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Braga vai receber Marcha pelos Direitos LGBTQIAPN+

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© Braga Fora do Armário
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Braga vai receber a XIV Marcha pelos Direitos LGBTQIAPN+ no próximo sábado, 30 de maio. O evento terá início às 15:30, no Parque da Ponte, e termina na Praça da República.

O mote da marcha de 2026 é “Autodeterminação é Resistência”, num ano em que “muitos dos direitos conquistados têm sido postos em causa”, segundo a organização.

Entre o caos e a autoridade: o verdadeiro significado do 28 de Maio e o fim da República

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© IL
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Há 100 anos, Portugal enveredava por uma ditadura militar que era vista por muitos como a solução para salvar o país e as suas gentes. Numa das proclamações à nação, naquele 28 de maio, o Marechal Gomes da Costa, dirigindo-se aos portugueses, afirmava que a situação do país era inadmissível e como tal defendia a necessidade de “instituir na administração do Estado a disciplina e a honradez” que há muito tinha perdido com a 1 República.

Assinalar os 100 anos do 28 de Maio de 1926 exige mais do que repetir lugares-comuns ou julgamentos fáceis. Exige, acima de tudo, honestidade intelectual. Porque a história não se analisa com slogans — analisa-se com contexto.

O golpe liderado por Gomes da Costa não pode ser reduzido a uma simples antecâmara do Estado Novo, como tantas vezes se quer fazer parecer. Essa leitura é muito confortável, mas profundamente redutora. Ignora como tal o essencial: o país que existia antes do 28 de Maio já estava em rutura. A 1 República e os seus partidos foram os principais responsáveis pelo rumo que o país tomou nas décadas seguintes.

O país estava caótico no período tardio da 1 República, os partidos digladiavam entre si e episódios de violência era uma constante.

Um desses episódios, foi a infame “Camioneta Fantasma”, na noite de 20 de outubro de 1921, e não foi um episódio isolado — foi o retrato cru de um regime em desagregação. Nessa noite foram assassinados, entre outros, António Granjo, então presidente do Ministério, bem como Machado Santos e José Carlos da Maia, dois dos nomes maiores da própria Proclamação da República. Quando um sistema político já não consegue proteger os seus próprios protagonistas, deixou de garantir o mínimo de ordem.

E esse não foi um caso único. Ao longo da década de 20, Portugal mergulhou num clima de instabilidade quase permanente. Entre 1910 e 1926 sucederam-se dezenas de governos, muitos com duração de meses, e outros de algumas semanas. Em 1926, o cenário era claro: partidos fragmentados, lideranças desacreditadas e uma descrença generalizada que era transversal a toda a sociedade, da direita à esquerda. O parlamento tornara-se portante sinónimo de bloqueio e impotência. Nas ruas, a violência política era uma constante. Como refere o historiador António José Telo, “havia dezenas de exércitos privados, porque cada grupo político tinha o seu”.

Não se tratava de uma democracia imperfeita. Tratava-se de um regime em perda acelerada de legitimidade, incapaz de responder aos problemas do país: instabilidade financeira, inflação, participação desastrosas da 1 grande guerra, dívida elevada, tensões sociais e um Estado frágil.

É neste contexto que o 28 de maio deve ser entendido. Não como um plano ideológico coerente, nem como um movimento homogéneo. Pelo contrário: reuniu sensibilidades muito distintas — da direita conservadora a setores da esquerda e correntes radicais — unidas por um diagnóstico comum: a República tinha falhado, e tinham um odio profundo ao Partido Republicano Português, o responsável pelo poder na 1 República.

E é também neste contexto que importa compreender uma ideia que hoje causa desconforto, mas que à época era amplamente discutida: a necessidade de uma solução de força. Falava-se abertamente de uma ditadura — não como um regime permanente, mas como uma solução transitória, capaz de restaurar a ordem, estabilizar as finanças, garantir segurança e pôr fim à paralisia política, abrindo depois caminho a um regresso à normalidade constitucional.

O próprio conceito de “ditadura” não carregava, para muitos, o peso negativo que hoje lhe atribuímos. No contexto europeu da altura, regimes autoritários eram uma realidade: a União Soviética na Rússia, o fascismo em Itália, a ditadura militar de Primo de Rivera em Espanha. A ideia era portanto um governo forte, capaz de decidir sem bloqueios parlamentares, era vista por muitos como uma resposta legítima a tempos de crise. Para muitos portugueses da época, a alternativa não era entre democracia e ditadura — era entre ordem e caos.

Nada disto significa ignorar o que viria depois. Significa apenas recusar leituras simplistas. O 28 de Maio não nasceu com um destino traçado. A história não é inevitável — é feita de circunstâncias, escolhas e consequências.

