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UHF na Concentração do Moto Clube de Braga

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© UHF
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A 29ª Concentração do Moto Clube de Braga vai decorrer de 19 a 21 de junho no Estádio Municipal de Braga.

O cartaz foi anunciado pela organização e contará com o concerto da banda UHF. O XVIII Encontro Nacional de Mini Hondas será também inserido na programação.

“Pára tudo! Falta menos de um mês para o grande evento do MCB. XXIX Concentração do Moto Clube De Braga. Nunca é tarde para anunciar o cartaz. Assim, deixamos aqui uma amostra daquilo que temos para vos apresentar, na certeza de que que a festa não se faz sem vocês! O nosso esforço em garantir um cartaz convidativo está feito, agora falta a vossa presença. Ninguém se vai arrepender!!”, convidou o Moto Clube De Braga.

Programa

19 de junho (sexta-feira)

  • Wal DJ’s
  • Hotshots
  • Flashback

20 de junho (sábado)

  • ACUKO
  • Hotshots
  • On The Road
  • UHF

Ex-Presidente da Associação Espaço Jacobeus homenageado pela sua dedicação ao Caminho de Santiago

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© Associação Espaço Jacobeus
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O ex-presidente da Associação Espaço Jacobeus, António Devesa, foi homenageado durante o IV Fórum Peregrino, que decorreu em Albergaria-a-Velha, como exemplo de dedicação e hospitalidade no Caminho de Santiago.

O homenageado cumpriu a primeira peregrinação a Santiago de Compostela em 2010 e foi profundamente tocado pela espiritualidade do Caminho. Por isso, decidiu dedicar a sua vida a apoiar os peregrinos e a promover e divulgar este itinerário jacobeu.

Nos anos seguintes, entre muitos outros cargos que exerceu e ainda exerce, foi presidente da Associação Espaço Jacobeus durante vários mandatos e hospitaleiro, uma função que desempenha atualmente no Albergue Virgem Peregrina, em Pontevedra (Galiza).

“É uma enorme honra estar aqui entre peregrinos, com o coração a transbordar de alegria e gratidão”, disse António Devesa, depois de receber a distinção, na sexta-feira, dia 22, durante o IV Fórum Peregrino, uma iniciativa da Federação Portuguesa do Caminho de Santiago.

O peregrino e hospitaleiro de Santiago de Compostela considerou o momento como “uma homenagem a todos os que, voluntariamente, ajudam os peregrinos no Caminho e são muitos: responsáveis diretivos, hospitaleiros e muitos mais que, anonimamente, contribuem para que os valores do Apóstolo Santiago sejam divulgados e, sobretudo, vividos”.

O ex-presidente da Associação Espaço Jacobeus dedicou “uma palavra especial aos amigos peregrinos da Galiza”, presentes na assistência, para demonstrar que “o Caminho proporciona-nos grandes amizades, independentemente das nacionalidades, porque o importante mesmo é a condição de peregrino”.

“Costumo dizer que o importante não é fazer o Caminho ou a chegada a Santiago, o importante, de verdade, são as companhias que temos o privilégio de beneficiar no Caminho”, salientou António Devesa, agradecendo “a todos os que contribuíram” para a sua “ligação ao Caminho” e o “ajudaram a peregrinar”.

O presidente da Associação dos Amigos do Caminho Português a Santiago, Celestino Lores, recordou “as muitas peregrinações, caminhadas e eventos” em que partilhou “o amor ao caminho, aos peregrinos e o trabalho voluntário” com António Devesa.

“É uma pessoa que está no caminho, com os peregrinos. É capaz de estar dois meses a trabalhar, curando as maleitas aos peregrinos ou a ir no seu carro levar algum ao hospital ou a qualquer lugar que ele deseje”, adiantou Celestino Lores, destacando que António Devesa “é uma pessoa que vive, que trabalha, que quer e que tem valores cristãos”.

A presidente da Federação Portuguesa do Caminho de Santiago, Ana Rita Dias, considerou que António Devesa, “além de um grande peregrino, que ajuda o próximo, seja em que circunstância for, é também uma pessoa que reconhece o trabalho” daqueles que se dedicam a este Caminho.

Para Ana Rita Dias, “é uma pessoa que merece ser reconhecida por tudo aquilo que faz em prol do Caminho, do próximo, em prol da grandeza do Caminho de Santiago e da grande amizade que se cria dentro deste Caminho”.

