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Cidade volta a celebrar a ilustração com mais um “Braga em Risco”

© CM Braga

De 5 a 18 de novembro, a cidade volta a celebrar a ilustração, o livro e a literatura infanto-juvenil com a realização da 6.ª edição do Braga em Risco – Encontro da Ilustração.

O evento, que pretende ser um espaço de encontro para famílias, comunidade escolar e aficionados da ilustração, conta com a participação de mais de 70 artistas nacionais e internacionais, 20 exposições, 28 oficinas do risco e mais de 50 oficinas nas escolas do concelho. Mercados de arte, visitas guiadas, apresentações de livros, masterclasses e cinema fazem também parte do programa do Braga em Risco (BER) que, este ano, assinala os centenários de Maria Ondina Braga e José Saramago e reforça a proximidade com a Galiza.

Na apresentação do evento, esta segunda-feira, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, salientou que o BER e já um evento de referência que se “entranhou na dinâmica cultural, educativa e social da cidade”. “Ao longo das últimas edições, o BER conquistou novos públicos e ganhou qualidade devido à aposta reforçada que o Município de Braga tem realizado. O BER já não é apenas uma iniciativa local, tem conquistado o seu espaço a nível nacional e internacional, graças às inúmeras parcerias que temos vindo a realizar”, afirmou o Edil, agradecendo de forma especial a colaboração da Universidade do Minho e do IPCA.

Já Pedro Seromenho, curador do evento, lembrou que Braga vai viver 14 dias dedicados à arte e à cultura, com atividades que desafiam o público a dar asas à criatividade e imaginação, e onde as letras, cores e riscos ganham espaço, cativam, refletem sentimentos, emoções e sensações.

Com um programa repleto de atividades culturais e artísticas, a 6.ª edição do BER é a mais internacional de sempre e contará com a participação de artistas de diversos países.

Estarão presentes nomes de destaque como a polaca Joanna Concejo, a francesa Nathalie Minne, a espanhola Marina Gibert, o brasileiro Alexandre Rampazo e a russa Nastya Varlamova. No total, a cidade do Risco recebe mais de 70 artistas, que se cruzam e encontram em mais de 80 oficinas de ilustração e 20 exposições individuais e coletivas.

A Casa dos Crivos, a Galeria e o Largo do Paço, o Mercado Municipal, o Museu de Imagem, a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e a Livraria Centésima Página acolherão as diversas atividades artísticas, nomeadamente exposições, oficinas do risco, workshops, masterclasses, apresentações de livros, cinema de animação, performances, visitas guiadas e concertos. Haverá ainda espaço para o mercado riscado e o mini-mercado de arte.

Ainda antes de abrir oficialmente as portas ao público, alguns artistas percorrerão as escolas bracarenses, dinamizando oficinas e residências artísticas. “Ruas do Risco” será, também, uma das principais novidades deste ano, com os diversos ilustradores a percorrerem as ruas do centro histórico (São Marcos e Souto), estimulando o gosto pela ilustração e a intervenção e o envolvimento de todos – comércio, famílias e crianças – no processo criativo.

Ciclo de concertos é novidade

Este ano, o BER inclui o INDIEGESTO, um ciclo de quatro concertos inteiramente dedicados ao melhor da música indie portuguesa. Agendados para os dias 11 e 12 de Novembro, os concertos terão lugar no Salão Medieval da Reitoria da Universidade do Minho.

Luca Argel, André Júlio Turquesa, Aníbal Zola e Arianna Cassellas Y Kauê são os nomes que preenchem o cartaz. Esta iniciativa, que conta com o apoio do Município de Braga e da Universidade do Minho, marca o início da temporada 2022/2023 da Plataforma Pandemónio, comunidade artística bracarense que conta com mais de 50 associados e uma centena de artistas envolvidos. Todos os concertos são de entrada livre mas sujeita a inscrição prévia através da plataforma EventBrite.

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