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Braga: Tadim caminhou a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro

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© JF Tadim
© JF Tadim

A população de Tadim, em Braga, aderiu em grande número ao “Trilho das Candeias”, uma caminhada solidária promovida pela Junta de Freguesia, cujas receitas revertem integralmente a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro. O evento, que juntou o desporto à responsabilidade social, mobilizou a comunidade local.

A caminhada teve início pela manhã, no Largo de S. Bartolomeu, e contou com um percurso de 7 quilómetros, reunindo participantes de todas as idades, desde crianças a famílias. Cerca de 150 inscritos acabaram por reforçar o número de participantes face ao ano anterior.

A vertente solidária foi o foco principal desta iniciativa, mobilizando a população através da prática de exercício físico em benefício de uma causa social. Com a inscrição no trilho, cada participante recebeu uma camisola oficial do evento e água, contribuindo diretamente para o trabalho de apoio desenvolvido pela Liga.

O presidente da Junta de Freguesia, Rolando Vilaça, destacou o sucesso do evento. “É com grande satisfação que vemos a nossa comunidade mobilizar-se em grande número por uma causa tão importante. A população de Tadim demonstrou, mais uma vez, o seu espírito de união e a sua enorme generosidade. Se, por um lado, estivemos presentes para ajudar, também desfrutámos da natureza da nossa freguesia e promovemos a prática desportiva, dois objetivos que também são importantes nesta caminhada”, disse.

Gustavo Reinas dá concerto em Terras de Bouro

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© Gustavo Reinas
© Gustavo Reinas

No próximo dia 6 de junho, pelas 21:00, o Auditório Municipal de Terras de Bouro recebe a apresentação da 3.ª edição da revista “No Coração da Natureza”. A sessão de apresentação contará com um momento musical protagonizado pelo cantor Gustavo Reinas.

A revista pretende “proporcionar aos leitores uma visão mais profunda sobre a riqueza natural e humana do concelho, indo além das imagens mais emblemáticas e promovendo uma compreensão mais abrangente da paisagem. Conhecer Terras de Bouro implica perceber o ecossistema que o envolve — a fauna, a flora, a geologia — mas também compreender as pessoas, as tradições, a cultura e a fé que moldaram este território ao longo do tempo. Num mundo marcado pela rapidez do quotidiano, esta publicação convida a uma leitura tranquila e contemplativa, permitindo apreciar, sem pressas, tudo aquilo que Terras de Bouro tem para oferecer”.

Depois das duas primeiras edições, dedicadas ao Turismo de Natureza e ao Turismo Religioso, esta nova edição centra-se no Turismo Ativo e de Bem-Estar. A revista reúne textos e imagens de mais de uma dezena de colaboradores convidados, que abordam temas ligados à natureza, religião, cultura e tradições, património, ruralidade, personalidades e crónicas.

À semelhança das edições anteriores, a revista estará também disponível numa versão digital interativa, acessível através do site do Município.

Encontro Nacional de Veículos Elétricos vai realizar-se em Guimarães

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© CM Guimarães
© CM Guimarães

A Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos anunciou que o Encontro Nacional de Veículos Elétricos, terá lugar em Guimarães, nos dias 19 e 20 de setembro de 2026.

A escolha de Guimarães para receber aquele que é o maior evento nacional dedicado à mobilidade elétrica representa “o reconhecimento do percurso que o município tem vindo a desenvolver nas áreas da sustentabilidade e transição energética”.

“O facto de Guimarães assumir em 2026 o título de Capital Verde Europeia foi decisivo para a escolha da cidade anfitriã, refletindo a forte aposta do município em políticas ambientais e soluções de mobilidade mais limpas, eficientes e acessíveis”, refere a organização.

No vídeo oficial de anúncio do evento, Ricardo Araújo, Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, destacou a relevância da escolha da cidade para acolher o evento. “Guimarães é, em 2026 Capital Verde Europeia. Nesse âmbito, fomos escolhidos, e vamos receber, o Encontro Nacional de Veículos Elétricos, um dos maiores encontros nacionais e internacionais de mobilidade elétrica”, disse.

