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Mariana Machado em quinto lugar na Taça da Europa dos 10.000 metros

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© Sportmedia
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Mariana Machado, atleta de Braga, ficou em quinto lugar na Taça da Europa dos 10.000 metros, que se realizou este sábado, em La Spezia, Itália.

A bracarense, que competiu ao serviço da Seleção Nacional, terminou a prova com o tempo de 32.11,96 minutos.

Mariana Machado estabeleceu ainda um novo recorde pessoal nos 10.000 metros em pista.

Casamento, espetáculo de fogo, videomapping e funeral encerram Braga Romana

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© CM Braga
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O Casamento Romano, um espetáculo de fogo, videomapping e o Funeral Romano são os espetáculos deste domingo que encerram a XXII edição da Braga Romana.

O dia de hoje contará com o Casamento Romano, um dos momentos mais participados do evento, às 17:00, na Praça do Município. Esta recriação histórica era um dos rituais de maior importância da Roma Antiga e de Bracara Augusta.

O Funeral Romano realiza-se às 21:00, no Rossio da Sé. Esta será uma recriação cénica de um ritual funerário romano, desde a exposição do corpo e a velação pública até ao cortejo fúnebre pelas principais vias da cidade.

O espetáculo de fogo “Rirual dos Quatro Elementos” decorrerá às 22:10 e o videomapping “As Origens de uma Cidade” às 22:30 o videomapping, ambos no Rossio da Sé.

Margarida Pereira é a nova Provedora do Idoso de Guimarães

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© CM Guimarães
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Margarida Pereira é a nova Provedora do Idoso de Guimarães, Margarida Pereira. Ricardo Araújo destacou o papel que a Provedora terá enquanto garante dos direitos dos seniores, mas também na identificação de problemas, sugestões e melhorias.

Ricardo Araújo justificou a escolha destacando “o profissionalismo, a competência, a responsabilidade e a dedicação” da nova provedora, mostrando-se certo de que Margarida Pereira “cumprirá com muito zelo e com bons resultados esta função”.

Na sessão, o edil começou por agradecer o trabalho desenvolvido pelo anterior Provedor do Idoso, José Lopes, sublinhando “o profundo agradecimento do Município a um homem que ao longo da sua vida teve a oportunidade de prestar grandes serviços públicos em diferentes funções”. Ricardo Araújo destacou ainda que José Lopes exerceu o cargo “com muita dedicação, mesmo em tempos particularmente difíceis”.

Dirigindo-se à nova Provedora do Idoso, o autarca garantiu total disponibilidade do Município para apoiar o exercício das novas funções. Ricardo Araújo realçou a importância do cargo e destacou a prioridade atribuída pelo Município às políticas dirigidas à população sénior. “Temos que garantir que o concelho de Guimarães é um concelho amigo e bom para os nossos idosos”, afirmou.

O Presidente da Câmara defendeu ainda que é responsabilidade das entidades públicas e das instituições sociais “garantir que os nossos seniores consigam ter oportunidade de aumentar a qualidade de vida, de acompanhamento, de atividade cultural, social e recreativa”, promovendo respostas que permitam combater o isolamento e reforçar o bem-estar da população mais envelhecida.

Na sua intervenção, Margarida Pereira revelou ter recebido o convite “com enorme orgulho” e explicou que aceitou a função “com o único objetivo de servir”. A nova Provedora do Idoso destacou ainda a confiança depositada no Executivo Municipal, afirmando que “Guimarães tem a sorte de ter como responsável máximo do concelho uma pessoa que pratica o que diz e cumpre o que promete”, sublinhando que essa confiança contribuiu para aceitar o desafio.

Margarida Pereira comprometeu-se ainda a “exercer o cargo com empenho e espírito de missão”, colocando-se “à disposição das solicitações dos idosos, no que respeita aos seus direitos de segurança e qualidade de vida”, assumindo também a colaboração próxima com a Comissão de Proteção ao Idoso.

Já Eduardo Duque, Presidente da CPI, destacou a importância de escutar a população sénior na definição das políticas públicas. “Vamos ouvir os idosos, vamos atendê-los, e, a partir daí, definir o que é o melhor”, afirmou, defendendo que as respostas dirigidas aos mais velhos devem estar centradas nas suas necessidades reais e expectativas.

Na reta final da sessão, Ricardo Araújo reforçou que o Município pretende garantir que os idosos “possam ter um canal direto e fácil para comunicar com o Município”. O autarca concluiu a consolidar a importância que o Município atribui aos seus seniores, assegurando que Guimarães quer continuar a construir “qualidade de vida para todos os vimaranenses”.