Por exemplo em Espanha, depois da ditadura militar de Primo de Rivera, o país voltou ao sistema democrático republicano.

O Marechal Gomes da Costa, muitas vezes reduzido a uma figura simbólica de um processo que o ultrapassou, deve também ser visto à luz do seu tempo. Não como um arquiteto de um regime futuro, mas como um homem inserido num momento de colapso político. Segundo testemunhos familiares, entrou no Palácio de Belém com poucos recursos e dele saiu praticamente na mesma condição. “Toda a gente sabe que morreu pobre”, recorda o seu bisneto, evocando as suas últimas palavras: “Amem-se uns aos outros e amem sobretudo o nosso querido Portugal, a quem eu servi e amei com a maior lealdade e dedicação.”

Talvez seja precisamente aqui que o debate se torna mais exigente. Porque é fácil julgar o passado com a tranquilidade e o conforto do presente. É fácil aplicar os valores de hoje a decisões tomadas num tempo de incerteza, insegurança, medo e desordem. O difícil — e o necessário — é compreender antes de julgar.

A história não pode ser um tribunal onde o presente condena o passado com base em critérios que este nunca conheceu. Quando o fazemos, não estamos a esclarecer — estamos a distorcer.

Como tal, devemos ser justos e rigorosos na análise da Primeira República e dos seus dirigentes, reconhecendo de forma honesta o falhanço na concretização do ideal republicano, liberal e democrático que proclamaram, bem como o papel que esse fracasso teve a moldar as décadas que se seguiram até ao 25 de Abril de 1974.

Alunos de Amares em destaque no IV Campeonato de Cálculo Mental Online Hypatiamat da CIM do Cávado

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© CM Amares
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Os alunos do concelho de Amares estiveram em destaque no IV Campeonato de Cálculo Mental Online Hypatiamat da CIM do Cávado 2025/2026.

Os amarenses alcançaram “excelentes resultados”, evidenciando “um elevado desempenho nas provas de cálculo mental e raciocínio matemático”, segundo a Câmara Municipal.

A iniciativa envolveu milhares de alunos da região e reforçou a aposta na utilização de plataformas digitais e na gamificação como ferramentas de apoio à aprendizagem da Matemática.

Promovida pelo Projeto Hypatiamat e patrocinada pela CIM do Cávado, a iniciativa contou com a participação de 3793 alunos, de 28 agrupamentos escolares dos seis municípios da CIM do Cávado. Ao longo da competição foram realizados mais de 81 mil jogos matemáticos digitais, evidenciando o forte envolvimento das escolas e dos alunos nesta iniciativa educativa.

Entre os vencedores por ano de escolaridade, os alunos de Amares conquistaram três primeiros lugares, nomeadamente Leonardo Pereira Freitas, do 1.º ano do Centro Escolar Gualdim Pais, que foi vencedor no jogo ADD; Dinis Barros São João do 2.º ano do Centro Escolar de Ferreiros, que foi vencedor no jogo SAM; e Diego Gonçalves Rodrigues, do 4.º ano do Centro Escolar de Ferreiros, tendo sido vencedor no jogo SAMD.

“Para além dos três primeiros lugares conquistados, o concelho de Amares alcançou também excelentes resultados noutras posições, evidenciando o bom desempenho global dos alunos participantes. O Município de Amares, através da vereadora da Educação, Cidália Abreu, congratula os alunos pelos resultados alcançados. Estes refletem o empenho dos estudantes, o acompanhamento dos professores, o envolvimento das famílias e o trabalho desenvolvido pelo Agrupamento de Escolas de Amares na promoção do sucesso educativo e da aprendizagem da Matemática”, sublinha a Autarquia.

O campeonato teve como principais objetivos “desenvolver competências de cálculo mental, promover o raciocínio lógico e matemático, incentivar a participação dos alunos em ambientes digitais de aprendizagem e estimular hábitos de treino matemático através da gamificação”.

Mercado Municipal recebe Moda Braga a 3 de junho

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© Daniel Pinto
© Daniel Pinto

O Mercado Municipal vai ser palco do Moda Braga que se realiza no próximo dia 3 de junho.

Organizado pela Associação Empresarial de Braga (AEB), o evento vai apresentar as tendências Primavera/Verão 2026 e “destacar o melhor do comércio local”.

O desfile terá início às 21:30 e conta com entrada livre.

Braga vai votar novo apoio e incentivo à aquisição de habitação para jovens

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O Executivo Municipal de Braga vai reunir-se na próxima sexta-feira, 29 de maio, onde irá analisar e votar 180 pontos na ordem de trabalhos.

Entre as propostas está um novo incentivo à fixação de jovens no concelho de Braga, que prevê um reembolso de 25% do IMT na aquisição de habitação.

