As operações da Cávado Mobilidade registaram, entre janeiro e setembro deste ano, um aumento de 24,1% no número de passageiros face ao período homólogo de 2024.
De acordo com os dados dos sistemas de bilhética, foram transportados mais de 2,445 milhões de passageiros.
“Este aumento expressivo reflete o impacto positivo das políticas de mobilidade implementadas pela Comunidade Intermunicipal do Cávado, nomeadamente a introdução do Passe Gratuito Jovem, que permite a emissão de passes gratuitos a todos os cidadãos com menos de 23 anos.Os resultados agora apurados demonstram que as medidas de incentivo ao uso do transporte público estão a produzir efeitos muito positivos. O Passe Gratuito Jovem tem sido um fator determinante na captação de novos utilizadores, contribuindo igualmente para uma mobilidade mais inclusiva e sustentável”, refere a CIM Cávado.
“Para além deste programa, as restantes políticas tarifárias promovidas pela Autoridade Intermunicipal de Transporte do Cávado (AITC), bem como a melhoria significativa na informação disponibilizada ao público, têm reforçado a confiança dos utilizadores no sistema. A aposta na qualidade do serviço, na transparência da informação e na simplificação do acesso são pilares fundamentais para a estratégia seguida”, acrescenta.
Num futuro próximo, a CIM Cávado pretende reforçar a trajetória de crescimento através da expansão da rede de transportes, da digitalização dos serviços e da integração com outros modos de mobilidade suave.
Portugal contabiliza, até ao momento, 21 medalhas de ouro, 17 de prata e 12 de bronze nos Europeus Masters de Veteranos, competição que decorre na Madeira, posicionando-se atualmente em 8.º lugar entre as 33 equipas participantes.
No dia de ontem, os atletas de Portugal somaram 10 medalhas de ouro, 5 de prata e 7 de bronze em vários escalões. Na disciplina de 10 km marcha, as medalhas de ouro foram conquistadas por João Vieira (atleta olímpico), Pedro Martins (atleta olímpico) e Amaro Teixeira; as de prata por Vera Santos (atleta olímpica), Augusto Cardoso (atleta olímpico) e Sandra Silva; e as de bronze por Felicidade Rosa e Maria Mendes.
Nos 5000 metros em pista, destacaram-se Jorge Varela, com medalha de ouro, Sara Neto com prata, e Edwin Nunes e Bruno Lima com medalhas de bronze. Nas provas de 400 metros barreiras, a atleta Vera Lima trouxe mais um ouro para Portugal.
No salto em comprimento, os atletas Gaspar Araújo (atleta olímpico) e Sérgio Silva conquistaram medalhas de prata nas respetivas categorias.
O CHEGA elegeu um vereador para a Câmara Municipal de Braga pela primeira vez. Filipe Aguiar, líder da candidatura do partido às Autárquicas 2025, referiu que sai destas eleições com “um sentimento de enorme gratidão e responsabilidade”.
“Os resultados das Eleições Autárquicas destacam o crescimento e a afirmação do projeto político apresentado pelo CHEGA. Comparativamente a quatro anos, reforça a expressão eleitoral, com a presença na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal e nas Assembleias de Freguesias. Na Câmara, apresentou um aumento de +154%, ou seja, de 4.411 em 2021 para 11.205 votos em 2025, na Assembleia, obteve um acréscimo de +167%, passou de 4.827 para 12.875 votos, e nas representações das Assembleias de Freguesia, alcançou um acentuado crescimento de +338% , de 1.883 em 2021 para 8.249 votos em 2025. Esse crescimento também se refletiu na representação de 0 para 1 vereador, de 2 para 5 deputados municipais e de 0 para 18 representantes nas freguesias”, refere Filipe Aguiar.
Para o agora vereador da oposição, “estes resultados são um sinal de que Braga reconhece o trabalho, a seriedade e a dedicação que o partido tem demonstrado ao longo dos últimos anos”.
