Na próxima terça-feira, dia 24 de março, pelas 10:00, decorrerá no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Vieira do Minho, a cerimónia de tomada de posse do novo Provedor do Idoso, cargo atribuído ao Professor Carlos Figueira.
A cerimónia contará com a presença de representantes do município, de instituições de apoio à terceira idade e de outros membros da comunidade, marcando o início do mandato do novo Provedor.
O cargo de Provedor do Idoso tem como principal objetivo “defender os direitos e interesses da população sénior, promovendo políticas e iniciativas que incentivem a inclusão social, o bem-estar e a participação ativa dos idosos”. Entre as funções do Provedor estão a mediação de conflitos, a orientação a cidadãos e instituições e a promoção de projetos de valorização da experiência e conhecimento da terceira idade.
Dos doze clubes considerados gigantes do futebol brasileiro, apenas dois nunca provaram o sabor amargo da Serie B. Flamengo e São Paulo mantêm esse estatuto intacto enquanto os restantes dez já passaram pela segunda divisão pelo menos uma vez. Quem acompanha o Brasileirão através de https://1xbet.gw/pt/mobile no telemóvel já deve ter reparado que a queda de um grande gera ondas de choque nas odds durante meses.
O América-MG, Coritiba e Goiás lideram o ranking de rebaixamentos com sete descidas cada. Vitória e Sport somam seis. A lista não poupa ninguém com história ou títulos no currículo.
Dívidas que engolem plantéis inteiros
O Cruzeiro entrou em 2019 com uma dívida de R$ 469 milhões que tinha crescido 41% em apenas um ano. Salários atrasados, quatro treinadores diferentes numa só temporada, jogadores afastados por falta de pagamento. A Raposa terminou o campeonato com 36 pontos e apenas sete vitórias em 38 jogos.
O déficit nesse ano atingiu R$ 394 milhões, o maior entre todos os clubes da Serie A. Quando desceu para a Serie B, a dívida total já ultrapassava os R$ 700 milhões e continuou a crescer. Em 2022, o valor chegou a R$ 1,1 bilhão antes da venda da SAF a Ronaldo Fenómeno.
O problema das cotas de televisão
Até 2018, clubes rebaixados mantinham as cotas televisivas da Serie A durante o primeiro ano na segunda divisão. Corinthians e Internacional usaram esse dinheiro para se reorganizar e subir rapidamente. O Cruzeiro caiu em 2019, exactamente quando essa protecção deixou de existir. Passou de R$ 22 milhões garantidos para R$ 6 milhões.
Santos e o fim de uma era em 2023
O clube que revelou Pelé, Neymar e tantos outros craques desceu pela primeira vez na sua história centenária. A trajectória seguiu um padrão familiar: vendas de jogadores que não revertiam para os cofres, gestão política turbulenta, elenco desvalorizado incapaz de competir.
Clube
Ano da Queda
Dívida Aproximada
Anos na Serie B
Cruzeiro
2019
R$ 700 milhões
3
Santos
2023
R$ 300 milhões
1
Grêmio
2021
R$ 400 milhões
1
Vasco
2020
R$ 700 milhões
1
O Grêmio caiu em 2021 com um plantel caro que não rendeu. O tricolor gaúcho subiu na temporada seguinte mas o trauma financeiro persistiu. O Vasco desceu quatro vezes desde 2008, uma frequência que mostra como a instabilidade administrativa alimenta ciclos de queda e subida.
Padrões que criam valor nas apostas
Os mercados de apostas reagem lentamente a crises institucionais. Um clube grande em dificuldades financeiras mantém odds favoráveis durante semanas porque o nome ainda carrega peso histórico. Quem analisa balanços e notícias sobre salários atrasados encontra informação que demora a reflectir-se nas cotações.
O Cruzeiro era favorito em vários jogos de 2019 mesmo quando já não pagava o plantel há meses. As casas ajustam com base em resultados recentes, não em relatórios de auditoria. Registar em 1xbet permite acompanhar estas movimentações e identificar quando as odds ainda não incorporaram a realidade dos bastidores. A diferença entre a percepção pública e a situação real cria janelas de oportunidade que duram várias jornadas.
