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Comerciantes de Braga desafiados a decorarem montras para o São João

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© Associação de Festas de São João de Braga
© Associação de Festas de São João de Braga

O comércio de Braga volta a ser desafiado a integrar uma das maiores celebrações da cidade através da participação no concurso “Montras Sanjoaninas”, uma iniciativa promovida pela Associação Empresarial de Braga, em parceria com a Associação de Festas de São João de Braga.

Integrado no programa oficial das Festas de São João de Braga, o concurso pretende “valorizar o comércio local, incentivando a sua participação ativa nas festividades, reforçar a atratividade do centro urbano e contribuir para uma experiência urbana diferenciadora durante um dos momentos mais emblemáticos da cidade”.

O desafio dirige-se a todos os estabelecimentos comerciais e de serviços do concelho de Braga, com especial enfoque nos espaços localizados no eixo que liga o Parque da Ponte ao Centro Histórico. Cada participante poderá concorrer com uma montra, cuja decoração deverá inspirar-se na temática sanjoanina, refletindo a criatividade, identidade e originalidade de cada negócio.

A participação no concurso é gratuita e as candidaturas devem ser submetidas até ao dia 12 de junho, através de formulário próprio disponibilizado pela AEB. As montras deverão estar concluídas até 15 de junho e permanecer em exposição entre os dias 17 e 24 de junho.

O concurso contempla a atribuição de prémios monetários aos três primeiros classificados, no valor de 500, 250 e 100 euros, respetivamente, bem como um prémio adicional de 100 euros para a montra mais votada pelo público. Todos os participantes receberão ainda um certificado de participação.

No âmbito da iniciativa, os estabelecimentos aderentes receberão um selo identificativo e poderão integrar um roteiro de montras, promovido pela AEB, com o objetivo de “incentivar a visita ao centro da cidade e estimular o consumo no comércio local”.

Os interessados podem obter mais informações e formalizar a sua candidatura através dos canais habituais da AEB.

Atletas de Barcelos vencem 13 pódios nos

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© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

Os jovens atletas dos Amigos da Montanha | Escola do Rio de Barcelos estiveram em destaque nos Campeonatos Regionais Sub-16 e no Olímpico Jovem Regional, conquistando títulos, pódios e lugares de apuramento para o Olímpico Jovem Nacional, que se realizará em Albufeira.

Em destaque estiveram Javier Barbosa, Leonor Figueiredo e Leonor Cardoso, que alcançaram o 1.º lugar nas respetivas provas, garantindo presença no Olímpico Jovem Nacional.

Também Simão Linhares esteve em destaque ao sagrar-se Campeão Regional Sub-16 nos 3000 metros marcha. 

Outro dos momentos marcantes foi a vitória da Estafeta Medley dos Amigos da Montanha, composta por Camila Machado, Javier Barbosa, Inês Coelho e Rui Rodrigues.

Ainda em plano de destaque surgiram Camila Machado, com o 2.º lugar no salto em comprimento, nos 100 metros barreiras e no lançamento do dardo, bem como Beatriz Silva e Lara Correia, que alcançaram o 2.º e 3.º lugares nos 3000 metros marcha, respetivamente.

Também Artur Lemos conquistou o 2.º lugar no lançamento do peso, Rui Rodrigues foi 2.º no salto em altura, Frederica Vieira alcançou o 2.º lugar no dardo e o 3.º lugar nos 300 metros, enquanto Gil Lemos terminou na 2.ª posição no salto com vara.

Destaque ainda para as marcas promissoras alcançadas por Inês Pedro, nos 100 metros barreiras, e por Inês Coelho, nos 200 metros.

Entre os atletas mais jovens destaque ainda para as prestações de Caroline Rodrigues, Carolina Mendes, Inês Vale e Clara Botelho, nos 80 metros.

Sons do Minho e Rebeca vão animar Feira Franca de Amares

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© Sons do Minho / Rebeca
© Sons do Minho / Rebeca

Amares prepara-se para receber a 81.ª edição da Feira Franca, que decorre de 15 a 17 de maio.

O anúncio foi efetuado pelo Município de Amares, que convida a comunidade e visitantes a participarem neste evento, que é uma tradição na região. 

Os Sons do Minho e Receca são os cabeças de cartaz da programação musical.