“O compromisso do CHEGA Braga permanece: trabalhar por Braga e pelos bracarenses. Seremos uma oposição séria, responsável e convergente sempre que os bracarenses estiverem em primeiro lugar. Defenderemos o que acreditamos e apoiaremos tudo o que sirva o interesse da cidade”, declara o vereador eleito e presidente da Concelhia de Braga, Filipe Aguiar.
O CHEGA reafirma a sua “determinação em contribuir para um debate político saudável, baseado no respeito e na cooperação institucional, colocando Braga e os bracarenses acima de qualquer tática política”.
“Faremos da política um instrumento de serviço público, de diálogo e de soluções. Porque o que nos move é Braga, o futuro da cidade, o bem-estar das pessoas e o desenvolvimento que queremos ver acontecer”, conclui Filipe Aguiar.
A GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal de Braga, deteve um homem de 54 anos por furto em interior de armazém, em Parada de Tibães.
“No âmbito de uma denúncia relacionada com o crime de furto qualificado em armazém, os militares da Guarda desenvolveram diligências policiais que permitiram identificar e localizar o suspeito. A ação resultou na detenção do indivíduo e na recuperação integral do material furtado”, informou a GNR.
Foram recuperados duas fresadoras acompanhadas das respetivas caixas, duas máquinas aparafusadoras acompanhadas de um carregador, um agrafador pneumático, uma serra de esquadrias e 2.700 euros em numerário.
O suspeito foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga.
A comunidade de Este São Mamede, em Braga, prepara-se para receber as festas em honra de São Simão e São Judas Tadeu que decorrem de 25 a 28 de outubro.
As festividades contarão com celebrações religiosas, animação musical, um magusto e fogo de artifício. As festas contarão com as atuações dos Velhos Amigos de Aveleda, do Rancho Folclórico de São Miguel de Gualtar, de Borguinha de Braga e Gonçalo Moreira.
As imagens dos santos são veneradas na capela de São Simão. A comunidade está convidada a participar nestas festividades que engrandecem a freguesia.
Programa
19 de outubro (domingo)
Início da novena
20:30 – A novena decorre à semana na capela e no fim de semana na Eucaristia
25 de outubro (sábado)
19:30 – Eucaristia na Igreja Paroquial
21:30 – Atuação dos Velhos Amigos de Aveleda
23:30 – Fogo de artifício
26 de outubro (domingo)
15:30 – Eucaristia e sermão na capela
17:00 – Rancho Folclórico de São Miguel de Gualtar
20:00 – Fogo de artifício
28 de outubro (terça-feira)
20:30 – Eucaristia em honra de São Simão e São Judas Tadeu na capela
Morreu o Frei Manuel Alves, carmelita de Braga. Faleceu esta terça-feira aos 86 anos.
Ao longo de quase 70 anos de profissão, Frei Manuel Alves terminou o seu percurso no Sameiro onde ingressou no ano de 1996.
A Ordem do Carmo em Portugal já emitiu uma nota de pesar nas redes sociais.
O velório irá decorrer amanhã, 16 de outubro, às 09:00, na capela do Seminário Carmelita do Sameiro e a celebração exequial terá início às 11:00. Segue-se o sepultamento no cemitério de Espinho, em Braga.
À família enlutada, a Braga TV apresenta as mais sinceras condolências.
A Festa das Colheitas está a decorrer em Vila Verde até ao próximo domingo.
Augusto Canário e o grupo Siga a Farra são os cabeças de cartaz desta programação que conta com 5 dias de música.
“De 15 a 19 de outubro, a Festa das Colheitas – XXXIII Feira Mostra de Produtos Regionais promete encher Vila Verde de música, tradição e alegria! Serão cinco dias de celebração com um cartaz musical imperdível que valoriza as nossas raízes e anima o coração do Minho”, informou o Município vilaverdense.
