Início Site Página 342

Póvoa de Lanhoso vai ter polo de formação em ourivesaria e filigrana

0
© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

O CINDOR – Centro de Formação Profissional da Indústria de Ourivesaria e Relojoaria inaugura, no próximo dia 12 de março, um novo polo de formação na Póvoa de Lanhoso.

A sessão de inauguração terá início às 10:30, no Theatro Club, seguindo-se uma visita ao Polo do CINDOR | Centro de Competências da Filigrana, localizado no Caminho da Lama de Marcos.

Depois de quatro décadas de atividade dedicadas à formação de profissionais do setor, o CINDOR continua a sua trajetória de expansão com a criação desta nova infraestrutura, que permitirá ministrar formação de longa duração e reforçar a componente prática em técnicas essenciais da ourivesaria e joalharia, como microfusão, modelação e cravação.

O novo polo integrará ainda laboratórios, um centro de investigação e espaços dedicados ao design de joias, afirmando-se como um espaço de desenvolvimento de competências, inovação e valorização da ourivesaria e da filigrana, uma das expressões mais emblemáticas do património da região.

Segundo a diretora do CINDOR, “este novo polo representa um investimento claro na qualificação de profissionais e na renovação geracional do setor, contribuindo para valorizar o saber-fazer tradicional e projetá- lo no futuro, através da formação e da inovação”.

Lenda do Galo de Barcelos vai ser contada em barro em Braga

0
© Teatro de Balugas
© Teatro de Balugas

No sábado, dia 14 de março, às 11:00, o auditório da Junta de Freguesia de Fradelos, em Braga, recebe o espetáculo “Barro dos Diabos”, do Teatro de Balugas, no âmbito do Mês do Teatro da Fundação Inatel.

A peça combina narração, manipulação de objetos e música, tendo como elemento central o barro que os atores modelam em palco para contar uma das mais conhecidas lendas associadas ao Caminho de Santiago: a Lenda do Galo de Barcelos.

Com texto e encenação de Cândido Sobreiro, o espetáculo propõe uma abordagem contemporânea e humorística à tradição. Em palco, cruzam-se uma receita de galo assado e a célebre lenda, num trabalho que dura aproximadamente o tempo que demora a assar um galo… preparado em cena numa air fryer.

A iniciativa é promovida pela Fundação Inatel e a entrada é livre.

Câmara de Famalicão quer novas instalações para a GNR “com urgência”

0
© CM Famalicão
© CM Famalicão

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos, reuniu, na passada terça-feira, com o secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, para reforçar junto do Governo português a “urgência” da construção de novas instalações para a Guarda Nacional Republicana (GNR) de Famalicão.

O edil fez-se acompanhar na viagem a Lisboa pelo vereador da Segurança do Município, Hélder Pereira.

Ao secretário de Estado, Mário Passos reafirmou “a disponibilidade da autarquia para que se aplique à GNR de Famalicão o mesmo modelo de cooperação que permitiu a tão desejada requalificação da esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Famalicão, concretamente, através da celebração de um contrato interadministrativo com a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna que permita à Câmara Municipal assumir o lançamento do procedimento concursal da obra, a elaboração do projeto de execução e a posição contratual de dono de obra”.

“Os resultados da cooperação que outrora estabelecemos para a reabilitação do edifício da PSP estão à vista de todos e estamos em condições de repeti-la para agora melhorar as condições de trabalho dos militares da GNR, para que possam exercer as suas funções com dignidade, eficácia e motivação”, refere, a propósito, Mário Passos.

O Município tem já sinalizado o local para acolher as novas instalações da GNR de Famalicão, em terrenos municipais localizados no Lugar dos Queimados, na União de Freguesias de Famalicão e Calendário.

O secretário de Estado da Administração Interna mostrou a “total disponibilidade do Governo para cooperar com a autarquia na construção da ‘nova casa’ da GNR de Famalicão, em linha com a política de dignificação e valorização desta carreira”.

“Por aguardar está, neste momento, o resultado de uma candidatura efetuada que permitirá, no imediato, a concretização de uma intervenção para resolver os problemas mais urgentes que afetam o atual edifício da GNR”, finalizou a Câmara de Famalicão.

