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SC Braga vence Nice e apura-se para o play-off da Liga Europa

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© SC Braga
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O SC Braga garantiu, esta quinta-feira, o apuramento para o play-off da Liga Europa ao vence o Nice por 0-1.

Um golaço de Pau Víctor aos 28 minutos de jogo, após assistência de Victor Gómez, deu a vitória aos Gverreiros do Minho.

O SC Braga subiu ao quarto lugar da tabela da fase da liga da Liga Europa com 13 pontos, enquanto o Nice é último classificado com zero pontos.

João Vieira eleito representante das Juntas de Freguesia de Braga

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© João Vieira
© João Vieira

João Vieira, presidente da Junta de Freguesia de Gualtar, em Braga, eleito pelo Partido Socialista, foi ontem eleito representante das Juntas de Freguesia do concelho de Braga no Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP). A eleição decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Braga.

João Vieira venceu a votação com 37 votos, superando a Lista B, que obteve 34 votos e cujo candidato era o presidente da Junta de Freguesia de Palmeira, João Ferreira.

Na mesma assembleia eleitoral, foi ainda escolhido o suplente para esta representação, cargo que será desempenhado por Sérgio Fernandes, presidente da Junta de Freguesia de Este, eleito pelo movimento “Amar e Servir Braga”.

O novo representante assumirá funções já na primeira reunião do Congresso, agendada para este fim de semana, em Viana do Castelo, onde participará em nome das Juntas de Freguesia de Braga.

PDM de Braga: Promessas irrealistas e o futuro suspenso

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

A revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) é um dos processos mais determinantes para o futuro de qualquer concelho, porque define o modelo de desenvolvimento territorial, orienta investimentos, estabelece prioridades e garante estabilidade e previsibilidade a cidadãos, empresas e investidores. Por isso mesmo, quando o Presidente da Câmara Municipal de Braga afirmou de forma insistente, em campanha eleitorial e já devidamente empossado no cargo, que o PDM de Braga estaria concluído e aprovado ainda em 2025, essa promessa não pode ser entendida como um simples detalhe político, mas como um compromisso assumido perante todos os bracarenses. Hoje, porém, a realidade impõe-se: o processo não só não ficará concluído em 2025, como afinal essa meta nunca foi realista. Mais do que um atraso, o que agora se confirma é que a promessa feita não tinha sustentação nos prazos legais, no estado dos trabalhos, nem na complexidade do próprio procedimento, pelo que náo é exagero considerar-se particularmente grave que se tenha anunciado com tanta ligeireza um prazo impossível de cumprir. A revisão de um PDM exige estudos técnicos aprofundados, articulação com diversas entidades públicas, processos de consulta e participação, avaliações e uma fase de concertação que, mesmo nas melhores condições, é morosa. Nada disto era compatível com a narrativa otimista que a autarquia procurou manter durante meses, ignorando a evidência de que o calendário anunciado não tinha qualquer base realista.

A ausência de um PDM atualizado tem consequências profundas para Braga. Num momento em que a cidade enfrenta desafios sérios no acesso à habitação, na mobilidade, na preservação ambiental e na atratividade económica, continuamos dependentes de um instrumento antigo, incapaz de responder às necessidades atuais. Famílias, promotores imobiliários, empresários e instituições aguardam decisões que ficam suspensas por falta de regras claras e atualizadas. Cada mês de atraso traduz-se em projetos parados, investimentos adiados e oportunidades perdidas. O impacto não é abstrato: sente-se na dificuldade de aceder a terreno para habitação a preços comportáveis, na incapacidade de definir zonas de expansão equilibrada, na indefinição que trava atividades económicas e na insegurança jurídica que se gera quando o principal instrumento de ordenamento do território permanece desatualizado.

O incumprimento da promessa de 2025 gera também um problema de confiança. Quando um executivo anuncia metas que não pode cumprir, e quando insiste nelas até ao momento em que já não é possível ocultar o seu irrealismo, fere a credibilidade da governação. A política não pode ser exercida com base em expectativas que servem campanhas mas não servem o interesse público. O que assistimos em Braga é a confirmação de um padrão: a gestão municipal tem revelado falta de planeamento, respostas reativas e uma preocupante tendência para governar em função da narrativa e não dos factos. Não se trata de um detalhe técnico, mas de uma forma de atuar que fragiliza a capacidade de conduzir a cidade com visão e responsabilidade.

