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Fernando Pimenta vence a medalha de prata no K1 5000m

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© Federação Portuguesa de Canoagem
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Portugal encerrou este domingo a participação na Taça do Mundo de Canoe Sprint e Paracanoagem, em Brandenburg, na Alemanha, com mais uma medalha. Fernando Pimenta conquistou a prata no K1 5000m, fechando o último dia de competição com novo pódio para a Seleção Nacional de Velocidade.

Na prova longa de K1 5000m, Fernando Pimenta terminou na 2.ª posição, com o tempo de 22:16.71, apenas atrás do dinamarquês Mads Brandt Pedersen, vencedor em 21:45.97. Na mesma final, Bruno Brasileiro realizou também uma prova consistente, concluindo no 13.º lugar, com o tempo de 23:12.58.

O último dia de competição começou com Gustavo Gonçalves na Final C de K1 500m. O atleta português terminou na 9.ª posição, com o tempo de 01:48.00. Seguiu-se a Final B de K2 500m feminino, na qual Clara Duarte e Teresa Portela foram 7.ªs classificadas, com o registo de 01:51.47. Em K2 500m masculino, Iago Bebiano e Pedro Casinha terminaram em 3.º lugar na Final C, com 01:38.44. Já João Ribeiro e Messias Baptista disputaram a Final A da mesma distância, terminando no 5.º lugar, com 01:36.86.

A medalha de prata de Fernando Pimenta junta-se ao bronze conquistado no sábado por Messias Baptista na Final A de K1 200m. O atleta português terminou essa prova na 3.ª posição, com o tempo de 35.20, numa final decidida ao centésimo.

Com estes resultados, Portugal fecha a Taça do Mundo de Brandenburg com duas medalhas e várias presenças em finais, num fim de semana competitivo marcado por provas de elevado nível internacional e por condições exigentes no campo de regatas.

Daniel Vilaça conquista P3 na categoria GT e P6 da geral na Rampa da Falperra

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© Boom Vzuals
© Boom Vzuals

Daniel Vilaça, piloto de Braga, em representação do Grupo Acrescentar, esteve em evidência na 45.ª Rampa Internacional da Falperra, ao alcançar o 3.º lugar na categoria GT na Taça de Portugal de Montanha e um sólido 6.º lugar da classificação geral absoluta.

Num dos palcos mais emblemáticos do automobilismo europeu o destaque maior vai para o facto de o piloto ter alcançado um pódio em Braga, a sua cidade, num evento marcado pela enorme exigência competitiva e pela presença dos melhores pilotos no que concerne ao Campeonato Europeu de Montanha.

“Foi um fim de semana bastante positivo, num dos cenários mais especiais do calendário. Conseguir um pódio na Falperra, em Braga, tem um peso e um significado muito especiais”, referiu.

A Falperra, pela sua história, exigência e ambiente único, é unanimemente considerada uma das provas mais marcantes da época, o que torna este resultado ainda mais relevante no percurso do piloto.

Ao volante de um Porsche 997.2 GT3 CUP, Daniel Vilaça enfrentou um pelotão altamente competitivo, conseguindo afirmar-se entre os protagonistas ao longo de todo o fim de semana.

“Sabíamos que seria um desafio muito exigente, mas conseguimos manter um nível competitivo elevado e evoluir de forma consistente ao longo da prova”, explicou.

O resultado na prova bracarense reforça o momento positivo da temporada. No Campeonato de Portugal de Montanha, Daniel Vilaça ocupa atualmente a 2.ª posição da classificação geral na categoria GT, mantendo-se na luta pelos lugares cimeiros.

“Este resultado dá ainda mais motivação para o campeonato. O objetivo passa por continuar a evoluir e manter a consistência nas próximas provas”, acrescentou.

Concluída a participação na Falperra, as atenções centram-se agora na próxima etapa do campeonato, marcada para os dias 6 e 7 de junho, na Rampa da Serra da Estrela, onde o piloto procurará dar continuidade ao seu percurso competitivo e consolidar a posição na luta pelos primeiros lugares da categoria GT.