Cineteatro dos Bombeiros Voluntários Celoricenses lotado para ouvir a Orquestra do Norte

0
© CM Celorico de Basto
© CM Celorico de Basto

O Cineteatro dos Bombeiros Voluntários Celoricenses foi palco, no sábado, do concerto da Orquestra do Norte.

Com sala lotada, o concerto destacou-se também pela participação da Academia de Música de Basto, juntando à orquestra alunos e professores através das suas vozes.

“A colaboração entre a Orquestra do Norte e a Academia de Música de Basto constitui um exemplo notável de valorização da formação musical e do talento local, permitindo aos jovens músicos e estudantes partilhar o palco com uma das mais prestigiadas instituições musicais do país”, refere a Câmara de Celorico de Basto.

No final do concerto, a vereadora da Cultura da Câmara Municipal, Maria José Marinho, sublinhou a relevância desta iniciativa para o concelho, afirmando que “a realização de concertos desta qualidade é fundamental para a dinamização cultural do nosso concelho. Um agradecimento sentido à Orquestra do Norte e à Academia de Música de Basto por proporcionarem à nossa comunidade um momento tão especial, que valoriza o talento, promove a cultura e reforça a importância da educação artística junto dos mais novos”.

A vereadora deu ainda nota, à margem do evento, da “importância de continuar a projetar momentos culturais desta dimensão, criando hábitos para a cultura. Felizmente a nossa comunidade está mais desperta e continuamente mais interessada em participar nos diferentes momentos culturais promovidos, a cultura é efetivamente uma das formas mais nobres do progresso das comunidades, por isso vamos continuar a fazer o nosso trabalho, com afinco e sentido de missão criando hábitos, valor e prosperidade”.

Este foi mais um concerto integrado na agenda cultural “Celorico a Bulir”.

Quando a Justiça se arrasta, a confiança morre

0
© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

Num Estado de Direito democrático, a Justiça deveria ser o último refúgio da confiança coletiva. O lugar onde os cidadãos sabem que, independentemente do poder, da riqueza ou da influência de quem quer que seja, a lei se aplica com rigor, com equilíbrio e, sobretudo, com tempo útil. Infelizmente, em Portugal, essa confiança tem sido lentamente corroída por um fenómeno que se tornou quase estrutural, a incapacidade do sistema judicial de responder com eficácia, celeridade e clareza aos casos que mais exigem da sua autoridade.

A Justiça portuguesa sofre de um paradoxo inquietante, se  por um lado, se proclama como independente, garantística e cuidadosa, por outro, permite que processos de enorme relevância pública se arrastem durante anos, por vezes décadas, até que a própria ideia de justiça se torne difusa, quase irreconhecível.

Quando a Justiça demora demasiado, deixa de ser Justiça. Torna-se apenas um processo.

Esta realidade torna-se particularmente evidente em processos mediáticos e complexos, onde estão em causa suspeitas de corrupção, abuso de poder ou promiscuidade entre política e interesses económicos. A opinião pública assiste, perplexa, a investigações intermináveis, sucessivos recursos, nulidades processuais, prescrições e decisões contraditórias que acabam por gerar um sentimento perigoso, o de que o sistema não consegue, ou não quer, chegar ao fim das suas próprias conclusões.

E quando a Justiça parece incapaz de concluir, o que sobra é o desgaste das instituições.

Um dos exemplos mais paradigmáticos desta crise de credibilidade é, inevitavelmente, a chamada Operação Marquês. Apresentada inicialmente como um dos maiores processos de investigação criminal da história democrática portuguesa, prometia esclarecer suspeitas graves envolvendo um antigo primeiro-ministro, empresários influentes e complexas redes financeiras.

Anos depois, aquilo que deveria ter sido um momento de afirmação da Justiça transformou-se num símbolo da sua fragilidade.

Não se discute aqui a culpa ou inocência de quem quer que seja, isso compete aos tribunais. O problema é outro, o sistema judicial português permitiu que um processo desta dimensão se transformasse num labirinto processual quase interminável. Entre acusações, arquivamentos parciais, recursos sucessivos e discussões técnicas sobre nulidades, o essencial perdeu-se no caminho.

Para o cidadão comum, a mensagem que ficou foi devastadora.

Se um processo com meios extraordinários, atenção mediática permanente e impacto político gigantesco demora tantos anos a chegar a conclusões claras, o que poderá esperar o cidadão anónimo quando enfrenta o sistema judicial?