Porque Flamengo e São Paulo resistem
A pergunta óbvia é o que separa estes dois dos restantes. O Flamengo passou por crises graves nos anos 90 e início dos 2000 mas nunca desceu. O São Paulo atravessou períodos de jejum de títulos sem que a posição na tabela ficasse verdadeiramente ameaçada.
Torcidas que sustentam receitas
As duas maiores torcidas garantem receitas de bilheteira e sócios que funcionam como almofada. O Flamengo factura mais de R$ 100 milhões anuais só em quotizações. Este dinheiro recorrente permite absorver temporadas más sem entrar em colapso total.
O modelo associativo também ajuda. Enquanto clubes como Cruzeiro e Botafogo optaram por vender SAFs para escapar às dívidas, Flamengo e São Paulo mantêm estruturas que distribuem o poder de decisão e dificultam gestões completamente irresponsáveis.
O ciclo que se repete
Athletico Paranaense desceu em 2024 poucos anos depois de conquistar títulos continentais. O clube paranaense junta-se a uma lista que inclui campeões brasileiros, vencedores de Libertadores, selecções inteiras de jogadores internacionais. Nenhum troféu protege contra má gestão prolongada.
A Serie B de 2025 conta com Fortaleza, que tinha sido sensação na elite durante várias temporadas. A velocidade com que fortunas mudam no Brasileirão continua a surpreender até quem acompanha de perto.
No próximo dia 21 de março, o Centro Ciência Viva de Braga promove uma palestra de preparação para a observação do eclipse solar, uma iniciativa dirigida ao público em geral que pretende ajudar a comunidade a compreender e a observar este fenómeno astronómico de forma segura e informada.
A atividade terá início às 10:00, nas instalações do Centro, e será seguida de uma sessão de observação solar, caso as condições meteorológicas o permitam.
Durante a sessão serão abordados vários aspetos relacionados com os eclipses solares, incluindo a explicação científica do fenómeno, os métodos seguros de observação do Sol e as principais técnicas utilizadas na observação de eclipses. O objetivo é “proporcionar ao público conhecimentos essenciais que permitam acompanhar este acontecimento astronómico em segurança, evitando práticas de observação inadequadas que podem causar danos irreversíveis na visão”.
O eclipse solar de 12 de agosto de 2026 será um momento particularmente relevante para a observação astronómica em Portugal. Em Braga, o fenómeno será visível como eclipse parcial, atingindo 98,82% de ocultação do disco solar, o que proporcionará um espetáculo raro e impressionante no céu. Embora não seja total no território português, a elevada percentagem de ocultação tornará este evento especialmente marcante para quem o observar.
O último eclipse total do Sol visível em Portugal ocorreu em 1912, há mais de um século, o que contribui para o grande interesse científico, educativo e público que os eclipses solares continuam a despertar.
A atividade é aberta ao público em geral, sendo obrigatória inscrição prévia para participação.
Esta iniciativa é realizada em parceria com o Município de Braga e enquadra-se no financiamento do programa Pessoas 2030, reforçando o compromisso com a promoção da literacia científica, a divulgação da astronomia e o acesso da comunidade ao conhecimento científico.
A GNR identificou uma mulher de 48 anos e um homem de 49 anos, pela prática dos crimes de roubo, em Contumil, no Porto. No âmbito de uma investigação criminal relativa a três crimes de roubo, ocorridos em junho de 2025, nas freguesias da Ribeira do Neiva e Barbudo, ambas no concelho de Vila Verde, os militares da Guarda carrearam elementos probatórios suficientes, culminando no cumprimento de uma busca domiciliária e duas buscas em veículos.
Os suspeitos foram constituídos arguidos pela prática dos crimes de roubo por esticão de vários objetos em ouro.
Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Guimarães.
O Cemitério Municipal de Monte d’Arcos, em Braga, vai ter um horário especial esta quinta-feira, 19 de março, Dia do Pai.
De acordo com o Município de Braga, o cemitério estará excecionalmente aberto durante a hora de almoço, funcionando em horário contínuo das 08:00 às 18:00.
Esta medida visa conferir aos munícipes maior flexibilidade de horário para que possam prestar homenagem aos seus entes queridos.
O Município de Barcelos assinala, esta quinta-feira, 19 de março, o Dia Mundial do Artesão, promovendo uma feira de artesanato ao vivo. A ação “O Artesanato sai à rua” visa valorizar, promover e divulgar o trabalho dos artesãos e das diversas expressões artesanais do território.
