Início Site Página 124

Estádio Municipal de Braga é candidato às 7 Novas Maravilhas de Portugal

0
© SC Braga
© SC Braga

O Estádio Municipal de Braga está na corrida às 7 Novas Maravilhas de Portugal, na categoria Património do Século XXI.

Projetado pelo arquiteto Eduardo Souto Moura e pelo engenheiro Rui Furtado, o equipamento está inserido junto ao parque urbano implantado na encosta do Monte Castro, na periferia da área urbana de Braga.

O estádio tem capacidade para 30.286 espectadores, dispondo de duas bancadas laterais, sendo que os topos do estádio são constituídos pelo anfiteatros rupestres da encosta do monte.

As votações para as 7 Novas Maravilhas de Portugal podem ser feitas através de chamada telefónica ou pela aplicação TVI Pass, tendo cada voto o custo de um euro, acrescido de IVA.

Suspeito de provocar incêndio em Vila Verde fica em prisão preventiva

0
DR
DR

O homem de 46 anos que foi detido por ter provocado um incêndio florestal, no concelho de Vila Verde, fica em prisão preventiva.

“Em aditamento ao comunicado em apreço, informa-se que ao detido, após ter sido presente ao Tribunal Judicial de Vila Verde, foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva”, informou a GNR.

O suspeito tinha sido detido em flagrante delito, por atear fogo através de chama direta, com recurso a um isqueiro.

O Teu Kit Essencial para Trilhos de Verão: 4 Produtos que Não Podem Faltar

0
© Decathlon
© Decathlon

O verão chegou, e com ele, a vontade de calçar as botas e explorar os trilhos portugueses. Mas antes de saíres porta fora, há quatro essenciais que fazem toda a diferença entre uma saída confortável e uma aventura imprevisível. Boa notícia: não precisas de gastar uma fortuna para estar bem equipado.

1. Mochila de Caminhada 10L Arpenaz 50 – Leve, Simples, Perfeita

Para saídas de meio dia ou trilhos leves, menos é mais. A Mochila Arpenaz 50 de 10L é a companheira ideal para quem não quer sentir peso nas costas mas precisa de espaço para o essencial, água, protetor solar, um snack e uma camada extra.

  • Compacta e leve, ideal para trilhos de até 4 horas
  • Alças acolchoadas para maior conforto mesmo com carga
  • Um dos produtos mais vendidos da Decathlon PT neste verão
  • Perfeita para iniciantes e caminhantes casuais

2. Calçado de Caminhada NH50 Homem – O Primeiro Passo Certo

O calçado certo é a base de qualquer boa saída. O Calçado NH50 foi desenhado especificamente para trilhos fáceis em caminhos naturais, terrenos em terra, floresta ou litoral. Confortável desde o primeiro uso, sem necessidade de período de adaptação.

  • Sola com aderência para terrenos irregulares e terra solta
  • Design respirável, essencial nas saídas de verão
  • Indicado para quem está a começar a fazer caminhadas na natureza
  • Disponível em várias cores e tamanhos em decathlon.pt

3. Poncho de Chuva FORCLAZ MT50 – Porque o Tempo Muda Sempre

Em Portugal, mesmo nos dias de verão mais soalheiros, uma nuvem pode aparecer sem avisar, especialmente no norte e nas zonas de montanha. O Poncho de Chuva MT50 da Forclaz é leve, compacto e cabe facilmente na mochila. Quando não precisas dele, mal o sentes. Quando precisas, agradeces tê-lo trazido.

  • Proteção rápida contra chuva inesperada no trilho
  • Serve adultos (S/M) e crianças (7 a 15 anos), ideal para saídas em família
  • Compacto o suficiente para caber nos 10L da Arpenaz 50
  • Um dos destaques da secção “Os Essenciais” em decathlon.pt

4. Lanterna de Campismo BL100 – Para Quando o Trilho Se Prolonga

Saíste para uma caminhada de tarde e o tempo passou a voar? A Lanterna BL100 a pilhas com 100 lúmens garante que nunca ficas sem luz, seja para iluminar o caminho de regresso, montar o acampamento ao entardecer ou simplesmente para a segurança da tua mochila.