Programa

15 de maio (sexta-feira)

  • 10:00 – Concurso de produtos locais
  • 17:00 – Abertura da Feira Franca
  • 18:30 – Concurso da laranja na Biblioteca Municipal
  • 21:30 – Mocidade da Nossa Terra
  • 22:30 – Sons do Minho
  • 00:00 – DJ Marco Alves

16 de maio (sábado)

  • 10:00 – Concurso de animais
  • 10:00 – Feirinha das crianças
  • 10:00 – VIII Jornadas dos citrinos
  • 14:30 – Garraiada no Complexo Desportivo
  • 15:00 – VIII Jornadas dos citrinos
  • 15:30 – Corrida de cavalos a galope no Complexo Desportivo
  • 21:30 – Flores de Primavera
  • 22:30 – Rebeca
  • 00:00 – DJ Carlos Silva

17 de maio (domingo)

  • 09:00 – BTT – Rota da laranja
  • 10:00 – Jornada do Campeonato Regional Norte de Combinados de Maratona de Atrelagem
  • 14:30 – Prova de lenhador
  • 15:30 – Ranchos Folclóricos

Bloco de Esquerda questiona Ministério da Saúde sobre funcionamento na ULS de Braga

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© Hospital de Braga
© Hospital de Braga

O Bloco de Esquerda questionou o Ministério da Saúde sobre as mais recentes informações que vieram a público, através de uma carta aberta e pelo Sindicato dos Médicos do Norte, relativas ao funcionamento da Unidade Local de Saúde de Braga.

Em causa estão alegadas referências a constrangimentos associados à transição de sistemas de informação clínica, com “impacto na gestão de consultas, exames e registos clínicos”, bem como “dificuldades na organização da atividade cirúrgica e na gestão de recursos disponíveis”.

De acordo com essas informações, “cerca de dez meses após a transição do sistema de registo clínico, do GLINT para o SClinic, ainda não foram resolvidas várias situações que tem desencadeado alguns constrangimentos operacionais com impacto na atividade assistencial”. Entre as situações referidas incluem-se “dificuldades na gestão de consultas, nomeadamente episódios de consultas não agendadas, não realizadas ou sem profissional de saúde atribuído, bem como limitações no agendamento de meios complementares de diagnóstico e terapêutica, com consequente expiração de pedidos clínicos”.

São igualmente mencionadas situações em que “exames realizados não terão tido relatório disponível em tempo útil, implicando a sua eventual repetição, ou seja, com custos para o utente e para o SNS, bem como dificuldades no acesso a registos clínicos anteriores, em alguns casos não recuperáveis”. Acrescem “referências a constrangimentos na organização das agendas clínicas, incluindo possíveis sobreposições, inconsistências na identificação de atos e dificuldades na gestão administrativa das marcações, com impacto na referenciação interna de utentes”.

No entendimento dos profissionais, “estas situações poderão ter implicações na continuidade e qualidade dos cuidados prestados”. Do ponto de vista organizacional, são ainda referidas “limitações ao nível do registo da atividade cirúrgica e da constituição de equipas, com eventuais repercussões nos procedimentos administrativos e no processamento da atividade realizada”.

No plano da atividade cirúrgica, têm sido mencionadas “dificuldades no registo e planeamento de intervenções, bem como constrangimentos associados à gestão da capacidade instalada, incluindo camas de internamento, com eventuais repercussões na programação e realização de cirurgias”. Neste contexto, são também referidas “situações de adiamento ou cancelamento de procedimentos, incluindo em casos de maior complexidade, como por exemplo, casos oncológicos”.

Paralelamente, têm sido reportadas saídas de profissionais em algumas especialidades, como dermatologia, radiologia e gastrenterologia.

“Considerando a necessidade de assegurar a qualidade, continuidade e transparência dos cuidados diretos prestados aos utentes do Serviço Nacional de Saúde, bem como o regular funcionamento das instituições que o integram, importa proceder ao adequado acompanhamento e esclarecimento destas situações”, refere o Bloco de Esquerda.

No documento entregue na Assembleia da República pelo deputado Fabian Figueiredo, o Bloco de Esquerda endereça um conjunto de perguntas sobre a situação em causa. O partido pretende saber se “o Ministério da Saúde tem conhecimento das situações descritas e que medidas estão a ser implementadas ou previstas para assegurar a fiabilidade e estabilidade dos sistemas de informação clínica, que acompanhamento está a ser efetuado relativamente à atividade cirúrgica, nomeadamente no que respeita à gestão de listas de espera, à programação de intervenções e à utilização da capacidade instalada”.