“António Devesa consegue ser uma pessoa que desperta a curiosidade, o sentimento sobre o Caminho de Santiago e, ao mesmo tempo, consegue-nos fazer ver o que realmente é preciso trabalhar e aquilo que devemos ser quando estamos a trabalhar no Caminho de Santiago”, concluiu a presidente da Federação Portuguesa do Caminho de Santiago.

Europa: A Decadência de uma Civilização em Nome de uma Utopia Vazia

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© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

A Europa contemporânea vive uma crise que já não é apenas política, económica ou institucional. Vive uma crise de identidade, de verdade e de coragem. Uma decadência silenciosa, lenta e profundamente perigosa, escondida sob discursos sofisticados sobre progresso, inclusão e justiça social, enquanto os pilares fundamentais da civilização europeia vão sendo corroídos diante dos olhos de todos.

Durante décadas, a esquerda europeia apropriou-se da linguagem moral da compaixão, da igualdade e dos direitos humanos, apresentando-se como a consciência ética das democracias ocidentais. Porém, aquilo que hoje domina grande parte das estruturas políticas europeias pouco tem de socialista no sentido nobre da palavra e muito tem de um modelo oligárquico, burocrático e ideologicamente manipulador, onde o povo serve cada vez mais para pagar, obedecer e calar.

O socialismo prometia justiça social, o que muitos países europeus receberam foi uma máquina fiscal sufocante, um Estado hipertrofiado, uma dependência estrutural de subsídios e uma elite política profissionalizada que vive desligada da realidade do cidadão comum. Em nome da igualdade, destruiu-se o mérito, em nome da tolerância, promoveu-se a censura moral, em nome da solidariedade, construiu-se um sistema onde quem trabalha sente-se cada vez mais castigado e quem governa parece viver acima de qualquer consequência.

O problema já não é apenas a corrupção financeira, essa sempre existiu, o verdadeiro drama europeu é a corrupção ética e intelectual.

Corromperam-se os princípios, a verdade, corrompeu-se o significado das palavras.

Hoje, fala-se de democracia enquanto se despreza a vontade popular sempre que ela contraria determinadas agendas ideológicas. Fala-se de liberdade enquanto se condiciona o pensamento através do medo do julgamento social, mediático ou institucional. Fala-se de transparência enquanto milhões desaparecem em estruturas opacas, contratos obscuros, favorecimentos partidários e jogos de influência protegidos por redes políticas internacionais.

Criou-se uma aristocracia ideológica que já não representa trabalhadores, famílias ou comunidades, representa interesses partidários, estruturas supranacionais, carreiras políticas e um modelo tecnocrático onde os cidadãos são tratados como números estatísticos e não como seres humanos com cultura, identidade, história e raízes.

A União Europeia, que poderia ter sido um espaço de cooperação soberana entre povos livres, transformou-se progressivamente num mecanismo centralizador que impõe normas, condiciona economias, interfere em políticas nacionais e enfraquece a autonomia democrática dos Estados. Muitos governos nacionais tornaram-se meros executores administrativos de orientações definidas por estruturas distantes da realidade dos povos.

E enquanto isso acontece, a Europa envelhece, perde competitividade, destrói sectores produtivos, abandona agricultores, asfixia pequenas empresas, aumenta a dependência externa e alimenta conflitos sociais cada vez mais profundos. A classe média, que sempre foi o verdadeiro motor da estabilidade europeia, está a desaparecer lentamente entre impostos insuportáveis, precariedade crescente e um custo de vida que transforma a sobrevivência num privilégio.

Ao mesmo tempo, uma parte significativa da esquerda europeia parece mais preocupada em reescrever símbolos, controlar linguagens e impor narrativas culturais do que em resolver problemas reais: – habitação inacessível, insegurança, degradação dos serviços públicos, crise demográfica, colapso da natalidade, perda de poder de compra e destruição do tecido familiar.

E talvez o mais inquietante seja isto, muitos dos que governam parecem incapazes de reconhecer a gravidade do momento histórico. Vivem encerrados em bolhas ideológicas, protegidos por privilégios institucionais e rodeados por discursos cuidadosamente construídos para transformar qualquer crítica em extremismo, ignorância ou ameaça democrática.

Mas a História ensina uma verdade dura, nenhuma civilização resiste quando deixa de acreditar em si própria.