O ativismo não pode legitimar a ilegalidade

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© Cristina Fontes
© Cristina Fontes

Há uma linha perigosa que alguns movimentos  estão a atravessar, também em Portugal. Assumem, sem pudor, a passagem do protesto para a normalização da ilegalidade como instrumento moralmente aceitável. Não devemos , contudo, esquecer que quando uma sociedade começa a relativizar furtos, ocupações ilegais ou vandalismo porque são praticados “pela causa certa”, entra num território perigoso.

A recente ação da Climáximo é um exemplo quase perfeito desta deriva. Um grupo de “ativistas”entrou num supermercado, em Lisboa , retirou produtos sem pagar e montou depois uma banca de distribuição. A ação foi apresentada como denúncia dos “lucros extraordinários” das grandes superfícies e do impacto da crise climática no custo de vida.

A romantização do gesto por certas pessoas (os novos Robin dos Bosques, disseram) revela uma enorme confusão moral. Robin dos Bosques é uma figura literária usada para justificar simbolicamente a rebelião contra um poder tirânico num contexto medieval ficcional. Um grupo de “ativistas” urbanos retirar produtos de um supermercado privado para ganhar impacto mediático não é resistência popular, mas uma tentativa de transformar o crime em performance política. A Climáximo decidiu unilateralmente que a sua causa legitima violar regras básicas de propriedade e comércio. Ora, o Estado de Direito deixa de funcionar quando cada grupo passa a escolher quais as leis que considera moralmente opcionais. No caso da Climáximo, alegava-se que há pobreza, desigualdade e lucros elevados das grandes superfícies. Tudo isso pode ser verdade, mas nenhuma dessas realidades transforma automaticamente o furto em ato legítimo.

Os “okupas” seguem exatamente a mesma lógica. Portugal importou esse fenómeno já conhecido em Espanha, ou seja, ocupações ilegais de imóveis justificadas por discursos de emergência habitacional e “função social da habitação”.

É evidente que existe uma crise séria no acesso à habitação. Os preços dispararam, as rendas tornaram-se incomportáveis para muitos jovens e famílias, e o Estado falhou durante décadas na construção de habitação acessível.

Todavia, reconhecer a crise não obriga a aceitar a ocupação ilegal como resposta legítima.

Durante demasiado tempo o sistema português revelou uma inoperância preocupante perante estas situações. Proprietários confrontados com ocupações ilegais enfrentavam processos lentos, respostas policiais limitadas e ambiguidades legais que, na prática, incentivavam a continuação do problema e o aparecimento de “ empresas” peritas em “desocupar” as casas e restituí-las aos seus legítimos proprietários.

Recentemente foi publicada a Lei n.º 67/2025, que reforçou a proteção penal contra ocupações ilegais e acelerou mecanismos de restituição dos imóveis.  O Estado percebeu, finalmente, que estava a perder capacidade dissuasiva e reagiu.

Há ações cada vez mais extremas para manter a atenção mediática. O protesto torna-se espetáculo. A ilegalidade transforma-se em marca identitária. Veja-se o que alguns “ativistas” fazem a obras de arte ou a monumentos históricos Afirmam defender o “bem comum”, mas recorrem frequentemente à agressão contra bens que são precisamente comuns e partilhados por todos.

Uma democracia saudável precisa de protesto, contestação e pressão social, ninguém nega. Porém, também precisa de limites claros. Quando o ativismo passa a justificar furtos, ocupações ou vandalismo como instrumentos políticos normais, deixa de fortalecer a democracia e começa a corroer os princípios que a sustentam.

Autoridades lançam campanha “Agarre-se à Vida” para a segurança dos motociclistas

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© GNR
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A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) promovem, entre os dias 19 e 25 de maio de 2026, a quinta campanha do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2026, dedicada aos veículos de duas rodas a motor.

Sob o lema “Duas Rodas ─ Agarre-se à Vida”, esta é a quinta de 11 campanhas previstas no PNF 2026 e a segunda dedicada aos veículos de duas rodas a motor, um dos grupos de utilizadores com maior exposição ao risco rodoviário e maior vulnerabilidade em caso de acidente.

