
Os preços dos combustíveis vão baixar na próxima semana.
Segundo a imprensa especializada do setor, o gasóleo irá descer 2,5 cêntimos por litro, enquanto a gasolina baixa 2 cêntimos.

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O Executivo Municipal de Esposende aprovou, por unanimidade, o Plano de Atividades e o Orçamento para 2026, juntamente com as Grandes Opções do Plano e o Mapa de Pessoal, documentos que serão agora submetidos à apreciação da Assembleia Municipal. O Município apresentará no próximo ano um orçamento direto de 70,8 milhões de euros, que supera os 77 milhões de euros com a integração dos orçamentos das empresas municipais Esposende Ambiente e Esposende 2000. Este conjunto de instrumentos de gestão marca o início de um novo ciclo estratégico para o concelho, baseado na responsabilidade pública, na transparência e na proximidade às populações, procurando dar respostas eficazes aos desafios atuais e preparar o território para o futuro.
O Plano de Atividades para 2026 resulta de um processo de análise rigorosa e de um diálogo alargado com freguesias, instituições, agentes económicos, setor educativo e tecido social, traduzindo-se numa visão integrada de desenvolvimento. Um dos pilares centrais deste plano é o reforço da autonomia e capacidade de intervenção das freguesias, através da reformulação do Fundo de Financiamento das Freguesias (FFF). O Município irá transferir para as freguesias um montante significativo (dobro do FFF), criando contratos interadministrativos ajustados à realidade de cada território e baseados em objetivos concretos e mensuráveis. Esta medida permitirá uma maior eficácia na gestão local, reforçando a proximidade ao cidadão e garantindo uma resposta mais célere às necessidades de manutenção urbana, espaços públicos e projetos de intervenção comunitária.
Outra prioridade incontornável definida para 2026 é a expansão da rede de saneamento básico. Nesse sentido, o próximo ano será o ponto de partida para um plano estratégico e faseado, assente em informação transparente e planeamento rigoroso para resolver esta necessidade estrutural.
No domínio energético e ambiental, o Município prosseguirá uma estratégia de eficiência e redução de consumos, dando início a um processo de substituição integral da iluminação pública por tecnologia LED, acompanhado de auditorias energéticas que permitirão identificar oportunidades de poupança e preparar novos investimentos em energias renováveis. A gestão de resíduos será igualmente reforçada, com monitorização contínua e controlo de custos, garantindo um serviço mais eficiente e sustentável.
A educação assume também um papel central no Plano de Atividades de 2026. Entre as medidas anunciadas destaca-se a criação do Cheque Educação, um apoio direto às famílias que procura também promover o comércio local. O Município avançará ainda com o início da requalificação de escolas primárias e jardins de infância, assegurando melhores condições de aprendizagem, inclusão e bem-estar para toda a comunidade educativa.
Na área cultural, o executivo municipal pretende dar resposta a uma necessidade identificada há vários anos, com o início dos estudos para a criação do Multiusos de Esposende. Este equipamento ambiciona reforçar a oferta cultural e artística do concelho, permitindo acolher programação diversificada e regular, valorizando o talento local e ampliando o acesso da população a iniciativas culturais de qualidade.
O desenvolvimento económico, turístico e social constitui outro eixo prioritário da estratégia municipal para 2026. Serão promovidas ações e investimentos que dinamizem setores como a indústria, a agricultura, as pescas, o turismo e o empreendedorismo jovem, com o objetivo de criar um ambiente mais competitivo, atrativo e capaz de gerar novas oportunidades de emprego e investimento. No domínio social, o Município manterá e reforçará as medidas de apoio às populações mais vulneráveis, em estreita articulação com instituições locais, a Unidade Local de Saúde e organismos regionais, promovendo políticas de habitação, mobilidade inclusiva e bem-estar comunitário.
O presidente da Câmara Municipal, Carlos Silva, sublinha que “2026 marca o início de um ciclo que reforça a ação do Município em todas as áreas estratégicas, preparando Esposende para crescer de forma equilibrada, competitiva e sustentável”. Os documentos previsionais agora aprovados refletem uma visão clara e integrada de futuro, garantindo uma gestão rigorosa dos recursos públicos, maior capacidade de execução e um caminho de desenvolvimento assente na modernização, na justiça territorial e no bem-estar das populações.