A atividade decorre entre as 10:00 e as 16:00, transformando a Rua D. António Barroso e as esplanadas dos cafés e pastelarias aderentes em verdadeiros espaços de criação ao vivo, proporcionando à população o contacto direto com o processo criativo e com as diferentes técnicas artesanais.
A iniciativa conta com a participação de 27 artesãos, representando as artes da Olaria, Figurado, Madeira, Bordados e Tecelagem, Ferro e Derivados, Cestaria e Artesanato Contemporâneo. As demonstrações decorrem em dois períodos, com 13 artesãos em atividade entre as 10:00 e as 13:00 e os restantes 14 entre as 13:00 e as 16:00.
Esta ação integra a estratégia municipal de valorização do artesanato enquanto expressão do património cultural imaterial, promovendo a preservação das técnicas tradicionais, o incentivo à criação contemporânea e a dinamização do espaço público como local de participação cultural, reforçando o compromisso do Município com a promoção da identidade cultural local, o apoio aos artesãos e a valorização do centro urbano.
Na última Assembleia Municipal de Braga, ao confrontar a gestão da BragaHabit, fui brindada com o epíteto de “desumana”. À bancada críticas e aos defensores do assistencialismo crónico, respondo com o histórico: “olhe que não, olhe que não”.
Não é desumanidade exigir que as regras sejam cumpridas; desumano é o esforço inglório do trabalhador bracarense que, com o seu suor e impostos, financia um sistema que admite, preto no branco, que 35% das rendas sociais são para “dar de barato”. O contrato-programa da BragaHabit para 2026 estabelece uma meta de cobrança de apenas 65,28%. Para qualquer empresa, isto seria a falência; para o Município, parece ser um “êxito”. Se eu não pagar a minha prestação ao banco, perco a minha casa. Porque haveria de ser diferente na habitação social?
Ser economicamente desfavorecido não pode ser sinónimo de ser irresponsável. Quem de facto não pode pagar deve, e merece, ter o suporte do Estado. Mas quem pode e não o faz está, simplesmente, a “gozar com quem trabalha”. O Estado Social que hoje temos é um gigante com pés de barro. É o mesmo Estado que persegue o cidadão por uma dívida de 2 euros, mas que entre 2015 e 2024 deixou o património municipal degradar-se ao ponto de a lei o impedir de atualizar rendas.
É um Estado que se arroga o direito exclusivo do apoio social, mas que faz sempre pior, gasta mais e é menos competente. Como deputada municipal de “primeira viagem”, recuso-me a aceitar que o nível da política real seja o “nível zero” da assertividade; e nesse capítulo, o que fazer com pergunta que me dirigiram: “O que faria a senhora deputada”? Eu devolvo a pergunta, aliás, devolvo-a e elevo-a ao patamar da humanização da política: “não é o que “eu” faria, mas sim: o que vamos fazer com quem recebe de todos e não cumpre para com ninguém?”
Para o CHEGA, a habitação social é um apoio, nunca um abuso. Queremos um Estado sério, que honre quem trabalha e que não trate a gratidão e a responsabilidade como conceitos opcionais. A tolerância com o incumprimento não é humanismo; é a maior injustiça que se pode cometer contra quem cumpre o seu dever todos os dias.
A Torre Medieval, em Barcelos, recebe, sexta-feira, 20 de março, às 17:00, a exposição coletiva “As Artes que certificam a tradição”, dedicada à olaria, ao figurado e ao bordado de crivo. A iniciativa valoriza técnicas tradicionais que preservam o saber-fazer artesanal, promovendo o património cultural e a identidade local.
A mostra reúne peças de 32 artesãos certificados, com o objetivo de dar a conhecer os seus trabalhos e, acima de tudo, expor produções que retratam as gentes de Barcelos, as suas tradições, costumes, valores e comportamentos ao longo de décadas. Trata-se de expressões de imaginação e criatividade que refletem a identidade de um povo e do seu território.
A Olaria de Barcelos é um dos mais importantes centros de produção cerâmica de Portugal, com origem na época castreja. Inicialmente de carácter utilitário, evoluiu ao longo do tempo para uma dimensão decorativa e artística, mantendo a tradição e adaptando-se à modernidade. Em 2021, obteve o registo de marca da União Europeia, reforçando a sua valorização e proteção.
