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SC Braga derrotado pelo Benfica por 3-2

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© SC Braga
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A equipa feminina do SC Braga perdeu hoje por 3-2 frente ao SL Benfica, em jogo da sétima jornada da Liga BPI.

As águias adiantaram-se no marcador por intermédio de Nycole, aos 51 minutos. O SC Braga conseguiu chegar ao empate com Ana Rute a marcar dez minutos depois.

Aos 76′ Chandra Davidson volta a colocar o Benfica em vantagem, mas o SC Braga volta a empatar com um toque Melany Fortes.

O Benfica conseguiu fazer o golo da vitória nos descontos através de Rachel Engesvik.

Reunião de Câmara de Braga vai ter 337 pontos na ordem de trabalhos

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© CM Braga
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A terceira reunião do Executivo Municipal de Braga, que se realiza na próxima quarta-feira, 10 de dezembro, às 16:00, no Forum Braga, vai ter 337 pontos na ordem de trabalhos.

Em análise estarão, entre outros assuntos, os relatórios de execução orçamental do 2.º e 3.º trimestres das Empresas Municipais, relativos ao exercício 2025 e processos referentes à gestão Municipal, Urbanismo e Gestão do Território.

Braga de luto pela morte de membro da Associação de Festas de São João

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Morreu Ana Ferreira, membro da Direção da Associação de Festas de São João de Braga, vítima de doença prolongada. Tinha 56 anos.

Bruna Teixeira da Associação de Festas de São João de Braga usou as redes sociais para prestar-lhe homenagem. Hoje o coração de Braga está mais silencioso. Partiu uma amiga querida, alguém que dedicou parte da sua vida à comunidade e que marcou de forma profunda todos os que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado. A tua partida deixa um vazio imenso, mas também uma herança de dedicação, alegria e espírito de serviço. Como membro da direção das Festas de São João de Braga, ela não foi apenas uma organizadora — foi alma, força e inspiração. Colocou sempre o melhor de si em cada gesto, em cada decisão, em cada momento vivido nas ruas iluminadas pelas tradições sanjoaninas. A sua paixão por estas festas refletia-se no brilho com que falava delas e na entrega incansável ao trabalho que tanto amava. Era mais do que uma dirigente. Era uma amiga disponível, um sorriso constante, uma palavra de carinho nos dias difíceis e uma presença firme nos momentos importantes. Tinha a capacidade rara de unir pessoas, de criar pontes e de transformar simples encontros em memórias bonitas. Hoje despedimo-nos fisicamente, mas nunca emocionalmente. O legado que deixou nas Festas de São João de Braga, e na vida de cada um de nós, continuará a viver em cada balão de papel lançado ao céu, em cada martelada alegre, em cada música que ecoa pelas ruas da cidade. Que descanse em paz. Que o teu exemplo continue a iluminar o nosso caminho. E que a sua memória viva, forte e serena, no coração de todos os que a amaram”, pode ler-se.

À família enlutada, a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.

Abertas as inscrições para a formação de Voluntariado Missionário da Arquidiocese de Braga

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Estão abertas as inscrições para a Formação Arquidiocesana de Voluntariado Missionário 2026. A formação, que é uma parceria entre o Centro Missionário da Arquidiocese de Braga, a Pastoral Juvenil, a Pastoral Universitária e a Pastoral Vocacional, é uma parte “essencial” da preparação e um critério de seleção para partir em Missão.

A formação destina-se a maiores de idade, jovens universitários, jovens adultos e pessoas motivadas pela fé e pelo serviço, com disponibilidade para a formação e para a Missão, que pode ser de curta duração (geralmente nos meses do verão português) ou de média e longa duração.

Do processo de formação, também faz parte a angariação de fundos para financiar as Missões de curta duração.

No final da formação haverá uma entrevista individual, seguindo-se a seleção das equipas missionárias.

Nos projetos da Arquidiocese de Braga, os locais da Missão são a Diocese de Bafatá, na Guiné-Bissau, com a duração de 3 a 4 semanas, nos meses de julho/agosto (direcionada para jovens dos 18 aos 35 anos que integram as pastorais acima referidas); e a Diocese de Pemba, em Moçambique, com duração de 1 a 3 anos, para jovens e adultos.

As inscrições podem ser feitas aqui.

Por uma Nova Governação Local

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© Bruno Miguel Machado
© Bruno Miguel Machado

A discussão sobre a forma de eleição dos órgãos municipais está de novo em cima da mesa. É um debate necessário e há muito adiado.