  • 100 lúmens de iluminação, suficiente para qualquer situação no terreno.
  • A pilhas, sem preocupações com carregadores ou USB.
  • Preço reduzido recentemente, uma das melhores relações qualidade-preço da gama.
  • Transforma uma simples caminhada numa experiência de fim de tarde ou campismo.

Pronto para explorar? Estes quatro produtos juntos custam menos do que pensas — e fazem-te sentir preparado para qualquer trilho. Descobre toda a gama de equipamento de caminhada na Decathlon.

O valor de quem sustenta o país

0
© Rui Vilaça
© Rui Vilaça

Há uma realidade, tantas vezes ignorada, que se tornou quase invisível: o país ergue-se todos os dias nas mãos de quem trabalha.

Enquanto muitos ainda dormem, já há homens e mulheres de pé. São eles que abrem portas na madrugada, que põem máquinas a funcionar, que conduzem transportes, que limpam espaços, que constroem edifícios, que cuidam de doentes, que ensinam crianças e que garantem que tudo continua a funcionar. Sem alarde, sem destaque, sustentam silenciosamente uma nação inteira.

No entanto, são precisamente esses trabalhadores que chegam ao fim do mês esmagados pela dificuldade em sobreviver.

Vivemos uma contradição cada vez mais difícil de aceitar: quem produz riqueza não a usufrui. Quem constrói casas não consegue comprar uma. Quem trabalha diariamente vive cansado, ansioso e inseguro. O esforço, outrora associado à dignidade, deixou de ser garantia de uma vida estável.

Durante anos, esta realidade foi apresentada como inevitável. Disseram-nos que salários baixos eram uma necessidade económica, que a precariedade era sinal de modernidade, que a flexibilidade equivalia a progresso. Foi-nos pedido que aceitássemos mais trabalho por menos recompensa como um dever quase moral.

Mas importa chamar as coisas pelos seus nomes.

Quando um trabalhador dedica a sua vida ao trabalho e continua na pobreza, não estamos perante modernidade, estamos perante injustiça.

Quando os lucros aumentam enquanto os direitos diminuem, não é desenvolvimento, é exploração.

Quando o medo de faltar ao trabalho por necessidade financeira se instala como regra, não há equilíbrio económico, há submissão social.

É neste contexto que surgem propostas e reformas laborais apresentadas como técnicas e inevitáveis. Contudo, para quem trabalha, a linguagem burocrática não consegue esconder o essencial: a fragilização contínua de quem sustenta a economia.

A ideia implícita parece clara: um trabalhador ideal é alguém sempre disponível, facilmente substituível e suficientemente cansado para não contestar. Alguém que aceita direitos reduzidos como se fossem benefícios e que encara a sobrevivência como algo pelo qual deve estar grato.

Mas há uma verdade impossível de apagar: sem trabalho, nada existe.

Nenhuma empresa gera riqueza sem pessoas. Nenhuma máquina opera sozinha. Nenhuma economia funciona sem o contributo direto de milhões de trabalhadores. O capital pode organizar, mas é o trabalho que cria.

Tudo o que nos rodeia, infraestruturas, serviços, tecnologia, alimentos, resulta da transformação feita pela energia humana. Ainda assim, quem a produz continua afastado da riqueza que gera.

Tal realidade levanta uma questão fundamental: como foi possível normalizar esta desigualdade?

A resposta passa, em grande parte, por uma construção social que isolou o trabalhador e lhe retirou consciência da sua força coletiva. A ideia de que cada pessoa está sozinha enfraquece qualquer capacidade de mudança.

Contudo, a história mostra o contrário.

Nenhum direito laboral relevante surgiu por concessão espontânea do poder. Cada conquista resultou de mobilização, de resistência e de recusa em aceitar condições injustas. Foram os trabalhadores, unidos, que ao longo do tempo alteraram o rumo das sociedades.

Hoje, voltamos a um ponto de tensão. Cresce a perceção de que o modelo atual não serve quem realmente sustenta o sistema. E, inevitavelmente, aproxima-se o momento em que permanecer em silêncio pesa mais do que agir.

