
A Guarda Nacional Republicana (GNR) reforçou o dispositivo de prevenção e vigilância em todo o território continental devido ao agravamento do risco de incêndio rural, motivado pela subida das temperaturas, vento forte e baixa humidade do ar.
Sob coordenação da Diretiva Integrada de Vigilância e Deteção de Incêndios Rurais, a operação contempla um aumento do patrulhamento terrestre, com uma média diária de 210 patrulhas, o apoio de 20 patrulhas das Forças Armadas e a monitorização de cerca de sete milhões de hectares através de 147 torres de videovigilância florestal. O dispositivo conta ainda com 80 postos de vigia, 23 equipas especializadas e o recurso a drones da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro e da Força Aérea.
Desde o início do ano, foram realizadas mais de 27 mil ações de vigilância, que permitiram identificar 718 suspeitos e deter 120 pessoas pelo crime de incêndio florestal. A maioria das ocorrências investigadas teve origem em comportamentos negligentes, sobretudo relacionados com queimas e queimadas.
A GNR recorda que, nos dias em que o risco é muito elevado ou máximo, é proibido realizar fogueiras, queimadas, lançar foguetes ou utilizar maquinaria sem os dispositivos de segurança obrigatórios, apelando à responsabilidade de todos para evitar incêndios rurais.