Guimarães avança com novo Campus da Justiça

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© CM Guimarães
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A Câmara Municipal de Guimarães e o Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça  assinaram, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, dois protocolos para avançar com o novo Campus da Justiça e preparar intervenções de reabilitação e manutenção nos equipamentos judiciais já existentes no concelho.

Em causa estão o Protocolo-Quadro de Reabilitação e Manutenção dos Equipamentos da Justiça e o Aditamento ao Protocolo de Cooperação, que viabilizou a escritura de constituição do direito de superfície relativa ao terreno onde será construído o futuro Campus da Justiça.

A sessão contou com a presença da ministra da Justiça, Rita Júdice, da secretária de Estado da Justiça, Ana Luísa Machado, e do presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo.

Na cerimónia, Ricardo Araújo destacou “a importância deste passo para o concelho e para a população”. “Hoje é efetivamente um dia importante para Guimarães”, considerou. O presidente da Câmara lembrou que “a construção do novo Campus de Justiça já é uma ambição antiga, mas que infelizmente nem sempre teve a vontade política necessária e a determinação de quem decide para que o processo fosse acelerado”.

O autarca valorizou ainda o trabalho desenvolvido entre o Município e o Ministério da Justiça, sublinhando que “só foi possível avançar através do diálogo entre a Câmara Municipal e o Ministério da Justiça”. Ricardo Araújo destacou “o juntar de esforços para cumprir este objetivo de termos um novo Campus de Justiça e, ao mesmo tempo, de podermos requalificar e fazer a manutenção dos equipamentos existentes”.

Ricardo Araújo salientou igualmente que o processo “já não está só na esfera das promessas ou na esfera dos anúncios”, acrescentando que “aquilo que estamos aqui a fazer é precisamente a assinar este compromisso, este protocolo entre a Câmara e o Ministério da Justiça, que permite a transmissão da parcela de terreno necessária ao novo Campus da Justiça de Guimarães, através da constituição de um direito de superfície cedido gratuitamente pelo Município”, concretizou.

© CM Guimarães

O segundo protocolo permitirá intervir em vários equipamentos de Justiça do concelho, com impacto direto nas condições de funcionamento dos serviços e na resposta prestada aos cidadãos. Para Ricardo Araújo, este acordo representa “proximidade e responsabilidade”.

Através da colaboração entre o Município, o Ministério da Justiça e o IGFEJ, será possível preparar intervenções no atual Palácio da Justiça, na Praça da Mumadona, e assumir melhorias noutras instalações relevantes. “Este acordo permitirá preparar intervenções no atual Palácio da Justiça, na Praça da Mumadona, mas também assumir intervenções noutras instalações relevantes”, como o Tribunal da Relação, o Juízo do Trabalho, o Estabelecimento Prisional de Guimarães e as instalações da Equipa de Reinserção Social, na Avenida de Londres.

A ministra da Justiça, Rita Júdice, destacou “a importância da cooperação institucional para concretizar projetos estruturantes”. “A reforma da Justiça é uma exigência reclamada por muitos, mas, para que ela aconteça, cada um tem de fazer a sua parte. Hoje, neste Salão Nobre, reconhecemos isso mesmo. A Justiça constrói-se com continuidade e com cooperação”, valorizou. Rita Júdice evidenciou que “só com determinação foi possível transformar as intenções de 2019 num projeto concreto”.

A governante considerou ainda que “o desafio é grande”, mas sublinhou “o simbolismo de este novo ciclo ser assinalado em Guimarães”. “Entramos agora numa nova fase e assinalá-la em Guimarães tem um significado especial, porque foi aqui, na cidade berço, que nasceu Portugal. Há algo particularmente simbólico em assinalar o início de um novo ciclo precisamente no lugar que representa origem, construção e futuro”, sublinhou.

Rita Júdice deixou também “uma palavra de reconhecimento ao Município de Guimarães”, ao agradecer ao “Senhor Presidente da Câmara e a toda a autarquia o espírito de colaboração, persistência e compromisso demonstrados ao longo deste processo”.

A ministra encerrou a sessão com a certeza de que este é “um compromisso que não termina nesta cerimónia. Pelo contrário, é agora que começa o verdadeiro caminho da sua concretização”.

