Braga está sob aviso laranja por causa da chuva forte até às 03:00 de terça-feira, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A partir das 15:00 desta segunda-feira, a região estará sob aviso amarelo devido ao vento forte, passando para laranja às 21:00, esperando-se rajadas de vento até 95 km/h, que podem chegar aos 110: km/h nas terras altas.
A GNR participou, entre 9 e 21 de novembro de 2025, na Operação Liberterra III, organizada pela INTERPOL e com coordenação nacional do Gabinete Nacional Interpol.
Realizada à escala global, em 119 países, esta operação teve como objetivo “a deteção e repressão de crimes como o tráfico de seres humanos e o auxílio à imigração ilegal, bem como de fenómenos associados a estas práticas criminosas”.
No âmbito das suas competências de vigilância e controlo de fronteiras, a GNR empenhou 357 militares em ações de fiscalização e controlo de pessoas na fronteira marítima e terrestre, direcionadas para vias rodoviárias e ferroviárias, em estreita colaboração com as autoridades nacionais e internacionais.
Durante a operação, a GNR, através da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF), apoiada pelos Comandos Territoriais, fiscalizou e controlou um total de 11.257 pessoas, tendo detetado 34 migrantes em situação irregular, o que resultou em 11 detenções por entrada e permanência ilegal em território nacional.
A nível global, a Operação Liberterra III permitiu resgatar 4.414 potenciais vítimas de tráfico de seres humanos e identificar 12.992 migrantes irregulares, mobilizando forças de segurança em ações desenvolvidas em pontos estratégicos de controlo de fronteiras. Estas ações resultaram em 3.744 detenções, incluindo mais de 1 800 por suspeitas de tráfico de seres humanos e de auxílio à imigração ilegal, de acordo com os relatórios preliminares dos 119 países participantes.
Imagine trabalhar lado a lado com um robô humanoide que não só o/a ajuda a levantar peças pesadas, mas também percebe quando está cansado/a, adapta-se à sua forma de trabalhar e o/a protege contra lesões. Esse é o futuro que propõe o projeto científico I-CATER (“Intelligent Robotic Coworker Assistant for Industrial Tasks with an Ergonomics Rationale”), cujos resultados finais vão ser apresentados ao público a 30 de janeiro, às 14:30, no edifício 11 (sala 0.07) do campus de Azurém da Universidade do Minho (UMinho), em Guimarães. A entrada é livre, mediante inscrição online.
O projeto foi desenvolvido pelo Centro Algoritmi e Centro de Matemática da UMinho e pelo DTx CoLab – Associação Laboratório Colaborativo em Transformação Digital, com o apoio de parceiros como a IKEA Industry Portugal e a KUKA, sendo cofinanciado com 247 mil euros pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
O I-CATER reuniu especialistas em robótica, ergonomia e visão por computador para projetar uma nova geração de robô colaborativo, que percebe os seus parceiros humanos. Ao contrário dos robôs atuais na indústria, que repetem tarefas programadas, os I-CATER aprendem, tomam decisões e adaptam-se em tempo real, tanto no comportamento motor quanto na comunicação verbal. Eles observam e compreendem os movimentos dos operadores humanos, avaliam o esforço físico e cognitivo, podem prever o que precisa ser feito a seguir e ajustam as suas ações para se adequarem ao estilo, ao ritmo e às necessidades físicas e cognitivas únicas de cada trabalhador.
Este sistema robótico audacioso inclui várias inovações importantes: pode rastrear a localização de pessoas e objetos no espaço de trabalho, reconhecer as suas ações, avaliar o esforço físico e mental de um trabalhador e planear os seus próprios movimentos para que sejam suaves, seguros e fáceis de interpretar. Se detetar um risco, como um trabalhador a esforçar-se ou a ficar cansado, pode adaptar imediatamente o seu comportamento para tornar o espaço de trabalho mais seguro e a tarefa conjunta mais eficiente.
Ao abordar desafios em fábricas reais e dos seus funcionários no terreno, a equipa de investigação visou garantir que a tecnologia funcionará no mundo real e não apenas no laboratório. O projeto foi coordenado pelos professores Estela Bicho, do Departamento de Eletrónica Industrial, e Pedro Arezes, do Departamento de Produção e Sistemas, ambos da Escola de Engenharia da UMinho. O trabalho incluiu ainda os investigadores Amin Salimi, Ana Colim, André Cardoso, Carla Alves, Duarte Fernandes, Flora Ferreira, Gaspar Cunha, Luís Louro, Nélson Costa, Paula Carneiro, Pedro Ribeiro, Sérgio Monteiro e Wolfram Erlhagen, entre outros.
