à rede e a beneficiar do serviço. Um dos grandes desafios técnicos do projeto reside no facto de cerca de 35% do afluente ser de origem industrial, maioritariamente do setor têxtil (tinturarias). Estes efluentes apresentam corantes e compostos orgânicos de difícil degradação, exigindo tecnologias avançadas”, reforça o Município.

A tecnologia escolhida utiliza microrganismos benéficos para “eliminar a poluição presente nas águas residuais, num processo prolongado que garante um tratamento mais eficiente. Este sistema consegue remover compostos nocivos, como o azoto, sem necessidade de equipamentos adicionais”. “Depois desta fase biológica, a água passa por um tratamento complementar — que inclui filtros muito finos e a aplicação de ozono — para eliminar a cor e os poluentes mais resistentes, típicos dos efluentes provenientes da indústria têxtil. Garante, assim, o cumprimento dos parâmetros legais de qualidade da água do rio Cávado. Além disso, a nova ETAR foi projetada para consumir menos eletricidade, com arejadores eficientes e motores que só trabalham quando for necessário. Para ganhar autonomia, vai produzir a sua própria energia através de painéis solares e de uma pequena central hidroelétrica na saída da água tratada”, explica a Autarquia.

A água tratada será reutilizada dentro da estação, as areias retiradas dos resíduos serão reaproveitadas e os materiais de demolição terão nova vida. A água limpa será devolvida ao rio Cávado, numa área integrada no Parque Natural do Litoral Norte, um ecossistema sensível que alberga espécies protegidas como a lontra. “Ao reduzir significativamente a carga poluente descarregada no rio, a nova ETAR contribuirá para a melhoria da qualidade da água e, indiretamente, para a preservação dos habitats e da biodiversidade da região”, refere o Município.

A abertura do concurso público para a construção da nova ETAR de Barcelos depende, agora, da emissão da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da obtenção do parecer final da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). As duas entidades já emitiram pronúncias favoráveis na fase de análise prévia do Estudo de Impacte Ambiental, pelo que se espera que a DIA seja formalizada dentro dos prazos legais.

Adélio Gouveia dos Amigos da Montanha de Barcelos sobe duas vezes ao pódio

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© Amigos da Montanha
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Adélio Gouveia, atleta de orientação dos Amigos da Montanha de Barcelos, esteve em destaque no Circuito Portugal City Race, disputado nos dias 9 e 10 de maio, ao subir ao pódio nas duas etapas do fim de semana.

O atleta venceu em Santo Tirso, no sábado, vencendo a prova em 36 minutos, numa distância aproximada de 8 quilómetros, e alcançou o segundo lugar no domingo, na deslocação a Matosinhos.

Católica de Braga promove debate sobre o futuro da gestão nas organizações

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© UCP
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A Inteligência Artificial está a transformar a forma como as organizações analisam informação, definem estratégias e tomam decisões. Mas estarão as empresas verdadeiramente preparadas para integrar modelos de decisão baseados em dados e inteligência artificial? É a partir desta reflexão que a Universidade Católica Portuguesa, em Braga, promove, no próximo dia 13 de maio, às 18:00, no Auditório Isidro Alves, a conferência “IA e Analytics na tomada de decisão”.

Integrada no ciclo de conferências “Católica Braga Business Talks”, associado ao lançamento da nova Licenciatura em Gestão Aplicada, a iniciativa pretende reunir diferentes perspetivas sobre os desafios, oportunidades e impactos da Inteligência Artificial no contexto organizacional. 

Paulo César Dias, pró-reitor para o campus de Braga da Universidade Católica Portuguesa, refere que “a transformação digital exige organizações mais preparadas para interpretar dados, mas também mais conscientes das implicações humanas, sociais e éticas associadas à Inteligência Artificial. Esta conferência pretende precisamente promover uma reflexão crítica e multidisciplinar sobre estes desafios.”

Entre os convidados vão estar Paulo Cunha, deputado no Parlamento Europeu, com um percurso fortemente ligado ao desenvolvimento regional, inovação e competitividade territorial, foi relator do Parlamento Europeu para a Convenção sobre Inteligência Artificial; Ricardo Vilaça, AI/Data Engineer e Scrum Master na Critical TechWorks, empresa de referência na área da engenharia de software e transformação digital, reconhecida pela criação de soluções tecnológicas inovadoras em colaboração com a indústria automóvel e o ecossistema tecnológico internacional; Vítor Moreira, responsável pela área de Smart Cities do Município de Braga, com trabalho desenvolvido na implementação de estratégias urbanas inteligentes, sustentabilidade e digitalização dos serviços públicos; Emanuel Gouveia, docente da Universidade Católica Portuguesa, em Braga, cuja atividade académica e de investigação se cruza com temas de inovação, tecnologia e desenvolvimento do conhecimento.