Escolas cheias, trânsito caótico e crescimento urbano: Braga precisa de uma nova visão educativa

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© Cristina Fontes
© Cristina Fontes

Já aqui escrevi sobre a importância estratégica da Carta Educativa para o futuro do concelho de Braga. O tema voltou, aliás, a assumir particular relevância na primeira reunião da Comissão Permanente de Educação, Cultura, Desporto e Juventude, da qual faço parte, onde foi unânime entre os presentes a necessidade de a conhecer, discutir e analisar. Essa preocupação não surgiu por acaso. Num território em rápido crescimento e transformação, adiar decisões estruturantes na área da educação significa, inevitavelmente, aumentar problemas futuros. Na referida reunião, a senhora vereadora assegurou que o documento se encontra em fase final de revisão de alguns aspetos técnicos e que a sua apresentação deverá acontecer em breve. Espera-se, por isso, que esta nova Carta Educativa não se limite a atualizar dados administrativos, mas que traduza uma verdadeira visão estratégica para a próxima década. A sua revisão representa um momento decisivo para o concelho, não apenas porque a Educação continua a ser um dos principais fatores de coesão e desenvolvimento territorial, mas porque Braga mudou profundamente e continua a mudar a um ritmo que dificilmente é compatível com instrumentos de planeamento lentos, rígidos ou excessivamente burocráticos.

A atual rede escolar foi desenhada a partir de pressupostos demográficos, urbanísticos e pedagógicos que hoje estão parcialmente ultrapassados. Há freguesias que perderam população e outras que cresceram muito acima do esperado. Há zonas habitacionais novas, pressão imobiliária crescente e um aumento significativo de população migrante e jovem em determinadas áreas do concelho. Continuar a planear a educação com base numa fotografia de há dez anos é um erro técnico e político. Assim, uma Carta Educativa não pode ser um documento que reage tarde aos problemas, mas que os antecipa. Deve prever onde haverá pressão escolar antes de ela acontecer, onde serão necessários novos equipamentos, onde faz sentido ampliar escolas existentes e onde a reorganização da rede pode melhorar verdadeiramente as respostas educativas.

A futura Carta Educativa terá inevitavelmente de ser pensada em articulação direta com o novo Plano Diretor Municipal. Durante demasiado tempo, Urbanismo e Educação foram tratados como áreas paralelas, quando deveriam funcionar como vasos comunicantes. Não faz sentido permitir crescimento habitacional intenso em determinadas zonas sem prever previamente capacidade escolar adequada. O resultado será haver escolas sobrelotadas, falta de espaços, trânsito caótico e perda de qualidade educativa. O planeamento educativo não pode continuar a chegar depois do betão.

Há ainda um segundo eixo essencial que tem sido pouco discutido e que passa pela integração plena da Educação Física no 1.º ciclo. Se esta área for efetivamente reforçada, como tudo indica que venha a acontecer, muitas escolas do 1.º ciclo simplesmente não possuem infraestruturas adequadas. Algumas não têm espaços cobertos, outras possuem recreios exíguos e várias foram concebidas numa lógica minimalista que já não responde às exigências atuais. Há escolas onde a educação física é lecionada na cantina, onde horas depois os alunos almoçam.

Temos, pois, de fazer uma reflexão séria. Deve-se continuar a dispersar pequenas escolas sem condições ou apostar em centros escolares mais robustos e equipados? A resposta não é simples, obviamente. O discurso fácil da “proximidade” ignora frequentemente a qualidade das condições oferecidas. Porém, a lógica puramente economicista da concentração também destrói identidade local e aumenta dependência automóvel. A Carta Educativa terá de encontrar um equilíbrio inteligente entre escala, qualidade pedagógica e proximidade territorial.

Outro debate que Braga não poderá evitar é a eventual fusão entre 1.º e 2.º ciclos. A existência de estabelecimentos integrados pode permitir maior estabilidade pedagógica, continuidade curricular e melhor gestão de recursos humanos e físicos. No entanto, implementar esta solução implica reorganizar profundamente a rede escolar, rever edifícios, redefinir áreas de influência e abandonar modelos existentes.

