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Autarca de Braga mostra disponibilidade para proteger e valirozar Bom Jesus do Monte

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© CM Braga
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O presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, participou hoje na apresentação pública do projeto “Bom Jesus: Requalificar III”, numa sessão realizada no Santuário do Bom Jesus do Monte, que contou com a presença do presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte, Cónego Mário Martins, do presidente da CCDR-N, do arcebispo metropolita de Braga, D. José Cordeiro, e do secretário de Estado da Cultura, entre outras entidades.

Na ocasião, João Rodrigues sublinhou “a relevância do Bom Jesus do Monte enquanto ativo patrimonial, cultural e turístico de dimensão nacional e internacional”, recordando que “a classificação como Património Mundial da UNESCO implica uma responsabilidade permanente de preservação, qualificação e gestão com rigor e continuidade”.

“O Bom Jesus do Monte é um símbolo maior de Braga. A classificação UNESCO reforça o reconhecimento do seu valor, mas aumenta também a responsabilidade: planear bem, intervir com critério e garantir continuidade”, afirmou.

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O autarca destacou ainda “a importância do trabalho consistente e de longo prazo na valorização do património”, reconhecendo “o papel da Confraria e das instituições públicas na mobilização de meios e parcerias para assegurar intervenções qualificadas”.

“Em património, o que funciona é o trabalho continuado. Não há resultados duradouros sem método, rigor técnico e visão de longo prazo”, referiu.

João Rodrigues salientou igualmente o contributo do apoio público e do financiamento europeu, através do NORTE 2030 e da CCDR-N, defendendo que “estes instrumentos, quando bem aplicados, geram impacto sustentável no território”.

“Quando os fundos são usados com critério e projetos bem desenhados, produzem resultados duradouros: melhor património, melhor acolhimento e maior sustentabilidade”, disse.

Por fim, o presidente da Câmara reafirmou “a disponibilidade institucional do Município para colaborar em tudo o que contribua para a proteção e valorização do Bom Jesus do Monte, considerando-o um ativo estratégico para Braga e para a região”.

“O Município de Braga acompanhará este percurso com total disponibilidade institucional. Preservar e valorizar o Bom Jesus do Monte é uma obrigação pública e um investimento na identidade e no futuro do território”, concluiu.

Detido em Guimarães por circular com matrícula falsa

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© PSP
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Um homem, de 35 anos, foi detido pela PSP, em Guimarães, por conduzir uma viatura com matrícula falsa.

O detido vai ser presente no Tribunal Judicial de Guimarães.

Braga: Palácio do Raio dinamiza ateliê para as crianças no Dia dos Namorados

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DR
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Num cenário histórico e inspirador do Palácio do Raio, em Braga, as crianças são convidadas a participar num ateliê criativo dedicado ao afeto, à amizade e ao cuidado pelo outro. A partir de materiais simples e técnicas artísticas acessíveis, cada participante poderá explorar formas, cores e gestos para expressar emoções e criar pequenas lembranças cheias de significado.

Entre histórias, conversas e momentos de criação, o ateliê promove a imaginação, a partilha e a valorização dos sentimentos, ligando a arte à vivência do património. Num espaço onde passado e presente se encontram, os pequenos artistas dão forma a grandes afetos, celebrando o Dia dos Namorados de maneira lúdica, inclusiva e criativa.

O ateliê realiza-se no dia 14 de fevereiro, das 10:00 às 12:30 e das 14:30 às 17:00. A participação é livre.

Celorico de Basto requalifica Largo da Feira de Gandarela

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© CM Celorico de Basto
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A Câmara Municipal de Celorico de Basto está a requalificar o Largo da Feira, em Gandarela de Basto.

“Um dos locais mais icónicos da vila de Gandarela de Basto, o Largo da Feira, pela sua centralidade, pelas funções inerentes, pela reunião comunitária, está a ser requalificado com o objetivo claro que dotar o espaço de maior dignidade e acessibilidade para residentes e visitantes”, afirmou a Autarquia.

Este arranjo urbanístico irá otimizar o espaço, tornando-o “mais funcional, inclusivo e sustentável com melhoria das infraestruturas e acessos, permitindo ainda a reorganização do circuito de transportes e a criação de um espaço mais digno para o transbordo de passageiros”.

“Todo o arranjo urbanístico trará maior dignidade à vila de Gandarela, valorizando um espaço que é habitualmente escolhido para acolher a comunidade em ações festivas, feiras e mercados. Pretende-se que seja também um local de lazer, onde a população se sinta confortável e segura para passear e conviver. Paralelamente a estas valências, tornou-se imperativo criar um espaço adequado para o transbordo dos passageiros dos autocarros que diariamente circulam nesta localidade. Trata-se de uma necessidade identificada, que importa resolver através da criação de uma área de transbordo segura, funcional e digna para os utilizadores”, acrescenta o Município.

