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António José Seguro visita Itália entre quarta e quinta-feira

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© António José Seguro
© António José Seguro

António José Seguro, presidente da República, vai visitar Itália entre quarta e quinta-feira, para intervir nas celebrações do 50.º aniversário do Instituto Universitário Europeu, em Florença, e encontrar-se com o seu homólogo italiano, Sergio Mattarella, em Roma.

Será a segunda deslocação de António José Seguro ao estrangeiro enquanto chefe de Estado.

Mais de 2000 pessoas exigem obras na Central de Camionagem de Vila Verde

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© Rafael Lomba
© Rafael Lomba

Um abaixo-assinado com 2040 assinaturas está a exigir a requalificação da Central de Camionagem de Vila Verde.

As assinaturas foram entregues ao Executivo na Assembleia Municipal por uma delegação em representação de um coletivo de trabalhadores, motoristas, utentes e lojistas da Central de Camionagem.

“As instalações da Central de Camionagem de Vila Verde encontram-se há vários anos num estado evidente de degradação e abandono, resultante de anos de falta de manutenção e investimento, situação que se agravou com o incêndio ocorrido em março de 2025. Atualmente, esta infraestrutura não oferece condições mínimas de segurança, conforto e dignidade para utentes, trabalhadores e comerciantes, representando um risco real para todos os que a utilizam diariamente. Quase um ano após o incêndio, continua a não existir qualquer informação pública sobre um plano concreto da Câmara Municipal para a recuperação integral da Central de Camionagem. Esta ausência de resposta é inaceitável, sobretudo tratando-se de um equipamento essencial, utilizado diariamente por centenas de pessoas e fundamental para garantir o direito à mobilidade no concelho”, refere a delegação.

Perante este cenário, os cidadãos do abaixo-assinado exigem “a intervenção urgente por parte da Câmara Municipal de Vila Verde, com a apresentação e execução de um plano claro e transparente para a requalificação total da Central de Camionagem, garantindo condições de segurança, acessibilidade e dignidade para todos; uma solução provisória para utentes e trabalhadores da Central para que se garantam imediatamente as condições de segurança necessárias; e abertura da Central de Camionagem aos sábados, domingos e feriados, possibilitando assim os motoristas e passageiros de aceder às casas de banho”.

Presidente da República nomeia primeira mulher para liderar Casa Civil

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© Presidência da República Portuguesa
© Presidência da República Portuguesa

António José Seguro nomeou Cláudia Ribeiro para o cargo de chefe da Casa Civil da Presidência da República, que vinha exercendo interinamente, em simultâneo com o cargo de secretária do Conselho de Estado. É a primeira mulher a exercer a função.

O presidente da República nomeou ainda Cristina Correia para secretária do Conselho de Estado.

“Estas nomeações consolidam a constituição da Casa Civil e concluem uma fase de transição conduzida com serenidade e eficácia, assegurando a continuidade e a boa gestão dos dossiers em curso”, refere António José Seguro, referindo registar “com particular satisfação que, pela primeira vez na história da Presidência da República, uma mulher lidera a Casa Civil — um passo que reflete o compromisso com uma representação mais equilibrada nas mais altas responsabilidades públicas”.

Bom Jesus de Braga vai celebrar mês de Maria com recitação do Terço

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© Basílica do Bom Jesus do Monte
© Basílica do Bom Jesus do Monte

A Basílica do Bom Jesus do Monte de Braga vai celebrar o mês de maio, mês de Maria com recitação do Terço.

Esta celebração começa esta sexta-feira, 1 de maio e vai decorrer de segunda a sexta, às 16:15.

João Paulo Alves, reitor da Basílica do Bom Jesus do Monte convida a comunidade para esta oração diária dedicada à Mãe de Jesus.

Ordem dos Psicólogos Portugueses alerta para sinais de burnout no trabalho

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DR
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No âmbito do Dia do Trabalhador, que se assinala esta sexta-feira, 1 de maio, a Ordem dos Psicólogos Portugueses alertou para a importância do reconhecimento e da prevenção do burnout, um fenómeno ocupacional com impacto significativo na saúde psicológica, no bem-estar e no desempenho profissional.

