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Reuniões de Câmara da Póvoa de Lanhoso terão sessões descentralizadas nas freguesias

© CM Póvoa de Lanhoso

Com o objetivo de aproximar os cidadão dos eleitos, o Executivo Municipal da Póvoa de Lanhoso vai descentralizar a realização das reuniões de Câmara.

Trata-se de um modelo inovador nesta Autarquia, que inicia durante este mês de novembro. “Este primeiro passo é um sinal que quero dar de abertura, de disponibilidade, de vontade de servir as pessoas e de as ouvir. Tudo isso faz muita falta à política. E faz muita falta ao nosso concelho reaproximar as pessoas dos eleitos, de quem exerce funções de representação das populações”, explica Frederico Castro, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso.

A segunda sessão ordinária de cada mês terá lugar em cada uma das 22 freguesias e uniões de freguesias do concelho, sempre às terças-feiras às 17:30.

 “Todos os meses, queremos levar uma destas reuniões às freguesias, para as pessoas poderem estar presentes, assistir a uma reunião de Câmara e perceber o que se discute, que decisões são tomadas, qual a dinâmica de trabalho que existe e colocar os eleitos mais próximos dos eleitores para tudo aquilo que for necessário, possível e desejável”, salienta o autarca.

Com este modelo, no período correspondente ao mandato, cada freguesia poderá acolher por duas vezes a reunião de Câmara. “Penso que isso é muito bom. Poderá haver quem pense que é insuficiente, mas é um passo em frente em relação ao que tínhamos até agora”, nota Frederico Castro, referindo que a ordem alfabética “será o critério para a definição da freguesia onde se realizará a reunião”. A união de freguesias de Águas Santas e Moure recebe a primeira reunião descentralizada no próximo dia 23 de novembro, pelas 17:30.

A hora também foi definida a pensar nas populações. “Acordámos com todos os vereadores estabelecer um horário ao final da tarde, às terças-feiras, para que os habitantes de cada freguesia possam assistir a uma reunião de Câmara, ver como funciona e até participar no período que está previsto regimentalmente e em que o público pode colocar questões, esclarecer dúvidas, dar sugestões. Há, por vezes, uma noção errada do que é o funcionamento e a função de cada órgão autárquico”, finaliza Frederico Castro.

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