O Figurado de Barcelos, conhecido pelos “bonecos de Barcelos”, representa animais, cenas do quotidiano, figuras humanas, mitológicas e temas religiosos. Ganhou destaque no século XX através de mestres artesãos como Rosa Ramalho e constitui hoje uma das mais importantes expressões da arte tradicional portuguesa. Também em 2021 recebeu o registo de marca da União Europeia.
O Bordado de Crivo de São Miguel da Carreira é uma arte têxtil delicada, feita em linho, tradicionalmente em branco ou bege, caracterizada pela retirada de fios que formam uma rede bordada com motivos florais, vegetais ou geométricos. Em 2023, foi inscrito no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, destacando-se como uma expressão que alia tradição e inovação.
A exposição ficará patente ao público até dia 17 de maio de 2026. Pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10:00 às 18:00, e aos sábados, domingos e feriados, das 10:00 às 13:00 e das 14:30 às 17:30.
Na última semana, a Iniciativa Liberal e o vereador Rui Rocha fizeram uma visita à Escola Básica com Jardim de Infância da Quinta da Veiga, em Braga.
A visita foi feita às instalações provisórias da escola, acompanhando a situação enquanto decorrem as obras de reabilitação no edifício original. “Uma das preocupações identificadas prende-se com a cobertura prevista na escola original, que poderá não ter dimensão suficiente para abrigar todas as crianças em dias de chuva, limitando também os momentos de recreio”, referem os liberais.
Para Rui Rocha, “é evidente que, num espaço de mais de 200 crianças, deve existir um espaço onde os alunos possam estar devidamente abrigados nesses momentos entre as aulas, e irá continuar a acompanhar, de perto, a respetiva obra, num plano de exigência e de compromisso com todos os bracarenses”.
“Estou hoje a visitar as instalações provisórias para onde foi deslocada a Escola Básica com Jardim de Infância da Quinta da Veiga.É evidente que são instalações provisórias, são contentores que não são as condições ideaismas temos que perceber que não se fazem obras no edifício original sem ter alguns problemas na execução da alternativa.Agora, aquilo que me parece evidente, para além de acompanhar a instalação aqui, é acompanhar também as obras que estão a ser feitas nas instalações originais. E aí há um desafio. O que está previsto, ou que se sabe, não é uma cobertura com espaço suficiente para nos dias de chuva, as crianças poderem estar.E, portanto, nós vamos acompanhar quer a permanência aqui, quer a execução da obra que está a ser feitae vamos ser muito exigentes, já que se está a fazer a obra, no sentido que ela tenha um espaço coberto onde as crianças possam estar. Com a existência de mais de 200 crianças que precisam de brincar e precisam de estar abrigadas quando o tempo não permite estar noutras circunstâncias”, sublinhou Rui Rocha.
A Unidade Local de Saúde de Braga procedeu à instalação da primeira de duas novas ressonâncias magnéticas adquiridas ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), num momento que marca um passo relevante na modernização tecnológica do Hospital de Braga.
O novo equipamento, de última geração, permitirá obter imagens de maior resolução e qualidade diagnóstica, traduzindo-se numa avaliação clínica mais rápida, rigorosa e precisa. A melhoria das capacidades de imagiologia beneficiará diretamente os utentes, contribuindo para diagnósticos mais céleres e para uma maior eficácia no planeamento terapêutico.
“A aquisição destes equipamentos representa um contributo determinante para a modernização tecnológica do Hospital de Braga e para o reforço da nossa capacidade de resposta às necessidades dos utentes. Estamos confiantes de que este investimento terá um impacto positivo e mensurável na qualidade e na eficácia dos cuidados que prestamos à população que servimos”, afirma Américo Afonso, presidente do Conselho de Administração da ULS Braga.
A instalação desta ressonância magnética enquadra-se num projeto de modernização tecnológica que abrange 29 unidades hospitalares a nível nacional. No âmbito deste programa, a ULS Braga receberá, no total, dois angiógrafos, duas ressonâncias magnéticas, um tomógrafo computorizado (TAC) e um robô cirúrgico, este último já em funcionamento desde o início do ano. O conjunto destes equipamentos representa um investimento superior a 9 milhões de euros.