
Filipe Cunha, maestro de Braga, celebra 15 de carreira em 2026 com uma intensa agenda internacional. Reconhecido internacionalmente, o seu trabalho é maioritariamente desenvolvido na Europa, América e Ásia, em estreita colaboração com orquestras, instituições de ensino e projetos educativos.
O maestro trabalhou com inúmeras Orquestras Sinfónicas, Orquestras Clássicas, Orquestras de Camera, Orquestras de Sopros e outros ensembles, em diversos contextos artísticos e culturais.
A sua expressividade, o rigor e a sensibilidade, associados a uma enorme musicalidade e cuidado na preparação das obras, promovem “um fantástico ambiente de trabalho e conduzem a resultados de excelência”.
Maestro titular da Orquestra Filarmónica de Braga desde 2014, celebra este ano 15 de carreira como diretor musical, um período marcado por “um crescente desenvolvimento artístico e inúmeras colaborações internacionais”.
O seu trabalho é profundamente reconhecido no mundo artístico e tem ganho maior destaque a nível internacional com convites para dirigir orquestras, júri de concursos de direção e masterclasses, vindos de fora.
Com um perfil admirado por músicos, maestros e compositores a nível internacional tem já concertos marcados em Cuba, Brasil, Venezuela, Itália, Uzbequistão, Polónia, Espanha e Açores.