O Presidente do Conselho Diretivo da UVE, Pedro Faria, reforçou igualmente o entusiasmo em torno desta edição. “A escolha de Guimarães para o ENVE 2026 foi natural. O facto de ser Capital Verde Europeia em 2026 demonstra o compromisso da cidade com a sustentabilidade e transição energética. Estamos certos de que teremos uma edição memorável, capaz de reunir toda a comunidade da Mobilidade Elétrica”, sublinhou.

Com é habitual o ENVE irá reunir utilizadores de veículos elétricos, fabricantes automóveis, operadores de carregamento, empresas tecnológicas, entidades públicas e especialistas do setor, promovendo um programa diversificado com exposição, test-drives, debates e atividades para toda a família.

A UVE destaca ainda a relevância simbólica de Guimarães enquanto Capital Verde Europeia, referindo que “não existia melhor local para receber o ENVE 2026 e celebrar a mobilidade elétrica num contexto tão alinhado com os seus valores”.

O som da infância

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

Hoje ouvi o som da infância.

Não vinha de nenhuma cerimónia oficial, nem de qualquer discurso preparado para assinalar o Dia Mundial da Criança. Vinha de um recreio. Do riso espontâneo de um grupo de crianças que brincava, indiferente às preocupações dos adultos, aos prazos, às notícias e às inquietações que tantas vezes nos ocupam os dias.

Durante alguns instantes, parei para escutar. Naquele riso havia liberdade. Havia confiança. Havia a certeza de que o mundo é um lugar para descobrir e não um problema para resolver. Talvez seja isso que a infância representa: a extraordinária capacidade de acreditar que tudo é possível.

À medida que crescemos, vamos perdendo um pouco dessa leveza. Aprendemos a desconfiar, a medir riscos, a antecipar dificuldades. As crianças fazem o contrário. Avançam. Experimentam. Caem e levantam-se. Sonham sem pedir autorização.

Por isso, o Dia da Criança não deveria ser apenas um dia dedicado às crianças. Deveria ser também um dia dedicado aos adultos. Um dia para nos interrogarmos sobre o que estamos a fazer com a infância que nos foi confiada.

Vivemos tempos de enormes avanços tecnológicos, de comunicação instantânea e de acesso quase ilimitado à informação. Mas continuamos a enfrentar desafios profundos. Há crianças que crescem rodeadas de afeto e oportunidades. Outras crescem marcadas pela pobreza, pela solidão, pela violência ou pela ausência de respostas adequadas às suas necessidades.

Nem todas começam a corrida da vida na mesma linha de partida. E essa é uma realidade que não pode deixar ninguém indiferente.

A proteção das crianças não é apenas uma obrigação legal ou institucional. É um imperativo moral. É uma responsabilidade coletiva que começa nas famílias, continua nas escolas, passa pelas autarquias, pelas associações, pelas empresas e chega a cada cidadão.

Nenhuma comunidade pode considerar-se verdadeiramente desenvolvida se existirem crianças cujos direitos permanecem por cumprir. Há sempre mais para fazer. Há sempre uma criança que precisa de ser ouvida, apoiada ou protegida.

O futuro de um concelho não se mede apenas pelas obras que constrói ou pelos investimentos que atrai. Mede-se, sobretudo, pela forma como cuida das suas crianças. Porque são elas que herdarão aquilo que hoje estamos a construir.

Quando o dia terminar e as celebrações chegarem ao fim, ficará uma pergunta essencial: que infância estamos a oferecer às crianças do nosso tempo? A resposta não se encontra nos discursos nem nas intenções. Encontra-se nas escolhas que fazemos todos os dias. E talvez seja por isso que, neste Dia Mundial da Criança, o som mais importante não seja o das palavras dos adultos.

Talvez seja, simplesmente, o som de uma criança a rir. Porque nesse riso vive a esperança de um futuro melhor. E cabe-nos a nós, adultos, garantir que essa esperança encontra espaço para crescer, proteção para florescer e oportunidades para se cumprir.

A forma como cuidamos das crianças de hoje será sempre a medida mais justa da sociedade que queremos ser amanhã. Enquanto o som da infância continuar a ecoar entre nós, haverá esperança. Mas haverá também uma responsabilidade que não podemos ignorar.