“O burnout ou síndrome de esgotamento profissional é um tipo específico de stresse ocupacional, ou seja, de stresse provocado pelo trabalho. Caracteriza-se, sobretudo, pela exaustão emocional e pela diminuição do envolvimento pessoal no trabalho. Uma situação de burnout não acontece de um dia para o outro. Decorre de um processo de desenvolvimento de sintomas, aos quais os trabalhadores devem estar atentos”, refere a Ordem.

Pode sentir “exaustão emocional, esvaziamento emocional, desgaste da nossa empatia e diminuição da compaixão pelo outro; menor realização profissional, avaliamo-nos de forma mais negativa, tal como avaliamos como mais negativa a nossa situação no trabalho e a forma como o estamos a realizar; menor motivação, diminuição do propósito e envolvimento ou dedicação ao nosso trabalho; sintomas físicos, como maior fadiga, dores musculares e/ou enxaquecas, alterações ao sono ou nos níveis de tensão arterial, entre outros; menor bem-estar e satisfação com a vida em geral; e deterioração das relações sociais e familiares”.

A Ordem dos Psicólogos Portugueses recorda que o burnout “é um dos riscos psicossociais que mais afeta as organizações, atingindo mais de 40 milhões de Trabalhadores em toda a União Europeia. As situações de stresse ou burnout são responsáveis por 50% a 60% do absentismo laboral nas empresas europeias”.

Entre os fatores que contribuem para o desenvolvimento de situações de burnout estão “a carga de trabalho superior à capacidade do profissional, a falta de autonomia e controlo sobre as tarefas e a organização do trabalho, o baixo propósito ou significado das tarefas realizadas, a realização de tarefas perigosas ou de grande exigência emocional, horários de trabalho contínuos e excessivos ou por turnos, poucas ou nenhumas pausas para descanso, conflitos e má relação entre colegas e superiores hierárquicos, dificuldades de equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e a incapacidade de resolução de problemas pessoais que impactam no trabalho”.

“A identificação precoce dos sinais de burnout é fundamental para a implementação de estratégias de intervenção eficazes, tanto ao nível individual como organizacional. A promoção de condições de trabalho saudáveis e da autonomia, liderança eficazes, a gestão adequada da carga laboral e o incentivo ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal são determinantes na sua prevenção”, reforçou, defendendo “a necessidade de integrar a saúde psicológica como uma prioridade nas políticas laborais, promovendo ambientes de trabalho sustentáveis e o bem-estar dos trabalhadores”.

1 de Maio: Trabalho, Liberdade e Meritocracia

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© Jesus Caldas
© Jesus Caldas

O 1 de Maio é tradicionalmente celebrado como o Dia do Trabalhador, uma data associada às conquistas históricas dos movimentos laborais, à redução das jornadas de trabalho e à melhoria das condições de vida dos trabalhadores. É um dia que simboliza luta, mas também transformação social. No entanto, esta data convida-nos a ir além da narrativa clássica de conflito entre capital e trabalho, e a refletir sobre um princípio essencial, a liberdade, como impulsionador da dignidade no trabalho.

Na minha perspetiva, o trabalho não é apenas um espaço de reivindicação coletiva, mas sobretudo uma expressão de escolhas individuais. Cada pessoa deve ter o direito de escolher a sua profissão, negociar as suas condições e procurar, dentro das suas capacidades, o melhor caminho para o seu desenvolvimento pessoal e económico. Esta visão coloca o indivíduo no centro, não como peça de uma sociedade, mas como dono da sua própria vida.

Nesse sentido, um ponto frequentemente esquecido no debate sobre o trabalho é o papel dos pequenos e médios empreendedores, que são, eles próprios, trabalhadores. Longe da imagem simplista do “dono de empresa” afastado da realidade laboral, muitos pequenos empresários são os primeiros a chegar e os últimos a sair, acumulando funções, assumindo riscos pessoais e trabalhando longas horas para manter o seu negócio vivo. São comerciantes de bairro, donos de cafés, oficinas e pequenas empresas familiares, que não apenas criam emprego, mas também garantem o seu próprio sustento. Muitas vezes, enfrentam uma pressão constante de encargos fiscais, burocracia e incerteza económica, dependendo diretamente do seu esforço e mérito diário para sobreviver. Reconhecer o seu papel é fundamental, pois representam a duas faces da mesma moeda, o trabalhador, e o risco e criação de valor.

