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Câmara Municipal de Guimarães formaliza protocolos do Orçamento Participativo das Escolas com investimento superior a 214 mil euros A Câmara Municipal de Guimarães formalizou, esta terça-feira, os protocolos do Orçamento Participativo das Escolas, numa cerimónia realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho. A sessão permitiu dar início à execução dos projetos vencedores da edição 2025/2026 e concluir a regularização dos procedimentos administrativos incompletos herdados das edições de 2023/2024 e 2024/2025, que aguardavam por financiamento.  “O anterior Executivo municipal lançou as anteriores edições, mobilizou as escolas, promoveu as votações e anunciou os projetos vencedores, mas não concluiu devidamente os procedimentos indispensáveis à transferência das verbas e à execução de várias dessas propostas. Os alunos fizeram a sua parte. As escolas fizeram a sua parte, mas a verdade é que faltou ao poder político levar o processo até ao fim”, explicou Ricardo Araújo.  Com a formalização destes protocolos, a gestão municipal garante a concretização de todas as iniciativas vencedoras das três edições do programa. “O atual Executivo podia ter limitado a sua responsabilidade às novas edições. Podia ter registado os processos anteriores como uma herança por resolver, explicado a sua origem e concentrado todos os recursos no programa de 2025/2026. Mas essa não foi a nossa escolha”, afirmou o Presidente da Câmara, acrescentando que foi possível definir “um modelo de execução capaz de transformar decisões antigas em resultados concretos para as escolas e para os alunos”.  Na abertura da sessão, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães destacou a forte adesão da comunidade educativa ao programa, considerando que o Orçamento Participativo das Escolas constitui um importante instrumento de cidadania ativa, participação democrática e responsabilização dos mais jovens na melhoria dos seus estabelecimentos de ensino.  “Hoje é um dia para elogiar a participação da comunidade educativa neste Orçamento Participativo. A Câmara Municipal está a garantir aquela que é a sua responsabilidade, que são os recursos financeiros necessários para a implementação dos projetos”, afirmou Ricardo Araújo.  A edição de 2025/2026 contempla 25 projetos, correspondentes a um investimento superior a 96 mil euros, que serão implementados até 30 de setembro. No âmbito da estratégia Guimarães Capital Verde Europeia 2026, os alunos foram desafiados a desenvolver propostas de sustentabilidade ambiental através da arte urbana, promovendo a participação cívica, a criatividade e o envolvimento da comunidade educativa na construção de escolas e territórios mais sustentáveis.  Além da formalização dos projetos da edição em curso, a cerimónia permitiu regularizar os procedimentos administrativos e financeiros relativos aos projetos vencedores dos anos letivos de 2023/2024 e 2024/2025, assegurando um investimento de 117 mil euros para iniciativas que aguardavam as condições necessárias para avançar. No total, será garantido um investimento superior a 214 mil euros.  “O que hoje fizemos foi corrigir uma falha do passado e cumprir a nossa responsabilidade, garantindo as condições necessárias para que os projetos possam ser implementados”, afirmou Ricardo Araújo, salientando que a concretização dos projetos é determinante para reforçar a confiança entre o Município, as escolas e os alunos.  “Estamos a falar de uma relação de compromisso e de confiança entre o Município e as nossas escolas, a nossa comunidade educativa e, particularmente, os nossos jovens. Não podemos incentivar a participação e depois falhar na concretização dos projetos”, frisou.  O Presidente da Câmara sublinhou ainda que o Orçamento Participativo das Escolas é um instrumento de cidadania ativa e que a ligação da edição deste ano à Guimarães Capital Verde Europeia 2026 reforça a importância de envolver as novas gerações na construção de um concelho mais sustentável, deixando um legado que perdure para além de 2026.  “Os alunos que participam na transformação da escola vão olhar para o território com outra atenção. Os que percebem que uma decisão coletiva pode produzir resultados tornam-se cidadãos menos conformados e mais exigentes. É essa aprendizagem que este programa pode oferecer”, concluiu.

Município garante a execução dos projetos vencedores das últimas três edições, com um investimento superior a 214 mil euros destinado às escolas do concelho.

© CM Guimarães

A Câmara Municipal de Guimarães formalizou os protocolos do Orçamento Participativo das Escolas, numa cerimónia realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, assegurando um investimento superior a 214 mil euros para a concretização dos projetos vencedores das edições de 2023/2024, 2024/2025 e 2025/2026.

A sessão marcou o arranque da execução dos projetos da edição de 2025/2026 e permitiu concluir a regularização dos procedimentos administrativos das duas edições anteriores, cujos projetos aguardavam pela transferência das verbas necessárias.

Durante a cerimónia, o presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo, afirmou que o anterior executivo não concluiu os procedimentos indispensáveis para garantir o financiamento das iniciativas já escolhidas pelas escolas. “Os alunos fizeram a sua parte. As escolas fizeram a sua parte, mas faltou ao poder político levar o processo até ao fim”, referiu.

O autarca destacou que o atual executivo optou por garantir a concretização de todos os projetos vencedores, independentemente da edição em que foram aprovados. “Podíamos ter limitado a nossa responsabilidade às novas edições, mas decidimos criar um modelo de execução que transformasse decisões antigas em resultados concretos para as escolas e para os alunos”, afirmou.

Ricardo Araújo sublinhou ainda a importância do Orçamento Participativo das Escolas como ferramenta de cidadania ativa e participação democrática, elogiando o envolvimento da comunidade educativa.

A edição de 2025/2026 contempla 25 projetos, num investimento superior a 96 mil euros, que deverão estar concluídos até 30 de setembro. No âmbito da estratégia Guimarães Capital Verde Europeia 2026, os alunos foram desafiados a apresentar propostas ligadas à sustentabilidade ambiental através da arte urbana, promovendo a criatividade, a participação cívica e o envolvimento da comunidade escolar.

Além destes projetos, o Município assegurou também um investimento de cerca de 117 mil euros para concretizar as iniciativas vencedoras dos anos letivos de 2023/2024 e 2024/2025, totalizando um apoio superior a 214 mil euros.

“O que hoje fizemos foi corrigir uma falha do passado e cumprir a nossa responsabilidade, garantindo as condições necessárias para que os projetos possam ser implementados”, afirmou Ricardo Araújo, defendendo que a concretização destas iniciativas é essencial para reforçar a confiança entre o Município, as escolas e os alunos.

O presidente da Câmara concluiu salientando que este programa vai além do financiamento de projetos, contribuindo para formar cidadãos mais participativos e conscientes. “Os alunos que participam na transformação da escola vão olhar para o território com outra atenção. Os que percebem que uma decisão coletiva pode produzir resultados tornam-se cidadãos menos conformados e mais exigentes. É essa aprendizagem que este programa pode oferecer”, concluiu.

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