UMinho promove cursos de verão para seis línguas

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© UMinho
© UMinho

O BabeliUM – Centro de Línguas da Universidade do Minho (UMinho), em Braga, está a organizar a iniciativa “Verão das Línguas”, disponibilizando os cursos de Alemão, Espanhol, Inglês, Italiano, Japonês e Português Língua Estrangeira. O plano formativo vai decorrer nos regimes e-learning e presencial, neste caso com aulas no campus de Gualtar, em Braga. As inscrições estão abertas até 23 de junho, havendo mais detalhes em babelium.elach.uminho.pt e pelos telefones 253 601 662 /4171.

Com esta oferta variada, o BabeliUM pretende “munir os participantes de mais competências linguísticas, dando também a conhecer alguns aspetos das culturas associadas às diferentes línguas”.

O início das aulas está agendado, na maioria das línguas, para a primeira semana de julho e os cursos de Português Língua Estrangeira começam a 29 de junho. Estas formações oferecem vários níveis de aprendizagem (A1 iniciação a C1), sendo a carga horária de 30, 48, 60 ou 72 horas; são lecionadas por falantes nativos dos diversos idiomas e com experiência de docência, proporcionando uma aprendizagem de qualidade.

A UMinho, através da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas, é pioneira no ensino superior em Portugal na introdução de cursos livres de línguas e culturas estrangeiras para o público em geral, desenvolvendo programas cada vez mais diversificados e aprendizagens em diversos formatos. O BabeliUM – Centro de Línguas, nasceu a 26 de setembro de 2009, Dia Europeu das Línguas. Além de projetos de formação e promoção do multilinguismo e multiculturalismo, presta serviços de tradução, interpretação, legendagem e revisão de textos.

Laura Taborda vence a medalha de bronze nos 3000 metros obstáculos nos Campeonatos Iberoamericanos

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© Federação Portuguesa de Atletismo
© Federação Portuguesa de Atletismo

Laura Taborda, atleta do SC Braga, conquistou a medalha de bronze na prova dos 3000 metros obstáculos, nos Campeonatos Iberoamericanos, que estão a decorrer em Lima, no Peru.

A Gverreira do Minho, em representação da Seleção Nacional, registou a marca de 9:43.82 minutos.

Presidente da República assinala Dia Mundial da Criança com apelo à proteção da infância

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© Presidência da República
© Presidência da República

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, António José Seguro dirigiu uma mensagem aos portugueses, na qual destacou a necessidade de reforçar a proteção das crianças e de garantir condições que lhes permitam “crescer com dignidade, igualdade de oportunidades e esperança”.

Na sua intervenção, o presidente da República sublinhou que “a celebração da infância deve ser também um momento de reflexão sobre a sociedade que está a ser construída para as novas gerações”. Alertando para “dados recentes sobre a realidade das crianças em Portugal”, referiu situações preocupantes de pobreza, fome, exclusão social, violência doméstica e abuso sexual.

“Por detrás de cada um destes casos há um rosto, uma infância que é forçada a enfrentar demasiado cedo o peso da adversidade”, afirmou, defendendo que “a forma como um país protege as suas crianças é uma das maiores provas da sua humanidade e maturidade democrática”.

O presidente reconheceu os progressos alcançados por Portugal na promoção dos direitos das crianças e destacou a implementação da Estratégia Única dos Direitos das Crianças e Jovens 2025-2035 como “um instrumento relevante para uma resposta pública mais eficaz. Contudo, considerou que o sucesso destas políticas depende também do envolvimento ativo de toda a sociedade”.

Na mensagem, apelou a “uma maior articulação entre instituições, comunidades, escolas e famílias”, defendendo “uma resposta mais próxima e inclusiva perante os desafios que afetam a infância”. Chamou ainda a atenção para “a necessidade de proteger particularmente as crianças em situação de vulnerabilidade, incluindo aquelas que vivem em contexto de pobreza, apresentam deficiência ou doenças crónicas, pertencem a minorias ou estão expostas à violência, ao abandono e aos riscos do ambiente digital”.

António José Seguro destacou igualmente “a importância de preservar a capacidade de sonhar das crianças”, afirmando que “proteger a infância não significa apenas responder aos problemas do presente, mas também criar condições para que cada criança possa desenvolver os seus talentos e construir o seu futuro”.

