A Quinta Pedagógica de Braga dinamizou o seu tradicional magusto intergeracional no Dia de São Martinho.
Na iniciativa estiveram crianças da EB1 de Frossos, seniores do Fundo Social do Município, utentes da Associação AIA e da Associação Cavi – Pais em Rede.
O magusto foi mais uma oportunidade para a Quinta Pedagógica dar a conhecer a diversos públicos os vários aspetos da vida rural minhota e os seus costumes e tradições, promovendo ainda um contacto intergeracional.
O Município de Guimarães, através do Balcão de Apoio à Criação (BAC), vai promover um ciclo de sessões de esclarecimento dirigidas aos agentes culturais e criadores do concelho, com o objetivo de reforçar competências técnicas, administrativas e criativas no setor artístico local. As sessões decorrem entre 20 de novembro e 12 de dezembro, em vários espaços culturais da cidade, e contam com a participação de profissionais e especialistas de reconhecido mérito.
O ciclo de sessões abrange quatro grandes áreas de trabalho — Comunicação e Imagem, Produção e Programação em Espaço Público, Apoio à Criação e Design e Literacia Analógica —, abordando temas como a gestão de projetos culturais, estratégias de comunicação, licenciamento de atividades em espaço público, financiamento, design e práticas analógicas no contexto artístico contemporâneo.
As ações serão dinamizadas por Mafalda Jacinto, Carlos Veríssimo, Cristina Planas Leitão e Cristina Coutinho, e terão lugar em equipamentos de referência como a Plataforma das Artes e da Criatividade, a Sociedade Martins Sarmento, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) e o Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura (CAAA).
Com esta iniciativa, o Município de Guimarães reafirma o seu compromisso em “apoiar o tecido cultural vimaranense, promovendo a qualificação dos seus agentes, o acesso à informação e a valorização do trabalho artístico”. As sessões integram-se na estratégia do BAC, um serviço municipal que tem vindo a prestar apoio técnico e administrativo aos criadores e entidades culturais, funcionando como um instrumento de proximidade, transparência e capacitação no domínio da cultura.
Estas sessões, de participação gratuita mediante inscrição, visam criar momentos de diálogo e partilha entre agentes culturais, instituições e a autarquia, fortalecendo uma rede de colaboração e aprendizagem contínua.
A 14 de novembro assinala-se o Dia Mundial da Diabetes, o lema lançado pela Federação Internacional da Diabetes (IDF) no triénio 2024-26 é “Diabetes e Bem Estar”. O foco é a promoção do Bem Estar da Pessoa com Diabetes em todas as suas vertentes por forma a melhorar a qualidade de vida das mesmas. A campanha deste ano foca-se, especificamente, na “Diabetes e o ambiente de trabalho”.
Falar em Diabetes e Bem Estar, sendo a Diabetes uma doença crónica, poderá até parecer contraditório ou mesmo controverso, mas na realidade não poderá uma pessoa com Diabetes alcançar o Bem Estar? O equilíbrio e controle sobre a sua doença que lhe permitirá viver com Qualidade?
Quando abordamos a Diabetes enquanto doença o objetivo principal é tratá-la. Alcançar um bom controle metabólico por forma a melhorar o estado de saúde da pessoa. Reduzir todas as implicações nefastas que a Diabetes possa incutir no seu estado de saúde. Permitir que tenham um dia-a-dia semelhante a qualquer outra pessoa que não padeça de doença é a meta final desta abordagem.
Sendo que todos nós passamos a maioria do nosso dia no local de trabalho, este deverá, ter e ser, um ambiente promotor do nosso equilíbrio. O local onde trabalhamos deve-se apresentar como um local seguro, que inspire confiança, que desafie e que permita evolução para todos.
Quando ao nosso lado, temos, como colega de trabalho, uma pessoa com uma doença crónica, como por exemplo a Diabetes, devemos ter alguns conhecimentos básicos sobre a mesma por forma a que possamos colaborar na obtenção de Saúde do nosso colega e eventualmente de toda a equipa de trabalho.