Um dos pilares fundamentais do liberalismo é a defesa do mercado livre, e contrariando à ideia de que o mercado é um espaço de exploração, a teoria liberal argumenta que é precisamente através da liberdade económica que se criam mais oportunidades de emprego, inovação e crescimento. Quando indivíduos e empresas podem atuar com liberdade, surgem novas ideias, novos negócios e, consequentemente, mais postos de trabalho. O progresso económico não é determinado numa secretaria, mas construído pelas pessoas e para isso o Estado deve criar condições estáveis e previsíveis, independentemente de quem está no poder.

Outro conceito essencial é o da responsabilidade individual. A liberdade só é plena quando acompanhada de responsabilidade. Isto significa que cada indivíduo deve ter a possibilidade de tomar decisões sobre o seu percurso profissional, mas também assumir as consequências dessas escolhas. Ao mesmo tempo, esta visão não ignora desigualdades sociais, mas propõe que a resposta não seja a dependência permanente do Estado, e sim a criação de oportunidades através da educação e da formação.

No entanto, nada disto defende a não existência de direitos laborais. Pelo contrário. Reconheço a importância de regras claras, da estabilidade contratual e proteção contra abusos. A diferença fundamental está na forma como esses direitos são garantidos. Não através de uma intervenção excessiva que possa sufocar, mas nomeadamente através de justiça independente e rápida. O Estado deve ser o árbitro do jogo, e não o dono dos clubes.

Sociedades mais dinâmicas são aquelas onde as pessoas podem ascender com base no mérito e no esforço. O progresso não deve ser limitado por barreiras artificiais ou por uma carga fiscal excessiva que desincentive a iniciativa e a vontade de querer mais, como muitos trabalhadores que recorrem a atividades adicionais em part-time para complementar o seu rendimento bem sabem. Pelo contrário: deve ser promovido através de incentivos que estimulem a ambição de querer mais e melhor. Nesse contexto, a educação desempenha um papel central, uma vez que é através dela que os indivíduos adquirem as ferramentas necessárias para competir num mercado de oportunidades.

Assim, celebrar o 1 de maio significa valorizar as conquistas históricas dos trabalhadores, mas também reconhecer que a dignidade no trabalho depende igualmente da liberdade económica, da autonomia individual e da capacidade de cada um de se reinventar e criar valor.

No fundo, o 1 de maio deve ser mais do que uma celebração histórica. Deve ser um momento de reflexão sobre como continuar a melhorar a vida dos trabalhadores no presente e no futuro.

45.ª Rampa da Falperra com novidades espera trazer 200 mil pessoas a Braga

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© Rampa Internacional da Falperra
© Rampa Internacional da Falperra

O programa da 45.ª edição da Rampa Internacional da Falperra foi apresentado esta quinta-feira, no Theatro Circo, em Braga. Este ano, a prova vai atribuir a Taça de Portugal de Montanha na festa do desporto motorizado que atrai milhares de espetadores.

As máquinas da Rampa da Falperra voltam a aquecer os motores na Avenida Central a 15 de maio e os Transportes Urbanos de Braga também voltam a levar os adeptos da mobilidade até ao centro do espetáculo.

O campeão europeu Christian Merli, vencedor das últimas seis edições desta subida ao Sameiro, e um conjunto alargado de figuras de primeira linha do Europeu, como Kevin Petit, Petr Trnka, Joseba Iraola Lanzagorta, Alexander Hin  ou Fausto Bormolini, serão garantia do espetáculo.

Nas Bodas de Rubi da Rampa da Falperra, o Clube Automóvel do Minho perspetiva “um evento que corresponda, social e desportivamente, não só às expectativas dos parceiros e patrocinadores, como dos habituais entusiastas que todos os anos aguardam ansiosamente por um evento que é uma das imagens de marca de Braga”.