Na parte final da mensagem, deixou uma reflexão dirigida aos adultos, lembrando que “as crianças são um exemplo de acolhimento, respeito e confiança”. Defendeu que “a sociedade deve inspirar-se nesses valores para construir um país mais justo, inclusivo e solidário”.

A encerrar, dirigiu uma mensagem de felicitações a todas as crianças e respetivas famílias, assinalando “a importância desta data dedicada à infância”.

Autoridades lançam campanha de segurança rodoviária dedicada à velocidade

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© GNR
© GNR

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública realizam a sexta de onze campanhas previstas no Plano Nacional de Fiscalização de 2026, dedicada à velocidade, que se realiza entre os dias 2 e 8 de junho.

Esta ação integra ações de sensibilização, asseguradas pela ANSR, e operações de fiscalização, pela GNR e pela PSP, direcionadas para comportamentos de risco relacionados com a velocidade.

Sob o lema “Viaje sem Pressa”, esta campanha pretende “alertar os condutores para os riscos da velocidade excessiva ou inadequada às condições da via, uma das principais causas da sinistralidade rodoviária grave”.

As ações de sensibilização da ANSR decorrem em simultâneo e em coordenação com operações de fiscalização realizadas pela GNR e pela PSP, incidindo em vias e locais onde se registam níveis mais elevados de sinistralidade rodoviária associados à velocidade.

As Autoridades recordam que entre 1 de janeiro de 2022 e 31 de dezembro de 2024, a velocidade excessiva para as condições existentes esteve diretamente associada a 6.824 acidentes com vítimas, 177 vítimas mortais, 588 feridos graves e 8.396 feridos leves.

“O excesso de velocidade continua a representar a principal tipologia de infração rodoviária em Portugal Continental, correspondendo a mais de 60% do total das infrações registadas em 2025”, referem.

A ANSR, a GNR e a PSP recordam que “conduzir a velocidade adequada salva vidas e contribui para uma circulação mais segura para todos os utilizadores da estrada”.

Mês de Junho é dedicado ao Sagrado Coração de Jesus

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DR
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O mês de junho é dedicado ao Sagrado Coração de Jesus pela Igreja Católica.  Em Portugal, as Paróquias assinalam a data com novenas e celebrações especiais, especialmente na solenidade litúrgica.

O mês de junho também é dedicado aos Santos Populares: Santo António, São João Baptista, São Pedro e São Paulo.

Recorde-se que Braga festeja São João Baptista de 17 a 24 de junho com uma vasta programação cultural e religiosa. 

Distrito de Braga doou 143 toneladas de alimentos ao Banco Alimentar Contra a Fome

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O distrito de Braga doou cerca de 143 toneladas de alimentos ao Banco Alimentar Contra a Fome de Braga.

A campanha de recolha decorreu este fim de semana em 115 supermercados, mobilizando aproximadamente 3.350 voluntários, em todo o distrito.

Os 143.238 quilos de alimentos vão ser distribuídos a Instituições de Solidariedade Social, previamente selecionadas e acompanhadas ao longo de todo o ano pelo Banco Alimentar de Braga.

Durante a campanha de recolha de alimentos, o concelho de Braga destacou-se como o que mais contribuiu, com um total de 44.105 kg de alimentos recolhidos. Seguiram-se Vila Nova de Famalicão, com 25.310,5 kg, e Guimarães, com 21.280 kg.

Barcelos registou uma recolha de 13.457 kg, enquanto Fafe e Esposende contribuíram com 8.645 kg e 8.041 kg, respetivamente. Também se destacaram Vila Verde, com 6.512,5 kg, e Vizela, com 6.094 kg.

Nos restantes concelhos, os valores recolhidos foram de 3.417 kg na Póvoa de Lanhoso, 2.748 kg em Vieira do Minho, 2.199,5 kg em Cabeceiras de Basto, 795 kg em Amares e 633,5 kg em Celorico de Basto. No concelho de Terras de Bouro não foi registada qualquer recolha.

Até ao final de abril de 2026 foram já distribuídos, através de 299 instituições, 677.552,41 quilos de alimentos, que chegaram à mesa de 49.303 pessoas.