Programa
15 de outubro (quarta-feira)
22:30 – Augusto Canário
16 de outubro (quinta-feira)
22:30 – Siga a Farra
17 de outubro (sexta-feira)
22:30 – Cantares ao Desafio
18 de outubro (sábado)
17:00 – Concerto da Academia de Música de Vila Verde
18:30 – Carlos Soutelo e sua banda
21:30 – Festival Folclore Concelhio
19 de outubro (domingo)
14:30 – XXVIII Encontro de Tocadores de Concertinas
A paróquia de Duas Igrejas, em Vila Verde, voltou a honrar São Carlo Acutis ao longo de todo o dia de domingo. As celebrações atraíram milhares de fiéis e tiveram o seu ponto alto na Eucaristia da tarde e na procissão religiosa.
A paróquia de Duas Igrejas festejou pela sua segunda vez o Carlo Acutis. O ano passado ainda era Beato, mas este ano foi festejado oficialmente já como santo universal da Igreja Católica. Esta festa, inserida no calendário das festas religiosas da paróquia, será sempre celebrada no domingo seguinte ao dia 12 de outubro, dia litúrgico do jovem santo. Este facto, levou a paróquia de Duas Igrejas a ser a primeira paróquia do mundo a instituir uma festa ao Carlo Acutis e a primeira do país a festejá-la.
No passado domingo, curiosamente dia 12 de outubro, dia do São Carlo Acutis, a igreja de Duas Igrejas foi pequena para os milhares de fiéis, devotos e paroquianos que assistiram à Eucaristia e aos Atos Religiosos da tarde. A Eucaristia foi presidida por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Emérito de Braga e pelo pároco, padre Manuel da Cunha Rodrigues, abrilhantada pelo grupo coral da paróquia.
No final da Eucaristia foi anunciado que a paróquia irá formar em breve um grupo de jovens com a missão de seguir o exemplo de São Carlo Acutis. Segundo o responsável da catequese, José Esteves, “o grupo está há muito a ser pensado e é obra do Carlo Acutis. Contará com várias dezenas de jovens e adultos e o nome será escolhido pelos próprios, certamente inspirado numa frase marcante de Carlo Acutis”.
A iniciativa foi saudada pelo Arcebispo Emérito de Braga que, na sua homilia, desafiou a comunidade a criar um grupo com atenção particular aos mais pobres.O prelado referiu que os jovens precisam de sair da sua zona de conforto e envolver-se nas realidades da sociedade, procurando ajudar a dar respostas a problemas concretos como a pobreza.
A cerimónia ficou marcada pela bênção de uma nova imagem do santo em madeira e de uma bandeira com representação, ambas integradas na procissão da tarde. A nova imagem, das mais belas e semelhantes ao Carlo Acutis, foi muito elogiada e saiu no andor na procissão, juntamente com os andores de Nossa Senhora de Fátima, São Francisco de Assis e dos Pastorinhos Santa Jacinta e São Francisco Marto, acompanhados por figurados, grupos de jovens e catequeses de várias paróquias. As crianças e jovens apresentaram-se vestidos “à Carlos Acutis”, com o caraterístico polo, camisa ou casaco vermelho, calças de ganga e ténis.
Antes da procissão houve a recitação do Terço meditado ao São Carlo Acutis e um belo sermão proferido pelo padre Renato Oliveira. Quer de manhã, quer de tarde, os devotos faziam filas até ao fundo da igreja para venerar a Relíquia Sagrada do Carlo Acutis.
Foi um momento emocionante e feliz para quem visitou a nossa paróquia de Duas Igrejas e participou na festa. “O desejo era ficar mais tempo na igreja, a paz que se fazia sentir era inexplicável e indescritível. Há algo sobrenatural nesta igreja que nos deixa com uma paz que não tem explicação”, contou uma devota de Barcelos.
No fim da parte religiosa, houve tempo para um pequeno baile com uma rusga tradicional da terra. A paróquia de Duas Igrejas é considerada o berço do culto ao São Carlo Acutis em Portugal, dado que foi a primeira do país a festejar este jovem santo italiano, a primeira do mundo a instituir a sua festa e das primeiras do mundo a divulgar e difundir a sua história e a sua mensagem.