A Justiça deixa de ser percebida como um instrumento de equilíbrio e passa a ser vista como uma máquina lenta, complexa e muitas vezes incompreensível.

Mais grave ainda, a lentidão da Justiça cria um efeito perverso. Não protege apenas os direitos dos arguidos, algo absolutamente essencial num Estado de Direito, mas pode acabar por favorecer quem tem recursos financeiros, capacidade jurídica e tempo para transformar o processo numa batalha interminável de incidentes processuais.

E assim instala-se uma suspeita que nenhum sistema judicial pode permitir, a ideia de que a Justiça não é igual para todos.

É importante dizer com clareza que o problema não reside apenas nos magistrados. Portugal tem muitos juízes e procuradores competentes, dedicados e profundamente comprometidos com a defesa da legalidade. O verdadeiro problema é estrutural, leis processuais excessivamente complexas, tribunais sobrecarregados, recursos quase infinitos e uma cultura jurídica que, por vezes, privilegia a forma sobre a substância.

Quando o formalismo se sobrepõe ao sentido de justiça, o sistema perde o seu propósito.

A Justiça não pode transformar-se numa disputa interminável de tecnicalidades jurídicas. A sua missão é mais simples, e muito mais exigente, apurar a verdade, aplicar a lei e fazê-lo dentro de um prazo que ainda faça sentido para a sociedade.

Caso contrário, a consequência é inevitável.

A confiança dos cidadãos evapora-se.

E quando os cidadãos deixam de confiar na Justiça, começam a duvidar de todo o edifício democrático. Porque a Justiça não é apenas um poder do Estado. É o pilar que sustenta todos os outros.

Sem ela, a democracia fica perigosamente desequilibrada.

Talvez tenha chegado o momento de Portugal enfrentar, com coragem política e lucidez institucional, uma pergunta que muitos evitam fazer em voz alta:

– De que serve uma Justiça formalmente exemplar se, na prática, chega sempre demasiado tarde para ser verdadeiramente justa?

Braga: Iulian Florescu volta à Casa dos Coimbras para contar histórias através da pintura

0
© Iulian Florescu
© Iulian Florescu

Dois anos depois, o artista romeno Iulian Florescu volta à Casa dos Coimbras, em Braga, para apresentar a exposição de pintura “Paz e Tranquilidade Divina”. A mostra, com curadoria de Santiago Belacqua, vai ser inaugurada no próximo sábado, 14 de março, às 17:00.  

“Nesta exposição vamos ver retratados vários temas diferentes, não sou conformista. Gosto da vida, de paisagens, da natureza morta. Vejo uma coisa que me capta a atenção e, rapidamente, tento pôr isso numa tela”, conta Iulian Florescu, sublinhando que gosta de “contar histórias pequenas, mas profundas” através dos seus quadros.  

Nesta exposição, além do óleo sobre tela, o artista de 69 anos traz uma novidade: irá apresentar duas obras em óleo sobre cortiça. “Decidi fazer um teste com cortiça que tinha em casa e gostei do resultado. Será uma pintura de natureza morta e outra ilustra uma mulher com um cordeiro ao colo”, descreve Iulian Florescu.  

Para Santiago Belacqua, “as pinturas de Iulian Florescu são de silêncio e paz. O artista motiva-nos a viajar por ambientes urbanos e pela serenidade rural, mostra a calma dos ofícios campestres e retratos de convívio sereno”. E acrescenta: “As cores de Iulian transmitem serenidade, mesmo na natureza morta”.  

O pintor, a viver em Braga há mais de 20 anos, já participou em várias exposições, mas encontrou grande apreço pelos seus trabalhos em Londres, Inglaterra. 

Iulian Florescu ofereceu à Casa dos Coimbras um quadro onde está representado o conjunto arquitetónico da Capela e Casa dos Coimbras. A obra está em exposição permanente no restaurante.  

“Paz e Tranquilidade Divina” estará patente até 19 de abril. A mostra pode ser visitada de segunda-feira a sábado, entre as 10:00 e as 12:00 e entre as 15:00 e 18:00. 