A campanha tem como objetivo “alertar os condutores de motociclos e ciclomotores para os comportamentos de risco associados à condução, promovendo uma condução mais segura, defensiva e responsável, bem como reforçar a sensibilização dos restantes utilizadores da via para a necessidade de partilha segura do espaço rodoviário”.

À semelhança das restantes campanhas do PNF 2026, esta ação integra sensibilização, assegurada pela ANSR; e fiscalização, pela GNR e pela PSP, com foco nos comportamentos de risco associados aos acidentes graves.

“Os veículos de duas rodas a motor continuam a apresentar níveis elevados de sinistralidade grave, sobretudo em meio urbano e em estradas nacionais, onde a vulnerabilidade dos seus utilizadores é particularmente elevada. Entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025, registaram-se 34.177 acidentes com vítimas, que envolveram veículos de duas rodas a motor (ciclomotores e motociclos). Desses acidentes resultaram 439 vítimas mortais, 3.028 feridos graves e 34.514 feridos leves. Embora a maioria das vítimas corresponda a condutores e passageiros de ciclomotores e motociclos, este universo inclui também outros utilizadores envolvidos nestes acidentes, como peões ou ocupantes de outros veículos. Segundo o Plano Nacional de Fiscalização 2026, quase metade da sinistralidade grave envolvendo veículos de duas rodas a motor ocorre em arruamentos urbanos e em estradas nacionais”, refere a GNR.

A campanha alerta, especialmente, para comportamentos que aumentam significativamente o risco de acidente grave, nomeadamente excesso de velocidade; ultrapassagens perigosas; circulação entre filas de trânsito de forma irregular; manobras bruscas ou mudanças de direção sem sinalização; condução sob o efeito do álcool ou de substâncias psicotrópicas; utilização incorreta ou ausência de capacete e equipamento de proteção; falta de atenção e condução distraída; e reduzida perceção dos motociclistas pelos restantes condutores.

A ANSR, a GNR e a PSP recordam que “a utilização correta de capacete homologado e de equipamento de proteção adequado pode reduzir significativamente a gravidade das consequências em caso de acidente”.

As ações de sensibilização da ANSR decorrem em simultâneo com operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP, incidindo em vias e locais, onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade, envolvendo veículos de duas rodas a motor.

O PNF é desenvolvido anualmente pela ANSR, em articulação com a GNR e a PSP, com base nas recomendações europeias e no quadro estratégico Visão Zero 2030, que tem como objetivo a eliminação de vítimas mortais nas estradas.

45ª Rampa Internacional da Falperra: José Rodrigues conquista a Taça de Portugal

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© Zoom Motorsport: José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup)
© Zoom Motorsport: José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup)

José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup) conquistou a Taça de Portugal de Montanha na 45ª edição da Rampa Internacional da Falperra, disputada este domingo, em Braga.

Um erro, de origem regulamentar, no processamento da classificação final indicou, primeiramente, Afonso Santos (Osella PA 2000 Evo2) como vencedor, quando, na realidade, quem colheu os louros foi aquele piloto bracarense do Porsche, depois de ter superado Patrick Cunha (Porsche 992 GT3 Cup) por uma margem inferior a um segundo (00.594s).

A atribuição da Taça de Portugal a nível absoluto decidiu-se na segunda e última subida, este domingo, que já não contou, devido a problemas técnicos na sua “máquina”, com o referido Afonso Santos. Recorde-se que José Correia (Osella PA30) ainda esteve na luta pela vitória, mas ao não respeitar a sinalização de bandeiras vermelhas exibidas pelos comissários de pista acabou por ser desclassificado.

Para além da vitória na geral da “Taça”, José Rodrigues foi primeiro na categoria GT, enquanto Sérgio Nogueira (Silvercar S3) recebeu os louros nos Protótipos, Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer Evo X) nos Turismos, Vítor Pascoal (Porsche 911-911.2 GT3 Cup) na categoria Super Challenge, Filipe Macedo (Citroen Saxo Cup) na Legends e Francisco Macedo (Peugeot 106 XSi) na categoria 1300.