Esta obra tem um custo superior a 190 mil euros e conta com apoio financeiro da União Europeia através do NORTE2030 (Programa Regional do Norte).

Braga vê aprovado projeto que valoriza Caminho de São Rosende e Rainha Santa

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© CM Braga
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O Município de Braga viu aprovada a candidatura ao Programa de Cooperação Interreg VI – A Espanha – Portugal (POCTEC) 2021-2027, no âmbito do projeto de dinamização turística sustentável e inclusiva do Caminho de São Rosendo e da Rainha Santa, rota histórica que liga Ourense a Braga.

De acordo com o Município de Braga, “este projeto será desenvolvido por um conjunto de parceiros: os portugueses, CIM Cávado , Associação Empresarial de Braga e Município de Terras de Bouro e os espanhóis Inorde, Universidade da Coruña e Universidade de Vigo. Esta colaboração pretende revitalizar estes territórios rurais através da dinamização do turismo, aplicando uma abordagem sustentável e inclusiva que valorize o património do Caminho sem comprometer a sua integridade”.

Esta candidatura tem um investimento total elegível do Município de Braga de 28.622,47 euros com fundo de 21.466,85 euros.

Jovem de 24 anos detido em Guimarães com 94 doses de estupefacientes

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Um jovem, de 24 anos, foi detido pela PSP, em Guimarães, pelo crime de tráfico de estupefacientes.

No decorrer da intervenção policial, o suspeito encontrava-se na posse de haxixe suficiente para cerca de 68 doses, cocaína suficiente para cerca de 26 doses, 4,23 gramas de liamba, um telemóvel e uma quantia de dinheiro, por “suspeita de ser de proveniência ilícita”.

O detido foi presente ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Apanhado a conduzir em Braga com 1,28 g/l de álcool no sangue

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Hoje, na cidade de Braga, foi detido um homem, de 32 anos, por conduzir com uma taxa de álcool de 1,28 g/l no sangue.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

Gonçalo Gonçalves e Vasco Silva do SC Braga chamados à Seleção Nacional Sub-15

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© SC Braga
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O SC Braga tem dois jogadores que foram convocados para a Seleção Nacional Sub-15. Gonçalo Gonçalves e Vasco Silva mereceram a confiança do selecionador para representaram Portugal em dois jogos de preparação contra a Espanha.

Esta será a estreia de Gonçalo Gonçalves nas convocatórias de Portugal.

Braga: Igreja de São Marcos recebe concerto “Minutos de Órgão”

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© José Pinto
© José Pinto

A Igreja de São Marcos, em Braga, recebe o breve concerto “Minutos de Órgão” no próximo domingo, 15 de fevereiro, às 16:30.

O evento está inserido na programação do Festival Internacional de Órgão de Braga – FIOB e conta com a duração aproximada de 25 minutos e com o organista Daniel Ribeiro que propõe um percurso musical pelos séculos XVII e XVIII, reunindo obras de referência do repertório europeu e ibérico para teclado e órgão.

“O programa inclui obras de José Lidon, Girolamo Frescobaldi, Carlos Seixas e Pablo Bruna. Num formato conciso e acessível, “Minutos de Órgão” valoriza o património organístico e promove uma escuta concentrada, onde se cruzam espiritualidade, virtuosismo e expressão artística”, referiu o Município de Braga. 

Mais um Observatório, mais um Cavalo de Troia ideológico

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© CHEGA
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Enquanto deputada municipal eleita pelo CHEGA, e enquanto mulher e mãe, não posso ficar calada perante a possibilidade de se usar saúde mental como “Cavalo de Troia” para agendas que nada têm de inocentes.

Não, não é a saúde mental que eu contesto. A saúde mental é demasiado séria para ser menosprezada. O que eu recuso é que, em nome de palavras bonitas como “equilíbrio emocional”, “bem‐estar juvenil” ou “prevenção do sofrimento psicológico”, se abra a porta a um projeto de desconstrução sexual, cultural e moral, embalado sob a forma de rede europeia, recomendações técnicas e boas práticas.