É importante sublinhar que a segunda consulta pública, que já se realizou, não encerra o processo. Segue-se uma fase em que todas as participações devem ser analisadas e ponderadas, com a elaboração de um relatório que explica as razões pelas quais cada contributo foi aceite ou rejeitado, e a proposta do plano ajustada em conformidade. Só depois é possível submeter o documento para votação e tramitação subsequente. Estas fases, embora formais, são essenciais para assegurar que a participação pública se traduz em decisões concretas e que o plano final reflete interesses legítimos da cidade.

Braga precisa de um PDM que permita planear o futuro e não apenas reagir ao presente. Precisa de regras que promovam habitação acessível, que protejam o território, que organizem equipamentos, que reforcem a mobilidade sustentável e que garantam estabilidade às famílias e aos agentes económicos. E precisa, sobretudo, de um executivo que trate este processo com o rigor que ele exige, em vez de o transformar num exercício de promessas que se esgotam na comunicação.

A cidade merece uma estratégia de longo prazo e não mais improvisação. O futuro de Braga não pode ficar refém de promessas irrealistas; deve assentar em planeamento, responsabilidade e respeito pelos bracarenses.

Professores da UMinho recebem prémio de carreira

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Nelson Lima e José António Teixeira © UMinho
Nelson Lima e José António Teixeira © UMinho

Os investigadores Nelson Lima e José António Teixeira, do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho (UMinho), foram distinguidos pela Sociedade Portuguesa de Microbiologia e pela Sociedade Portuguesa de Biotecnologia, pelos seus contributos significativos naquelas áreas.

Os cientistas receberam respetivamente o Prémio Nicolau van Uden e o Prémio Júlio Maggiolly Novais, no encerramento do congresso “Microbiotec’25”, realizado em Ponta Delgada, nos Açores. Os galardões destacam bianualmente a careira ímpar de investigadores portugueses na microbiologia e na biotecnologia, nomeadamente a sua influência científica, o nível de internacionalização e o impacto na formação das novas gerações.

Nelson Lima tem 67 anos e vive em Braga. É o primeiro português a presidir a Federação Mundial de Coleções de Culturas Microbianas (WFCC), que preserva 4.5 milhões de microrganismos em 884 coleções públicas de 81 países. Lidera ainda o polo nacional da Infraestrutura de Investigação de Recursos Microbianos (MIRRI-ERIC), a Micoteca da UMinho e dirigiu a Organização Europeia de Coleções de Culturas. Doutorou-se em Ciências da Engenharia – Biotecnologia pela UMinho, onde leciona desde 1988 e é professor catedrático e investigador do CEB e do laboratório associado Labbels. No Brasil, foi docente visitante de várias universidades federais, como a de Pernambuco, pela qual é doutor honoris causa. Soma mais de 400 publicações, 650 comunicações em conferências e 59 orientações de dissertações e teses, sendo ainda avaliador para meia centena de revistas internacionais, além de projetos e agências de apoio à investigação, como da Comissão Europeia, Brasil, Bélgica e Chile.

José António Teixeira tem 68 anos e vive no Porto. Está no top 2% dos cientistas mais citados no mundo e é uma referência em biotecnologia alimentar e industrial, desenvolvimento de bioprocessos e formação de especialistas neste campo. Doutorado em Engenharia Química pela Universidade do Porto, é professor catedrático da Escola de Engenharia da UMinho e investigador do CEB e do Labbels. Liderou a Sociedade Portuguesa de Biotecnologia, o CEB, o Departamento de Engenharia Biológica da UMinho e é o pivô português do Polo Ibérico Transfronteiriço de Biotecnologia. Coordenou 40 projetos de investigação nacionais e europeus, sendo (co)autor de mais de 800 artigos científicos e seis livros. Pertence ao conselho editorial de várias revistas internacionais e recebeu os prémios de Estímulo à Excelência FCT e Seed of Science, entre outros.

O Prémio Júlio Maggiolly Novais foi atribuído pela primeira vez em 2021, precisamente a Manuel Mota, professor emérito da Escola de Engenharia da UMinho, que curiosamente orientou as teses doutorais de Nelson Lima e José A. Teixeira. Já o Prémio Nicolau van Uden, que também deve o nome a um cientista notável, surgiu no ano 2011, tendo na segunda edição (2013) destacado Cecília Leão, professora emérita da Escola de Medicina da UMinho.