O sistema actual, com eleições separadas para a câmara municipal e para a assembleia municipal, gera instabilidade e confusão de responsabilidades, impedindo que o poder local funcione com eficácia e transparência.

Hoje, não é raro um Presidente de Câmara estar em minoria no executivo que dirige ou ter uma Assembleia Municipal de maioria oposta. Em ambos os casos, o resultado é o mesmo: dificuldade em governar, bloqueio nas decisões e erosão da confiança dos cidadãos. O Município transforma-se num campo de manobras partidárias, quando deveria ser um espaço de gestão pública responsável e previsível.

O poder local foi uma das grandes conquistas da democracia portuguesa. Mas nenhuma conquista é definitiva. Se queremos autarquias fortes e eficientes, precisamos de um modelo institucional que sirva o bom governo — e não o bloqueio político.

Hoje, com mais partidos, mais movimentos independentes e câmaras divididas entre forças políticas diferentes, a reforma é urgente. É tempo de devolver coerência ao sistema autárquico: uma eleição, uma maioria, um governo local responsável perante a assembleia municipal e, em última instância, perante os cidadãos.

Uma eleição, um governo

O poder local precisa de um sistema eleitoral mais racional e transparente. O caminho passa por uma única eleição: uma só lista, sufragada pelos cidadãos, que integra os candidatos à assembleia municipal e à câmara. O cabeça de lista mais votado seria automaticamente presidente da câmara, cabendo-lhe escolher, de entre os eleitos, os vereadores que integrarão o executivo.

Deste modo, o presidente e a sua equipa seriam expressão directa da vontade popular, sem ambiguidades nem duplicações de legitimidade. A assembleia municipal passaria a ter um papel verdadeiramente central — o de parlamento do município, com funções reforçadas de fiscalização e de controlo político.

Assembleia Municipal com poder real

Neste modelo, a Assembleia Municipal deixaria de ser apenas um órgão deliberativo e de fiscalização formal, para se tornar o centro da vida política local.

Para garantir o equilíbrio e evitar abusos de poder, entendemos que esta devia possuir a faculdade de aprovar moções de censura construtivas, isto é, a possibilidade de destituir o executivo apenas se, em simultâneo, indicar uma nova maioria e um novo Presidente de Câmara.

O poder da Assembleia Municipal seria reforçado, tanto no plano político como no plano funcional, devendo reunir, pelo menos, com periodicidade mensal, para acompanhar de forma contínua a actividade do executivo e exercer eficazmente o seu papel de fiscalização.

Este mecanismo, semelhante ao existente noutros sistemas europeus, assegura a estabilidade e a continuidade da governação, evitando crises artificiais ou dissoluções desnecessárias.

Permite substituir um executivo sem recorrer a novas eleições, mas apenas quando existe uma alternativa política clara e legitimada.

Importa ainda clarificar o papel dos Presidentes de Junta: poderiam manter assento na Assembleia Municipal, mas sem direito de voto, preservando o seu contributo institucional e simbólico, sem interferir no equilíbrio político da representação directa dos cidadãos.

Responsabilidade e estabilidade – um novo Poder Local

A vantagem deste modelo é dupla. Por um lado, reforça a estabilidade: o executivo nasce com base numa maioria clara e governará enquanto mantiver a confiança da assembleia municipal. Por outro, aumenta a responsabilidade política: os cidadãos sabem quem governa e quem fiscaliza e podem julgar ambos no momento próprio, sem confusão de papéis.

A oposição teria, assim, um papel mais exigente e mais relevante — não o de simples participante num executivo que não dirige, mas o de fiscal do poder com meios institucionais efectivos para o controlar e, se necessário, substituí-lo.

Na verdade, o modelo actual sobreviveu enquanto as maiorias autárquicas eram estáveis e previsíveis. Mas a crescente fragmentação política veio expor as suas fragilidades. Continuar a governar com estruturas pensadas para outro tempo é insistir num erro que já custa caro à eficiência e à credibilidade do poder local.

É tempo de evoluir para um sistema mais coerente, mais democrático e mais funcional: uma eleição, um governo, uma assembleia municipal forte e responsável, com poder de fiscalização e de censura construtiva.