Nenhum império caiu apenas por causa dos inimigos externos, caiu quando a decadência moral se tornou mais forte do que a coragem colectiva, caiu quando as elites passaram a desprezar o povo, caiu quando a verdade deixou de importar e o poder passou a justificar tudo.

A Europa corre hoje esse risco.

Porque uma sociedade que destrói as suas raízes culturais, enfraquece a família, banaliza a corrupção, persegue o mérito, sufoca a liberdade de pensamento e transforma cidadãos livres em dependentes permanentes do Estado não está a construir progresso, está lentamente a preparar o seu próprio colapso.

E talvez a pergunta mais importante já não seja que Europa estamos a deixar aos nossos filhos.

Talvez a verdadeira pergunta seja ainda mais dolorosa: 

– Quando os nossos filhos forem adultos, ainda reconhecerão a Europa como uma civilização de homens e mulheres livres… ou apenas como um território administrado por elites sem alma, sem identidade e sem futuro?

Braga: Conhecidos os vencedores do passatempo para o concerto de tributo aos ABBA

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© ABBA MIA
© ABBA MIA

A Braga TV, em parceria com a White Sounds, tem 12 bilhetes individuais de oferta para o concerto dos ABBA MIA, em tributo aos ABBA, no dia 24 de maio, às 17:30, no Forum Braga.

Vencedores:

  1. Matheus Antunes de Camargo
  2. Joaquim Peixoto
  3. Deolinda de Jesus Rodrigues
  4. Sí­lvia Lopes
  5. Rose Camarinha
  6. Sí­lvia Fernandes
  7. Nuno Alves
  8. Lúcia Sobral
  9. Paulo Maia
  10. António Rodrigues
  11. Vítor José Lajoso
  12. Rui Dias

Batizado é o destaque deste sábado na Braga Romana

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© CM Braga
© CM Braga

O Batizado Romano é o grande destaque da programação deste sábado da Braga Romana. A recriação histórica realiza-se às 16:00, na Praça do Município.

A 22.ª edição da Braga Romana decorre até este domingo no centro histórico da cidade, propondo um olhar sobre o período anterior à fundação de Bracara Augusta, centrando-se no território e nas comunidades dos Bracari.

A programação completa da Braga Romana está disponível aqui.

Os Quatro e Meia e Nena vão animar Festas Antoninas em Famalicão

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© Os Quatro e Meia / Nena
© Os Quatro e Meia / Nena

As Festas Antoninas regressam a Famalicão de 5 a 13 de junho com um programa diversificado que promete levar milhares de famalicenses e visitantes ao centro da cidade. Os Quatro e Meia e Nena são os cabeças de cartaz das festividades.

Na terça-feira, dia 9 de junho, terá lugar o concerto d’Os Quatro e Meia. Já à cantora Nena caberá o grande encerramento das festas, no Parque da Devesa, na noite de 13 de junho, às 22:00, antes da sessão de fogo de artifício piromusical.

Famalicão em contagem decrescente para as Antoninas

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© CM Famalicão
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As Festas Antoninas regressam a Famalicão de 5 a 13 de junho com um programa diversificado que junta mais de uma centena de associações e milhares de famalicenses e visitantes.

O ponto alto acontece na grande noite de 12 de junho, com o Desfile das Marchas Antoninas, pelas 21:15. São 10 as associações marchantes que, este ano, inspiradas pelo tema “Antoninas – Património Cultural Imaterial de Portugal”. A noite culminará com as fogueiras de Santo António, à meia-noite.

O público verá desfilar pelas artérias da cidade a Associação do Coração – Vale São Cosme, a Associação Recreativa e Cultural Sentir a Terra – Gondifelos/Outiz, a Associação Unidos de Avidos, a Associação Recreativa e Cultural de Antas, o GARRA – Grupo Associativo e Recreativo Ribeirão em Ação, o LACS – Associação Cultural S. Salvador da Lagoa, a Associação Cultural e Recreativa S. Pedro de Riba D’Ave, a Associação Recreativa e Cultural Flor do Monte – Carreira, a Associação Desportiva e Cultural de S. Martinho de Brufe e o Grupo Recreativo Vale S. Martinho.

A festa dos marchantes começa logo no arranque das Antoninas, na tarde de 5 de junho, com as Marchas Antoninas Infantis. Nessa noite, Van Zee sobe ao palco da Praça D. Maria II, pelas 22:30, seguindo-se o habitual arraial dos “Toninho’s”, dedicado aos mais jovens.

