
O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, visitou as obras da nova Unidade de Saúde Familiar de Esporões, localizada na Rua das Tulipas, um investimento global de cerca de 1,8 milhões de euros, financiado em 1 milhão de euros pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), sendo o restante assegurado pelo Município.
A nova unidade permitirá dar resposta a mais de 12 mil utentes, duplicando a capacidade face ao atual Centro de Saúde de Esporões, que serve cerca de seis mil pessoas. Também haverá aumento da capacidade clínica, passando de quatro para oito médicos em regime de atendimento permanente.
Durante a visita, João Rodrigues referiu que “no concelho, existem cerca de 10 mil utentes sem médico de família”, sublinhando que “esta nova infraestrutura permitirá aumentar a capacidade em cerca de seis mil utentes e, dessa forma, reduzir significativamente esse número, para menos de metade”.
“Mais importante do que a obra em si é a resposta que este equipamento vem dar à população”, sustentou o autarca, afirmando que “o impacto direto na melhoria do acesso aos cuidados de saúde”.
João Rodrigues referiu ainda que “esta intervenção se insere numa estratégia mais ampla de requalificação e construção de unidades de saúde no concelho, no âmbito do PRR, com o objetivo de promover o acesso a cuidados de saúde mais qualificados, em espaços novos ou reabilitados”.

O edifício será composto por dois pisos: uma cave destinada a estacionamento e áreas técnicas, e um piso térreo onde se concentrarão todas as áreas operacionais, incluindo gabinetes médicos, espaços de atendimento clínico, zonas administrativas e de espera.
O presidente da Câmara salientou também “o crescimento da zona de Esporões”, considerando que “este novo equipamento vem responder às necessidades de uma área em expansão, garantindo melhores condições para utentes e profissionais”.
João Rodrigues destacou ainda que “a conclusão da empreitada está prevista para 24 de agosto de 2026, prazo que o Município estima cumprir, numa altura em que muitas Câmaras Municipais estão com dificuldades em cumprir os prazos, principalmente de obras relacionadas com a saúde”.