Uma paralisação coletiva, como uma greve geral, não é apenas uma interrupção. É uma demonstração clara de onde reside a verdadeira força de um país. É a prova concreta de que o funcionamento económico depende, acima de tudo, de quem trabalha.

Existe um instante decisivo em qualquer transformação social: o momento em que o medo muda de lado. Esse momento surge quando os trabalhadores reconhecem o valor do seu contributo e a dimensão da força que representam quando unidos.

A grande questão do nosso tempo poderá não ser apenas económica, mas também de consciência. Mais do que lutar por melhores salários ou condições, está em causa o reconhecimento do papel central do trabalho na sociedade.

Importa, por isso, recuperar uma verdade essencial: o trabalhador não é uma peça numa máquina maior. Ele é a própria base dessa máquina.

E no dia em que essa consciência se generalizar, nenhuma decisão política ou económica poderá ignorar aqueles que, na prática, continuam a sustentar o mundo.

Há um momento em que o cansaço se transforma em força, e aí, tudo o que parecia imutável começa finalmente a ceder.

O Papa e a inteligência artificial sem alma

0
© Álvaro Rocha
© Álvaro Rocha

Há debates que parecem reservados aos laboratórios, às empresas tecnológicas e aos reguladores. A inteligência artificial tem sido um deles. Fala-se de modelos, dados, produtividade, investimento, competitividade, regulação e inovação. Fala-se muito de máquinas. Fala-se pouco de pessoas.

É por isso que a intervenção do Papa Leão XIV no debate sobre a inteligência artificial é relevante. Não porque a Igreja tenha respostas técnicas para os dilemas da computação moderna, mas porque coloca a pergunta que muitos preferem evitar: para que serve, afinal, esta tecnologia? E, sobretudo, a quem serve?

A inteligência artificial é hoje apresentada como a grande promessa do nosso tempo. Vai acelerar a investigação científica, transformar a medicina, revolucionar a educação, automatizar serviços, aumentar a produtividade e libertar os seres humanos de tarefas repetitivas. Tudo isto pode ser verdade. Seria ingénuo, ou mesmo irresponsável, ignorar o potencial extraordinário destas ferramentas.

Mas também seria profundamente ingénuo aceitar a narrativa segundo a qual tudo o que é tecnologicamente possível é automaticamente desejável. A história já nos ensinou que o progresso técnico, quando não é acompanhado por critérios éticos, pode produzir sociedades mais eficientes, mas não necessariamente mais humanas.

É precisamente aqui que a voz do Papa ganha importância. Ao insistir que a inteligência artificial deve ser vista antes de tudo como uma ferramenta, Leão XIV recorda algo aparentemente simples, mas muitas vezes esquecido: a tecnologia não é neutra quando entra na vida concreta das pessoas. Depende de quem a cria, de quem a controla, dos interesses que serve e dos efeitos que produz.

O problema da inteligência artificial não está apenas nos erros, nas alucinações ou nos enviesamentos dos algoritmos. Está também na forma como pode reconfigurar silenciosamente as relações humanas. Quando uma criança passa a ser educada por sistemas automáticos, quando um idoso encontra mais companhia numa máquina do que numa pessoa, quando um trabalhador é avaliado por um algoritmo que não compreende a sua realidade, quando a opinião pública é manipulada por conteúdos artificiais indistinguíveis da verdade, não estamos apenas perante uma questão tecnológica. Estamos perante uma questão civilizacional.

A grande tentação do nosso tempo é substituir o difícil pelo automático. É mais fácil delegar decisões do que formar consciência. É mais fácil gerar respostas do que cultivar pensamento. É mais fácil simular empatia do que cuidar verdadeiramente. É mais fácil produzir conteúdos do que procurar sabedoria.

A inteligência artificial pode ajudar o ser humano, mas também pode infantilizá-lo. Pode ampliar capacidades, mas também atrofiar competências. Pode democratizar conhecimento, mas também espalhar ignorância em escala industrial. Pode aproximar pessoas, mas também criar novas formas de solidão. Pode parecer humana sem nunca o ser.

A preocupação do Papa com crianças, adolescentes e pessoas vulneráveis é, por isso, particularmente importante. São eles os primeiros a sofrer as consequências de uma tecnologia desenhada para captar atenção, antecipar desejos e condicionar comportamentos. Um algoritmo que conhece fragilidades, emoções e padrões de consumo pode tornar-se um instrumento poderoso de dependência e manipulação.

