A freguesia de Ruílhe, em Braga, vai receber as festas em honra de Santa Luzia que decorrem este fim de semana, 12 e 13 de dezembro.
As festividades contarão com celebrações religiosas, animação musical, um magusto e fogo de artifício. A comunidade está convidada a participar nestas festas que engrandecem o nome da freguesia.
Programa
12 de dezembro (sexta-feira)
20:30 – Procissão de velas com saída do Centro Social com o andor de Nossa Senhora de Fátima em direção à Igreja. À chegada será celebrada uma missa
22:00 – Atuação do grupo CurtiSom; magusto com castanhas e vinho oferecidos pela Comissão de Festas
00:00 – Sessão de fogo de artifício
13 de dezembro (sábado)
11:00 – Missa Solene em honra de Santa Luzia cantada pelo Grupo Coral da Freguesia
15:00 – Início do terço, sermão, seguida da procissão com vários andores, o Grupo de Bombos de Santana de Vimieiro
16:30 – Atuação do Rancho Folclórico Ronda Típica de Viana do Castelo. Sorteio das rifas.
20:00 – Sessão de fogo de artifício e encerramento das festas
Os escuteiros convidam a comunidade a visitar o Presépio Movimentado de Infantas, em Guimarães, de 14 de dezembro a 11 de janeiro.
Organizado pelo Corpo Nacional de Escutas do Agrupamento 703 de Infantas, o presépio contou com a colaboração dos pais dos escuteiros.
“Como já é tradição, o Agrupamento 703 de Infantas construiu um Presépio Movimentado, com 50m2 e cerca de 100 imagens em movimento. Este ano, teremos em exposição novos movimentos.”, informou organização.
O Presépio Movimentado está localizado na EN 101 direção Guimarães – Felgueiras. A entrada é livre.
Aberto aos domingos e feriados das 10:00 às 12:00 e das 14:00 às 19:00.
A Parada de Natal volta a sair às ruas do centro histórico de Braga no próximo domingo, 14 de dezembro, a partir das 16:00.
O evento vai contar com soldadinhos de chumbo e bailarinos, grupos circenses, histórias tradicionais e todo um conjunto de figuras do imaginário natalício.
A iniciativa, integrada no programa “Braga É Natal” promete “encantar toda a cidade com momentos mágicos pelas ruas principais do centro histórico. O forte envolvimento da comunidade é o ingrediente principal para espalhar o espírito e a mensagem de Natal que se celebra com muita cor, música e dança. Neste desfile, não falta o Pai Natal que marca a presença com os seus ajudantes e as várias personagens indispensáveis a esta quadra como os elfos, duendes, soldadinhos de chumbo e bailarinos bem como grupos circenses cheios de cor e energia. Para miúdos e graúdos, este momento é prova de que o “Natal é na rua” e a cidade fica mais feliz”, disse a organização.
Este ano, o percurso vai ser alterado em relação aos anos anteriores:
Decorreu na cidade de Barcelos e na freguesia de Balugães, mais uma edição do festival PALCO DE TERRA, dedicado ao teatro amador do Norte de Portugal e da Galiza.
Durante o fim de semana, o melhor do teatro amador do noroeste peninsular subiu ao palco em língua portuguesa, mirandesa e galega. Promovido pelo Teatro de Balugas, este ano, o certame recebeu teatro vindo de Santo Tirso, Miranda do Douro e Corunha.
Na sexta-feira, com a plateia cheia na Escola Primária de Balugães, a peça infantil “O menino que às vezes era careca”, da Companhia de Teatro de Santo Tirso, abriu a programação dedicada ao teatro. O festival continuou no sábado, e novamente com lotação esgotada, com a comédia “Croquetas”, pelos galegos da Agrupación Teatral Mariñán, e encerrou no domingo, com as “Cuontas Mirandesas”, por Duarte Martins.
Durante o certame, foram também entregues os Prémios Palco de Terra, os galardões concedidos anualmente para reconhecer e agradecer o trabalho e o esforço de pessoas e instituições no âmbito do teatro realizado no meio rural, e da criação artística sobre o noroeste peninsular. Na categoria Personalidade, foi distinguido Hermínio Chaves Fernandes, pelo trabalho desenvolvido no teatro amador em Trás-os-Montes, em especial no Grupo de Teatro Fórum Boticas e Afonso García Penas, pela dedicação ao teatro amador na Galiza, em especial nos grupos, como o Metátese Teatro e os projetos, como o Son d’ Aldea. Na categoria Instituição, o prémio foi para a FEGATEA – Federación Galega de Teatro Afeccionado, pelo projeto criado ao longo de 25 anos na dinamização e promoção do teatro amador na Galiza e para a Mostra de Teatro do Douro, da Associação Vale d’Ouro, festival que ao longo de 15 anos, levou a palco dezenas de espetáculos de teatro na região do Douro e Trás-os-Montes.
