PolíticaAutárquicasCHEGA defende identidade cultural e histórica da cidade de Braga

CHEGA defende identidade cultural e histórica da cidade de Braga

Autárquicas 2025.

© Filipe Aguiar

Filipe Aguiar, candidato do CHEGA à Câmara Municipal de Braga, defende a identidade cultural e histórica da cidade.

“O Estado português define-se como laico, mas a cidade de Braga — e a freguesia da Cividade, em particular — não são abstrações: possuem uma identidade histórica, marcada pelo legado romano e episcopal, fator que justifica a preocupação crescente com a presença de um espaço adaptado à uma mesquita no coração da cidade com mais de 150 praticantes. O princípio da laicidade, inscrito na Constituição, pode servir os interesses de uma burocracia distante, mas não responde à realidade demográfica e espiritual dos bracarenses, que são esmagadoramente católicos e veem na sua fé não é apenas uma crença, mas um componente essencial do património imaterial da cidade”, refere Filipe Aguiar.

O candidato realça que “a existência de locais de culto ilegal não é um fenómeno isolado. Exemplos como o encerramento de uma mesquita improvisada em Lisboa por falta de condições de segurança e pelo impacto negativo no espaço público alertam para os riscos reais destas instalações clandestinas, que podem gerar constrangimentos na via pública e potenciar problemas de integração social”.

“É fundamental sublinhar que o CHEGA jamais aprovará a cedência de terrenos ou legitimação de mesquitas na cidade dos arcebispos. Não se trata de racismo ou discriminação, mas da defesa da matriz judaico-cristã, que faz de Braga um território verdadeiramente europeu, preservando a sua identidade espiritual. O CHEGA afirma o direito dos bracarenses de serem protagonistas do seu futuro, sem cedências acríticas a políticas multiculturalistas que desvirtuam o tecido social, tal como se observa noutros municípios onde o facilitatismo contribuiu para a perda de coesão e sentido de pertença. Braga, por tudo isto, deve recusar ser ‘mais uma Mouraria’ nem se transformar num Molenbeek Belga, onde o Estado perdeu o controlo do espaço público e da identidade local. Em vez disso, é urgente garantir a fiscalização ativa e o encerramento imediato de espaços clandestinos, promovendo a transparência, a legalidade e o respeito pela vontade dos cidadãos”, finalizou.

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