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Universidade do Minho celebrou Dia da Cooperação Europeia

© UMinho

A Universidade do Minho comemorou ontem o Dia da Cooperação Europeia (European Cooperation Day), com sessões sobre o projeto transfronteiriço “Universidade sem Fronteiras (UNISF)”, no campus de Gualtar, e uma visita guiada à Biblioteca Pública de Braga e ao centro da cidade.

A iniciativa teve o tema geral “Youth for cooperation” e contou com intervenções da coordenadora do “UNISF” e vice-reitora para a Educação e Mobilidade Académica da UMinho, Filomena Soares, da vice-reitora para a Internacionalização da Universidade de Santiago de Compostela, María José Couso, do diretor da Fundação Centro de Estudos Euro-Regionais (CEER), Ángel Miramontes Carballada, e do gestor de projetos do Programa Interreg Espanha-Portugal (POCTEP), Rui Domingues, entre outros.

O projeto “UNISF” materializa-se neste início de ano letivo com a abertura de quatro pós-graduações conjuntas apresentadas pelas universidades da Corunha, do Minho, do Porto, de Santiago de Compostela, de Trás-os-Montes e Alto Douro e de Vigo. A oferta inclui os doutoramentos em Matemática e Aplicações e em Ciências Sociais e Envelhecimento, além dos mestrados em Desafios das Cidades e em Direito Transnacional da Empresa e das Tecnologias Digitais. Os estudantes vão ter uma rede de recursos partilhada por aquelas academias, desde docentes conceituados a literatura disponível.

Considerado pioneiro a nível europeu pelo seu perfil cooperativo, eurorregional e multidisciplinar, o “UNISF” é liderado pela UMinho e junta as seis universidades públicas do Norte de Portugal/Galiza, a par da Fundação CEER. O investimento global é de 1.99 milhões de euros, dos quais 1.49 milhões advêm dos programas comunitários Interreg, POCTEP e FEDER.

O Dia da Cooperação Europeia foi instituído pela União Europeia para mostrar, através de diversos eventos, que os seus territórios são uma mistura de culturas e economias que precisam de se aproximar para atingir o seu máximo potencial. Uma forma de aproximação é através dos programas de cooperação, que destinam mais de 10 mil milhões de euros para as regiões trabalharem juntas em desafios comuns, como inclusão, migração, ensino ou clima, permitindo assim superar disparidades e afirmando o europeísmo.

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