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Filipe Aguiar destaca Misericórdia de Braga como “exemplo de gestão social que deve ser apoiado”

Autárquicas 2025.

© Chega

Filipe Aguiar, candidato à Câmara Municipal de Braga pelo CHEGA, acompanhado da sua comitiva, realizou uma visita institucional à Santa Casa da Misericórdia de Braga. A iniciativa teve como objetivo “reconhecer o papel histórico e atual desta entidade no apoio social à comunidade bracarense”.

“Fundada em 1513, a Misericórdia de Braga tem sido um verdadeiro pilar de solidariedade na cidade, com séculos de dedicação à saúde e ao serviço social. Após a nacionalização do Hospital de São Marcos em 1974, a instituição viveu um longo período afastada do seu espaço histórico, que só foi devolvido em 2012, já em estado avançado de degradação. Desde então, a instituição encetou um notável processo de reabilitação e modernização do seu património, que totaliza cerca de 47.000 m2. Hoje, a Misericórdia de Braga é responsável por projetos de referência na cidade, como o Hospital Lusíadas, áreas de hotelaria, cultura e administração. Em breve, contará com uma nova unidade de cuidados continuados com 51 camas, uma resposta essencial face à carência deste tipo de apoio na região”, refere o partido.

Durante a visita, foi destacado que “a instituição não recebe verbas provenientes da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, nem apoios diretos da autarquia bracarense”. “Trata-se de uma entidade financeiramente autónoma, que depende exclusivamente da boa gestão dos seus recursos próprios e de protocolos com o Estado em áreas como os cuidados continuados, lares e creches. Esta independência exige rigor, competência e uma forte ligação à comunidade”, sustenta o CHEGA.

A candidatura do CHEGA sublinha que “os cuidados continuados são uma urgência social em Braga, com reflexos diretos na sobrelotação do Hospital de Braga”. “Atualmente, cerca de 10% das camas hospitalares estão ocupadas por utentes que deveriam estar em unidades especializadas. Essa má afetação implica um custo diário de cerca de 500 euros por doente no hospital, quando em unidades como a da Misericórdia o custo é inferior a 120 euros ao dia, mantendo a mesma qualidade de cuidados e dignidade humana”, acrescenta.

“É urgente que o Estado e o Município atuem com inteligência e cooperação. Instituições como a Misericórdia de Braga demonstram como é possível fazer mais com menos, com humanidade e visão. Precisamos de apoiar quem está no terreno a trabalhar todos os dias por Braga”, destacou Filipe Aguiar.

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