A Associação de Moradores de Montélios e S. Frutuoso, em Braga, vai organizar uma festa de Carnaval na próxima terça-feira, 17 de fevereiro.
O evento contará com um desfile, um lanche, animação e com a participação especial do Grupo Motard Os Unidos.
A concentração irá decorrer no parque infantil de S. Jerónimo, na Rua de S. Jerónimo, a partir das 15:00. Se chover, o evento irá decorrer no Pavilhão Desportivo de Real.
De acordo com o Armando Gonçalves, presidente da Associação de Moradores de Montélios e S. Frutuoso, “o Carnaval vai ser organizado pela primeira vez pela associação e contará com o apoio da BragaHabit”.
“Vamos todos para a rua em união. Conto com todos e vamos fazer deste carnaval um sucesso”, disse Armando Gonçalves.
Braga é uma das cinco cidades portuguesas distinguidas na Cities A List do CDP (Carbon Disclosure Project). Trata-se de uma classificação internacional que reconhece os municípios com melhor desempenho em ação climática, transparência ambiental e planeamento estratégico para a sustentabilidade.
A distinção coloca a cidade minhota entre um grupo restrito de autarquias que demonstram liderança consistente na mitigação das alterações climáticas, adaptação a riscos ambientais e implementação de políticas públicas orientadas para a neutralidade carbónica. A presença nesta lista reflete critérios técnicos exigentes, baseados em dados verificáveis, metas mensuráveis e resultados concretos.
A avaliação do CDP incide sobre indicadores como inventários de emissões; planos de adaptação climática; eficiência energética; mobilidade sustentável; gestão de resíduos e envolvimento comunitário. Estar nesta rede significa que Braga não só planeia, mas executa e reporta com transparência a sua estratégia climática.
A integração na Cities A List confirma um caminho que a Autarquia tem vindo a consolidar: reforço das infraestruturas verdes; aposta na mobilidade suave e descarbonização; eficiência energética em edifícios públicos; políticas de educação ambiental e participação cívica; alinhamento com metas europeias de neutralidade climática.
Este reconhecimento internacional também posiciona Braga como cidade de referência para captação de financiamento europeu, parcerias técnicas e projetos-piloto de inovação ambiental.
Altino Bessa, vice-presidente da Autarquia, sublinha a relevância estratégica desta distinção. “Integrar esta lista é um reconhecimento do trabalho consistente que Braga tem desenvolvido na área da acção climática. Esta distinção demonstra que estamos a transformar compromisso político em resultados concretos por via de políticas públicas que melhoram a qualidade de vida dos bracarenses e preparam a cidade para os desafios ambientais do futuro. Mais do que um reconhecimento, esta integração é uma responsabilidade acrescida, uma vez que queremos continuar a liderar pelo exemplo, reforçando a inovação, a sustentabilidade e a cooperação internacional”, refere.
Segundo o responsável, “é importante ressaltar que num contexto em que as cidades são responsáveis por grande parte das emissões globais, o papel dos municípios é hoje decisivo”. “A presença do de Braga nesta lista consolida também a imagem da cidade como laboratório de políticas urbanas sustentáveis e reforça o seu posicionamento enquanto território competitivo, resiliente e comprometido com as gerações futuras. Com este reconhecimento Braga deixa de ser apenas um caso nacional de boas práticas e passa a integrar um grupo restrito de cidades que moldam, na prática, o futuro climático das áreas urbanas”, conclui Altino Bessa.
O Município de Montalegre cancelou a Noite da Sexta-Feira 13 devido ao agravamento do estado do tempo.
A autarquia comunicou esta segunda-feira que “após ponderação conjunta com os Bombeiros Voluntários do concelho e as autoridades de Saúde Pública, foi deliberado o cancelamento de todas as atividades programadas para o evento ‘Sexta 13 – Noite das Bruxas’ do próximo dia 13 de fevereiro” por motivos de segurança e também por “solidariedade para com as populações de todo o país que foram afetadas de forma tão grave pelas recentes intempéries. Sabemos que muitos dos nossos visitantes vêm de regiões fustigadas pelo mau tempo e, neste momento de dificuldade, o nosso espírito está com essas famílias e comunidades”.
O Município de Montalegre anunciou ainda que o evento voltará na próxima Sexta-Feira 13 do mês de março.