Mercadona lucrou 26 milhões de euros em Portugal

0
© Mercadona
© Mercadona

A Mercadona, empresa de supermercados, aumentou, em 2025, as suas vendas consolidadas em 8% até aos 41.858 milhões de euros. Deste total, 39.766 milhões correspondem ao negócio em Espanha e os restantes 2.092 milhões ao projeto em Portugal, onde a Mercadona terminou o ano com 69 lojas do total de 1.672 que compõem a rede de supermercados da empresa.

A empresa registou o aumento de +0,8 pontos na quota de mercado, até 8,8%, em Portugal, e de +0,6% na quota de mercado em Espanha.

A empresa, que abriu a primeira loja em 2019, fechou 2025 com 69 lojas em Portugal e 7.500 trabalhadores com contrato sem termo desde o primeiro dia, tendo nesse mesmo ano criado 500 novos postos de trabalho.

Ao longo de 2025, a Mercadona realizou um investimento total de 140 milhões de euros em Portugal e atingiu um volume de vendas de 2.092 milhões de euros, mais 18% do que no ano anterior, tendo obtido um lucro líquido de 26 milhões de euros. Através da empresa portuguesa Irmãdona Supermercados, com sede em Vila Nova de Gaia (Porto), contribuiu com 273 milhões de euros em impostos, totalizando desde 2019, 879 milhões de euros.

A empresa continuou, também, a trabalhar de perto com os seus cerca de 1.000 fornecedores nacionais, aos quais comprou 1.500 milhões de euros.

A Mercadona, mais uma vez, foi pioneira na adoção de iniciativas, dando mais uma semana de férias, a consolidação do poder de compra, com o aumento salarial segundo o IPC e a sua política de remuneração variável, com a distribuição de 780 milhões de euros em prémios por objetivos, dos quais 25 milhões correspondentes a Portugal. Este valor para o trabalhador traduz-se em dois vencimentos mensais para os que têm menos de 4 anos de antiguidade e em três vencimentos para os que que ultrapassam esta antiguidade, tendo em fevereiro, neste último caso, recebido 7.000 euros brutos, onde se inclui, neste montante, o seu salário mensal.

Adicionalmente, a Mercadona criou 5.000 novos postos de trabalho, dos quais 500 em Portugal. A empresa fechou o ano com uma equipa de 115.00 pessoas, 7.500 em Portugal.

Rodrigo Zalazar eleito Médio do Mês da I Liga

0
© SC Braga
© SC Braga

Cinco golos e uma assistência. Fevereiro foi um mês de pura magia para Rodrigo Zalazar, num desempenho reconhecido pelos treinadores principais da Liga Portugal, que o elegeram Hey Doc Médio do Mês da competição, com um total de 28,36% dos votos.

No período em avaliação, o uruguaio do SC Braga, de 26 anos, foi titular nos cinco encontros disputados pelos Gverreiros do Minho na competição.

Distinguido pela segunda vez esta temporada, Zalazar levou a melhor sobre Santi García (Gil Vicente FC) e João Carvalho (Estoril Praia), que totalizaram 11,94% e 11,19% dos votos, respetivamente.

Esposende dedica “Março com Sabores do Mar” às algas marinhas

0
© CM Esposende
© CM Esposende

A programação do “Março com Sabores do Mar” continua em Esposende dedicada às algas marinhas, destacando a sua riqueza cultural, científica, artística e gastronómica. As atividades decorrem no Museu do Sargaço, em Apúlia, entre 14 e 31 de março.

A exposição “Projeto Sargassum”, da artista visual plástica Eunice Pais, estará patente no Museu do Sargaço, de 14 a 31 de março. Através da fotografia e de instalações artísticas, Eunice Pais explora a relação entre a natureza e o corpo. O projeto “Sargassum” mistura documentário e ficção, reimaginando as ligações ecológicas e refletindo sobre a evolução da relação entre humanos e natureza.

No dia 14 de março, entre as 10:00 e as 12:00, realiza-se o encontro científico “Sargassum: Ciência, Arte e Gastronomia”, que adota uma abordagem transdisciplinar ao sargaço, reunindo ciência, arte e gastronomia. O evento contará com a participação de Eunice Pais, Marta Duarte, Leonel Pereira e Elina Stolde, que irão explorar o potencial gastronómico, científico, medicinal e cultural do sargaço.