O debate sobre a inteligência artificial não pode ficar entregue apenas às grandes empresas que lucram com ela. Nem pode ser reduzido a uma corrida geopolítica entre Estados Unidos, China e Europa. A pergunta decisiva não é apenas quem lidera a IA. A pergunta decisiva é que tipo de sociedade estamos a construir com ela.

Uma sociedade onde tudo é automatizado pode parecer moderna. Mas uma sociedade onde a presença humana se torna dispensável será uma sociedade mais pobre. Uma escola sem professores atentos, hospitais sem cuidado humano, tribunais dominados por sistemas opacos, empresas geridas por métricas desumanizadas e idosos acompanhados por robôs não representam necessariamente progresso. Podem representar apenas a sofisticação tecnológica do abandono.

A inteligência artificial obriga-nos a escolher. Pode ser instrumento de desenvolvimento, conhecimento e inclusão. Ou pode tornar-se uma máquina de concentração de poder, vigilância, desigualdade e desumanização. Tudo depende das regras que criarmos, dos limites que impusermos e da coragem que tivermos para afirmar que há dimensões da vida humana que não devem ser automatizadas.

O Papa não entrou no debate da inteligência artificial para travar o futuro. Entrou para lembrar que o futuro não pode ser construído contra o homem. Numa época fascinada por máquinas que escrevem, falam, pintam, aconselham e simulam sentimentos, talvez a mensagem mais necessária seja esta: a inteligência sem consciência pode ser brilhante, mas nunca será sabedoria.

E uma civilização que confunde uma coisa com a outra já começou a perder a alma.

Braga: Escola de São Lázaro está há oito anos com problemas de climatização

0
DR

Os pais e encarregados de educação dos alunos da Escola de São Lázaro, em Braga, manifestaram-se, esta manhã, a reivindicarem a reparação do sistema de climatização dentro das salas de aulas.

De acordo com a Associação de Pais, a situação alastra-se desde 2018, “altura em que a requalificação da escola foi concluída” e que as crianças estão dentro das salas de aulas “com elevadas temperaturas, uma vez que não há ar condicionado”.

“A situação foi comunicada por diversas vezes e, até ao momento, as soluções são sempre provisórias. Ainda informámos que quando o último técnico se deslocou à escola, na segunda-feira, dia 12, como por milagre, todo o ar condicionado começou a funcionar. Frisámos que ninguém pode considerar isto normal. O elemento da Câmara Municipal volta a falar na dita peça e diz que o problema está parcialmente resolvido. Ficou assumido o compromisso por parte da Câmara de realizar um estudo técnico detalhado, com um relatório a ser partilhado, e de avançar para a substituição do sistema, caso se justifique”, disse.

Rui Rocha, vereador do Iniciativa Liberal, marcou presença na manifestação dos pais, tendo questionado o presidente da Câmara Municipal na Reunião do Executivo desta sexta-feira.

“Venho da manifestação dos pais dos alunos da Escola de São Lázaro. Desde 2018, as crianças que frequentam a escola, sobretudo os alunos que frequentam a parte nova, que foi objeto de uma intervenção, estão sujeitas de calor extremo ou de frio extremo, e também de insalubridade do ar porque o sistema do ar condicionado sistematicamente não funciona. Há oito anos que os pais estão a pedir uma solução”, referiu o liberal.

João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, respondeu que teve conhecimento da avaria e que “já foi enviada uma equipa de manutenção à escola”.

“É um caso que nos preocupa e é suposto que uma escola, que está munida de um equipamento, deve funcionar e quando esse equipamento não funciona, deve ser corrigido e obviamente estamos atentos. Quando tomámos posse, o ar condicionado estava a funcionar. Nós reparámos o ar condicionado e, passado algum tempo, o ar condicionado voltou a avariar e nós voltámos a arranjar. Agora, na mudança de ciclo de verão para inverno, na trovoada da semana passada, houve uma peça que se avariou, a peça não está disponível e, portanto, não pode ser instalada porque só a teremos para a semana”, explicou o edil.