Num cenário marcado pela crescente centralidade dos dados, pela automatização de processos e pela evolução acelerada das tecnologias de IA, a conferência propõe uma reflexão sobre questões que hoje atravessam empresas, instituições e decisores: quais os quadros sociais e políticos para a regulação da Inteligência Artificial na Europa? De que forma a IA está a transformar os processos de decisão nas organizações? E estarão as empresas preparadas para uma cultura de decisão baseada em dados?

A sessão insere-se numa linha de reflexão que a Universidade Católica Portuguesa, em Braga, tem vindo a desenvolver em torno dos desafios da transformação digital e do impacto da tecnologia na sociedade e nas organizações, promovendo o cruzamento entre inovação, pensamento crítico e responsabilidade ética.

A entrada é livre, sujeita à lotação do espaço.

SC Braga e SL Benfica empatam na Luz

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga e o SL Benfica empataram esta segunda-feira, no Estádio da Luz por 2-2, em jogo correspondente à 33.ª jornada da I Liga.

As águias estrearam-se a marcar por intermédio de Rafa aos 46 minutos da partida, mas os Gverreiros do Minho reagiram e Pau Victor, aos 48′, e Gorby, aos 88′, deram a volta ao resultado. Já nos descontos, Pavlidis, através de grande penalidade, fez o empate.

Com este empate o SC Braga, que está na quarta posição da tabela, passa a somar 58 pontos, enquanto o SL Benfica é terceiro com 77 pontos.

Feira semanal de Famalicão com novos lugares disponíveis para feirantes

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© CM Famalicão
© CM Famalicão

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão está a dar a oportunidade aos feirantes já detentores de direito de exploração na feira semanal de se candidatarem a lugares disponíveis no recinto, resultantes da reestruturação do espaço que o Município está a promover.

O edital prevê a alteração de áreas económicas e dá a possibilidade de alteração da delimitação de áreas de venda, colocando à disponibilidade dos atuais feirantes perto de uma centena de lugares vagos aos quais se podem candidatar para mudança de lugar.

O pedido de candidaturas decorre a partir desta segunda-feira, 11 de maio, pelo período de 10 dias úteis e deve ser formalizado mediante preenchimento de formulário próprio para o efeito, disponível em www.famalicao.pt/balcao-de-servicos (Formulários – Mercados e Feiras).

As medidas foram discutidas pelo executivo municipal com os feirantes e com a Associação de Feirantes do Distrito do Porto, Douro e Minho e a Associação Feiras e Mercados da Região Norte, e têm como objetivo “tornar a feira semanal de Famalicão mais atrativa e melhorar a atividade comercial”.

A reorganização e o novo regulamento de funcionamento da feira semanal resultam das medidas implementadas pelo executivo municipal desde março, quando foram introduzidas novas regras de acesso à feira, sendo apenas permitido o exercício da atividade  aos feirantes que cumpram o pagamento das taxas de ocupação, que respeitem o limite do espaço atribuído e garantam a recolha do lixo, deixando o local limpo no final do dia.

O novo regulamento da Feira Semanal de Famalicão foi recentemente aprovado pelo executivo e será agora submetido a discussão pública.

Braga: Agrupamento 500 de Fraião celebra 50 anos de histórias e o futuro na mochila

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© Escutismo
© Escutismo

O Agrupamento 500 – Fraião, do Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português, de Braga, celebrou o seu 50.º aniversário no sábado, assinalando meio século de história, serviço, formação de crianças e jovens e dedicação à comunidade, sob o lema “50 anos de histórias e o futuro na mochila”.

As comemorações reuniram escuteiros e dirigentes, antigos dirigentes e elementos do agrupamento, famílias, entidades locais e convidados, num dia marcado pela emoção, pela memória e pela renovação do compromisso escutista. As celebrações tiveram início no Campo Escola de Fraião, com a apresentação da nova coreografia da Fanfarra do Agrupamento, símbolo da identidade e da vivência do Agrupamento, seguindo-se um desfile pela freguesia. Durante o percurso, houve ainda um momento de homenagem no cemitério local, recordando quatro pessoas muito queridas ao agrupamento, cujo espírito de serviço e exemplo permanecem vivos na história e identidade do movimento.