1. A Carta de Princípios não é neutra: laboratório de engenharia social?

A Carta de Princípios desta Rede está longe de ser um texto técnico e neutro. Faz desfilar, como se fossem evidências científicas, conceitos como “igualdade de género”, “diversidade cultural”, “inclusão de grupos vulneráveis”, “equidade social” e “justiça social”. É a gramática típica da cultura woke, em que, a reboque da “inclusão”, se usa vocabulário dos direitos humanos para justificar ideologia de género, reconfiguração da família e políticas migratórias que ignoram a identidade e a segurança das comunidades.

Quando vemos “migração” como eixo de trabalho prioritário em saúde mental, acompanhada da habitual retórica de diversidade cultural e inclusão, percebe-se o guião: a prioridade deixa de ser o cidadão bracarense, para passar a ser a gestão abstrata de grupos, identidades e narrativas. Eu não aceito ter os bracarenses em segundo plano, enquanto documentos e conferências discutem categorias ideológicas e indicadores de diversidade.

A minha visão é clara: a saúde mental constrói-se em torno de família, responsabilidade, pertença, raízes, fé, ordem e sentido – não em torno de teorias de género, relativismo moral e multiculturalismo sem integração. Não sou retrógrada: o passado não é um museu onde quero viver, é o património imaterial a partir do qual se constrói o futuro – família, moral cristã, raízes civilizacionais europeias. E não posso assistir calada à sua desconstrução em nome de uma suposta modernidade que, na prática, corrói aquilo que nos sustenta como pessoas e como comunidade.

2. A síndrome dos Observatórios: um cheque em branco financeiro e político

Esta Rede é mais um exemplo daquilo a que chamo a “síndrome dos observatórios ideológicos”. Cria‐se uma Assembleia Geral, um Secretariado, Grupos de Trabalho, Conselhos Consultivos com académicos, ONGs e “cidadãos com experiência vivida”. Depois vêm os relatórios, os planos, as recomendações, as plataformas digitais… Mas onde estão, nisto tudo, os valores que fundam a matriz europeia, ou as famílias que ninguém escuta quando se queixam daquilo que está a ser dito aos seus filhos em nome da “saúde mental” e da “diversidade”?

Hoje dizem‐nos que não há quotas obrigatórias; amanhã admitem a criação de uma “quota para custos fixos”. Hoje é tudo “voluntário” e “não vinculativo”; amanhã são “boas práticas”, depois “critérios de financiamento” e, pouco a pouco, um espartilho: quem não alinhar fica marcado, isolado e pressionado. É sempre assim: começa como rede de cooperação generosa; acaba como mecanismo de controlo político e financeiro.

Hoje tudo se apresenta como recomendação técnica, amanhã serão “boas práticas”; depois, quem se afasta deste rumo tem o acesso a fundos condicionado e é alvo de notas de reparo, de relatórios críticos. Daí, é um salto para que se transforme divergência moral e política em suspeita, em desvio, em quase crime de opinião.

3. O que já se faz em Braga em nome desta agenda

Não estamos a falar de riscos futuros. Já hoje, em Braga, temos programas municipais na área da juventude e da saúde mental que integram conteúdos como sexualidade, orientação de género, diversidade sexual e normalização de género dirigidos a crianças de 12 anos.

A presidência da Câmara admitiu desconhecer que o programa municipal EquiliBragaMente incluía conteúdos de orientação e diversidade de género para menores. Como é possível aprovar, divulgar e usar um programa junto de jovens sem sequer conhecer, em detalhe, a carga ideológica que traz consigo?

A saúde mental dos nossos jovens não pode ser o pretexto para uma desconstrução sexual e mental. A criança não é uma folha em branco onde se possa escrever qualquer “identidade” fluida. Não somos “o nada” onde se escreve a desconstrução de qualquer coisa; somos um património imaterial de moral cristã e de valores familiares a partir do qual se constrói em frente – nunca rumo ao caos.

Para concluir, não peço que a saúde mental seja esquecida; peço que não seja capturada.

A saúde mental não precisa de observatórios ideológicos, precisa de famílias fortes, escolas que ensinem e profissionais que tratem.

Eu oponho‐me à integração de Braga nesta Rede precisamente porque levo demasiado a sério a mente e o coração das nossas crianças. Acredito que a família é o primeiro lugar de proteção emocional e que a moral cristã, as raízes europeias e os valores familiares não travam o progresso: são a sua base.

A saúde mental não pode ser o cavalo de Troia da ideologia de género e da cultura woke. Em nome das crianças e das famílias de Braga, digo claramente: não a esta integração, não a mais um observatório ideológico, não à desconstrução disfarçada de terapia. E enquanto me for permitido levantar a voz, não deixarei que nos vendam como “avanço inevitável” aquilo que, no fundo, é um recuo civilizacional.