Parque de Campismo de Braga registou 923 hóspedes e 2996 dormidas no primeiro trimestre

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© CM Braga
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O Parque de Campismo de Braga registou, no primeiro trimestre deste ano, um total de 923 hóspedes e 2996 dormidas, numa receita global de 24.903 euros.

De acordo com os dados revelados pela Câmara Municipal, março afirmou-se como “o mês mais vigoroso”. Concentrou 521 hóspedes, 1347 dormidas e mais de 10,6 mil euros de receita.

A análise dos indicadores demonstra uma estada média de 3,25 noites por hóspede e uma receita média de 8,13 euros por dormida.

Para o vice-presidente da Câmara Municipal, Altino Bessa, “estes resultados confirmam que Braga continua a afirmar-se como um destino atrativo e competitivo, mesmo num contexto nacional exigente para o setor do campismo”. “A evolução verificada ao longo do trimestre, com um crescimento bastante cimentado até março, demonstra a eficácia do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na valorização e promoção dos equipamentos turísticos municipais. Os números apresentados mostram que Braga está preparada para responder às dinâmicas do turismo contemporâneo, diversificando a sua oferta e criando condições para captar diferentes perfis de visitantes ao longo de todo o ano”, disse.

Valença: Friestas celebra sabores da raia minhota

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© CM Valença
© CM Valença

A freguesia de Friestas, em Valença, recebe, nos dias 16 e 17 de maio, mais uma edição do Festival “Sabores da Raia”, um dos encontros gastronómicos mais emblemáticos da raia minhota, prometendo dois dias repletos de sabores tradicionais, animação popular e convívio transfronteiriço.

O certame volta a afirmar-se como “um ponto de encontro entre o Minho e a Galiza, reunindo gastronomia típica, produtores locais, música ao vivo e tradições culturais que celebram a identidade raiana”.

Ao longo do fim de semana, os visitantes poderão saborear alguns dos pratos mais característicos da região, entre os quais o anho no forno, os rojões, o polvo à galega, os calhos, o bacalhau de várias formas, pratos de fumeiro, a telha de fumeiros e queijos, tortilhas, pataniscas, bifanas, moelas, chouriça assada, caldo verde, pimentos de padrão, broa frita entre outros.

A acompanhar a oferta gastronómica estarão os vinhos verdes, brancos, tintos e espumantes, bem como a doçaria tradicional, com especial destaque para as rosquilhas, os papudos e o arroz doce.

O recinto contará, ainda, com dezenas de expositores e produtores portugueses e galegos, proporcionando uma verdadeira viagem pelos sabores autênticos da raia minhota.

O festival integra, também, um vasto programa de animação cultural e musical, com atuações de grupos tradicionais, charangas, concertinas, bandas e DJs, criando um ambiente festivo pensado para todas as idades.

Entre os grupos participantes estarão o Grupo de Bombos S. Cristóvão, de Gondomil, a Charanga Monção Brass, o Grupo de Concertinas do Rancho Infantil e Juvenil de Friestas, a Charanga Cantos Somos, de Tui, o cantor José Barbosa, a Orquestra Noalkansas, de Espanha, o DJ José Luís, a Charanga Imperiais de Taboexa, das Neves, a Banda de Gaitas Insua de Caldelas, de Tui e o Grupo Jazz Band 23.

No sábado realiza-se igualmente o 4.º Passeio de Clássicos “Sabores da Raia”, iniciativa que levará as viaturas antigas a percorrer alguns dos locais mais emblemáticos de Friestas. As inscrições continuam abertas através dos contactos: 963 031 602 | 925 790 357 | 934 559 916 ou do e-mail: [email protected]

Organizado pela Junta de Freguesia de Friestas e pela Câmara Municipal de Valença, com o apoio do Rancho Infantil e Juvenil de Friestas, o festival assume-se como “uma montra privilegiada da cultura, gastronomia e hospitalidade do Minho transfronteiriço”.

Entre tradição, sabores regionais, património e animação, os “Sabores da Raia” prometem voltar a atrair milhares de visitantes a Friestas, naquele que será um dos grandes encontros gastronómicos da raia minhota neste próximo fim de semana.

Atenção, Braga. Cortejo Académico vai condicionar o trânsito e o estacionamento

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© CM Braga
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O Cortejo Académico da UMinho, integrado no Enterro da Gata, vai condicionar o trânsito e o estacionamento em Braga.