As festas em honra de Santa Luzia de Ruílhe, em Braga, começam esta sexta-feira, 12 de dezembro.
As festividades contarão com uma procissão de velas, animação musical a cargo do grupo CurtiSom, um magusto e uma sessão de fogo de artifício.
O Dia de Santa Luzia – 13 de dezembro – será também celebrado com a realização de uma Missa, atos religiosos, uma procissão e a atuação do Rancho Folclórico Ronda Típica de Viana do Castelo.
Programa
12 de dezembro (sexta-feira)
13 de dezembro (sábado)

Os números do sorteio do Eurodreams de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números 4 – 6 – 21 – 23 – 32 – 37 e número de sonho 1.
Esta chave vale 30 mil euros por mês durante 30 anos.
Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

O SC Braga garantiu, esta quinta-feira, o apuramento para o play-off da Liga Europa ao vence o Nice por 0-1.
Um golaço de Pau Víctor aos 28 minutos de jogo, após assistência de Victor Gómez, deu a vitória aos Gverreiros do Minho.
O SC Braga subiu ao quarto lugar da tabela da fase da liga da Liga Europa com 13 pontos, enquanto o Nice é último classificado com zero pontos.

João Vieira, presidente da Junta de Freguesia de Gualtar, em Braga, eleito pelo Partido Socialista, foi ontem eleito representante das Juntas de Freguesia do concelho de Braga no Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP). A eleição decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Braga.
João Vieira venceu a votação com 37 votos, superando a Lista B, que obteve 34 votos e cujo candidato era o presidente da Junta de Freguesia de Palmeira, João Ferreira.
Na mesma assembleia eleitoral, foi ainda escolhido o suplente para esta representação, cargo que será desempenhado por Sérgio Fernandes, presidente da Junta de Freguesia de Este, eleito pelo movimento “Amar e Servir Braga”.
O novo representante assumirá funções já na primeira reunião do Congresso, agendada para este fim de semana, em Viana do Castelo, onde participará em nome das Juntas de Freguesia de Braga.

A revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) é um dos processos mais determinantes para o futuro de qualquer concelho, porque define o modelo de desenvolvimento territorial, orienta investimentos, estabelece prioridades e garante estabilidade e previsibilidade a cidadãos, empresas e investidores. Por isso mesmo, quando o Presidente da Câmara Municipal de Braga afirmou de forma insistente, em campanha eleitorial e já devidamente empossado no cargo, que o PDM de Braga estaria concluído e aprovado ainda em 2025, essa promessa não pode ser entendida como um simples detalhe político, mas como um compromisso assumido perante todos os bracarenses. Hoje, porém, a realidade impõe-se: o processo não só não ficará concluído em 2025, como afinal essa meta nunca foi realista. Mais do que um atraso, o que agora se confirma é que a promessa feita não tinha sustentação nos prazos legais, no estado dos trabalhos, nem na complexidade do próprio procedimento, pelo que náo é exagero considerar-se particularmente grave que se tenha anunciado com tanta ligeireza um prazo impossível de cumprir. A revisão de um PDM exige estudos técnicos aprofundados, articulação com diversas entidades públicas, processos de consulta e participação, avaliações e uma fase de concertação que, mesmo nas melhores condições, é morosa. Nada disto era compatível com a narrativa otimista que a autarquia procurou manter durante meses, ignorando a evidência de que o calendário anunciado não tinha qualquer base realista.
A ausência de um PDM atualizado tem consequências profundas para Braga. Num momento em que a cidade enfrenta desafios sérios no acesso à habitação, na mobilidade, na preservação ambiental e na atratividade económica, continuamos dependentes de um instrumento antigo, incapaz de responder às necessidades atuais. Famílias, promotores imobiliários, empresários e instituições aguardam decisões que ficam suspensas por falta de regras claras e atualizadas. Cada mês de atraso traduz-se em projetos parados, investimentos adiados e oportunidades perdidas. O impacto não é abstrato: sente-se na dificuldade de aceder a terreno para habitação a preços comportáveis, na incapacidade de definir zonas de expansão equilibrada, na indefinição que trava atividades económicas e na insegurança jurídica que se gera quando o principal instrumento de ordenamento do território permanece desatualizado.
O incumprimento da promessa de 2025 gera também um problema de confiança. Quando um executivo anuncia metas que não pode cumprir, e quando insiste nelas até ao momento em que já não é possível ocultar o seu irrealismo, fere a credibilidade da governação. A política não pode ser exercida com base em expectativas que servem campanhas mas não servem o interesse público. O que assistimos em Braga é a confirmação de um padrão: a gestão municipal tem revelado falta de planeamento, respostas reativas e uma preocupante tendência para governar em função da narrativa e não dos factos. Não se trata de um detalhe técnico, mas de uma forma de atuar que fragiliza a capacidade de conduzir a cidade com visão e responsabilidade.
É importante sublinhar que a segunda consulta pública, que já se realizou, não encerra o processo. Segue-se uma fase em que todas as participações devem ser analisadas e ponderadas, com a elaboração de um relatório que explica as razões pelas quais cada contributo foi aceite ou rejeitado, e a proposta do plano ajustada em conformidade. Só depois é possível submeter o documento para votação e tramitação subsequente. Estas fases, embora formais, são essenciais para assegurar que a participação pública se traduz em decisões concretas e que o plano final reflete interesses legítimos da cidade.
Braga precisa de um PDM que permita planear o futuro e não apenas reagir ao presente. Precisa de regras que promovam habitação acessível, que protejam o território, que organizem equipamentos, que reforcem a mobilidade sustentável e que garantam estabilidade às famílias e aos agentes económicos. E precisa, sobretudo, de um executivo que trate este processo com o rigor que ele exige, em vez de o transformar num exercício de promessas que se esgotam na comunicação.
A cidade merece uma estratégia de longo prazo e não mais improvisação. O futuro de Braga não pode ficar refém de promessas irrealistas; deve assentar em planeamento, responsabilidade e respeito pelos bracarenses.

Os investigadores Nelson Lima e José António Teixeira, do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho (UMinho), foram distinguidos pela Sociedade Portuguesa de Microbiologia e pela Sociedade Portuguesa de Biotecnologia, pelos seus contributos significativos naquelas áreas.
Os cientistas receberam respetivamente o Prémio Nicolau van Uden e o Prémio Júlio Maggiolly Novais, no encerramento do congresso “Microbiotec’25”, realizado em Ponta Delgada, nos Açores. Os galardões destacam bianualmente a careira ímpar de investigadores portugueses na microbiologia e na biotecnologia, nomeadamente a sua influência científica, o nível de internacionalização e o impacto na formação das novas gerações.
Nelson Lima tem 67 anos e vive em Braga. É o primeiro português a presidir a Federação Mundial de Coleções de Culturas Microbianas (WFCC), que preserva 4.5 milhões de microrganismos em 884 coleções públicas de 81 países. Lidera ainda o polo nacional da Infraestrutura de Investigação de Recursos Microbianos (MIRRI-ERIC), a Micoteca da UMinho e dirigiu a Organização Europeia de Coleções de Culturas. Doutorou-se em Ciências da Engenharia – Biotecnologia pela UMinho, onde leciona desde 1988 e é professor catedrático e investigador do CEB e do laboratório associado Labbels. No Brasil, foi docente visitante de várias universidades federais, como a de Pernambuco, pela qual é doutor honoris causa. Soma mais de 400 publicações, 650 comunicações em conferências e 59 orientações de dissertações e teses, sendo ainda avaliador para meia centena de revistas internacionais, além de projetos e agências de apoio à investigação, como da Comissão Europeia, Brasil, Bélgica e Chile.
José António Teixeira tem 68 anos e vive no Porto. Está no top 2% dos cientistas mais citados no mundo e é uma referência em biotecnologia alimentar e industrial, desenvolvimento de bioprocessos e formação de especialistas neste campo. Doutorado em Engenharia Química pela Universidade do Porto, é professor catedrático da Escola de Engenharia da UMinho e investigador do CEB e do Labbels. Liderou a Sociedade Portuguesa de Biotecnologia, o CEB, o Departamento de Engenharia Biológica da UMinho e é o pivô português do Polo Ibérico Transfronteiriço de Biotecnologia. Coordenou 40 projetos de investigação nacionais e europeus, sendo (co)autor de mais de 800 artigos científicos e seis livros. Pertence ao conselho editorial de várias revistas internacionais e recebeu os prémios de Estímulo à Excelência FCT e Seed of Science, entre outros.
O Prémio Júlio Maggiolly Novais foi atribuído pela primeira vez em 2021, precisamente a Manuel Mota, professor emérito da Escola de Engenharia da UMinho, que curiosamente orientou as teses doutorais de Nelson Lima e José A. Teixeira. Já o Prémio Nicolau van Uden, que também deve o nome a um cientista notável, surgiu no ano 2011, tendo na segunda edição (2013) destacado Cecília Leão, professora emérita da Escola de Medicina da UMinho.