Com o I-CATER, a equipa deu um passo significativo rumo a um futuro em que pessoas e robôs trabalham de forma integrada, tornando a produção mais saudável, segura e produtiva. Parte da investigação já foi levada a conferências e a fóruns especializados, posicionando internacionalmente este grupo no campo da robótica colaborativa e da ergonomia.
Um homem, de 41 anos, foi detido no sábado, na cidade de Braga, por ter recusado fazer o teste ao álcool.
“No dia 24 de janeiro, na cidade de Braga, os Polícias procederam à detenção de um cidadão com 41 anos de idade, pelo crime de desobediência. No decurso de uma fiscalização, o suspeito recusou-se a efetuar o teste do álcool”, informou a PSP.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.
A Câmara Municipal de Vieira do Minho implementou um novo método de recolha de monos ou monstros, face à deposição descontrolada e indiscriminada de resíduos volumosos na via pública.
O novo método de recolha destes resíduos, que passa a funcionar exclusivamente por agendamento, manterá a gratuitidade do serviço.
Assim, a recolha de monos deixa de ocorrer de forma espontânea, passando a ser efetuada apenas mediante pedido prévio. Os munícipes interessados poderão fazê-lo através da respetiva junta de Freguesia ou diretamente na Câmara Municipal, presencialmente nos serviços ou pelo telefone 253 649 270.
No caso das freguesias de Parada de Bouro, Ruivães e Salamonde, a recolha de monos mantém-se através dos depósitos temporários aí existentes, onde os munícipes poderão em articulação com as juntas de freguesia proceder à sua deposição nestes compartimentos/ locais, sendo posteriormente recolhidos e encaminhados pela Câmara Municipal para as instalações da Braval.
Com esta alteração, a Câmara Municipal pretende “combater situações de insalubridade, melhorar a imagem do concelho, promover a correta gestão dos resíduos e reforçar a proteção do ambiente, assegurando simultaneamente melhores condições de higiene e saúde pública”.
O Município apela à “compreensão e colaboração de todos os munícipes, sublinhando que esta medida visa o bem-estar coletivo, a preservação do espaço público e a construção de um concelho mais limpo, organizado e ambientalmente responsável”.
Mire de Tibães, em Braga, prepara-se para receber um dos pratos mais emblemáticos da gastronomia portuguesa. No próximo dia 7 de fevereiro, a Casa Peixoto será o palco do Festival da Francesinha, iniciativa organizada pela Comissão de Festas em Honra de Nossa Senhora do Ó.
Dedicado aos amantes desta especialidade tão apreciada no Norte do país, o festival permitirá aos visitantes desfrutar de francesinhas confecionadas com ingredientes de qualidade, respeitando a tradição e os sabores autênticos que fazem deste prato um verdadeiro ícone da cozinha portuguesa.
Um aquário inteligente, uma mesa de cocktail térmica, um passeio auto-iluminado e um robô de transporte estão entre os 14 protótipos que 50 alunos da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho) apresentam ao público no próximo dia 5 de fevereiro, em Guimarães.
As tecnologias foram concebidas no âmbito da licenciatura em Engenharia Eletrónica Industrial e Computadores da UMinho. A exposição e demonstração ao vivo das inovações vai decorrer das 10:00 às 16:00, na nave central do campus de Azurém, tendo entrada livre.
Há ainda para ver um dispositivo que testa reações, um braço robótico, uma pista de carregamento por indução, uma minibarragem, um carro que segue uma luz ou uma linha, além de amplificadores de áudio integrado e equalizador, um motor de corrente contínua ativado por ponte H e uma alternância automática motor-gerador.
A pensar no mercado
Os projetos foram criados este semestre na disciplina Projeto Integrador, em grupos de três a cinco estudantes, pondo à prova a criatividade, a capacidade inovadora e as competências de aprendizagem.
Os autores tiveram que salvaguardar que cada tecnologia tem funções úteis e competitivas, produção a custo acessível, utilização segura, elevada fiabilidade, certificação adequada e documentação completa.
Na nave central do campus vão também estar expostos posters, vídeos de funcionamento dos protótipos e materiais de apoio a estes projetos, que ao longo do dia vão ser avaliados por 11 docentes do Departamento de Engenharia Eletrónica Industrial da EEUM.
O Hospital de Braga registou, ao longo de 2025, o nascimento de 2.874 bebés, afirmando-se como a unidade pública com o maior número de nascimentos no Norte do país.
No mesmo período, a instituição de saúde realizou mais de 44 mil cirurgias. O ano ficou ainda marcado por um momento histórico com o arranque da cirurgia robótica na ULS Braga.
