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Obras de reabilitação avançam na antiga escola Francisco Sanches em Braga

© CM Braga

Olga Pereira, vereadora da Câmara Municipal de Braga, visitou as obras de reabilitação da antiga escola Francisco Sanches, obra iniciada a 29 de junho de 2022, onde será criado um centro cívico de matriz cultural. A primeira fase de reabilitação do edifício representa um investimento superior a 1,7 milhões de euros, num projeto que vai transformar aquele espaço num equipamento alinhado com a estratégia cultural da cidade para 2030.

“Este equipamento será uma referência para a dinâmica cultural da cidade, um espaço de grande vitalidade cultural e irá complementar outras valências existentes no concelho. Trata-se de um edifício com cerca de 7000 m2 de área bruta de construção, com dimensão superior ao Convento do Pópulo que alberga os serviços centrais do município. Estão a ser criadas condições materiais para preservar os documentos e outros suportes que permitem a interpretação da nossa história e o nosso presente, os historiadores e outros investigadores terão à sua disposição um espaço de excelência”, explicou Olga Pereira, sublinhando que o objetivo passa por “maximizar o enorme potencial do edifício, beneficiando da sua centralidade”.

© CM Braga

Esta primeira fase de intervenção integra a reabilitação geral de todo o edifício, concretamente no que se refere a coberturas, fachadas, vãos e arranjos exteriores. O projeto contempla igualmente a preparação de todas as infra-estruturas para a implementação da segunda fase da reabilitação da antiga escola.

O edifício irá receber o Arquivo Municipal, incluindo o arquivo histórico, espólio do Museu da Imagem, da Casa dos Crivos e outros espólios culturais do Município. Serão criadas salas de consulta, uma biblioteca, uma zona de tratamento e higienização de documentos.

“Com esta intervenção, vamos permitir que o público se vá apropriando progressivamente da utilização do edifício, colocando à disposição as zonas que forem ficando disponíveis. Vamos também garantir a continuidade da utilização de algumas das estruturas que já se encontram sediadas aqui e incorporar novas dinâmicas”, concluiu Olga Pereira.

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