 

Classificação final (Taça de Portugal)

  • 1º, José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup), 4m21.014s
  • 2º, Patrick Cunha (Porsche 992 GT3 Cup), a 00.594s
  • 3º, Vítor Pascoal (Porsche 911-911,2 GT3 Cup), a 17.646
  • 4º, Sérgio Nogueira (Silvercar S3), a 19.027
  • 5º, Manuel Pereira (Mitsubishi Lancer Evo VI), a 29.236
  • 6º, Daniel Vilaça (Porsche 911 GT3 Cup), a 30.567
  • 7º, José Lameiro (Skoda Fabia MK3), a 30.929
  • 8º, João Pires (BMW E36 M3), a 30.959
  • 9º, Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer Evo X), a 32.731
  • 10º, Manuel Rocha e Sousa (Ford Focus), a 32.877

Joseba Iraola Lanzagorta vence 45.ª Rampa da Falperra

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© Zoom Motorsport
© Zoom Motorsport

O espanhol Joseba Iraola Lanzagorta (Nova Proto NP01) venceu, este domingo, a 45.ª edição da Rampa da Falperra, terceira prova do Campeonato da Europa de Montanha, surpreendendo tudo e todos face ao favoritismo de Christian Merli (Nova Proto NP01) que parecia, desde os treinos cronometrados, em condições de estabelecer um novo recorde de triunfos no evento organizado pelo Clube Automóvel do Minho.

O  superfavorito piloto italiano acabaria mesmo por sair de Braga no último lugar do pódio, depois de batido pelo checo Petr Trnka (Nova Proto NP01-2C) na derradeira subida oficial.

Na prova da Taça de Portugal de Montanha, Afonso Santos (Osella PA2000 Evo2) levou o troféu para casa, depois da desclassificação de José Correia (Osella PA30), por não respeitar bandeiras vermelhas exibidas pelos fiscais de pista na segunda subida.

A história destas “Bodas de Rubi” da Falperra começou com Merli a ganhar apenas 00.366s de vantagem a Lanzagorta na primeira subida de prova, algo que o terá deixado de sobreaviso para a segunda, mas a verdade é que ninguém esperaria pela “queda” do campeão italiano. Na segunda escalada não conseguiu, literalmente, superiorizar-se não só ao seu rival espanhol, mas também ao checo Petr Trnka que na subida 1 ficara, imagine-se, a… 1.209 do piloto que já ganhou seis vezes na Falperra. Só que agora Trnk “voou” para um tempo que deixou Lanzagorta a 0.577s e Merli a 1.269s. O francês Kevin Petit (Nova Proto NP01), ao contrário do que se esperaria, esteve sempre longe da discussão dos lugares do pódio, embora tivesse ganho uma posição (4º) ao alemão Alexander Hin (Nova Proto NP01) na subida do tudo ou nada.

Na Taça de Portugal, cuja classificação era apurada a partir da melhor de duas subidas de prova, Afonso Santos (Osella PA 2000 Evo2) detinha o melhor registo no sábado (prova 1), com 3.578s de vantagem sobre José Correia (Osella PA30). Este domingo, devido a problemas técnicos, Santos viu-se impossibilitado de defender a sua liderança e embora Correia tivesse melhorado o tempo do dia anterior, superando mesmo o do seu adversário, acabou desclassificado por não respeitar a sinalética dos comissários de pista. E Patrick Cunha (Porsche 991 GT3 Cup) superou, na segunda subida, José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup) na discussão do segundo lugar do pódio. Ainda na Taça, para além do “título” absoluto, Afonso Santos foi também o vencedor da categoria Protótipos, Patrick Cunha dos GT, Daniel Pacheco (Mitsubishi Lancer Evo X) dos Turismo, José Pires (Nissan GT-R R35) da categoria Super Challenge, Filipe Macedo (Citroen Saxo Cup) dos Legendes e Francisco Macedo (Peugeot 106 XSi) da categoria 1300.