“A implementação da cirurgia robótica simboliza bem o caminho que a ULS Braga tem vindo a trilhar. Um percurso sustentado de inovação, diferenciação clínica e aposta em projetos estruturantes, sempre com o foco na qualidade e segurança dos cuidados prestados aos nossos utentes”, sublinha o presidente do Conselho de Administração da ULS Braga, Américo Afonso.
Na sequência deste percurso de crescimento e diferenciação, 2025 ficou igualmente marcado pela realização da primeira cirurgia cardiotorácica na ULS Braga, um marco histórico que reforça a capacidade técnica da instituição e amplia a resposta assistencial em áreas altamente especializadas, reduzindo a necessidade de referenciação externa.
Outro dos indicadores mais relevantes do ano foi a redução significativa do número de episódios registados no Serviço de Urgência. Ao longo de 2025, contabilizaram-se cerca de 195 mil episódios, menos 17 mil do que em 2024, com particular destaque para a diminuição verificada na Urgência Pediátrica. “Esta quebra resulta do trabalho contínuo de sensibilização junto da população, promovendo o contacto prévio com a linha SNS 24, um encaminhamento mais adequado e, sempre que possível, o autocuidado no domicílio”, acrescenta.
No âmbito da atividade assistencial programada, a ULS Braga voltou a registar um volume expressivo de consultas. Nos cuidados de saúde primários realizaram-se mais de um milhão e 771 mil consultas médicas e de enfermagem, num ano em que foram atribuídos médicos de família a mais 2 675 utentes.
No que respeita à descentralização dos cuidados, através do Serviço de Atendimento Complementar, realizou cerca de 19 mil consultas aos sábados, domingos e feriados, assegurando a continuidade de cuidados clínicos mais próximos da comunidade. Já as consultas hospitalares de especialidade totalizaram 570 mil, representando um aumento de cerca de 3 .500 consultas face a 2024.
O Hospital de Braga manteve igualmente um elevado volume de internamentos, com mais de 33 mil episódios registados ao longo de 2025.
O ano ficou ainda marcado pelo arranque da Hospitalização Domiciliária, projeto há muito aguardado que “veio alargar e humanizar a resposta assistencial”. Nos primeiros meses de funcionamento, 53 utentes beneficiaram deste modelo de cuidados, recebendo acompanhamento clínico no domicílio por equipas constituídas por médico e enfermeiro, evitando deslocações desnecessárias ao hospital.
A resposta de acompanhamento ao domicílio continuou igualmente a ser assegurada ao nível dos cuidados de saúde primários, com a realização de mais de 68 mil consultas médicas e de enfermagem ao longo de 2025.
Para Américo Afonso, “estes resultados são, acima de tudo, o reflexo do profundo sentido de missão e dedicação dos nossos profissionais. Foi um ano exigente, com múltiplos desafios, mas em que a ULS Braga conseguiu abrir novos horizontes e lançar bases sólidas para o futuro, algo que muito nos orgulha enquanto instituição pública ao serviço da comunidade e do SNS”.
O presidente do Conselho de Administração sublinha ainda que 2026 será igualmente um ano desafiante, com novos projetos estruturantes em perspetiva, que permitirão elevar ainda mais a diferenciação clínica e alargar a capacidade de resposta da instituição, nomeadamente através da aquisição de novos equipamentos ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência.
“Continuaremos a trabalhar com lealdade para com os nossos profissionais e os utentes que servimos, procurando sempre garantir respostas cada vez mais qualificadas, eficientes e humanas, para que nenhum utente fique para trás”, conclui Américo Afonso.
Na sequência do anúncio do investimento na Variante do Cávado e na Variante Este, em Braga, o Grupo Parlamentar da Iniciativa Liberal na Assembleia da República enviou ao Ministério das Infraestruturas um conjunto de questões que pretende “ver esclarecidas”.
Rui Rocha, deputado na Assembleia da República e Vereador do Município de Braga, salienta que “as notícias sobre a Variante do Cávado e da Variante Este são positivas e respondem a um anseio da população e a um consenso político entre as diferentes forças políticas do Município”.
Todavia, sublinha que “permanecem por esclarecer vários aspetos relacionados com os projetos em causa e que serão objeto de discussão quer ao nível do Executivo camarário, quer ao nível do Parlamento”.
“Nesse sentido, foi enviado um requerimento ao Ministro Pinto Luz um primeiro conjunto de questões, a que poderão seguir-se outras, para clarificação dos prazos, condições, formas de financiamento e responsabilidades assumidas quer pelo Governo, quer pelo Município”, explica.
“Trata-se de obras muitíssimo importantes e a Iniciativa Liberal dará todos os contributos para que estas avancem, mas também para que possam decorrer sem atrasos e num contexto de total transparência”, finalizou.