Na terça-feira, dia 9 de junho, terá lugar o concerto d’Os Quatro e Meia. Já à cantora Nena caberá o grande encerramento das festas, no Parque da Devesa, na noite de 13 de junho, às 22:00, antes da sessão de fogo de artifício piromusical.

O programa de animação e preservação das tradições inclui ainda o Festival de Cavaquinhos, a 19.ª Caminhada Camiliana “Trilho do Romantismo”, o Desfile Etnográfico e o Festival de Folclore, que dividirá vários ranchos por três palcos. A música tradicional e clássica também terá espaço com as atuações de Folk 5, Sérgio Mirra, Orquestra Sinfónica do Ave, Siga a Farra, Diapasão, Heartbreakers, Zezé Fernandes e Orquestra Pentágono.

Destaque ainda para a vertente religiosa das festas, que no dia 13 de junho, feriado municipal, cumpre tradições seculares com a Missa Solene, a distribuição do Pão de Santo António e a majestosa Procissão Solene em honra do padroeiro, a par da Música Filarmónica ao Despique na Praça D. Maria II. No plano desportivo, a programação estende-se ao longo dos dias com a Descida Mais Louca, a Prova de Atletismo do GRAL, o Street Basket 3×3, a Taça de Portugal Alex Ryu Jitsu e o ATC Basket Cup.

Como é habitual, haverá um reforço de horários e circuitos dos transportes públicos durante as festividades.

Congresso em Esposende refletiu sobre saúde integrada

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© CM Esposende
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Esposende acolheu, no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, o Congresso Interdisciplinar HUMAN4HEALTH, subordinado ao tema “Onde o Ritmo Encontra a Pausa”. O evento reuniu profissionais da comunidade médica, científica e académica num espaço de reflexão e partilha dedicado aos grandes desafios contemporâneos da saúde.

A sessão de abertura contou com a intervenção da vereadora Paula Cepa, que destacou a importância do congresso enquanto espaço de construção de conhecimento e de promoção de uma visão integrada da medicina e dos cuidados de saúde. Na sua alocução, Paula Cepa salientou que o HUMAN4HEALTH “pretende afirmar-se como um espaço de reflexão, partilha e construção de conhecimento sobre a forma como pensamos e praticamos a medicina e a saúde”, sublinhando “a pertinência do tema escolhido numa sociedade marcada pela aceleração constante dos ritmos biológicos, emocionais e sociais”.

A vereador evidenciou ainda “o caráter inovador e interdisciplinar do congresso, centrado na interligação entre o sistema cardiovascular, o sistema respiratório, o sono e a saúde mental”, defendendo uma abordagem “integrada, sistémica e rigorosamente baseada na evidência científica”.

Para Paula Cepa, compreender a relação entre estas áreas “significa integrar o corpo, a mente, o comportamento e a tecnologia numa visão mais completa da pessoa”.

Ao longo dos dois dias, o congresso promoveu o diálogo entre diferentes especialidades médicas e áreas do conhecimento, reforçando a importância da colaboração multidisciplinar na resposta aos atuais desafios na saúde e na melhoria dos cuidados prestados à população. Um dos momentos centrais do encontro residiu na sessão de posters científicos, que promoveu a partilha de investigação e da prática clínica.

A vereadora destacou também “a componente educativa e de sensibilização do evento, nomeadamente através da exposição temática dedicada ao sono da mulher”. Esta iniciativa abordou as especificidades do sono feminino nas diferentes etapas da vida e procurou sensibilizar para o impacto desta dimensão na saúde global e na qualidade de vida.

“Num tempo em que os desafios na saúde exigem respostas cada vez mais complexas, torna-se indispensável promover o diálogo entre especialidades, incentivar a colaboração entre profissionais e desenvolver novas formas de compreender e cuidar dos nossos doentes”, referiu Paula Cepa.

A responsável municipal considerou ainda que o congresso representa “uma enorme mais-valia para a promoção da ciência, da inovação e do conhecimento” , valorizando o papel da investigação, da formação contínua e da cooperação entre diferentes áreas do saber para a evolução da prática clínica.

Paula Cepa deixou um agradecimento à comissão organizadora, oradores, moderadores, parceiros e participantes, reconhecendo o contributo coletivo para a concretização de um encontro científico que promoveu o debate, a partilha de experiências e o desenvolvimento de novas perspetivas para o futuro da saúde.