CHEGA diz receber queixas de que há escolas em Braga que desincentivam celebrar o Natal

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© Angélica Antunes / Braga TV
© Angélica Antunes / Braga TV

Filipe Aguiar disse que tem recebido denúncias por parte de encarregados de educação e professores de que existem quatro escolas em Braga que estão a travar a celebração do Natal para permitir uma maior inclusão aos alunos não cristãos. A afirmação foi feita esta quarta-feira, em Reunião de Câmara, onde o vereador do CHEGA pediu ação do Executivo para averiguar a situação.

“Temos que agir imediatamente. Os alunos não podem ser prejudicados porque temos de dar uma atenção diferente àqueles que chegam, muito menos temos que abdicar da nossa identidade, da nossa cultura, das nossas raízes. Um dia destes vamos ter aqui alguém, alguns movimentos, a dizer que temos que abdicar da Semana Santa, dos Santos Populares, do São João de Braga, coisa que é completamente impensável da nossa parte. Isso é algo que nós não deixaremos passar”, referiu Filipe Aguiar.

O vereador do CHEGA frisou que irá “estar atento”, tendo sugerido ao Município que crie uma equipa de terreno para “averiguar realmente a veracidade dessas situações”.

Amar e Servir Braga quer repavimentação das estradas em mau estado

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DR
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O movimento independente Amar e Servir Braga entregou esta quarta-feira ao presidente da Câmara Municipal de Braga uma proposta para a repavimentação de ruas e avenidas que necessitam de intervenção do piso nas vias de circulação.

A proposta foi apresentada na Reunião de Câmara onde Ricardo Silva, líder do movimento independente, refere que “há uma necessidade urgente de repavimentação”, uma vez que o pavimento “tem um prazo de duração limitada”.

“O piso tem prazo de duração limitada e são vários os pisos que ultrapassaram esses prazos. O piso esburacado pode causar prejuízos a pessoas e bens. Os remendos e os pisos não duram para sempre e quando chove, esses remendos saem e os buracos voltam a surgir”, explicou.

Os vereadores do Amar e Servir Braga propuseram recomendar ao presidente da Câmara que promova, através dos serviços competentes, a realização de um levantamento técnico do estado de conservação dos pavimentos das vias municipais com especial atenção às vias urbanas com mais intensidade de tráfego ou circulação de veículos pesados.

Solicitaram também que, com base desse levantamento, sejam elaborados estudos técnicos de viabilidade de intervenções, incluindo a estimativa de custo de tipologia de pavimentos adequados e enquadramento do orçamento municipal.

Após a referida instrução técnica e financeira, os vereadores da oposição querem que seja ponderada a inclusão de um plano de reabilitação do pavimento das vias municipais na programação estratégica das obras públicas, respeitando os princípios da legalidade e sustentabilidade orçamental e boa administração.

O Natal em Famalicão vive-se com música, animação e tradições

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© CM Famalicão
© CM Famalicão

Vila Nova de Famalicão mantém até ao Natal uma agenda repleta de música, animação e tradições. A programação prossegue com vários concertos nas igrejas da cidade, momentos gastronómicos na Praça – Mercado Municipal e propostas culturais que incluem teatro, iniciativas comunitárias e performances natalícias. Entre os destaques estão o concerto “Cantar o Natal”, no dia 12, as receitas de filhoses no dia 13, o espetáculo “Caminhos de Neve” no dia 14, e uma série de concertos previstos para os dias 19, 20 e 21, que incluem atuações da Camerata Portuguesa, do Coral-Sinfónico e o espetáculo “Merry Christmas”. A animação estende-se ainda ao comércio local com o “Fora d’horas”, no dia 20, e ao desporto com a 9.ª edição da São Silvestre, marcada para 23 de dezembro.

Paralelamente, a cidade continua a oferecer diversos divertimentos distribuídos pelas principais praças, como o Comboio de Natal, a Aldeia de Natal, o Circo de Papel, o espetáculo multimédia e o tradicional Mercado de Natal. A estes juntam-se a Pista de Gelo, a Roda Gigante, a Praça dos Sonhos e o Carrossel, que garantem animação diária para toda a família. Com concertos, gastronomia, mercados e atrações para todas as idades, Famalicão continua a viver intensamente o espírito natalício nas próximas semanas.

