
Guimarães não vai aumentar as tarifas de resíduos urbanos em 2026 e quer beneficiar quem separa os biorresíduos.
Com esta medida, o Município espera que “o reforço da recolha seletiva de embalagens, dos biorresíduos e da compostagem doméstica contribua para a sustentabilidade económica do serviço”. Nesse sentido, apela à “colaboração da população, incentivando à correta separação de todos os resíduos”.
Além disso, os munícipes que disponham de recolha de biorresíduos e que comprovem o levantamento dos sacos nos respetivos pontos de recolha, com separação correta dos biorresíduos, poderão solicitar a alteração do tarifário, beneficiando de uma redução de 50% na tarifa variável.
De igual modo, os cidadãos que pratiquem compostagem doméstica e autorizem a respetiva monitorização poderão também usufruir deste tarifário reduzido.
Alberto Martins, vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Guimarães, sublinha que “estas medidas têm como objetivo incentivar os vimaranenses a separar ainda mais os seus resíduos, promovendo uma gestão mais sustentável, eficiente e ambientalmente responsável”. “Enquanto Capital Verde Europeia, Guimarães reforça, em 2026, o compromisso de alinhar as políticas públicas com os objetivos ambientais e económicos, garantindo que a transição ecológica é feita com a participação ativa da população e com benefícios concretos para quem contribui”, acrescenta.
Estes incentivos integram o conjunto de medidas que Guimarães irá implementar ao longo de 2026, enquanto Capital Verde Europeia, com o objetivo de “acelerar a transição para uma economia circular, reduzir a produção de resíduos indiferenciados e promover a participação ativa dos cidadãos em práticas ambientais mais sustentáveis”.
Ao longo do próximo ano, a cidade desenvolverá ações estruturais e de proximidade que “reforçam uma gestão mais eficiente dos recursos, alinhada com os compromissos europeus de sustentabilidade e com a melhoria da qualidade de vida no território”.