Todavia, talvez o maior desafio esteja hoje nas escolas secundárias do centro da cidade. A pressão sobre estabelecimentos como a Escola Secundária Sá de Miranda, a Escola Secundária D. Maria, a Escola Secundária Alberto Sampaio ou a Escola Secundária Carlos Amarante é evidente. Braga continua a concentrar grande parte do ensino secundário na malha urbana, enquanto muitas escolas periféricas mantêm apenas oferta até ao básico. Esta organização talvez tenha feito sentido noutra realidade demográfica e de mobilidade, mas hoje, começa a revelar sinais claros de saturação.

É legítimo questionar se algumas escolas secundárias do centro deveriam deixar de ter ensino básico, libertando espaço e especializando-se verdadeiramente no secundário. Também é legítimo perguntar se determinadas escolas da periferia deveriam passar a oferecer ensino secundário, aproximando os alunos das suas zonas de residência. Nenhuma destas soluções é isenta de problemas. Retirar o básico das escolas centrais pode gerar resistência social e obrigar a reorganizações complexas. Criar secundário na periferia exige investimento significativo. No entanto, continuar tudo como está parece a pior opção.

Esta discussão já não é apenas educativa, mas é também urbanística e ambiental. Grande parte do congestionamento diário de Braga está ligada aos fluxos escolares. Os alunos mais velhos utilizam frequentemente transportes públicos, deslocam-se a pé, de bicicleta ou trotinete. Já os mais novos dependem muitas vezes do automóvel dos pais. Concentrar milhares de crianças e jovens no centro urbano em horários semelhantes contribui diretamente para o caos rodoviário que Braga vive diariamente. Uma rede escolar mais distribuída territorialmente poderia reduzir deslocações pendulares concentradas e aliviar pressão sobre o centro da cidade.

A futura Carta Educativa terá, portanto, de deixar de ser apenas um documento técnico sobre escolas. Terá de ser uma visão integrada sobre mobilidade, urbanismo, demografia e qualidade de vida. Se for apenas uma revisão burocrática da rede existente, chegará atrasada antes mesmo de entrar em vigor.

UHF na Concentração do Moto Clube de Braga

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© UHF
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A 29ª Concentração do Moto Clube de Braga vai decorrer de 19 a 21 de junho no Estádio Municipal de Braga.

O cartaz foi anunciado pela organização e contará com o concerto da banda UHF. O XVIII Encontro Nacional de Mini Hondas será também inserido na programação.

“Pára tudo! Falta menos de um mês para o grande evento do MCB. XXIX Concentração do Moto Clube De Braga. Nunca é tarde para anunciar o cartaz. Assim, deixamos aqui uma amostra daquilo que temos para vos apresentar, na certeza de que que a festa não se faz sem vocês! O nosso esforço em garantir um cartaz convidativo está feito, agora falta a vossa presença. Ninguém se vai arrepender!!”, convidou o Moto Clube De Braga.

Programa

19 de junho (sexta-feira)

  • Wal DJ’s
  • Hotshots
  • Flashback

20 de junho (sábado)

  • ACUKO
  • Hotshots
  • On The Road
  • UHF

Ex-Presidente da Associação Espaço Jacobeus homenageado pela sua dedicação ao Caminho de Santiago

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© Associação Espaço Jacobeus
© Associação Espaço Jacobeus

O ex-presidente da Associação Espaço Jacobeus, António Devesa, foi homenageado durante o IV Fórum Peregrino, que decorreu em Albergaria-a-Velha, como exemplo de dedicação e hospitalidade no Caminho de Santiago.

O homenageado cumpriu a primeira peregrinação a Santiago de Compostela em 2010 e foi profundamente tocado pela espiritualidade do Caminho. Por isso, decidiu dedicar a sua vida a apoiar os peregrinos e a promover e divulgar este itinerário jacobeu.

Nos anos seguintes, entre muitos outros cargos que exerceu e ainda exerce, foi presidente da Associação Espaço Jacobeus durante vários mandatos e hospitaleiro, uma função que desempenha atualmente no Albergue Virgem Peregrina, em Pontevedra (Galiza).

“É uma enorme honra estar aqui entre peregrinos, com o coração a transbordar de alegria e gratidão”, disse António Devesa, depois de receber a distinção, na sexta-feira, dia 22, durante o IV Fórum Peregrino, uma iniciativa da Federação Portuguesa do Caminho de Santiago.

O peregrino e hospitaleiro de Santiago de Compostela considerou o momento como “uma homenagem a todos os que, voluntariamente, ajudam os peregrinos no Caminho e são muitos: responsáveis diretivos, hospitaleiros e muitos mais que, anonimamente, contribuem para que os valores do Apóstolo Santiago sejam divulgados e, sobretudo, vividos”.

