Um grave acidente rodoviário a envolver pelo menos cem viaturas, entre elas um autocarro português, na manhã desta terça-feira, na autoestrada A63, na região sul de Landes, em França, provocou dois mortos.
Uma das vítimas mortais é o motorista de um dos autocarros envolvidos e a outra vítima é o condutor de um camião que, após sair do seu veículo, acabou por ser atropelado por um carro que não conseguiu evitar a colisão.
Três pessoas estão em estado crítico e duas estão em estado grave, mas estáveis, segundo a France 3. Há ainda 50 a 70 feridos ligeiros.
Os passageiros dos autocarros que sofreram ferimentos ligeiros foram levados para um camião aquecido com cobertores térmicos, tendo sido posteriormente transportados para o centro comunitário de Saint-Geours-de-Maremne.
A Arte do Junco de Forjães, Esposende, está entre os finalistas da edição de 2025 do Prémio Nacional do Artesanato, na categoria Prémio Promoção para Entidades Públicas, uma distinção promovida pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), no âmbito do Programa de Promoção das Artes e Ofícios, que visa valorizar e promover a produção artesanal portuguesa, tanto na vertente tradicional como contemporânea.
O Prémio Nacional do Artesanato distingue projetos, percursos e iniciativas que se destacam no universo artesanal português, integrando seis categorias, entre as quais o Grande Prémio Carreira, o Prémio Investigação e os prémios de promoção dirigidos a entidades públicas e privadas.
A fase de votação pública teve início no passado dia 19 de dezembro de 2025 e prolonga-se até às 18:00 do dia 11 de janeiro de 2026. Durante este período, o público pode votar online nas candidaturas finalistas, sendo possível escolher uma candidatura por categoria. A votação encontra-se disponível, através da plataforma Votação PNA 2025 (https://formularios.iefp.pt/index.php/574439?lang=pt), permitindo a participação ativa do público na atribuição de um dos mais relevantes reconhecimentos nacionais no setor do artesanato.
Os tapetes e as cestas de junco de Forjães constituem um testemunho vivo de uma arte ancestral, transmitida ao longo de gerações no seio das famílias locais. O trabalho do junco era, tradicionalmente, uma atividade de carácter familiar, desenvolvida por homens e mulheres como complemento às suas ocupações profissionais. Em meados do século XX, foram precisamente as cestas de junco que deram projeção e notoriedade à freguesia de Forjães. Produzidas de forma totalmente manual e a partir de matérias-primas 100% naturais, as cestas de junco de Forjães integram o património cultural da freguesia e do concelho de Esposende. Ao longo das décadas, este objeto assumiu um papel preponderante no quotidiano da comunidade rural, conferindo-lhe hoje uma forte dimensão etnográfica, intimamente ligada à identidade da ruralidade portuguesa.
A salvaguarda e proteção desta arte tradicional assumem-se como fundamentais para garantir a sua continuidade no tempo, promovendo benefícios sociais, culturais e económicos para a comunidade local. O desenvolvimento desta tipologia de artesanato visa preservar uma atividade intrinsecamente ligada à população de Forjães, conciliando os valores do passado com os desafios do presente e as perspetivas de futuro, sendo um fator de relevo para o desenvolvimento sustentável do território.
Os resultados finais e a entrega dos prémios serão anunciados em cerimónia pública e solene, em data e local a divulgar oportunamente pelo IEFP.
Foi apresentada a Comissão Concelhia de Apoio à Candidatura Presidencial de António José Seguro de Vila Nova de Famalicão, de que fazem parte, até ao momento, 70 cidadãos famalicenses dos mais variados quadrantes da vida social, cívica e política local.
A estrutura concelhia de suporte da campanha do candidato é presidida por Artur Lopes, antigo governador civil do distrito de Braga, deputado à Assembleia da República e autarca. Chegou a presidir à Assembleia Municipal de Famalicão e foi vereador na Câmara Municipal.
Para Artur Lopes, António José Seguro “é uma pessoa de total confiança e de uma seriedade reconhecida, reunindo uma série de atributos pessoais e políticos que fazem dele o candidato a Presidente da República que mais garantias dá de cumprir e fazer cumprir a Constituição e de tratar todos os cidadãos com equidade, isenção e ética”.
Na oportunidade, foi também apresentado o médico Manuel Afonso Almeida Pinto como mandatário concelhio da Candidatura de António José Seguro à Presidência da República Portuguesa.
“É preciso que Famalicão ajude a eleger António José Seguro, o nosso próximo Presidente da República. Ele conhece bem Famalicão e, com ele na Presidência, a nossa terra só terá a ganhar”, afirmou Almeida Pinto.
Na ocasião, os dirigentes socialistas famalicenses Sofia Lopes Correia e Pedro Gomes foram também apresentados como mandatários concelhios para as mulheres e juventude, respetivamente.
Entre os 70 membros dados a conhecer, contam-se várias personalidades independentes, a par de muitos dirigentes e autarcas que se destacaram no PS em Famalicão ao longo das últimas quatro décadas.
