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Nova ministra da Administração Interna reuniu com sindicatos das Forças de Segurança

Nova reunião com as forças de segurança ficou marcada para o dia 22 de abril.

© Governo Constitucional

Durante aproximadamente duas horas de reunião, a nova ministra da Administração Interna, Margarida Blasco, recebeu uma dezena e meia de representantes dos sindicatos das Forças de Segurança.

Os representantes sindicais consideraram prioritária a atribuição do suplemento de missão, durante a reunião com a ministra.

Nas instalações do Ministério da Administração Interna, no Terreiro do Paço, foram recebidos elementos da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia; Sindicato Independente dos Agentes de Polícia; Sindicato dos Profissionais de Polícia, Sindicato Nacional da Carreira de Chefes; Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia; Sindicato Nacional da Polícia; Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública; Associação Sindical Autónoma de Polícia; Sindicato Vertical de Carreiras da Polícia, Sindicado da Polícia pela Ordem e Liberdade; Organização Sindical dos Polícias; Associação representativa dos Polícias; APG/GNR; ANG Associação Nacional de Sargentos da Guarda; ASPIG Associação Sócio Profissional Independente da Guarda; ANAG Associação Nacional Autónoma da Guarda; ANOG Associação Nacional de Oficiais da Guarda; e Associação da União da Guarda.

Durante a reunião foram referidas as propostas de dignificação e valorização das Forças de Segurança como “prioridade para o Ministério da Administração Interna”.

Ficou apontada a data de 22 de abril para uma primeira reunião formal. Até lá, o Ministério da Administração Interna diz que irá analisar “todas as materiais em causa e contributos recebidos e elaborar o protocolo e modelo negocial a propor”.

“O contributo de cada um tornará possível priorizar todas as questões levantadas relacionadas na sua grande maioria com as carreiras, condições dos equipamentos e estruturas assim como o estatuto remuneratório para, em conjunto, dignificar a carreira e o exercício das funções das Forças de Segurança Portuguesas”, refere o Ministério.

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