Depois de cruzarem o país com a sua tour de 2025, os Wildchains, quinteto de Braga, encerram o ano em rumo ao Algarve para atuarem como cabeças de cartaz no InDireita Street Fest, um dos eventos de rua mais dinâmicos e participados de Portimão.
A banda sobe ao palco no dia 14 de dezembro, levando consigo a energia crua, a intensidade e a identidade que têm marcado o novo rock feito em Braga.
Com uma presença cada vez mais sólida no circuito nacional, os Wildchains têm vindo a conquistar público e crítica: redefiniram o lugar do rock nas festas populares no Minho, destacaram-se pela intensidade dos seus concertos e foram apontados como uma das bandas mais promissoras a passar pelo palco do Hard Club, no Porto. A sua crescente afirmação torna-os hoje uma aposta segura em cartazes de festivais e eventos culturais por todo o país.
O InDireita Street Fest é já uma referência no calendário cultural de Portimão, reunindo centenas de visitantes numa das artérias mais emblemáticas do centro urbano. A 4.ª edição, promovida pela Associação P.O.I.S! (Palco das Ondas Invisíveis Studio), conta com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Portimão.
Com uma sonoridade que combina o peso e a nostalgia do rock clássico com nuances modernas do alternativo e pinceladas de heavy metal, os Wildchains destacam-se pela identidade única e pela forte ligação emocional que estabelecem com o público em palco. A banda afirma-se como um dos nomes a seguir no panorama do novo rock nacional.
Depois do lançamento do seu último single “Choke on Shame”, os Wildchains preparam agora o seu aguardado álbum de estreia, sucessor do EP The Underground Inn (2023), prometendo elevar ainda mais a fasquia da música que têm vindo a construir.
O direito à greve e à manifestação é algo que está consagrado na nossa Constituição, sendo o mesmo legítimo e importante para uma democracia avançada e exigente.
Porém, tal como qualquer outro direito, as greves e as manifestações devem ser feitas de forma responsável, moderada e sem colocar em causa os princípios básicos para o normal funcionamento da sociedade e dos diversos serviços.
Sabemos que, quando se planeiam greves e manifestações, as mesmas têm sempre impacto. Não faria sentido se assim não fosse. Os impactos servem para chamar a atenção e a razão dos diversos responsáveis políticos.
Olhando para os tempos de hoje, verificamos que a forma e, em alguns casos, o conteúdo nem sempre são adequados e toleráveis.
Vamos verificando uma certa tendência para a partidarização de sindicatos, movimentos e organismos. Isso é perigoso para o normal e saudável funcionamento do sistema político e da democracia.
A instrumentalização e partidarização retira credibilidade e força aos movimentos e organismos.
Olhando para a greve geral marcada para o próximo dia 11 de dezembro, fica evidente que, mais do que reivindicar direitos, é a marcação de uma posição política e a instrumentalização por parte de um dirigente sindical que está na origem da mesma.
Noutro âmbito, a lei da greve deve ser analisada e revista de forma a adaptar a mesma para os tempos e as necessidades da sociedade atual.
Tem-se verificado um uso e abuso da utilização do direito à greve, o que fez com que a mesma se tornasse banal e se tenha descredibilizado.
Há uma tendência abusiva para a utilização das segundas e sextas-feiras para a marcação de protestos e greves. Isso faz com que a sociedade comece a olhar para esse direito como a promoção de fins de semana prolongados, ao invés de um recurso para reivindicar direitos e deveres.
Essa postura e forma de estar tem levado a uma divisão entre o setor público e privado, levando a um aumento da saturação da sociedade.
É necessário conquistar a confiança. Para isso, o diálogo é fundamental.
Os diversos setores da sociedade devem reunir-se para rever a lei, debater estratégias e reformas a médio e longo prazo, sem linhas vermelhas.
É também importante que o Governo fale claro aos portugueses. Estar a prometer ou sugerir aumentos salariais, como o fez recentemente, sem explicar as consequências do mesmo é desonesto e descredibiliza o próprio Governo.
Para haver aumentos salariais de forma sustentada, é necessário que o indicador da produtividade esteja associado.
Aumentar salários sem associar o aumento da produtividade pode colocar em causa as pequenas e médias empresas e, acima de tudo, pode fazer disparar o desemprego.
Quando se debatem políticas e direitos, é necessário perceber que não se pode colher o melhor dos dois mundos. Por isso, deve haver cedências de ambas as partes.
É necessário ter a noção de que não há direitos sem deveres e garantias.
A sociedade e a classe política precisam de se unir para pensar o rumo do país, as necessidades e as condições que o país oferece para satisfazer as mais diversas necessidades. Para isso, é necessário que haja diálogo, bom senso e que os interesses das diversas corporações e sindicatos sejam deixados de lado.
O Partido Socialista (PS) de Vila Nova de Famalicão criticou o “bloqueio a medidas essenciais para o concelho”.
Os membros da oposição lamentaram que, na mais recente reunião de Câmara, a coligação PSD/CDS “tenha voltado a impedir o avanço de propostas fundamentais para o desenvolvimento do concelho, comprometendo a melhoria da qualidade de vida dos famalicenses e a transparência da gestão municipal”.