Não discriminar, mas sim incluir, fazendo escolhas que permitam a participação de todos nas mais diversas atividades, sejam laborais ou até mesmo de lazer em equipa.
O próprio empregador ser um veículo promotor de literacia em saúde aos seus trabalhadores.
No caso da Diabetes, o conhecimento de noções básicas de atuação por exemplo numa hipoglicemia, pode prevenir acidentes e tornar o ambiente de trabalho mais seguro.
Ter em conta alguns fatores que podem contribuir para a obtenção de um adequado controle metabólico, como o trabalho por turnos que habitualmente está associado a um pior controle, o tipo de ementa que se disponibiliza no refeitório ou períodos de descanso para que possa fazer a terapêutica, devem ser considerados para estes trabalhadores, sendo que o benefício não se extingue neles.
As novas classes farmacológicas, bem como as insulinas mais recentes, que são mais estáveis e eficazes permitem um melhor controle metabólico com uma redução significativa do risco de efeitos secundários negativos nomeadamente de hipoglicemias que são habitualmente o efeito secundário mais temido em meio laboral por colocar em causa a segurança da pessoa. O desenvolvimento tecnológico de vários dispositivos para o controle da doença, nomeadamente o controle da glicemia, como os sistemas de monotorização continua de glicemia, que permitem um controle “ao momento” com alarmes vários e sistemas de predição introduziram um ambiente de segurança à pessoa com diabetes.
Tornar o ambiente de trabalho mais inclusivo, mais abrangente, mais seguro e portanto, tranquilizador para toda a equipa, pessoas com diabetes e pessoas sem diabetes, permitirá alcançar um ambiente de Bem Estar para todos e certamente aumentar a Eficácia e a Efetividade de toda a Equipa de trabalho que é o objetivo no final do dia.
A realização laboral, e naturalmente pessoal, com o sentimento do dever cumprido será um dos motivos que contribuem para o Bem Estar da Pessoa com Diabetes.
Para que a Pessoa com Diabetes obtenha este Bem Estar, é fundamental encontrar e manter o equilíbrio entre o Ser Físico, Social e Mental em todas as suas vertentes, individuais e coletivas, sendo que cada um de nós pode e deve contribuir para tal.
O cemitério da freguesia de Arentim, em Braga, foi vandalizado e alvo de furtos, denunciou o CHEGA.
Segundo o partido, “este acontecimento é vergonhoso e revoltante. É uma situação lamentável e inaceitável que atinge diretamente o sentimento de respeito e tranquilidade que estes espaços devem representar. Estes atos são um claro sinal de falta de respeito, impunidade e ausência de ação por parte das entidades. Não podemos continuar a assistir de braços cruzados a este tipo de situações. É urgente que se adotem medidas de prevenção imediatas”.
“Durante a nossa campanha defendemos a instalação de um sistema de videovigilância ativo 24 horas por dia nos cemitérios de Arentim e Cunha. Esta medida visa prevenir novos atos de vandalismo, dissuadir comportamentos criminosos e proteger o património e a memória das nossas famílias. Chega de desculpas. Chega de inação. É tempo de pôr termo a este desrespeito”, acrescentou.
A Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho) promove a 19 de novembro o debate “Estratégias para o futuro do ensino superior”, com os professores Alexandre Quintanilha, Olga Pombo e Luís António Santos. A sessão está marcada para as 16:00, no edifício 1 do campus de Azurém, em Guimarães. O evento tem entrada livre (solicita-se apenas a inscrição prévia), insere-se no programa do Cinquentenário da EEUM e pretende trazer diferentes perspetivas e visões sobre o ensino superior em Portugal.
Alexandre Quintanilha nasceu em Moçambique, viveu na África do Sul e nos EUA e está em Portugal desde 1991. Doutorou-se em Física, estudando o stress oxidativo nos seres vivos e a forma como lidamos com o risco. Fundou e ajudou a criar vários centros de investigação e cursos multidisciplinares nas universidades de Berkeley e do Porto. Presidiu diversas comissões a nível nacional e internacional, contribuiu como deputado da Assembleia da República para uma política baseada no conhecimento e tem tido “a sorte de conviver com pessoas muito inspiradoras”.
