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Orquestra Filarmónica de Braga vai dar concerto no Theatro Circo a 16 de fevereiro

© Orquestra Filarmónica de Braga

A Orquestra Filarmónica de Braga vai dar um concerto que terá lugar no Theatro Circo, no próximo dia 16 de fevereiro, às 21:30.

Um concerto comemorativo da entrada no Ano Novo Chinês, com a Orquestra Filarmónica de Braga e direção musical do maestro Filipe Cunha.

iniciativa é organizada pelo Instituto Confúcio da Universidade do Minho (ICUM) e promovida pelo Município de Braga. A entrada é livre e limitada aos lugares ao dispor. Os bilhetes podem ser levantados no Theatro Circo.

Este concerto assinala uma das principais tradições da cultura chinesa e um novo ciclo de renovação, esperança e prosperidade – em 2026 celebra-se o Ano do Cavalo.

O espetáculo vai reunir obras de compositores chineses contemporâneos e melodias tradicionais, apresentadas em arranjos sinfónicos que evocam festivais e danças populares, como “Chinese New Year Overture”, “Yao Dance”, “My Country” e “The Moon Is My Heart”. Ao longo da noite, as paisagens sonoras coloridas e vivas expressarão temas globais como a alegria, a memória, a esperança e a celebração coletiva.

Encontro de culturas

O maestro Filipe Cunha refere que esta iniciativa dá continuidade à parceria de vários anos entre as entidades envolvidas, valorizando a diversidade através da música. Numa visão mais artística, destaca que o repertório previsto “é muito bonito, com enorme potencial sinfónico e de elevada exigência técnica”, conciliando melodias marcantes, ritmos contrastantes e a identidade oriental. Esta atuação tem um significado especial, ao assinalar a apresentação do terceiro disco da Orquestra Filarmónica de Braga.

Para a vereadora da Cultura do Município de Braga, Catarina Miranda, celebrar desta forma o Ano Novo Chinês é uma oportunidade ímpar para fortalecer os laços de amizade e colaboração entre as comunidades. Em parceria com o ICUM, o concelho tem o privilégio de oferecer o ensino de mandarim nas escolas públicas, promovendo o diálogo e a valorização das diversas culturas. Por isso, este concerto “reflete o compromisso contínuo com a educação, a inclusão e a partilha de saberes, enriquecendo o património cultural de todos”. 

“É um espetáculo com uma linguagem universal e capaz de unir diferentes tradições”, frisa o diretor do ICUM, António Lázaro. A iniciativa insere-se no trabalho desenvolvido por este Instituto desde 2006, levando o conhecimento, a cultura chinesa e o diálogo intercultural junto da sociedade. O responsável acrescenta que o primeiro dia do ano lunar assinala um novo ciclo: desta vez, é o Ano do Cavalo, que na tradição chinesa significa energia, dinamismo, liberdade e espírito aventureiro, estando assim associado à ação e à perseverança.

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