Marta Duarte é bióloga e doutoranda em Engenharia Biomédica, com investigação focada na descelularização de tecidos e na aplicação de polissacarídeos marinhos na cicatrização e regeneração de feridas. Eunice Pais, artista multidisciplinar, trabalha com fotografia, vídeo, escultura e cerâmica, dedicando-se desde 2025 ao projeto Sargassum, que explora a ligação agro-marítima em Apúlia e o papel simbólico das algas marinhas.

Leonel Pereira, biólogo e professor associado na Universidade de Coimbra, é especialista em biodiversidade e biotecnologia marinha, coordenando a algoteca da Universidade de Coimbra e desenvolvendo investigação sobre algas, compostos bioativos e ecologia marinha. Elina Stolde, musicista e etnomusicóloga, é fundadora do laboratório colaborativo Gata da Mata, promovendo a utilização culinária de plantas espontâneas, incluindo algas, através de workshops e oficinas de cozinha selvagem, vegana e sustentável.

O encontro constitui uma oportunidade para compreender o sargaço de forma integrada, mostrando como este recurso natural se conecta com ciência, arte e gastronomia, e reforçando o papel do Museu do Sargaço como polo de reflexão e partilha de conhecimento sobre o património natural e cultural da região.

Ainda no dia 14, entre as 14:00 e as 16:00, realiza-se a visita cultural “Paisagens do Sargaço”, com início no Museu do Sargaço. Esta atividade permite explorar as relações do sargaço com o mar e a terra, assim como as paisagens humanizadas resultantes da presença deste recurso ao longo do tempo.

À tarde, das 16:00 às 17:30, a Elina Stolde, através do projeto Gata da Mata Wildfood, promove o workshop “Algas Comestíveis”, com introdução ao mundo das algas, ecossistemas e boas práticas de colheita. A atividade inclui uma visita guiada à praia de Apúlia para recolha de algas e termina no Museu do Sargaço com degustação de produtos e petiscos preparados com algas.

As atividades são gratuitas, mas sujeitas a inscrição prévia e com vagas limitadas, através do e-mail [email protected].

O Museu do Sargaço promove investigação, conservação e divulgação, fomentando experiências educativas, culturais e artísticas, e envolvendo a comunidade na reflexão sobre a relação entre a natureza e a sociedade.

As algas marinhas crescem entre o mar e a terra e representam um recurso versátil, abundante e sustentável, utilizado pela humanidade desde tempos imemoriais. Em Portugal, eram usadas para adubar campos agrícolas nas regiões do litoral, enquanto em países como Japão, China e Coreia continuam a ser apreciadas como iguarias nutritivas. A costa do Noroeste Peninsular alberga verdadeiras hortas de algas comestíveis, que se destacam pelo seu valor gastronómico, medicinal e potencial em áreas como bioplásticos, fertilizantes e biocombustíveis.

Famalicão quer Avenida 9 de Julho no domínio público municipal

0
© CM Famalicão
© CM Famalicão

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão requereu à Infraestruturas de Portugal (IP) a passagem para o domínio público municipal da Avenida 9 de Julho.

O desejo de integrar este troço de cerca de um quilómetro da Estrada Regional (ER) 206 na rede viária do município foi manifestado, no início do ano, numa comunicação assinada pelo presidente da autarquia, Mário Passos, e dirigida à IP.

A vontade da Câmara Municipal voltou também a ser reforçada, recentemente, na reunião que juntou o autarca famalicense e responsáveis da Infraestruturas de Portugal e da qual saiu a decisão de reforçar a segurança pedonal da ER 206 entre Vila Nova de Famalicão e Guimarães.

“Trata-se de um troço inserido no perímetro da cidade, que apresenta características urbanas e necessidades acrescidas de medidas de segurança rodoviária e de acalmia de tráfego que não se coadunam com as normas aplicadas às estradas nacionais”, explica o autarca Mário Passos.

Entre as necessidades já sinalizadas está a de “uma manutenção mais próxima, regular e eficiente da via e a construção de uma nova rotunda e de novas ligações viárias que se pretendem executar no âmbito da Unidade de Execução Urbanística em curso para esta área norte da cidade e que vão melhorar consideravelmente os acessos ao Hospital de Famalicão e ao Centro de Atletismo em construção na zona de Talvai”.