A programação completa está disponível aqui.

Associação “Os Bravos da Boa Luz” vai homenagear ex-autarcas de Braga

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© Luís Pedroso
© Luís Pedroso

A Associação Cultural e Recreativa “Os Bravos da Boa Luz” vai homenagear no próximo sábado, 13 de dezembro, Ricardo Rio, ex-presidente da Câmara Municipal de Braga, e Luís Pedroso, ex-presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade.

O momento irá decorrer às 11:00 na sede desta associação e contará com os membros associados.

De acordo com José Silva, presidente de Os Bravos da Boa Luz, “será realizada esta singela homenagem para agradecer o apoio prestado a esta associação ao longo destes últimos anos”.

“Queremos agradecer ao ex-presidente, Luís Pedroso, por ter-nos sempre apoiado ao longo do seu mandato e a Ricardo Rio, ex-presidente da Câmara Municipal, pela cedência do prédio do Município à nossa associação. O edifício tem um valor incalculável e sem esse apoio, não tínhamos onde nos instalar” explicou.

Autarca de Guimarães integra comissão coordenadora para oferecer saúde com inovação à população

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© CM Guimarães
© CM Guimarães

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, formalizou, esta quarta-feira, a adesão do Município à primeira Comissão Coordenadora do Ecossistema Colaborativo e Multimodal em Saúde do Alto Ave (ECMS-AAVE). A assinatura do documento, subscrito pelas seis autarquias servidas pela Unidade Local de Saúde do Alto Ave (ULSAAV) e por Pedro Cunha, presidente do Conselho de Administração da ULSAAV, teve lugar nas terceiras jornadas do ecossistema, no Centro Cultural Vila Flor.

A participação da Câmara Municipal de Guimarães no ECMS-AAVE representa “o início de um trabalho que vai definir, nos próximos tempos, a estratégica condutora para uma saúde com mais inovação e cada vez mais centrada nas pessoas”. Toda a estratégia passa por construir uma região inteligente em saúde centrada nos utentes.

“Somos, coletivamente, responsáveis por elevar o Alto Ave e afirmar esta região como um exemplo de modernidade, inovação, cooperação e excelência. E posso assegurar-vos que a Câmara Municipal de Guimarães, apostada como venho defendendo em afirmar o nosso território do Berço da Nação ao Berço da Inovação, continuará a ser um parceiro ativo, comprometido e disponível para fazer parte desta transformação. Desejo, por isso, que estas jornadas continuem a gerar ideias, soluções e alianças. Que reforcem a confiança entre instituições e que nos aproximem do objetivo maior que passa por garantir que cada cidadão do Alto Ave tem acesso a cuidados de saúde de qualidade, humanizados, inovadores e integrados”, afirmou Ricardo Araújo, perante os parceiros do ECMS-AAVE.

O Ecossistema Colaborativo Multimodal em Saúde do Alto Ave conta com mais de 30 instituições Académicas, Autárquicas, de Saúde, do Terceiro Sector e Tecnológicas. As jornadas decorrem anualmente com o objetivo de melhorar continuamente as múltiplas interações já implementadas e exponenciar o seu potencial de intervenção clínica, social e económica, bem como definir uma estratégia comum na modernização, humanização e acesso a cuidados de saúde de qualidade e excelência.

“Este ecossistema representa uma visão que Guimarães partilha, apoia e continuará a fortalecer. Temos consciência de que o futuro da saúde passa pela capacidade de trabalhar em rede, de inovar com responsabilidade e de colocar o cidadão no centro de todas as políticas. Quero, por isso, expressar o meu profundo reconhecimento a todas as instituições aqui presentes. A cada profissional, investigador, autarca, dirigente do terceiro setor, empresário tecnológico e académico que contribuiu para esta construção”, agradeceu Ricardo Araújo.