Câmara de Barcelos garante que atribuiu mais verbas às freguesias num mandato do que o PS em dois

0
© CM Barcelos
© CM Barcelos

A Câmara Municipal de Barcelos reagiu às recentes declarações do Partido Socialista, que acusou a Autarquia de “cortar 50% do apoio direto às freguesias”.

Em comunicado, o Município garante que “o compromisso assumido pelo presidente da Câmara Municipal sempre foi o de manter e reforçar o financiamento às freguesias do concelho”. “Conforme amplamente discutido em reunião de Orçamento Municipal e devidamente comunicado aos senhores presidentes das juntas de freguesia, ficou estabelecido um protocolo correspondente a 200% do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF), ou seja, o dobro da soma que o Estado central (governo da República) lhes atribui através de FFF. Ficou, também, acordado que, no âmbito desse protocolo de 200%, essa verba seria transferida por via do acordo de transferência de recursos e através do contrato interadministrativo de delegação de competências. Acresce que este executivo municipal assumiu o compromisso de atribuir uma verba adicional equivalente a um terceiro FFF por ano destinada exclusivamente a investimento/obras, de acordo com as prioridades apresentadas e critérios de coesão territorial”, refere a Câmara Municipal.

A Autarquia reforça que já deliberou, em adendas ao referido contrato, aprovadas nas reuniões de fevereiro e abril da Assembleia Municipal, “a atribuição de comparticipações financeiras no montante global de 3.891.008,33 euros, reforçando assim o compromisso assumido de atribuição de um terceiro FFF”.

“Para além disso, na próxima reunião da Assembleia Municipal, agendada para junho, será proposta a atribuição de mais uma verba adicional às juntas de freguesia, no valor de cerca de 1 milhão de euros, para investimentos prioritários na rede de saneamento. Ora, tendo em conta que o valor de um FFF do Estado central é de 2,6 milhões de euros, isto significa que, até ao final do primeiro semestre de 2026, será atribuído pelo Município de Barcelos um montante próximo do dobro, ou seja, 4.891.008,33 euros. Está assim inequivocamente demonstrado que não existe qualquer redução no apoio direto às freguesias. Bem pelo contrário. O que se verifica é um reajustamento na forma de atribuição das verbas, com um claro reforço dos montantes transferidos”, ressalva ainda.

O Município garante que “em apenas um mandato, o executivo liderado pela coligação PSD/CDS-PP/BTF atribuiu mais verbas, para além do Protocolo 200% do FFF, do que os executivos do Partido Socialista em oito anos”.

Mercado Municipal de Braga vai transmitir Brasil x Marrocos num ecrã gigante

0
DR
DR

O Mercado Municipal de Braga vai transmitir o Brasil e o Marrocos, jogo do Mundial 2026, no dia 13 de junho, às 23:00, num ecrã gigante.

Esta transmissão está integrada na programação do Arraial na Praça e conta com gastronomia e muita animação musical até às 02:00.

“O evento pretende reforçar a ligação entre culturas, dinamizar a vida cultural e social da cidade e criar um espaço aberto de celebração, música e partilha para toda a comunidade”, convidou a organização. A transmissão do jogo será igualmente aberta ao público e gratuita.

Barcelos antecipa feira semanal para quarta-feira

0
© CM Barcelos
© CM Barcelos

A próxima Feira Semanal de Barcelos vai ser antecipada para quarta-feira, dia 3 de junho, anunciou a Câmara Municipal.

A alteração deve-se ao facto de quinta-feira, 4 de junho, ser Dia de Corpo de Deus, feriado religioso.

SC Braga anuncia saída de seis jogadoras da equipa feminina

0
© SC Braga
© SC Braga

Seis jogadoras da equipa sénior de futebol feminino do SC Braga estão de saída. Mariana Campino, Íris Esgueirão, Carolina Rocha, Kailyn Dudukovic, Sydney Masur e Ágata Filipa não farão parte do plantel na próxima época.

“O Clube agradece todo o empenho, profissionalismo e dedicação com que sempre representaram o SC Braga e deseja as maiores felicidades pessoais e profissionais para o futuro”, pode ler-se numa nota publicada no site do clube.