“É com muito orgulho e espírito de missão que o CAM coloca de pé mais uma edição da Rampa da Falperra, um evento de referência não só da cidade de Braga como do próprio Campeonato Europeu de Montanha e desta vez chegamos a um patamar muito especial: 45 edições. Neste ano de Bodas de Rubi, pedra preciosa que simboliza paixão, força, solidez e maturidade, direi que esses atributos refletem a essência do trabalho desenvolvido, nestas quatro décadas e meia, por todos quantos lideraram o CAM, projetando a Rampa da Falperra até ao mais alto nível. E faço votos para, face ao futuro e nos tempos de mudança que vivemos, que este legado perdure por muitos e bons anos”, sublinhou Rogério Peixoto, presidente do Clube Automóvel do Minho.

Ni Amorim, presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, realçou a importância desta prova de automobilismo. “É a prova mais antiga do Campeonato da Europa de Montanha e é uma prova icónica em Portugal. É a prova que mais público traz às provas de montanha e ao Campeonato de Portugal de Montanha. É importantíssimo que a prova se mantenha e que tenha muito sucesso como tem tido nos anos anteriores”, disse.

João Rodrigues, presidente da Câmara municipal de Braga, também esteve presente na apresentação do programa da Rampa da Falperra, garantindo o apoio a esta modalidade. “O Município tem noção de que, para além da prova desportiva, há uma série de ganhos mais ou menos diretos, designadamente a ocupação turística entre a quinta, a sexta-feira e o domingo, último dia de prova em que a cidade se enche também por causa da Falperra. Isto também vem ao encontro daquilo que é uma estratégia maior por parte do Município, quer em termos de uma série de eventos a decorrer ao longo do ano e onde a Falperra tem um papel muito importante”, afirmou o autarca.

O traçado da Falperra, na EN 309, cujo perímetro da rampa é de 5.200 metros, está a ser alvo de obras de renovação em algumas zonas, recebendo novos “tapetes” de asfalto, a cargo da Infraestruturas de Portugal, empresa pública responsável pela rede rodoviária nacional. Esse trabalho incide nos locais, designadamente nas zonas de travagem, em que o asfalto se encontrava mais degradado.

À semelhança dos anos anteriores, o Clube Automóvel do Minho vai instalar duas bancadas, nas Curvas do Barroco e do Papa, além de uma Zona Vip, na zona da chegada, ou seja, a seguir à última curva. Haverá lugares de peão em algumas zonas do traçado.

O preço dos ingressos varia entre os 5 euros (peão/dia) e os 80 euros (Zona Vip/2 dias), sendo que um lugar de bancada na Curva do Barroso custa 20 euros (dia) e na Curva do Papa 25 euros (dia).

A bilheteira já se encontra disponível aqui.

Programa

16 de maio

  • 07:30 – Fecho da Pista

Taça de Portugal de Montanha

  • 08:00/08:20: Descida – Treino Oficial – Treino Oficial 2 – Subida Oficial 1

Campeonato da Europa de Montanha

  • 10:00 – Treino Oficial 1 – Treino Oficial 2 – Treino Oficial 3

17 de maio

  • 07h30: Fecho da Pista

Taça de Portugal de Montanha

  • 08:00/08:20 – Descida – Treino Oficial 3 – Subida Oficial 2

Campeonato da Europa de Montanha

10:30 – 1ª Subida de Prova – 2ª Subida de Prova

Valença Flor de Maio celebra a Primavera

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© CM Valença
© CM Valença

Valença volta a encher-se de cor, tradição e criatividade com “Valença Flor de Maio”, entre 1 e 9 de maio. O evento revive a tradição das Maias e convida a comunidade e visitantes a mergulharem num ambiente onde as flores são protagonistas.

Ao longo de nove dias, o concelho transforma-se num autêntico cenário primaveril, com destaque para a mostra floral no Jardim Municipal, instalações artísticas na Fortaleza, decoração de espaços públicos e privados, bem como a já emblemática Flower Power Party.