O congresso dirigiu-se a um público multidisciplinar, reunindo médicos de diversas especialidades — nomeadamente Medicina Geral e Familiar, Pneumologia, Cardiologia, Psiquiatria, Neurologia e Medicina Interna —, bem como psicólogos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, especialistas em saúde mental, profissionais ligados à reabilitação, desempenho e bem-estar, investigadores das áreas biomédicas e comportamentais, e estudantes das áreas da saúde e ciências sociais. Esta diversidade de participantes reforçou o carácter interdisciplinar do HUMAN4HEALTH, promovendo a partilha de conhecimento, experiências e boas práticas entre as diferentes áreas da saúde e da investigação científica.

Guimarães investe 2,4 milhões de euros em reforço ao apoio social

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© CM Guimarães
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Foi formalizado, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), a assinatura de 94 protocolos no âmbito do Registo Municipal das Instituições de Solidariedade Social de Guimarães (RMISG), que se traduz num investimento de 2,4 milhões de euros do Município nas diversas instituições sociais do concelho.

Para o Presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo, “esta sessão não é apenas um ato de financiamento, mas é, sobretudo, um ato de reconhecimento pela responsabilidade, pela entrega e pelo serviço das instituições que trabalham todos os dias onde a vida é mais exigente”.

Os apoios municipais abrangem diferentes áreas de intervenção social, nomeadamente atividades de apoio social, promoção do envelhecimento ativo e saudável, promoção da igualdade de género, obras de requalificação, projetos sociais, equipamentos, promoção e divulgação, apoio a pessoas com deficiência, infância e juventude, aquisição de viaturas, melhoria de instalações e respostas dirigidas à população em situação de sem-abrigo.

Durante a sessão protocolar, Ricardo Araújo destacou que o RMISG “representa mais de 2,4 milhões de euros de apoio municipal”, o que sublinha a importância do trabalho desenvolvido pelas instituições sociais no território. O autarca reforçou ainda que estes apoios revestem-se de grande importância “porque chegam às instituições sociais, que trabalham todos os dias em proximidade, com respostas concretas, sobre vidas e pessoas”.

Ricardo Araújo disse ainda que este apoio traduz a opção “de colocar recursos públicos onde eles podem produzir melhores respostas, estabilidade e consequência positiva na vida dos nossos cidadãos”.

O Presidente da Câmara salientou igualmente que o Município “olhou para a rede existente, ouviu as instituições, identificou as insuficiências, percebeu onde havia condições para aumentar a resposta e assumiu o seu papel de apoiar financeiramente”. Ricardo Araújo considerou ainda que Guimarães “tem hoje uma rede social que é uma das suas maiores riquezas”, reconhecendo o papel das IPSS, associações, equipas técnicas, dirigentes e voluntários ao “conhecerem as vulnerabilidades, as dificuldades, o ritmo das famílias, as casas e as pessoas pelo nome”.

Na intervenção realizada perante os representantes das instituições sociais do concelho, o autarca salientou o compromisso do Município com uma política social de proximidade, defendendo que “podem contar com um Município presente e parceiro, com políticas sociais que não se limitam a reparar, mas que consigam antecipar problemas e respostas”.

António José Seguro vai celebrar o Dia de Portugal no Luxemburgo

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© Alain Rischard
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As celebrações, fora de Portugal, do dia 10 de junho terão, este ano, lugar no Luxemburgo. O Presidente da República reunirá com a Comunidade Portuguesa, uma das mais expressivas e dinâmicas comunidades na diáspora.

Tal iniciativa representará, segundo o Chefe de Estado, “um justo e significativo reconhecimento do papel determinante que esta comunidade tem vindo a desempenhar, de forma contínua e dedicada, no fortalecimento das relações entre Portugal e o Luxemburgo e no desenvolvimento económico, social e cultural de ambos os países”.

A convite de Suas Altezas Reais, o Grão-Duque e a Grã-Duquesa, e por ocasião desta celebração, o Presidente da República, juntamente com Margarida Maldonado Freitas, ua esposa, efetuará uma Visita Oficial ao Grão-Ducado nos próximos dias 6 a 7 de junho.

Esta visita pretende “reforçar as excelentes relações de amizade e parceria entre os dois países”.

O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, bem como Deputados à Assembleia da República, acompanharão esta deslocação.