Em análise estarão também apoios socioeducativos para criação do programa Voucher Educação para os alunos do 1º ciclo do Ensino Básico, da rede pública, do concelho de Braga, a classificação da Calçada Portuguesa de Braga como conjunto de interesse municipal, o projeto de requalificação e ampliação da Escola Básica Frei Caetano Brandão, e processos referentes à gestão Municipal, Urbanismo e Gestão do Território.

Há também uma proposta apresentada por Filipe Aguiar, vereador do Chega, que propõe a criação do Provedor Municipal do Idoso.

Freguesias de Braga desafiadas a celebrar o São João

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As freguesias do concelho foram desafiadas este ano a celebrar o São João de Braga. Este ano, a organização das festas sanjoaninas pretende descentrar as festividades a todo o concelho para viver o espírito do São João.

“Cada comunidade foi desafiada a criar um trabalho coletivo que valorize a cultura popular, a devoção e o espírito festivo sanjoanino, transformando ruas e espaços públicos em cenários de cor, memória e celebração. As instalações serão inspiradas nas tradições do São João”, disse Ana Daniela Pereira, presidente da Associação de Festas do São João de Braga.

Será ainda realizada uma visita às freguesias no dia 18 de junho para apreciar os trabalhos realizados pelas comunidades de Adaúfe, Cabreiros e Passos São Julião, Este São Pedro e Este São Mamede, Figueiredo, Guisande e Oliveira São Pedro, Merelim São Paio, Panóias e Parada de Tibães, Morreira e Trandeiras, Nogueira, Fraião e Lamaçães, Nogueiró e Tenões, Padim da Graça, Pedralva, Priscos, Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra, Sequeira e Sobreposta.

Homem de 72 anos detido em Famalicão por suspeita de provocar incêndio

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A GNR deteve um homem, de 72 anos, na última terça-feira, por suspeitas do crime de incêndio florestal, no concelho de Vila Nova de Famalicão.

Segundo a Guarda, “a detenção decorreu na sequência de um incêndio provocado por uma queima de sobrantes realizada sem o cumprimento das condições de segurança legalmente exigidas, situação que originou a propagação do fogo”.

No âmbito da ação, os militares apreenderam um engaço, uma forquilha, uma enxada, bem como acendalhas e luvas utilizadas na realização da queima.

O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de termo de identidade e residência.

A Guarda relembra que “a realização de queimas de sobrantes e queimadas está sujeita a comunicação prévia ou a pedido de autorização, conforme o regime jurídico aplicável. Ainda que devidamente autorizadas, estas ações devem ser efetuadas com o estrito cumprimento das normas de segurança definidas pelas entidades competentes, atendendo às condições meteorológicas e ao risco de incêndio rural”.

A GNR apela à população para que tenha em conta “avaliação prévia das condições meteorológicas, em particular temperatura, humidade relativa e velocidade do vento; implementação de faixas de contenção descontinuadas de combustíveis, garantindo a segregação da área de queima; disponibilização de meios de supressão imediata, nomeadamente água, ferramentas manuais e vigilância contínua durante toda a operação; extinção integral e verificação sistemática de eventuais focos remanescentes, prevenindo projeções, reacendimentos ou propagação lateral; e cumprimento das determinações da ANEPC, nomeadamente períodos de perigo, índices meteorológicos de incêndio e interdições vigentes”.

A Guarda reforça que “o incumprimento das regras de segurança na utilização do fogo em espaço rural constitui um risco elevado para pessoas, bens e para o património florestal, podendo configurar responsabilidade criminal e civil”.

“A colaboração da população, através do estrito respeito pelas normas legais e pela adoção de comportamentos preventivos, é fundamental para a mitigação do número de ignições e para a salvaguarda da segurança coletiva”, finalizou.

Antiga administradora da NASA vai dar palestra na UMinho

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Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho), em Guimarães, acolhe esta quinta-feira uma palestra de Dava Newman, professora de astronáutica do Programa Apollo do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e antiga administradora adjunta da agência espacial norte-americana NASA.

sessão tem o tema “Exploring optimistic space futures” e está agendada para as 11:30, no auditório B1.10 do campus de Azurém, sendo a entrada livre. O evento conta com a parceria do Programa MIT Portugal, da New Space Portugal e faz parte do novo ciclo “Engineering Talks”, que traz à EEUM cientistas internacionais de topo, criando oportunidades únicas para a academia e o público contactarem com conhecimento de ponta e redes globais de inovação.