O Jardim Municipal volta a assumir-se como epicentro do evento, acolhendo uma exposição que evidencia a arte de trabalhar as flores. Arranjos diversificados, marcados pela criatividade e identidade valenciana, darão vida aos gradeamentos voltados para as avenidas Tito Fontes e Miguel Dantas.

Na Fortaleza, os tradicionais “Corações de Maio” regressam à Rua Conselheiro Lopes da Silva e ao Largo do Bom Jesus, com composições florais que prometem criar cenários de grande impacto visual.

As Portas da Coroada, as Portas do Sol e os varandins dos Paços do Concelho serão igualmente ornamentados por associações locais, contribuindo para uma imagem coesa e envolvente de todo o concelho.

A autarquia volta a lançar o desafio à comunidade para participar ativamente, incentivando a decoração de ruas, praças, estabelecimentos e habitações. Para o efeito, serão disponibilizados ramos de giesta em vários pontos estratégicos da cidade.

A programação inclui, ainda, a já reconhecida Flower Power Party, que terá lugar no Jardim Municipal, na noite de sábado, 2 de maio, a partir das 22h30. O evento contará com a participação dos bares locais, dos DJs valencianos Carlos Daniel e José Luís, e do projeto Remember Old Times.

Presidente da República defende luta por direitos dos trabalhadores contra precariedade

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© Presidência da República Portuguesa
© Presidência da República Portuguesa

O presidente da República, António José Seguro, publicou uma mensagem neste Dia do Trabalhador, afirmando que “é através do trabalho que cada um de nós constrói a sua vida, afirma a sua dignidade e contribui para a comunidade em que se insere”.

“O 1.º de Maio não é apenas uma data no calendário. É igualmente a afirmação de que a dignidade do trabalho é inseparável da dignidade humana. Este ano, o Dia do Trabalhador encontra-nos num tempo de muitas inquietações. As guerras na Europa e noutras regiões do mundo. Desaceleração económica e aumento do custo de vida. A inflação corrói o salário antes de ele chegar ao fim do mês. A inteligência artificial e a robótica estão a transformar o mundo do trabalho a uma velocidade que nenhuma geração anterior conheceu. E a precariedade instalou-se em demasiados contratos, em demasiadas vidas, como se fosse uma inevitabilidade”, refere o chefe de Estado.

António José Seguro reforça que “a história ensina-nos que os trabalhadores já enfrentaram antes momentos assim. E que a resposta nunca foi a resignação – foi a organização, a exigência e a luta por direitos. Foi exatamente isso que construiu as sociedades mais justas que conhecemos. Foi exatamente isso que está na origem desta data”.

“Os desafios de hoje são novos na forma, mas familiares na essência. A experiência revela que as decisões políticas podem moldar os resultados. A tecnologia depende da regulação e como distribuímos os seus benefícios. A precariedade não é uma lei da natureza. E o trabalho tem de compensar – tem de pagar a renda, a alimentação e o futuro dos filhos. Neste 1.º de Maio, a data é comemorada por mulheres e homens que acordam todos os dias para ir trabalhar. Fazem-no com orgulho, muitas vezes com sacrifício, quase sempre com a esperança de que o esforço de hoje se traduz numa vida melhor amanhã. É por eles que esta data existe. É por eles que esta data continua a ser necessária”, sublinha ainda.

A todos os trabalhadores portugueses, em Portugal ou na diáspora, “o meu reconhecimento e o meu respeito”. “E a minha determinação de que esta Presidência nunca estará indiferente às vossas causas. Nunca aceitarei em silêncio que quem trabalha não consiga viver com dignidade. Bom 1.º de Maio”, finalizou o presidente.

Pólen atinge níveis elevados em Braga a partir desta sexta-feira

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DR
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A Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica alertou para a elevada concentração de pólen na atmosfera em Braga e em todo o país a partir desta sexta-feira e até 7 de maio.

No boletim político de previsões relativo à semana que começa hoje pode ler-se que “a concentração de pólen no ar encontra-se elevada” em várias regiões do país, incluindo Braga.

Os grãos de pólen são provenientes das árvores cipreste, pinheiro, bétula, carvalhos e sobreiro e das ervas gramíneas, tanchagem, azeda, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).