Uma delegação de Famalicão deslocou-se à região da Lombardia, em Itália, para promover a troca de boas práticas na área do desporto e envelhecimento ativo, tendo como modelo o projeto municipal ‘Mais e Melhores Anos’. A mobilidade internacional aconteceu entre os passados dias 25 e 30 de janeiro, dinamizada pelo Município de Vila Nova de Famalicão, através da divisão de Desporto, no âmbito do programa ‘Erasmus +’ da Comissão Europeia.
Ao longo dos dias, a comitiva famalicense – liderada pelo Chefe da Divisão de Desporto e Saúde, Rui Baptista, e composta por sete aprendentes, um técnico acompanhante e seis técnicos municipais -, participou em sessões técnicas, onde foram partilhadas metodologias de treino e programas desportivos na área do envelhecimento ativo, nomeadamente, de Boccia, atletismo, natação, yoga e desportos de caminhada.
Subordinada ao tema “Desporto, Democracia e Inclusão”, a deslocação à província italiana incluiu, ainda, sessões de desporto comunitário de interação com os praticantes locais, visitas culturais a Varese e Milão e momentos oficiais em que a delegação foi recebida nos municípios de Marnate, Gorlla Minore, Busto Garolfo e Busto Arsizio.
De assinalar o reconhecimento, da parte do Município de Busto Garolfo, do programa ‘Mais e Melhores Anos’, enquanto boa prática adotada pela autarquia, no âmbito do desporto sénior, em resultado do trabalho de parceria desenvolvido nos últimos dois anos com a autarquia famalicense. Atualmente, o município italiano tem em curso o projeto “Argento in forma”, que já conta com centenas de participantes, inspirado pelo programa desportivo famalicense.
Esta mobilidade internacional foi promovida pelo Município de Vila Nova de Famalicão em parceria com a Cooperativa Social SBI ‘Stare Bene Insieme’, de Itália, no âmbito do programa ‘Erasmus +’ da Comissão Europeia, na modalidade de Educação de Adultos. O Chefe da Divisão de Desporto e Saúde destaca “o caráter inovador e inclusivo deste projeto de mobilidade, bem como o evidente impacto internacional dos projetos desportivos da autarquia famalicense”.
A Associação Juvenil de Gualtar, em Braga, arranca 2026 com um plano de atividades cheio de dinamismo, cultura e espírito comunitário.
A primeira grande novidade é a Festa de Carnaval, no dia 14 de fevereiro, atividade para todas as idades, animação durante a tarde e noite, com música ao vivo, teatro, concurso de máscaras e muita diversão.
Nos dias 7 e 8 de março, a Associação Juvenil de Gualtar promove um fim de semana em São João do Campo, no coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês, com uma caminhada no sábado e um passeio a cavalo no domingo. Haverá opção de pernoita na Pousada da Juventude do Gerês.
Já no dia 21 de março, a associação volta a celebrar o Dia Mundial da Água, com a tradicional visita ao complexo Eco-Monumental das Sete Fontes e várias atividades educativas e ambientais ao longo do dia.
Durante todo o ano, a Associação Juvenil de Gualtar mantém as suas oficinas de teatro aos sábados de manhã e as aulas de Krav Maga às sextas-feiras, das 19:00 às 21:00.
Os passes dos Transportes Urbanos de Braga (TUB) vão ficar 14% mais baratos este ano, anunciou João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal, na Reunião de Câmara desta segunda-feira. O autarca estima atingir a gratuitidade dos transportes até 2029.
Para Ricardo Silva, vereador do Amar e Servir Braga, esta redução gradual dos passes dos TUB “não foi ao encontro da gratuitidade dos passes conforme João Rodrigues tinha prometido em campanha”. “Não é honesto. Esta redução é o romper de um compromisso eleitoral com a população”, disse Ricardo Silva.
Por seu turno, João Rodrigues explicou que “nunca disse que iria cumprir com a gratuitidade dos TUB durante este mandato”. “Estou a fazer um esforço para que isso aconteça, embora eu na campanha eleitoral nunca disse que era durante este mandato. Quando nós nos candidatámos, não prevemos fazer só um mandato, nem dois, é querer concretizar a medida em si. Nós dissemos que íamos tornar o transporte público gratuito para os residentes em Braga, estamos a fazer esse caminho e começamos com uma redução de 14% em todos os passes, que é uma redução brutal no preço”, sublinhou o autarca.
Mauro Zalazar vai reforço a equipa de Sub-23 do SC Braga. O médio, irmão de Rodrigo Zalazar, chega ao clube por empréstimo do Schalke 04 até ao fim da época.