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, sublinhou, ainda, que “todo este Ecossistema, que junta cerca de 30 instituições, assenta neste compromisso coletivo de moldar um novo modelo de prestação de cuidados, centrado nas pessoas, na proximidade, na inovação e na humanização», sendo que a gestão municipal que lidera «reconhece nas áreas da saúde, do conhecimento e da inovação pilares essenciais para o desenvolvimento do nosso território. Sabemos que não há comunidade próspera sem uma rede de cuidados eficaz; não há economia robusta sem ciência; não há coesão social sem proximidade; e não há futuro sustentável sem a capacidade de modernizar, integrar e antecipar desafios. Por isso, estas jornadas são mais do que um ponto de encontro; são um exercício de visão e, também por isso, além de todo o trabalho já realizado, a minha gratidão a todos”.

Estudantes de Música da UMinho vencem vários prémios

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Simão Viegas © UMinho
Simão Viegas © UMinho

Os estudantes do Departamento de Música da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho (UMinho) têm obtido várias distinções a nível nacional e internacional, confirmando a excelência artística e o trabalho desenvolvido por esta academia.

Máximo Klyetsun, do 2.º ano da licenciatura em Música e da classe do professor Ângelo Martingo, foi laureado há dias com o Prémio do Público e o 2.º Prémio no XIX International Animato Piano Competition in Paris, em França. Anteriormente, recebeu o 1.º Prémio no Prix du Piano Bern – Interlaken Classics, na Suíça, e o Prémio de Melhor Português e 2.º lugar geral no Concurso Internacional de Piano de Viseu.

Francisco Ferreira Machado, do 1.º ano da licenciatura em Música e aluno do professor António Pereira, conquistou este fim de semana o 1.º Prémio em Viola d’arco no Concurso Internacional de Corda Cidade de Vigo, em Espanha, enquanto Diogo Sousa Santos, do 2.º ano e da classe do professor Nikolay Gimaletdinov, foi galardoado naquela competição com uma Menção Honrosa em Violoncelo (o júri não atribuiu pódio na categoria).

Já o clarinetista Jorge Aldao López, do mestrado em Ensino de Música e aluno do professor Vítor Matos, foi selecionado para integrar a Jovem Orquestra da Galiza. Há poucos meses, tinha sido distinguido no XI Concurso de Interpretação Solista na Corunha, também em Espanha, o que lhe permitiu atuar uma temporada a solo com a Orquestra Sinfónica da Galiza, no “Concerto para clarinete e orquestra”, de Carl Nielsen.

Por seu turno, Margarida Breda, Inês Cunha e Inês Monteiro – do mestrado de Ensino de Música e da classe do professor Ricardo Barceló –, a par de Beatriz Oliveira, formam o projeto “HERA”. Este raro quarteto feminino de guitarra a nível mundial foi agora escolhido pela organização Ibermúsicas e vai participar no 13.º Festival Internacional de Guitarra de Maldonado, no Uruguai, um dos mais prestigiados da Iberoamérica.

Quanto às violinistas Elisa Alves e Francisca Ribeiro, respetivamente da licenciatura e do mestrado em Música, ambas alunas do professor Miguel Lessa Simões, foram selecionadas para integrar o Estágio Gulbenkian para Orquestra. Recentemente, interpretaram a sinfonia “Leninegrado”, de Chostakovitch, em dois concertos side-by-side com a Orquestra Gulbenkian, em Lisboa.

No verão, o clarinetista Jorge Sousa foi agraciado com o 1.º Prémio – Categoria Sénior e o Prémio D. Maria Aldina Valente no Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro de Oliveira de Azeméis, enquanto o 1.º Prémio – Categoria Nível 10 foi para Inês Cruz Esteves. Ambos estão ligados às classes dos professores Xocas Meijide e Vítor Matos.

Entretanto, o pianista Pedro Teixeira, aluno do professor Luís Pipa, foi laureado com o 1.º Prémio – Categoria E no XXV Festival Internacional Cidade do Fundão e, também, no XII Concurso Nacional de Piano de Vila Verde. Juntam-se ainda Jael Cohen, da classe do professor Vítor Matos, com o 1.º Prémio em Clarinete – Categoria A no XVIII Concurso Internacional Paços’ Premium, em Paços de Brandão; e Simão Viegas, aluno do professor Gil Magalhães, com o 1.° Prémio em Flauta Transversal – Categoria D no IX Prémio Ilda Moura, no Porto, que se apresentou igualmente a solo com a Orquestra do Algarve.