CLASSIFICAÇÕES FINAIS

Campeonato da Europa de Montanha

  • 1º, Joseba Iraola Lanzagorta (Nova Proto NP01), 3m43.495s
  • 2º, Petr Trnka (Nova Proto NP01-2C), a 0.266s
  • 3º, Christian Merli (Nova Proto NP01), a 0.326
  • 4º, Kevin Petit (Nova Proto NP01), a 6.475
  • 5º, Alexander Hin (Nova Proto NP01), a 6.738
  • 6º, Fausto Bormolini (Wolf Mistral), a 20.596
  • 7º, Reto Meisel (Mercedes-Benz SLK 340), a 21.600
  • 8º, O’’Play (Nova Proto NP03), a 24.381
  • 9º, Javier Villa Garcia (BRC BRC 110T), a 27.636
  • 10º, Jose Alonso Liste (Tatuus F3 T 318), a 34.188

Taça de Portugal de Montanha

  • 1º, Afonso Santos (Osella PA 2000 Evo2), 2m08.084s
  • 2º, Patrick Cunha (Porsche 992 GT3 Cup), a 1.671s
  • 3º, José Rodrigues (Porsche 992 GT3 Cup), a 2.062

Guimarães: Projeto da Vitrus nomeado para os Prémios Essência do Ambiente

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© Vitrus Ambiente
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O projeto Geração Verde, promovido pela Vitrus Ambiente de Guimarães, está nomeado em duas categorias dos Prémios Essência do Ambiente 2026: Educação Ambiental e Sensibilização Ambiental.

Depois da avaliação das candidaturas por um painel de jurados, o projeto da Vitrus integra agora a shortlist de finalistas, distinguindo-se pelo seu contributo para a promoção da sustentabilidade e pelo alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O Geração Verde é um projeto de educação e sensibilização ambiental desenvolvido junto das escolas básicas do concelho de Guimarães, com o objetivo de aproximar os alunos da realidade dos serviços ambientais e incentivar comportamentos mais responsáveis desde a infância.

Através de ações práticas, participativas e pedagógicas, a iniciativa aborda temas como a proteção das linhas de água, a correta separação de resíduos, a preservação dos espaços verdes e a adoção de boas práticas ambientais no quotidiano. O projeto conta ainda com o envolvimento direto dos colaboradores da Vitrus, que partilham conhecimento e experiência com a comunidade escolar, reforçando a literacia ambiental e o sentido de responsabilidade cívica das novas gerações.

Os Prémios Essência do Ambiente promovem a participação ativa da comunidade na escolha dos vencedores, através de um processo de votação pública online.

Os vencedores serão anunciados na cerimónia oficial dos Prémios Essência do Ambiente, no dia 15 de junho, após validação e apuramento dos resultados.

Centro Social e Paroquial de Rio Caldo em Terras de Bouro adquire viatura 100 % elétrica

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© CM Terras de Bouro
© CM Terras de Bouro

O Centro Social e Paroquial de Rio Caldo, em Terras de Bouro, adquiriu uma viatura 100% elétrica para o Serviço de Apoio Domiciliário.

Esta aquisição resulta de uma candidatura ao Programa de Recuperação e Resiliência (PRR). Após a candidatura ter sido aprovada e encontrando-se já integralmente executada, o Centro Social realizou um investimento total no valor de 39.975 euros, contando com uma comparticipação financeira do PRR no valor de 25.000 euros.

“A aquisição desta viatura permite à instituição prestar um serviço de maior proximidade aos utentes de SAD, promovendo a sua autonomia e permanência no contexto natural de vida”, refere a Autarquia.

António Variações e Karter Mendes vão ser homenageados

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© Karter Mendes
© Karter Mendes

A Comissão Promotora está a preparar uma homenagem ao músico António Variações e ao mágico Karter Mendes, no dia 13 de junho.

Entre as diversas atividades destacam-se um programa de rádio e intenções de missa pelo cantor minhoto e pelo solidário de Braga.