O SC Braga reservou uma opção de compra pelo jogador no final da temporada.
Um jovem, de 20 anos, foi detido em Guimarães com 11 doses de haxixe.
“Na cidade de Guimarães, a PSP deteve um cidadão com 20 anos de idade, pela prática do crime de tráfico de estupefacientes. No momento da abordagem policial, o suspeito encontrava-se na posse de haxixe suficiente para cerca 11 doses individuais que lhe foram apreendidas”, refere a PSP.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.
Celorico de Basto vai promover a tradição das concertinas, que promete circular pelos centros urbanos do concelho com o objetivo de dar “música” a toda a comunidade e reforçar o gosto por este instrumento musical apreciado na região minhota.
Na primeira concentração de concertinas, que decorreu ontem, em Gandarela, os tocadores foram convidados a viver, no Centro Escolar, um duelo de concertinas com a interpretação das tradicionais músicas populares portuguesas.
A próxima concentração de concertinas está marcada para a vila de Celorico de Basto, no dia 1 de março.
À exceção do mês de abril (Páscoa), as concentrações de concertinas terão lugar, de forma rotativa, no primeiro domingo de cada mês.
Com uma dinâmica demográfica em contracorrente à tendência nacional de decréscimo, Braga exige uma Carta Educativa de “3.ª Geração”.
As recentes propostas do Ministério da Educação (a obrigatoriedade da Educação Física no 1.º ciclo e a fusão entre o 2.º e 3.º ciclos) não são meros ajustes na matriz curricular, mas o reconhecimento de que a escola do século XX já não se adequa ao corpo nem à mente da criança do século XXI. Estas mudanças exigem ao Município planeamento estratégico, sob pena de corrermos o risco de transformar a gestão educativa num exercício de reação perpétua.
O crescimento demográfico em freguesias como Real, Nogueira ou Fraião tem sido motor de receita municipal, mas não pode tornar-se um passivo social. Não podemos licenciar novos fogos habitacionais com uma mão e, com a outra, negligenciar a construção dos equipamentos que servem as famílias que neles vivem. Se não redesenharmos uma Carta Educativa robusta, a pensar no futuro, Braga será uma cidade saturada, onde o sucesso escolar é travado pela obsolescência do betão.
Não há política pública mais humana do que aquela que cuida do crescimento dos seus cidadãos mais pequenos. As decisões (Educação Física no 1.º ciclo) e as intenções (junção do 1.º e do 2.º ciclos) obrigam-nos a um exercício de honestidade brutal. Não podemos abraçar estas reformas se não estivermos dispostos a transformar radicalmente o parque escolar. O atual crescimento demográfico do concelho exige que a nova Carta Educativa deixe de ser um mapa estático para se tornar num organismo vivo.
O pedagogo Loris Malaguzzi, mentor da filosofia de Reggio Emilia, defendia a ideia do “terceiro educador”, isto é, depois dos pais e dos professores, o espaço físico é quem mais ensina a criança. Se o espaço escolar de Braga continuar a ser apenas um conjunto de salas de aula desenhadas para a imobilidade, estaremos a falhar a este terceiro mestre. A introdução da Educação Física no 1.º ciclo exige pavilhões desportivos de proximidade que funcionem como o coração das comunidades, especialmente em zonas de forte expansão habitacional. Uma criança em Tadim ou em Dume deve ter o mesmo direito ao movimento e à saúde que um aluno de um grande centro escolar, e isso só se garante com investimento público em infraestruturas integradas. Relatórios de saúde escolar da OCDE, como o “Health at a Glance”, têm alertado para os níveis de sedentarismo no nosso país. A recomendação de integrar a Educação Física no currículo do 1.º ciclo surge, provavelmente, como uma resposta direta a este diagnóstico, visando alinhar Portugal com outros países europeus, onde a atividade física é o pilar do sucesso cognitivo nos primeiros anos.
Quanto à junção dos dois ciclos, o seu principal objetivo será, fundamentalmente, suavizar o “abismo” dos dez anos, onde a criança passa de um modelo de professor único para um sistema fragmentado de múltiplas disciplinas e professores. A vantagem apontada por vários estudos é a proteção emocional e cognitiva do aluno, permitindo que a escola se adapte ao ritmo da criança e não o contrário. Contudo, a desvantagem pode residir no risco de asfixiar a ludicidade necessária no primeiro ciclo ou diminuir em demasia a exigência do segundo, se o modelo não for bem desenhado. A OCDE tem sido consistente em apontar Portugal como o país europeu com uma das transições mais precoces e drásticas (do 1.º para o 2.º ciclo). O relatório “Education at a Glance 2024/2025” destacou, ainda, que Portugal é um dos países onde os alunos do 2.º ciclo passam mais horas na escola, mas com uma carga curricular muito dispersa.