Filipe Aguiar disse que tem recebido denúncias por parte de encarregados de educação e professores de que existem quatro escolas em Braga que estão a travar a celebração do Natal para permitir uma maior inclusão aos alunos não cristãos. A afirmação foi feita esta quarta-feira, em Reunião de Câmara, onde o vereador do CHEGA pediu ação do Executivo para averiguar a situação.
“Temos que agir imediatamente. Os alunos não podem ser prejudicados porque temos de dar uma atenção diferente àqueles que chegam, muito menos temos que abdicar da nossa identidade, da nossa cultura, das nossas raízes. Um dia destes vamos ter aqui alguém, alguns movimentos, a dizer que temos que abdicar da Semana Santa, dos Santos Populares, do São João de Braga, coisa que é completamente impensável da nossa parte. Isso é algo que nós não deixaremos passar”, referiu Filipe Aguiar.
O vereador do CHEGA frisou que irá “estar atento”, tendo sugerido ao Município que crie uma equipa de terreno para “averiguar realmente a veracidade dessas situações”.

O movimento independente Amar e Servir Braga entregou esta quarta-feira ao presidente da Câmara Municipal de Braga uma proposta para a repavimentação de ruas e avenidas que necessitam de intervenção do piso nas vias de circulação.
A proposta foi apresentada na Reunião de Câmara onde Ricardo Silva, líder do movimento independente, refere que “há uma necessidade urgente de repavimentação”, uma vez que o pavimento “tem um prazo de duração limitada”.
“O piso tem prazo de duração limitada e são vários os pisos que ultrapassaram esses prazos. O piso esburacado pode causar prejuízos a pessoas e bens. Os remendos e os pisos não duram para sempre e quando chove, esses remendos saem e os buracos voltam a surgir”, explicou.
Os vereadores do Amar e Servir Braga propuseram recomendar ao presidente da Câmara que promova, através dos serviços competentes, a realização de um levantamento técnico do estado de conservação dos pavimentos das vias municipais com especial atenção às vias urbanas com mais intensidade de tráfego ou circulação de veículos pesados.
Solicitaram também que, com base desse levantamento, sejam elaborados estudos técnicos de viabilidade de intervenções, incluindo a estimativa de custo de tipologia de pavimentos adequados e enquadramento do orçamento municipal.
Após a referida instrução técnica e financeira, os vereadores da oposição querem que seja ponderada a inclusão de um plano de reabilitação do pavimento das vias municipais na programação estratégica das obras públicas, respeitando os princípios da legalidade e sustentabilidade orçamental e boa administração.