“Em Cabeceiras de Basto, na Rádio Voz de Basto (100.6 e 107.3 Fm) pelas 11:00, será emitido um programa de rádio, conduzido pelo jornalista Manuel Ribeiro, sobre a partitura para coro ‘Ao Passar Por Braga Abaixo’ – com o irmão do cantor, Jaime Ribeiro e o compositor Paulo Almeida – e sobre o recente EP ‘Fado Variações’ – com o cantor Telmo Pires. O músico e psicólogo  Helder André Matos também integrará o painel de entrevistados. O programa é transmitido, em simultâneo, em Vila Real, na Radío Voz do Marão (96.3 Fm) e em Chaves através da Rádio Chaves Fm (93.5 Fm). Em Lisboa, pelas 19:00, na Basílica da Estrela e em Paris, pelas 18:30 (hora local), no Santuário de Nossa Senhora de Fátima celebrar-se-ão intenções de missas por António Joaquim Rodrigues Ribeiro, nome do cantor nascido no lugar do Pilar, em Fiscal, concelho de Amares”, informou a Comissão Promotora de Homenagem a António Variações.

No dia 13 de junho também estão previstas atividades, a anunciar oportunamente, em Fiscal e Carrazedo para homenagear o autor de Deolinda de Jesus e o mágico solidário Karter Mendes, recentemente falecido.

“A ele se deve o empenho e a determinação para a concretização do único concerto de António Variações em Braga, ocorrido no dia 4 de novembro de 1983, no estúdio ACIL. O concerto integrou-se no VI Festival Amador da Canção do Minho e foi organizado pela ACOFA – Associação Cultural Organizadora de Festivais Amadores, presidida por Karter Mendes”, finalizou a Comissão Promotora.

Guimarães acolheu XXI Congresso Nacional de Podologia e VIII Jornadas Ibéricas

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© CM Guimarães
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Guimarães receber, entre os dias 14 e 16 de maio, o XXI Congresso Nacional de Podologia e as VIII Jornadas Ibéricas, iniciativa promovida pela Associação Portuguesa de Podologia com o apoio do Município de Guimarães. O congresso contou com a presença de Ricardo Araújo, Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, e da Secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.

O encontro reuniu mais de 400 especialistas ibéricos para debater os desafios atuais e o futuro da podologia no contexto da saúde em Portugal e no espaço ibérico, promovendo a partilha de conhecimento, inovação clínica e reflexão estratégica sobre o futuro da profissão.

Durante a sessão solene, Ricardo Araújo manifestou “o orgulho de Guimarães acolher uma iniciativa desta dimensão e relevância científica, sublinhando a aposta estratégica do concelho na investigação, inovação e desenvolvimento nas áreas da saúde”.

“Queremos que Guimarães esteja na vanguarda, na liderança e na frente deste trabalho de inovação, desenvolvimento e conhecimento científico nas áreas da saúde”, afirmou, destacando “a importância das parcerias com instituições como a CESPU – Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário e a Universidade do Minho”.

O autarca reforçou ainda que “a saúde é uma das áreas estratégicas para o futuro do território, quer ao nível da investigação e formação, quer na atração de empresas e desenvolvimento económico ligado ao conhecimento e à inovação”.

“Somos Berço da Nação, mas queremos ser, também, Berço da Inovação”, declarou, acrescentando que “o Município continuará disponível para receber congressos, debates e iniciativas que contribuam para o conhecimento, a ciência e o futuro coletivo”.

Já para Ana Povo, “a podologia afirma-se como uma área indispensável na prevenção, diagnóstico e tratamento de múltiplas patologias, muitas delas com impacto direto na qualidade de vida das pessoas”.

A sessão solene contou com a presença da Presidente da Comissão Científica do congresso, Liliana Avidos, da Bastonária da Ordem dos Podologistas de Espanha, Elena Carrascosa, do Presidente do Conselho de Administração da Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, António Almeida Dias, e do Presidente da Associação Portuguesa de Podologia, Manuel Portela.

Ao longo de três dias, a iniciativa promoveu uma abordagem multidisciplinar centrada na ciência, prática clínica, inovação e reflexão estratégica sobre o posicionamento atual e futuro da podologia, reforçando a importância da evidência científica, da cooperação ibérica e da atualização de conhecimentos na área da saúde.

A sessão terminou com a entrega do galardão “Pé d’Ouro Dr. Domingos Gomes” à Secretária de Estado da Saúde, distinção instituída em homenagem ao médico reconhecido como o “Pai da Podologia” em Portugal.