Olga Pombo é doutorada em História e Filosofia da Educação pela Universidade de Lisboa, onde dirigiu o Departamento de História e Filosofia das Ciências e o Centro de Filosofia das Ciências. Publicou cerca de 150 títulos, da Filosofia Moderna à Ciência e Arte, cujo ensino iniciou em Portugal. Cofundou a Société de Philosophie des Sciences, é membro honorário da International Association for the Study of Controversies e do conselho científico do Réseau National des Maisons des Sciences de l’Homme e preside a assembleia-geral da Sociedade Portuguesa de Lógica.
Luis António Santos é mestre em Política Internacional pela Universidade de Londres e doutorado em Ciências da Comunicação pela UMinho, onde é professor e investigador sobre as mudanças no espaço mediático. Foi jornalista durante mais de uma década, passando na “pirata” Rádio Universitária do Porto, no Jornal de Notícias, no Diário de Notícias (correspondente em Londres) e no Serviço Mundial da BBC. É diretor adjunto do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, membro do Conselho Geral da UMinho e tem tido presença regular nos média.
As diferentes políticas de apoio às famílias valeram, mais uma vez, o reconhecimento ao Município de Famalicão como “Autarquia Familiarmente Responsável”.
O título, atribuído anualmente pelo Observatório dos Municípios Familiarmente Responsáveis, reconhece o trabalho desenvolvido pelo município na implementação de políticas e medidas de apoio às famílias, ao longo do ano, em diversas áreas de atuação, como Educação, Habitação, Transportes, Saúde, Cultura, Desporto e Ação Social.
“Trata-se de um reconhecimento das políticas que promovemos para os famalicenses, mas também para os trabalhadores do município, e que muito nos orgulha, porque validam os programas que temos desenvolvido e têm impacto direto no bem-estar de cada um dos nossos cidadãos”, salienta o presidente da Câmara, Mário Passos.
A atribuição de bolsas de estudo a estudantes universitários, a criação das Bolsas de Talento Jovem, os apoios à renda e às obras no âmbito do programa municipal Casa Feliz, o pagamento das inscrições federativas desportivas e respetivos seguros aos jovens atletas do concelho, a existência de um quarto escalão de apoio social municipal na Educação e a disponibilização de consultas de nutrição e psicologia direcionadas aos jovens, bem como medidas internas como a conciliação de horários de trabalho flexíveis para apoio à família e o apoio médico nas áreas de medicina, psicologia, osteopatia e nutrição para os trabalhadores do município, são algumas das medidas promovidas pela autarquia que justificam a distinção atribuída a Vila Nova de Famalicão.
Esta é a décima quarta vez – décima terceira consecutiva – que a autarquia famalicense recebe esta distinção, atribuída pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, um projeto promovido pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, em parceria com o Instituto da Segurança Social.
A iniciativa tem como objetivo acompanhar, premiar e divulgar as melhores práticas das autarquias portuguesas ao nível da responsabilidade familiar.
A bandeira de “Autarquia Familiarmente Responsável”, símbolo entregue aos municípios distinguidos, vai ser entregue ao Município a 19 de novembro, em cerimónia a realizar no Auditório da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra .
O concurso “Postal de Natal TUB 2025” já arrancou em Braga e vai aceitar participações até 8 de dezembro.
A iniciativa, organizada pelos Transportes Urbanos de Braga, mantém nesta edição o mesmo formato que tem vindo a cativar a comunidade escolar nos anos anteriores.
Podem concorrer crianças e jovens dos 5 aos 15 anos (inclusive). Os trabalhos a apresentar devem ser submetidos através da digitalização ou fotografia para o e-mail [email protected] ou entregues presencialmente em qualquer um dos Postos de Venda dos TUB ou na Loja da Mobilidade.
O júri que apreciará os trabalhos será composto por três artistas de reconhecido mérito local, convidados pela Administração dos TUB/EM.
Já estão abertas as inscrições para a 47.ª Corrida de São Silvestre de Braga. A prova realiza-se no dia 21 de dezembro, às 19:00, com partida e chegada na Praça da República.