Em suma, estas reformas estão em marcha e, em Braga, exigem mais do que cumprimento de diretrizes centrais ou vontade pedagógica: exigem betão e visão urbana a médio e longo prazo. Não podemos implementar a Educação Física obrigatória sem pavilhões dignos, nem fundir ciclos se continuarmos a insistir em escolas isoladas e sem escala. Se o espaço escolar for exíguo ou desajustado, torna-se um obstáculo ao desenvolvimento integral das crianças.
A nova Carta Educativa de Braga não pode, pois, ser um mero inventário de salas de aula. Tem de ser um documento de planeamento estratégico que preveja a reorganização das estruturas físicas já existentes, bem como a criação de novos centros escolares (do 1.º ao 6.º ano). Estes polos devem ser desenhados para acolher a continuidade, com infraestruturas partilhadas que garantam que uma criança de sete anos e um pré-adolescente de doze possam coexistir num ambiente de proteção e estímulo.
Braga tem hoje a oportunidade rara de alinhar o seu crescimento populacional com as melhores práticas mundiais. Redesenhar a rede escolar não é apenas um custo orçamental, mas o único investimento que garante que a cidade do futuro não deixa nenhuma criança para trás. O tempo de reagir ao crescimento urbano terminou, é hora de o liderar através da Educação.
João Ferreira, presidente da Junta de Freguesia de Palmeira, em Braga, foi eleito membro do Conselho Geral da ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias, tornando‑se o primeiro autarca de Palmeira a integrar este órgão de representação nacional das freguesias portuguesas.
A eleição ocorreu à margem do XX Congresso da ANAFRE, um dos mais relevantes momentos de reflexão e decisão para o poder local.
Para João Ferreira, esta eleição representa “uma responsabilidade acrescida perante Palmeira e perante o país. As freguesias continuam a ser o primeiro rosto do Estado junto das pessoas, e é essencial que tenham voz ativa nos processos de decisão que moldam o seu futuro”.
Também Alberto Alves, presidente da Junta de São Victor, foi eleito membro do Conselho Geral da ANAFRE.
Os preços das casas em Portugal subiram 13,1% em janeiro face ao mesmo mês de 2025. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 3.047 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, tendo em conta o valor mediano, o que representa um novo máximo histórico, alcançado pelo terceiro mês consecutivo. Em termos trimestrais, os preços aumentaram 2,6%. Em Braga, o preço das casas subiu 13,2%.
Em janeiro de 2026, os preços das casas à venda subiram em 18 das 19 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas. As maiores subidas anuais registaram-se na Guarda (22,2%), Beja (21,9%) e Santarém (21,6%). Seguem-se Viana do Castelo (16,8%), Setúbal (15,7%), Coimbra (14,9%), Aveiro (13,9%) e Braga (13,2%). Aumentos também expressivos foram observados em Ponta Delgada (12,8%), Faro (11,8%), Funchal (11,3%) e Lisboa (11,2%). Já Castelo Branco (10,4%), Portalegre (10,2%), Leiria (9,9%), Porto (9,3%) e Bragança (7%) apresentaram subidas mais moderadas. Évora registou uma variação anual de 4%. A única descida anual verificou-se em Vila Real, onde os preços recuaram 5,2%.
Lisboa mantém-se como a cidade onde é mais caro comprar casa, com um preço mediano de 6.065 euros/m2. Seguem-se Porto (3.940 euros/m2) e Funchal (3.901 euros/m2). No quarto e quinto lugares surgem Faro (3.419 euros/m2) e Setúbal (3.005 euros/m2). Logo a seguir posicionam-se Aveiro (2.847 euros/m2), Évora (2.452 euros/m2), Ponta Delgada (2.348 euros/m2), Coimbra (2.282 euros/m2), Viana do Castelo (2.233 euros/m2) e Braga (2.152 euros/m2). Com valores inferiores a 2.000 euros/m2 surgem Leiria (1.779 euros/m2), Santarém (1.697 euros/m2), Vila Real (1.360 euros/m2), Beja (1.315 euros/m2), Bragança (1.090 euros/m2), Guarda (1.032 euros/m2), Castelo Branco (987 euros/m2) e, por fim, Portalegre (963 euros/m2).
A PSP deteve um homem, de 65 anos, pelo crime de desobediência. Segundo a Polícia, o suspeito estava a conduzir um veículo automóvel que se encontrava apreendido, por falta de seguro de responsabilidade civil.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Barcelos.