“A proposta apresentada pelo PS para garantir acesso universal a saneamento e água potável com o objetivo de assegurar uma cobertura de 100% no concelho e iniciar a requalificação urgente das redes mais antigas, especialmente no centro urbano nem sequer foi aceite para agendamento, impossibilitando a sua discussão”, referem os socialistas.
“Esta decisão revela, uma vez mais, a falta de vontade política da coligação PSD/CDS para enfrentar um dos problemas mais estruturais do município e assegurar um direito básico de todos os cidadãos”, sublinhou Eduardo Oliveira, presidente da Comissão Política do PS de Vila Nova de Famalicão.
Paralelamente, foi ainda chumbada a proposta do PS para “reforçar a transparência municipal, que visava garantir maior antecedência na disponibilização da documentação das reuniões de Câmara e permitir análises mais rigorosas e informadas por parte dos vereadores eleitos”.
Sobre o chumbo da proposta, Eduardo Oliveira criticou. “A rejeição desta medida demonstra a falta de abertura da atual maioria para melhorar processos internos e assegurar uma governação mais responsável e acessível”, disse.
“Estas decisões mostram claramente que a coligação PSD/CDS não está disponível para enfrentar os problemas reais do concelho. Recusar discutir o saneamento no centro urbano e impedir o agendamento de uma proposta que visa garantir água e saneamento para todos significa virar costas aos famalicenses e às suas necessidades básicas. A falta de abertura para melhorar a transparência municipal agrava ainda mais este cenário”, referiu ainda.
“Continuaremos a apresentar soluções, a promover uma gestão pública mais transparente e a lutar para que os direitos essenciais dos famalicenses sejam respeitados. Vila Nova de Famalicão merece melhor e as pessoas merecem um concelho mais justo, moderno e preparado para o futuro”, concluiu Eduardo Oliveira.
A Orquestra Filarmónica de Braga prepara-se para dar o seu próximo concerto no dia 14 de dezembro, às 12:00, no Salão Medieval da Reitoria da UMinho, no Largo do Paço.
O concerto está inserido na temporada 2025 do projeto “Clássicos ao Domingo”, sendo o último. O espetáculo terá como solista a bracarense Carlota Monteiro, que vai interpretar o concerto para harpa eorquestra de Karl Dittersdorf. Haverá outros compositores como Bantock e Holst.
O concerto conta com a direção musical do maestro Filipe Cunha.
A Câmara Municipal de Esposende aprovou, por unanimidade, um Voto de Louvor ao arquiteto esposendense Rafael Sousa Santos, na sequência da recente distinção com o Prémio Fernando Távora, um dos mais prestigiados galardões da arquitetura em Portugal.
Rafael Sousa Santos foi o vencedor da 21.ª edição do Prémio Fernando Távora, promovido pela Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos, em parceria com a Câmara Municipal de Matosinhos, a Casa da Arquitectura e a Fundação Marques da Silva, com o patrocínio da Ageas Seguros. A proposta vencedora, intitulada “Arquitetura da Pequena Pesca”, incide sobre a documentação e valorização da dimensão arquitetónica e espacial das comunidades piscatórias de pequena escala ao longo da costa portuguesa — um setor essencial, mas frequentemente menos visível face à pesca industrial.
O projeto contempla o primeiro levantamento nacional dedicado à arquitetura associada à pequena pesca, destacando o património material e imaterial destas comunidades, de grande relevância ecológica, social e económica, particularmente para territórios costeiros como Esposende. O prémio atribui ao arquiteto uma bolsa de viagem no valor de seis mil euros, destinada ao desenvolvimento da proposta.
Instituído em 2005, o Prémio Fernando Távora constitui uma homenagem ao reconhecido arquiteto homónimo e sublinha o valor da viagem como instrumento de formação e renovação do olhar profissional, distinguindo anualmente a melhor proposta apresentada por arquitetos inscritos na Ordem.
O percurso académico e profissional de Rafael Sousa Santos confirma a sua projeção nacional e internacional. Doutorado pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto e atualmente investigador pós-doutoral no projeto Fishing Architecture, financiado pelo European Research Council, o arquiteto desenvolveu investigação em instituições de referência como o Politecnico di Milano e o Massachusetts Institute of Technology (MIT), participando regularmente em conferências, publicações científicas e iniciativas de destaque nas áreas da arquitetura e do urbanismo.
“A atribuição deste prémio a um arquiteto natural de Esposende constitui um motivo de grande orgulho para o Município, reforçando a visibilidade do concelho no panorama cultural e académico nacional. Este reconhecimento traduz não apenas o mérito individual de Rafael Sousa Santos, mas também a forte ligação da sua investigação ao território, ao património marítimo e à identidade das comunidades costeiras. Sublinha, igualmente, a capacidade de Esposende inspirar percursos de excelência, afirmando-o como um concelho de criatividade, conhecimento e inovação”, pode ler-se no Voto de Louvor aprovado pelo Executivo Municipal.