Dava Newman é uma figura da engenharia aeroespacial biomédica mundial, tendo sido ainda diretora do MIT Media Lab, do MIT Portugal e contribuído para a definição da visão da NASA na exploração humana de Marte e de novas tecnologias espaciais. Foi investigadora principal em quatro missões ligadas ao vaivém espacial russo, à Estação Espacial Mir e à Estação Espacial Internacional. Soma mais de 350 publicações científicas, múltiplas patentes e é autora do fato espacial inovador BioSuit. Fundou igualmente a plataforma EarthDNA, que visa criar uma relação saudável entre pessoas, tecnologia e o planeta. Foi distinguida com o doutoramento honoris causa pela UMinho em 2023.

Vieira do Minho deu a conhecer às crianças o ciclo completo da lã

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© CM Vieira do Minho
© CM Vieira do Minho

Entre os dias 21 e 26 de maio, o concelho de Vieira do Minho foi palco da iniciativa educativa e cultural “Dar Cor à Lã”, que proporcionou uma experiência imersiva a 595 crianças da Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico do Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo.

A ação, marcada por grande participação e entusiasmo, permitiu aos mais pequenos descobrir, de forma prática e sensorial, o ciclo completo da lã — desde a sua origem animal até à transformação em fio e cor — numa verdadeira viagem pela tradição, natureza, criatividade e sustentabilidade.

A cerimónia de abertura teve lugar no dia 21 de maio, na Área de Lazer do Parque dos Moinhos, contando com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira, e dos Vereadores Carlos Mota e Sofia Rocha, num momento simbólico de valorização da iniciativa educativa e comunitária.

Já no dia 26 de maio, a atividade foi levada diretamente às escolas básicas de Rossas, Cávado e Guilhofrei, envolvendo as crianças em cada um dos estabelecimentos de ensino.

Ao longo de toda a experiência, as crianças contactaram com animais de raças autóctones da região, com especial destaque para a Bordaleira de Entre Douro e Minho, cujas fibras médias e suaves são ideais para a produção de peças resistentes, confortáveis e duradouras. As crianças compreenderam ainda que a lã é uma fibra de origem animal, obtida a partir do pelo da ovelha e do carneiro.

O percurso educativo permitiu acompanhar todas as etapas do ciclo da lã, começando pela tosquia pelo método Bowen, desenvolvido na década de 1940, caracterizado por uma abordagem fluída e coreografada que reduz o stress do animal e o esforço físico do tosquiador, através de movimentos longos, contínuos e precisos, garantindo o bem-estar animal.

Após a tosquia, a lã passou imediatamente pela desbordagem, processo de seleção e limpeza das extremidades mais sujas. Seguiram-se as etapas de lavagem, secagem e amaciamento da fibra, nas quais as crianças participaram ativamente, preparando o material para a cardação. Este processo teve como objetivo uniformizar a cor e a textura, obtendo uma mecha contínua pronta para a fiação.

As crianças conheceram ainda o processo de fiação manual e participaram no tingimento da lã, realizado com pigmentos naturais obtidos através da cozedura de cascas de cebola, demonstrando a ligação profunda entre esta atividade e os saberes tradicionais, bem como a valorização dos recursos naturais e a sustentabilidade.

Ao longo da iniciativa viveram-se também momentos de grande ternura, com a presença de um borrego (ou anho), que encantou os mais pequenos, permitindo-lhes interagir e acariciá-lo de forma espontânea e carinhosa, num gesto de proximidade com os animais e valorização do bem-estar animal.

A atividade foi promovida pela CPCJ de Vieira do Minho, com o apoio do Município, e contou com a participação do CLDS 5G “Vieira a Crescer”, em articulação com a AMIBA – Associação dos Criadores de Bovinos de Raça Barrosã, a Casa da Lã, o Município de Cabeceiras de Basto e o Agrupamento de Escolas Vieira de Araújo.

Piscinas Municipais de Vila Verde com entrada gratuita no domingo

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© CM Vila Verde
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O Complexo de Lazer de Vila Verde recebe, no próximo domingo, 31 de maio, uma celebração dedicada ao Dia Mundial da Criança e das Famílias, proporcionando uma tarde de diversão, animação e atividades para os mais pequenos. A entrada é gratuita.

As Piscinas Municipais Exteriores de Vila Verde abrem portas a partir das 14:00 para acolher crianças e famílias num ambiente pensado para “celebrar a infância e promover momentos de convívio e alegria”.

Ao longo da tarde, os participantes poderão usufruir de um conjunto diversificado de equipamentos e atividades de animação, com destaque para insufláveis, pedal go-karts, jogos, desafios, animadores e várias surpresas preparadas especialmente para os mais novos.

A iniciativa é promovida pelo Município de Vila Verde, pela Comissão de Crianças e Jovens de Vila Verde, pelo Gabinete de Infância e Famílias, pela Lazer Vila Verde e pelo Projeto SUPER’A, em parceria com a Junta de Freguesia de Vila Verde e Barbudo e com o apoio da empresa Águas do Fastio.