Mais do que uma mudança técnica, esta proposta representa um salto qualitativo na Democracia Local. Um sistema que conjuga legitimidade directa, fiscalização permanente e estabilidade governativa é o melhor garante de políticas públicas consistentes e transparentes.

É tempo de confiar nas instituições locais e de lhes dar os instrumentos para governar com responsabilidade, sem tutelas, bloqueios ou jogos partidários.

Leonor Gonçalves do SC Braga vence a medalha de ouro em Veneza

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© SC Braga
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Leonor Gonçalves, atleta do SC Braga, venceu medalha de ouro em Júnior (-53 kg) no Karate 1 Youth League, em Veneza, Itália.

Na fase de grupos, a Gverreira do Minho derrotou a romena Mihaela Daria Constantin por 5-0, seguiu com a vitória sobre a alemã Emma Gottschalk por 1-0 e superou a ucraniana Maria Hnes por 3-1. De seguida, venceu a italiana Elisa Vauchelle por 4-1, garantindo o lugar nas meias finais.

Na penúltima luta, Leonor Gonçalves venceu a eslovaca Kristína Ilavská por 4-1 e, na final, superou a italiana Bianca Capone por 5-3.

No total, somou 22 pontos marcados e apenas seis sofridos, alcançando a sua 12.ª medalha no circuito mundial jovem da WKF e a oitava de ouro.

Universidade do Minho é das mais sustentáveis do mundo

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© UMinho
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A Universidade do Minho (UMinho) é a melhor instituição portuguesa e a 148.ª do mundo no “UI GreenMetric World University Rankings 2025”, que avaliou a sustentabilidade ambiental de 1745 universidades de 105 países e que foi hoje publicado.

A UMinho é líder nacional desde 2017, quando se estreou nesta lista, e sobressai este ano na utilização de águas, tratamento de resíduos, educação e investigação. O pódio deste ranking inclui a Wageningen University (Países Baixos), a University College Cork (Irlanda) e a Nottingham Trent University (Reino Unido).

Os resultados demonstram que a sustentabilidade ambiental é uma marca identitária da UMinho, faz parte de um compromisso estratégico de liderança nesta área para construir uma comunidade mais saudável, vibrante e participativa, com vista a um futuro melhor. Revelam também o esforço da instituição em prol do desenvolvimento sustentável através do ensino, investigação e transferência de conhecimento, bem como nas suas práticas internas, políticas e procedimentos. A UMinho prossegue empenhada na sua estratégia de desenvolvimento sustentado pondo ênfase na articulação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.

Prémio de 18 mil euros do Euromilhões saiu em Portugal

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O terceiro prémio do Euromilhões, no valor de 18 mil euros, saiu em Portugal. O primeiro prémio de 130 milhões não teve totalistas.

Números: 9 – 15 – 25 – 34 – 46

Estrelas: 8 e 12

  • 5 números + 2 estrelas: 0,00€
  • 5 números + 1 estrela: 548.975,68€
  • 5 números + 0 estrelas: 18.329,23€
  • 4 números + 2 estrelas: 1.665,15€
  • 4 números + 1 estrela: 134,21€
  • 3 números + 2 estrelas: 77,32€
  • 4 números + 0 estrelas: 39,70€
  • 2 números + 2 estrelas: 17,80€
  • 3 números + 1 estrela: 12,64€
  • 3 números + 0 estrelas: 9,53€
  • 1 número + 2 estrelas: 8,36€
  • 2 números + 1 estrela: 6,08€
  • 2 números + 0 estrelas: 3,93€

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Conheça os números do Euromilhões

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Os números do Euromilhões de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números  9 – 15 – 25 – 34 – 46 e pelas estrelas 8 e 12.

Em jogo está um primeiro prémio de 130 milhões de euros.

O último sorteio, que tinha um prémio de 17 milhões, não teve totalistas.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

Cidadãos alertam para aumento de acidentes em Braga devido a tampas danificadas

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© António Gomes
© António Gomes

Uma tampa que se encontra danificada na berma há várias semanas na Avenida Antonio Macedo, em Braga, e sinalizada como obstáculo na via, tem dificultado a visibilidade e o acesso dos condutores naquela naquela estrada. 

De acordo com António Gomes, esta situação “tem provocado acidentes” e lamenta que “o problema ainda não tenha sido resolvida pelas entidades competentes”.

Os condutores que circulam na Rua de São Martinho e entram na Avenida António Macedo deparam-se com aquele obstáculo que dificulta o acesso naquela faixa de rodagem.