
Os pinguins-de-magalhães estão de volta ao Oceanário de Lisboa, num habitat totalmente renovado, mais amplo, natural e cheio de surpresas para quem os for visitar.
Depois de dez meses de obras, este regresso promete mergulhos mais próximos do público, ondas e cascatas que recriam cenários da costa subantártica e ninhos preparados ao detalhe para cada casal de pinguins.
No total, 29 pinguins-de-magalhães e 12 andorinhas-do-mar-inca redescobrem o seu espaço renovado ao detalhe, transformado num cenário imersivo que junta rochas, gelo, estalactites e um espaço para nadar com simulação de marés.
A partir do piso inferior, é possível acompanhar os mergulhos dos pinguins, lado a lado com tubarões e outras espécies marinhas. Segundo a equipa de aquaristas responsável pelo habitat, “o entusiasmo do reencontro entre pinguins e visitantes foi notório, dos dois lados do vidro”.
“Queremos que cada visitante viva um encontro inesquecível com os pinguins e se sinta transportado para o Oceano do Sul. Este é o primeiro passo para educar e conservar – criar ligações, porque ninguém protege o que não conhece”, reforça Roque Cunha Ferreira, CEO do Oceanário de Lisboa.