O investigador Ronaldo Sousa, do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da Escola de Ciências da Universidade do Minho (UMInho), alerta que o aumento dos orçamentos militares proposto pela NATO pode ter fortes impactos na conservação da natureza e da biodiversidade na União Europeia. A conclusão está num estudo agora publicado na revista “Ecological Solutions and Evidence”, em coautoria com Joana Nogueira (Universidade do Porto), Stefano Mammola (Universidade de Helsínquia, Finlândia) e Phillip Haubrock (Universidade de Bournemouth, Reino Unido).
A Cimeira da NATO realizada em junho nos Países Baixos aprovou que os Estados-membros passem a investir até 5% do Produto Interno Bruto (PIB) em Defesa até 2035, duplicando o atual compromisso de 2%. Ronaldo Sousa considera que a segurança nacional é “uma prioridade legítima” em tempos de instabilidade, mas pode “desviar fundos” para a área militar, além de ter “consequências diretas e profundas para vários setores, como a educação, a saúde e, em particular, o ambiente”.
A expansão de infraestruturas militares, os testes com armamento e os exercícios de treino “provocam poluição, destruição de habitats e perturbações em espécies sensíveis ao ruído e à luz”, relembra o biólogo. As estimativas apontam que as operações militares representam 5.5% das emissões globais de gases com efeito de estufa, agravando a crise climática.
Ronaldo Sousa defende uma abordagem equilibrada que concilie segurança e sustentabilidade ambiental. Destaca a necessidade de integrar práticas ecológicas nas políticas de defesa, através de tecnologias mais verdes, avaliações ambientais obrigatórias em novos projetos militares, colaboração entre forças armadas e cientistas, e medidas de biossegurança para prevenir a introdução de espécies invasoras. Sublinha ainda que as áreas militares podem funcionar como refúgios de biodiversidade, lembrando que vários países europeus já aliam zonas de treino com a proteção da natureza, nomeadamente através da rede Natura 2000.
A possibilidade de alocar 5% do PIB à Defesa representa, segundo o investigador, “uma mudança histórica nas prioridades europeias”, mas que não pode ser feita à custa do património natural do continente, construído ao longo de décadas de políticas ambientais pioneiras. “As guerras têm um princípio e devem ter um fim, mas a perda de biodiversidade é para sempre”, conclui Ronaldo Sousa.
Caro(a) leitor(a), neste Dia Nacional de Luta Contra a Dor, convido-o(a) a fazer uma viagem metafórica comigo. Não se importa de me acompanhar?
Imagine que a dor é como uma viagem de avião na qual embarcou. Essa viagem pode ser previsível ou inesperada: por vezes mais curta, como um voo dentro da Europa (dor aguda), ou mais longa, como uma travessia intercontinental (dor crónica). Concordamos que, independentemente da distância, a viagem pode ser tranquila ou turbulenta — tal como a dor pode estar sob maior ou menor controlo.
Sabemos também que os passageiros são muito distintos: uns mais preparados e proativos, outros mais ansiosos, inquietos e reativos. Uns confiam no destino, outros questionam se chegarão em segurança. Isto mostra-nos o quão pessoal é a experiência da dor, que envolve não apenas aspetos biológicos e sensoriais, mas também dimensões emocionais, comportamentais e sociais.
Na chegada ao aeroporto, no balcão de check-in (a avaliação clínica), é essencial ter os documentos em ordem. Aqui falamos de um verdadeiro “passaporte da dor”: história da dor (aguda ou crónica, oncológica ou não oncológica), antecedentes pessoais e principais comorbilidades, história farmacológica, alergias, intolerâncias e possíveis interações. O assistente acompanha o passageiro até ao voo. Pode levar toda a bagagem que desejar, mas quanto mais despachar para o porão, mais leve se torna a viagem — uma metáfora para a aliança terapêutica e o compromisso num plano conjunto.