O ex-presidente da Associação Espaço Jacobeus dedicou “uma palavra especial aos amigos peregrinos da Galiza”, presentes na assistência, para demonstrar que “o Caminho proporciona-nos grandes amizades, independentemente das nacionalidades, porque o importante mesmo é a condição de peregrino”.

“Costumo dizer que o importante não é fazer o Caminho ou a chegada a Santiago, o importante, de verdade, são as companhias que temos o privilégio de beneficiar no Caminho”, salientou António Devesa, agradecendo “a todos os que contribuíram” para a sua “ligação ao Caminho” e o “ajudaram a peregrinar”.

O presidente da Associação dos Amigos do Caminho Português a Santiago, Celestino Lores, recordou “as muitas peregrinações, caminhadas e eventos” em que partilhou “o amor ao caminho, aos peregrinos e o trabalho voluntário” com António Devesa.

“É uma pessoa que está no caminho, com os peregrinos. É capaz de estar dois meses a trabalhar, curando as maleitas aos peregrinos ou a ir no seu carro levar algum ao hospital ou a qualquer lugar que ele deseje”, adiantou Celestino Lores, destacando que António Devesa “é uma pessoa que vive, que trabalha, que quer e que tem valores cristãos”.

A presidente da Federação Portuguesa do Caminho de Santiago, Ana Rita Dias, considerou que António Devesa, “além de um grande peregrino, que ajuda o próximo, seja em que circunstância for, é também uma pessoa que reconhece o trabalho” daqueles que se dedicam a este Caminho.

Para Ana Rita Dias, “é uma pessoa que merece ser reconhecida por tudo aquilo que faz em prol do Caminho, do próximo, em prol da grandeza do Caminho de Santiago e da grande amizade que se cria dentro deste Caminho”.

“António Devesa consegue ser uma pessoa que desperta a curiosidade, o sentimento sobre o Caminho de Santiago e, ao mesmo tempo, consegue-nos fazer ver o que realmente é preciso trabalhar e aquilo que devemos ser quando estamos a trabalhar no Caminho de Santiago”, concluiu a presidente da Federação Portuguesa do Caminho de Santiago.

Europa: A Decadência de uma Civilização em Nome de uma Utopia Vazia

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© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

A Europa contemporânea vive uma crise que já não é apenas política, económica ou institucional. Vive uma crise de identidade, de verdade e de coragem. Uma decadência silenciosa, lenta e profundamente perigosa, escondida sob discursos sofisticados sobre progresso, inclusão e justiça social, enquanto os pilares fundamentais da civilização europeia vão sendo corroídos diante dos olhos de todos.

Durante décadas, a esquerda europeia apropriou-se da linguagem moral da compaixão, da igualdade e dos direitos humanos, apresentando-se como a consciência ética das democracias ocidentais. Porém, aquilo que hoje domina grande parte das estruturas políticas europeias pouco tem de socialista no sentido nobre da palavra e muito tem de um modelo oligárquico, burocrático e ideologicamente manipulador, onde o povo serve cada vez mais para pagar, obedecer e calar.

O socialismo prometia justiça social, o que muitos países europeus receberam foi uma máquina fiscal sufocante, um Estado hipertrofiado, uma dependência estrutural de subsídios e uma elite política profissionalizada que vive desligada da realidade do cidadão comum. Em nome da igualdade, destruiu-se o mérito, em nome da tolerância, promoveu-se a censura moral, em nome da solidariedade, construiu-se um sistema onde quem trabalha sente-se cada vez mais castigado e quem governa parece viver acima de qualquer consequência.

O problema já não é apenas a corrupção financeira, essa sempre existiu, o verdadeiro drama europeu é a corrupção ética e intelectual.

Corromperam-se os princípios, a verdade, corrompeu-se o significado das palavras.

Hoje, fala-se de democracia enquanto se despreza a vontade popular sempre que ela contraria determinadas agendas ideológicas. Fala-se de liberdade enquanto se condiciona o pensamento através do medo do julgamento social, mediático ou institucional. Fala-se de transparência enquanto milhões desaparecem em estruturas opacas, contratos obscuros, favorecimentos partidários e jogos de influência protegidos por redes políticas internacionais.

Criou-se uma aristocracia ideológica que já não representa trabalhadores, famílias ou comunidades, representa interesses partidários, estruturas supranacionais, carreiras políticas e um modelo tecnocrático onde os cidadãos são tratados como números estatísticos e não como seres humanos com cultura, identidade, história e raízes.