Já na Igreja, os participantes viveram um momento de partilha com o Padre José Costa, sacerdote que fez a sua promessa escutista no dia da fundação do agrupamento, há precisamente 50 anos. A Eucaristia comemorativa foi presidida pelo atual pároco, Padre Alexandre Sá, e concelebrada pelo Padre José Costa, tornando o momento ainda mais simbólico. A celebração foi ainda animada pelo próprio coro do Agrupamento. Um dos pontos altos da celebração foi a realização das promessas de uma dirigente, cinco lobitos, dezasseis exploradores, três pioneiros e três caminheiros. A cerimónia contou com a presença do Chefe Nacional do Corpo Nacional de Escutas, Ivo Faria, que cumprimentou pessoalmente todos os elementos que fizeram a sua promessa. Destacou-se particularmente a promessa da dirigente Inês Fernandes, momento em que o Chefe Nacional convidou todos os dirigentes do Agrupamento a reunirem-se junto dela, sublinhando que o caminho não se faz sozinho, num gesto que reforçou de forma simbólica a união, a partilha e a dimensão comunitária do Escutismo.

No final da celebração, a chefe de Agrupamento, Carla Mesquita, destacou no seu discurso que “o futuro não se espera, constrói-se”, lembrando que os 50 anos agora celebrados representam “um legado que não se vê, mas que se sente em cada atividade, em cada reunião e em cada momento vivido neste Agrupamento”. Após esse momento, houve ainda espaço para a atribuição de medalhas de agradecimento e louvores do Agrupamento, reconhecendo o contributo de várias pessoas que, ao longo dos anos, dedicaram tempo, esforço e coração ao crescimento do Agrupamento e à formação de gerações de crianças e jovens.

O momento terminou com uma homenagem especial aos três fundadores do Agrupamento – chefe Acácio Ribeiro, Padre António Gomes e Chefe Manuel Faria, reconhecendo o papel fundamental que tiveram há 50 anos na fundação do Agrupamento 500-Fraião. Com a ousadia e a coragem de sonhar, a força para aceitar o desafio e a vontade de cumprir a missão, lançaram as bases de um agrupamento que continua hoje a marcar gerações. Num momento particularmente caloroso e emotivo, a homenagem destacou de forma especial o chefe Acácio, presente na celebração, e o Padre António, impossibilitado de estar presente por motivos pessoais, por serem uma referência viva da história e identidade do Agrupamento. As comemorações incluíram ainda intervenções da presidente da Junta de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, Palmira Maciel, do Dr. Joaquim Freitas, representante do Município de Braga e do chefe Nacional do CNE, Ivo Faria, que deixaram palavras de incentivo aos jovens escuteiros para continuarem a viver os valores do Escutismo, praticando diariamente a boa ação, o serviço e o compromisso para com os outros.

As celebrações terminaram com um jantar-convívio no salão paroquial, num ambiente de união, fraternidade e gratidão, que contou com o cantar dos parabéns e o corte do bolo comemorativo. Este momento culminou com um espetáculo de fogo de artifício, que iluminou os céus de Fraião, simbolizando o arranque para os próximos 50 anos. O Agrupamento deixou ainda um agradecimento especial a todos os presentes, antigos escuteiros, famílias, escuteiros e dirigentes de outros Agrupamentos e entidades civis convidados e, em particular, aos pais que colaboraram também na realização desta celebração. Cinco décadas depois da sua fundação, o Agrupamento 500-Fraião continua a afirmarse como um espaço de formação humana, serviço e compromisso, mantendo viva a missão de “Sempre Alerta para Servir”.

Orfeão de Braga vai comemorar 103.º aniversário no domingo

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© Orfeão de Braga
© Orfeão de Braga

O Orfeão de Braga, associação cultural e recreativa mais antiga da cidade vai comemorar o seu 103º aniversário no próximo domingo, 17 de maio, às 12:00, com a celebração de uma Eucaristia na Igreja Paroquial de Prado

O Orfeão de Braga foi fundada a 12 de maio de 1923 e dedica-se à divulgação do canto coral e de música.

Os ensaios são efetuados às quartas-feiras, a partir das 21:00, na Estação de Comboios.

Conheça a chave do Eurodreams

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DR
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Os números do sorteio do Eurodreams de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números 1 – 4 – 6 – 22 – 30 – 38 e número de sonho 5.

Esta chave vale 20 mil euros por mês durante 30 anos.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Celorico de Basto: Prisão preventiva para suspeito de tráfico de droga

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© GNR
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Um homem de 47 anos ficou em prisão preventiva e outro, de 43 anos, ficou sujeito a apresentações periódicas na força de segurança da sua área de residência, após terem sido detidos por tráfico de droga, em Celorico de Basto.

No âmbito de diligências de uma investigação, que decorrem há cerca de um ano, os militares da GNR deram cumprimento a dois mandados de busca domiciliária e uma busca em veículo, que resultaram na apreensão de 120 doses de cocaína, 25 doses de heroína, 135 doses de haxixe, 160 doses de liamba, uma balança de precisão, cinco telemóveis, 540 euros em numerário e diverso material utilizado no acondicionamento de produto estupefaciente.