
O Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira, recebeu recentemente uma reunião de trabalho destinada à apresentação e análise da estratégia, do dispositivo operacional e dos recursos previstos para o combate aos incêndios rurais no concelho de Vieira do Minho durante o ano de 2026.
O encontro contou com a presença da comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Ave, Celina Oliveira, do 2.º comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Ave, João Paulo Miranda da Costa, do chefe do Núcleo de Investigação da GNR, comandante José Silva, da chefe do Núcleo de Coordenação Sub-Regional do Cávado e Ave do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Manuela Freitas, do Coordenador Municipal da Proteção Civil, Nuno Monteiro, e do Presidente da Câmara Municipal de Vieira do Minho, Filipe de Oliveira.
Ao longo da reunião, as diferentes entidades apresentaram o trabalho que têm vindo a desenvolver no âmbito da prevenção e combate aos incêndios rurais, bem como as linhas estratégicas definidas para o próximo ano, reforçando “a importância da articulação e da cooperação institucional, à semelhança do que tem acontecido nos últimos anos”.
Durante a sessão, a comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Ave alertou para “as dificuldades que poderão marcar a próxima época de incêndios rurais”. Apesar de ter destacado “o trabalho positivo desenvolvido pela Proteção Civil Municipal de Vieira do Minho na redução das áreas ardidas e do número de ignições registadas no concelho nos últimos cinco anos”, sublinhou também que “essa realidade pode representar um novo fator de risco”.
Segundo explicou, “o facto de determinadas áreas não terem ardido nos últimos anos significa que existe atualmente uma maior acumulação de combustível vegetal, aumentando assim o potencial de propagação de incêndios de grande dimensão”.
Neste contexto, ficou definida a intenção de iniciar, já no final de 2026, novas diligências e ações de redução de risco no território do concelho, tendo em vista a preparação de 2027, nomeadamente através do reforço de ações de fogo controlado e de gestão de combustível florestal.