Albert Camus escreveu que “é preciso imaginar Sísifo feliz”. No seu célebre ensaio O Mito de Sísifo, o filósofo descreve o castigo absurdo imposto pelos deuses: empurrar eternamente uma pedra até ao topo da montanha, apenas para a ver rolar novamente para baixo. Para Camus, a grande questão não é o sofrimento em si, mas a consciência dele e a decisão, ainda assim, de continuar.
Quem vive ou acompanha a política local reconhece facilmente esta imagem.
Na Assembleia Municipal, como em outros órgãos autárquicos, enfrentam-se problemas antigos que regressam ciclicamente: processos que se arrastam, decisões adiadas, promessas que parecem nunca chegar ao topo da montanha. Habitação, mobilidade, planeamento urbano, coesão social, transparência – empurramos a pedra, debatemos, aprovamos recomendações, e muitas vezes sentimos que tudo volta ao ponto de partida.
Perante isto, surge a tentação do desânimo. A pergunta implícita no mito de Sísifo – vale a pena continuar? – ecoa com força na política local. E ecoa não só nos eleitos, mas sobretudo nos cidadãos, que tantas vezes se sentem afastados, descrentes ou cansados de participar.
Mas Camus não nos convida à desistência. Pelo contrário: para ele, a verdadeira revolta é recusar o abandono. Sísifo é livre no momento em que desce a montanha, consciente do seu destino, mas sem se render a ele.
É aí que a política local encontra o seu sentido mais profundo.
Ao contrário de Sísifo, nós podemos parar, mudar de caminho, repensar a forma de empurrar a pedra. Podemos – e devemos – questionar prioridades, exigir melhores processos, aproximar decisões das pessoas. A política municipal não é um castigo divino; é um espaço de responsabilidade humana.
Servir Braga, no meu caso na Assembleia Municipal, é aceitar que os resultados nem sempre são imediatos, que o trabalho é muitas vezes invisível e que o progresso acontece mais por persistência do que por gestos heroicos. É saber que cada intervenção, cada proposta, cada fiscalização pode não mudar tudo, mas muda alguma coisa.
Desistir seria fácil. Ceder ao cinismo, ao “nada muda”, ao “não vale a pena”, seria confortável. Mas isso seria entregar a pedra em mãos erradas, a quem prefere que ela nunca saia do lugar.
A política local exige menos ilusões e mais compromisso. Menos promessas grandiosas e mais trabalho continuado. Talvez seja isso que nos aproxima de Sísifo: não a condenação, mas a lucidez. E, como Camus sugere, é nessa lucidez que pode nascer uma forma discreta, mas teimosa, de esperança.
Enquanto houver pessoas dispostas a amar e servir Braga, a pedra continuará a ser empurrada, não por castigo, mas por escolha.
O ilustre mágico Karter Mendes partiu aos 71 anos. Figura bem conhecida na cidade de Braga, o artista levava uma vida ativa na cultura da cidade.
Residente em Lomar, Manuel Mendes, seu nome verdadeiro, dedicou a sua vida à magia e assumiu causas sociais como uma prioridade ao longo dos mais de 50 anos de carreira.
Em 2025 lançou um livro autobiográfico a contar o seu percurso pessoal e profissional, e a verba angariada com a venda reverteu para o Centro Novais e Sousa.
Foi um dos fundadores da associação Fado com Arte e fazia parte da Irmandade da Misericórdia.
À família e amigos, a Braga TV endereça as mais sinceras condolências.
A ADICA – Associação de Defesa do Idoso e Crianças de Arentim, em Braga, vai servir feijoada no domingo, 15 de fevereiro, para apoiar a construção do novo lar da freguesia.
Este prato típico será confecionado e servido em regime take-away no salão paroquial de Arentim, a partir das 12:00.
Pode fazer a sua encomenda através do contacto: 919 221 501.
Cerca de 40 pais e mães concentraram-se hoje à porta da creche Academia Sonhar e Crescer, em Carnide, Lisboa, alertando para agressões violentas aos filhos.
A denúncia terá sido feita por uma ex-funcionária que avisou os pais dos maus-tratos dentro da creche onde crianças terão sido presas em cadeiras com cintos, obrigadas a comer e a dormir na casa de banho. Um bebé de apenas 22 meses terá caído e desmaiado após de , alegadamente, ter sido esbofeteado.
Os pais organizaram uma manifestação a solicitar que a creche seja fechada em definitivo.