Chegou ao voo. Cinto de segurança apertado, começa a viagem. Desde cedo o corpo pode dar sinais de alarme: maior intensidade, maior frequência ou maior impacto na qualidade de vida. É preciso estar atento às indicações da tripulação — luzes, oxigénio, colete salva-vidas — representando intervenções que podem ser mais ou menos invasivas. O passageiro deve sentir-se confortável e saber que, em qualquer momento, pode chamar a equipa de bordo. Aqui reforçamos a importância do autorrelato e do contacto próximo com as equipas de saúde. Embora o destino seja conhecido (controlo da dor), a paisagem nem sempre é nítida. E a dor, apesar de desagradável, não tem de estar inevitavelmente associada a sofrimento.
Mas e se a turbulência não acaba? A dor crónica, não controlada, desgasta como horas intermináveis num avião sem descanso. Perturba o sono, rouba energia, limita movimentos, promove isolamento social. Alguns passageiros chegam a pensar: “Será que vou aguentar até ao destino? Não seria melhor uma paragem de emergência?” O impacto da dor é, muitas vezes, maior do que imaginamos. Não existe apenas “uma dor”; existem dores.
Não podemos esquecer a tripulação. Nenhum voo é seguro sem ela. No caso da dor, a equipa inter e multidisciplinar — médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, entre outros — desempenha esse papel. Queremos os cuidados certos, no tempo certo, para a pessoa certa, pela equipa certa. Sempre coordenados, em comunicação, atentos às necessidades do passageiro, escutando, questionando e orientando.
Também a aeronave é determinante. Tal como um avião precisa de motores potentes, a gestão da dor depende de fármacos específicos. Analgésicos simples (paracetamol, anti-inflamatórios) são úteis em percursos curtos, em dores menos intensas. Em viagens mais exigentes, pode ser necessário reforço: opióides ajustados (morfina, tramadol), antidepressivos (amitriptilina, duloxetina), anticonvulsivantes (gabapentina, pregabalina) ou formulações de libertação prolongada que mantêm estabilidade ao longo do voo. A chave está na dose certa, no momento certo, evitando excesso ou falha de combustível.
Mas não basta o motor funcionar: é preciso que os serviços a bordo maximizem o conforto. As abordagens não farmacológicas — fisioterapia, psicoterapia, técnicas de relaxamento, meditação, música, acupuntura — são como comodidades que transformam um voo turbulento numa experiência mais serena.
E olhando para o “avião” futuro? As novas tecnologias já estão a mudar a forma como “voamos” sobre a dor. Dispositivos de neuromodulação funcionam como sistemas avançados de navegação, ajustando sinais nervosos em pleno voo. A realidade virtual distrai a mente e reduz a perceção da dor, como se oferecesse ao passageiro uma janela com paisagens tranquilas. Aplicações móveis monitorizam sintomas em tempo real, comunicando com a tripulação em terra e ajustando a rota sempre que necessário. Até jogos estão a ser usados como intervenção. Será isto o futuro ou já o nosso presente?
E, sem darmos conta, chegamos à aterragem. No caso da dor, não falamos apenas em eliminar totalmente o desconforto — muitas vezes impossível —, mas em aterrar com segurança, dignidade e qualidade de vida. Uma viagem longa pode ser cansativa, mas, se bem acompanhada, o passageiro sente-se cuidado e protegido. E, tal como em muitos voos, podemos terminar com aplausos: um gesto simples que gera ânimo, sorrisos e cumplicidade entre passageiros e tripulação.
Obrigado pela companhia nesta viagem. A dor crónica não controlada é como uma turbulência persistente em pleno voo: compromete o sono, gera fadiga, reduz a mobilidade e favorece ansiedade e depressão. Está associada a maior risco (cardio)vascular, maior dependência funcional e isolamento social. Reconhecer estes sinais e agir precocemente permite transformar a viagem em percurso mais estável, com segurança, conforto e dignidade.