Entre os independentes, sobressaem nomes como os de António Barbosa (economista, ex-presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Médio Ave e antigo vereador da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão); António Cândido Oliveira (professor catedrático jubilado da Escola de Direito da Universidade do Minho); Carlos Folhadela Simões (professor, dirigente associativo e antigo vereador na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão); Eduardo Rêgo (locutor); Francisco Barreiro (arquiteto, membro da Assembleia de Freguesia de V. N. de Famalicão e Calendário); Guerra de Oliveira (engenheiro eletrotécnico); Helena Oliveira (médica de medicina geral e familiar); Hipólito Barros (economista); e José Augusto Moreira (jornalista).
Da área do PS, anotem-se as participações dos atuais quatro vereadores na Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão (Eduardo Oliveira, Cláudia Vieira, Ivo Sá Machado e Neide Ribeiro); de Agostinho Fernandes, antigo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão; de Fernando Moniz, antigo governador civil do distrito de Braga e antigo deputado ao Parlamento Europeu; dos presidentes das juntas de freguesias de Riba de Ave, Landim, Joane e Louro (Cláudia Araújo, Joel Oliveira, Alberto Fernandes e Paulo Campos, respetivamente); de Sandra Lopes, deputada à Assembleia da República; de Jorge Costa, líder da bancada do PS na Assembleia Municipal; Luís Miranda, deputado municipal e presidente da Federação Distrital de Braga da JS; Paulo Folhadela, ex-vereador da Câmara Municipal; Sofia Lopes Correia, coordenadora da Concelhia das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos de Famalicão e membro da Assembleia de Freguesia de Antas e Abade de Vermoim; e Pedro Gomes, presidente da Concelhia da JS Famalicão.
A CDU manifestou-se contra a 3.ª revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) de Braga. O partido considera que a mesma demonstra “falta de vontade política de romper com décadas de políticas de ordenamento e urbanismoque, quer com PS, quer com PSD e seus aliados, conduziu o Município de Braga a um crescimento desequilibrado e casuístico, assente na proliferação do betão e do betume”.
Em comunicado, a CDU refere que “a enorme expansão populacional da cidade e do concelho registada nas últimas décadas torna cada vez mais urgente a definição de um modelo territorial claro, que defina as articulações entre a cidade, as periferias e as zonas mais rurais, os concelhos vizinhos, e a Área Metropolitana do Porto”, destacando que este PDM “deixou para trás a construção de equipamentos para usufruto público, com particular destaque para a gritante falta de espaços verdes, de várias dimensões”.
“Esta proposta de revisão do PDM mantém a navegação à vista no ordenamento e crescimento do concelho. É também sintomático que a proposta apresentada não contemple uma medição dos impactos da urbanização de novos espaços nas redes de transportes, nem da capacidade das infra-estruturas de electricidade, saneamento, entre outras. Ou, ainda, a ausência de uma identificação clara quanto à localização da futura estação de alta velocidade em Braga, bem como a necessária criação de uma UOPG para essa localização”, refere ainda.
A CDU diz que a nova estação intermodal prevista na revisão do PDM, junto à atual estação da CP, no que respeita à sua articulação com outros modos de transporte – rodoviário, BRT, ferrovia convencional, TUB, ciclovias e mobilidade suave -, implicaria “uma clara definição das vias de ligação por transportes coletivos, nomeadamente quanto aos arranjos exteriores ou à existência de parques de estacionamento, bem como quanto à ligação com a Ecovia do Cávado”.
Recorda que o facto de a nova estação intermodal junto à atual estação de CP surge de “uma proposta e reflexão dos membros da Assembleia Municipal da CDU, que felizmente não caiu em ‘saco roto’”.
Já quanto aoCentro Coordenador de Transportes de Braga (Estação de Camionagem), que “merecia finalidade distinta”, a CDU defende o uso do espaço para construção de habitação pública a custos controlados.
O comunicado da CDU, intitulado ‘Crescimento de Braga Não Pode Ficar ao Deus-Dará’, afirma que a proposta de revisão “passa ao lado de respostas abrangentes e articuladas a três questões prementes para a qualidade de vida dos bracarenses: defesa do direito à habitação, falta espaços empresariais e falta de uma rede de espaços verdes”.
Quanto à defesa do direito à habitação, a CDU pretende a criação de uma carta municipal de habitação para diagnosticar as carências no Município e identificar recursos habitacionais, fogos devolutos e potencialidades em solo urbanizado, bem como projetos de renda acessível, construção a custos controlados e promoção de habitação pública.
Defende a existência de espaços empresariais de grandes dimensões, e a definição do respetivo “espaço canal” rodoferroviário.
Por último, a CDU pugna por “uma rede de espaços verdes de diferentes dimensões, interligados por uma ecopista, e de bons equipamentos para usufruto público”.
“Braga necessita de uma rede articulada de espaços verdes de várias dimensões, localizados em diversas zonas do concelho, e de outros equipamentos qualificados como de usufruto público, e não de uma política que continua a promover a desqualificação do espaço público, com betão em todos os recantos disponíveis, e a sua entrega a privados, sem que existam quaisquer mecanismos de compensação às populações”, defende.