Entre as 19:00 desta terça-feira e as 23:00 de quarta-feira é proibido o estacionamento automóvel em toda a extensão do Largo Monte de Arcos, incluindo as baías de estacionamento existentes para o efeito junto à Alameda do Cemitério Monte D’Arcos, e na Avenida Central.

Entre as 07:00 e as 23:00 de quarta é proibido o estacionamento automóvel na Rua do Areal de Baixo, Rua D. António Bento Martins Júnior e Rua Cândido de Sousa.

Entre as 12:00 e as 23:00 de quarta é proibido o trânsito automóvel nos seguintes arruamentos: Rua António Bento Martins Júnior, Rua Prof. Dr. Elísio de Moura, Rua D. Pedro V, Rua de S. Vítor, Largo da Senhora-a-Branca, Avenida Central e Rua dos Chãos.

Proteção Civil de Famalicão fez limpeza em mais de 50 hectares de floresta

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© CM Famalicão
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Desde o início do ano, a Proteção Civil de Vila Nova de Famalicão fez a limpeza de 55 hectares de terreno. O serviço municipal está a desenvolver um conjunto de ações de prevenção estrutural integradas no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Estas operações visam “reforçar a proteção do território, das populações e dos espaços florestais, garantindo uma resposta eficaz antes da chegada do período de maior risco”.

Estes trabalhos, focados na criação e manutenção de faixas prioritárias, encontram-se concluídos nas zonas junto aos parques industriais. Segundo o planeamento em curso, a meta é atingir os 80 hectares de faixas intervencionadas até ao final do mês de junho.

A Proteção Civil recorda que o prazo legal para a limpeza de terrenos florestais termina no próximo dia 31 de maio.

Vereador do PS de Vila Verde acusa Câmara de voltar a contratar Luságua por “valor superior”

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© PS
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Filipe Silva, vereador do Partido Socialista na Câmara Municipal de Vila Verde, acusou o Executivo de rescindir com a Luságua e voltar a contratar a mesma empresa por um valor superior.

O socialista pediu esclarecimentos à Autarquia, considerando que este processo “ultrapassa a esfera política”.

“Enquanto vereador do Partido Socialista de Vila Verde, considero essencial esclarecer os vilaverdenses sobre o processo de rescisão do contrato de recolha de resíduos urbanos e sobre a nova adjudicação aprovada na reunião da Assembleia Municipal realizada há uma semana. O que deveria ter sido um procedimento transparente, transformou-se numa sequência de decisões contraditórias, anúncios desmentidos e aumentos significativos de custos. O resultado final é objetivo: a Câmara rescindiu com a Luságua e, no mesmo dia, voltou a contratá-la por um valor substancialmente superior”, referiu Filipe Silva.

Recorde-se que a Câmara Municipal de Vila Verde tinha anunciado a rescisão por mútuo acordo com a Luságua, mas a empresa veio desmentir a Autarquia, afirmando que não tinha assinado qualquer acordo.

“A Autarquia justificou a intenção de rescisão alegando incapacidade da empresa em cumprir o contrato. A própria Luságua afirmou publicamente que não conseguia cumprir integralmente o caderno de encargos pelo valor adjudicado, admitindo ter subavaliado a dimensão do serviço e reconhecendo a insustentabilidade financeira da operação. Apesar disso, o Município avançou para a rescisão imediata e, no mesmo dia, para um ajuste direto à mesma empresa. O contrato original custava 66.700 euros por mês. O novo contrato custa agora 104.000 euros por mês. A diferença é de 38.000 euros por mês ou 456.000 euros por ano”, sublinha Filipe Silva.

O vereador socialista reforça que “esta sequência de decisões é incomum” e exige “esclarecimentos claros”. “Rescindir um contrato e, horas depois, contratar a mesma empresa por um valor substancialmente superior não é um procedimento habitual. Eta decisão tem impacto direto nas contas públicas. Os vilaverdenses pagarão mais 456 mil euros por ano por um serviço que já estava contratado. Não foi demonstrada a necessidade de rescisão imediata. Existia a possibilidade de manter o contrato até à conclusão de um novo concurso, evitando este aumento abrupto de custos. A fundamentação do ajuste direto permanece por esclarecer. É essencial demonstrar que a urgência não foi criada pela própria decisão de rescindir. A Assembleia Municipal não recebeu informação suficiente. Uma decisão com este impacto financeiro exige documentação completa e rigorosa. Estamos perante um problema de governação e responsabilidade institucional”, lamentou.