A União Europeia, que poderia ter sido um espaço de cooperação soberana entre povos livres, transformou-se progressivamente num mecanismo centralizador que impõe normas, condiciona economias, interfere em políticas nacionais e enfraquece a autonomia democrática dos Estados. Muitos governos nacionais tornaram-se meros executores administrativos de orientações definidas por estruturas distantes da realidade dos povos.

E enquanto isso acontece, a Europa envelhece, perde competitividade, destrói sectores produtivos, abandona agricultores, asfixia pequenas empresas, aumenta a dependência externa e alimenta conflitos sociais cada vez mais profundos. A classe média, que sempre foi o verdadeiro motor da estabilidade europeia, está a desaparecer lentamente entre impostos insuportáveis, precariedade crescente e um custo de vida que transforma a sobrevivência num privilégio.

Ao mesmo tempo, uma parte significativa da esquerda europeia parece mais preocupada em reescrever símbolos, controlar linguagens e impor narrativas culturais do que em resolver problemas reais: – habitação inacessível, insegurança, degradação dos serviços públicos, crise demográfica, colapso da natalidade, perda de poder de compra e destruição do tecido familiar.

E talvez o mais inquietante seja isto, muitos dos que governam parecem incapazes de reconhecer a gravidade do momento histórico. Vivem encerrados em bolhas ideológicas, protegidos por privilégios institucionais e rodeados por discursos cuidadosamente construídos para transformar qualquer crítica em extremismo, ignorância ou ameaça democrática.

Mas a História ensina uma verdade dura, nenhuma civilização resiste quando deixa de acreditar em si própria.

Nenhum império caiu apenas por causa dos inimigos externos, caiu quando a decadência moral se tornou mais forte do que a coragem colectiva, caiu quando as elites passaram a desprezar o povo, caiu quando a verdade deixou de importar e o poder passou a justificar tudo.

A Europa corre hoje esse risco.

Porque uma sociedade que destrói as suas raízes culturais, enfraquece a família, banaliza a corrupção, persegue o mérito, sufoca a liberdade de pensamento e transforma cidadãos livres em dependentes permanentes do Estado não está a construir progresso, está lentamente a preparar o seu próprio colapso.

E talvez a pergunta mais importante já não seja que Europa estamos a deixar aos nossos filhos.

Talvez a verdadeira pergunta seja ainda mais dolorosa: 

– Quando os nossos filhos forem adultos, ainda reconhecerão a Europa como uma civilização de homens e mulheres livres… ou apenas como um território administrado por elites sem alma, sem identidade e sem futuro?

Braga: Conhecidos os vencedores do passatempo para o concerto de tributo aos ABBA

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© ABBA MIA
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A Braga TV, em parceria com a White Sounds, tem 12 bilhetes individuais de oferta para o concerto dos ABBA MIA, em tributo aos ABBA, no dia 24 de maio, às 17:30, no Forum Braga.

Vencedores:

  1. Matheus Antunes de Camargo
  2. Joaquim Peixoto
  3. Deolinda de Jesus Rodrigues
  4. Sí­lvia Lopes
  5. Rose Camarinha
  6. Sí­lvia Fernandes
  7. Nuno Alves
  8. Lúcia Sobral
  9. Paulo Maia
  10. António Rodrigues
  11. Vítor José Lajoso
  12. Rui Dias

Batizado é o destaque deste sábado na Braga Romana

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© CM Braga
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O Batizado Romano é o grande destaque da programação deste sábado da Braga Romana. A recriação histórica realiza-se às 16:00, na Praça do Município.

A 22.ª edição da Braga Romana decorre até este domingo no centro histórico da cidade, propondo um olhar sobre o período anterior à fundação de Bracara Augusta, centrando-se no território e nas comunidades dos Bracari.

A programação completa da Braga Romana está disponível aqui.

Os Quatro e Meia e Nena vão animar Festas Antoninas em Famalicão

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© Os Quatro e Meia / Nena
© Os Quatro e Meia / Nena

As Festas Antoninas regressam a Famalicão de 5 a 13 de junho com um programa diversificado que promete levar milhares de famalicenses e visitantes ao centro da cidade. Os Quatro e Meia e Nena são os cabeças de cartaz das festividades.

Na terça-feira, dia 9 de junho, terá lugar o concerto d’Os Quatro e Meia. Já à cantora Nena caberá o grande encerramento das festas, no Parque da Devesa, na noite de 13 de junho, às 22:00, antes da sessão de fogo de artifício piromusical.