“O PDM mantém a ausência de um planeamento baseado num modelo territorial articulado e consistente com as perspetivas de crescimento populacional e económico do concelho. Braga precisa urgentemente de uma política que promova a harmonia entre o desenvolvimento económico, o crescimento populacional, e a qualidade de vida dos que nele trabalham e residem”, uma política que “necessita de instrumentos de planeamento e ordenamento que estabeleçam um modelo territorial que considere o médio e o longo prazo, e a resposta às principais questões com que se debatem hoje os bracarenses”, finalizou.
Pelo segundo ano consecutivo, a Zome, imobiliária de Braga, acaba a ser distinguida com o prémio Best Work Experience of the Year 2026, atribuído pela ConsumerChoice.
O reconhecimento reforça a identidade da imobiliária como “uma das empresas de referência em Portugal na valorização das pessoas e na criação de ambientes de trabalho de excelência”.
Num contexto em que a experiência de trabalho é determinante para a atração, retenção e valorização de talento, o Best Work Experience distingue as organizações que promovem ambientes profissionais positivos e motivadores, com base na perceção direta das equipas e na análise de práticas organizacionais essenciais para uma experiência de trabalho de excelência. A imobiliária 100% portuguesa destaca-se na edição de 2026 ao registar “elevados níveis de satisfação, fruto da qualidade do seu clima interno, das práticas de gestão e de uma atenção constante ao bem-estar dos seus consultores e colaboradores”.
Para João Morgado, Chief People Officer da Zome, este reconhecimento confirma a consistência da empresa. “Revalidar este reconhecimento confirma que a nossa abordagem às pessoas é estrutural e consistente, e não pontual. Na Zome, acreditamos que os bons resultados são consequência direta de experiências humanas extraordinárias, construídas diariamente através de uma cultura de proximidade, desenvolvimento contínuo e genuína preocupação com as nossas equipas”, refere.
Ao longo do último ano, a Zome reforçou o investimento em formação contínua, desenvolvimento de lideranças, bem-estar organizacional e em tecnologia, de forma a potenciar a produtividade sem comprometer o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
Para Carlos Santos, CEO da Zome, a distinção é coletiva. “É um prémio que pertence a toda a comunidade Zome. É o reflexo do compromisso diário de pessoas que partilham uma cultura construída com base na confiança, na autonomia e num propósito comum. É esta forma de estar que nos permite crescer de forma sustentável, colocando sempre as pessoas no centro da nossa estratégia”, finalizou.
Hoje, 6 de janeiro, celebra-se o Dia de Reis. A data comemora a visita dos três Reis Magos (Belchior, Gaspar e Baltazar), ao recém Menino Jesus em Belém.
Os reis presentearam o Salvador do Mundo com ouro, incenso e mirra. O feriado do Dia de Reis foi eliminado em Portugal e festeja-se no domingo próximo ao Dia de Reis. Também é tradição cantar as Janeiras ou Cantar os Reis pelas casa e comer o Bolo-Rei.
A freguesia de São Paio de Vizela, no concelho de Vizela, vai festejar São Gonçalo de 8 a 10 de janeiro.
Quim Barreiros é o cabeça de cartaz destas festividades que contam também com vários espetáculos musicais, fogo de artifício, celebrações religiosas e o tradicional cortejo com a distribuição de tremoços e vinho.
Programa
8 de janeiro (quinta-feira)
Distribuição de tremoços pela freguesia
9 de janeiro (sexta-feira)
22:00 – Fábio Casanova
22:30 – Amora Club, DJ Miguel Teixeira, DJ Coelho X
10 de janeiro (sábado)
08:00 – Recolha de donativos pelo grupo de bombos “Bota Fogo”
10:30 – Missa, seguida da procissão
19:15 – Cantar do Reis na escadaria da Igreja
19:30 – Eucaristia Vespertina
22:00 – Quim Barreiros
00:00 – Fogo de artifício, seguida de atuações de DJ’s
11 de janeiro (domingo)
08:30 – Receção da Banda Filarmónica Vizelense
09:45 – Cortejo das juízas
10:30 – Eucaristia Solene em honra de São Gonçalo
13:30 – Tradicional cortejo da Rua de São Paio com tremoços e vinho de São Gonçalo
14:30 – Benção dos tremoços e vinho
16:00 – Majestosa procissão
17:30 – Banda Filarmónica Vizelense
18:00 – Distribuição dos tremoços e vinho
18:30 – Encerramento com uma sessão de fogo de artifíco
O Auditório Municipal de Vieira do Minho recebe, no próximo dia 11 de janeiro, a partir das 14:00, o XXXII Encontro de Reisadas, iniciativa que celebra uma das mais genuínas tradições do concelho.
O evento contará com a participação de 15 grupos de Reisadas, todos oriundos do concelho, num momento de afirmação da identidade cultural local e de valorização do património imaterial vieirense. Esta iniciativa pretende divulgar e preservar a cultura e as tradições dos vieirenses, promovendo o encontro entre gerações e a continuidade destas práticas ancestrais.
Com entrada livre, o Encontro de Reisadas convida a população a assistir a um momento único de celebração da cultura popular, constituindo um autêntico postal ilustrado das tradições vieirenses.