
A Cantina da AGERE, em Braga, foi pequena para acolher os participantes na tradicional Ceia de Natal que o PCP realizou com a presença do Secretário-Geral, Paulo Raimundo.
A ceia foi preparada com a militância que caracteriza as iniciativas do PCP, num ambiente de “grande alegria e camaradagem”. Desde a preparação e cozinha, ao serviço de mesa, arrumações e limpezas, tudo foi garantido por militantes e simpatizantes do partido. Com criatividade, o espaço foi decorado com motivos da época de festas com humor e critica política, como cartazes com o mote “Feliz Natal mas sem Pacote Laboral”.
Usou da palavra Pedro Fernandes, da Direção Nacional da JCP, que falou das “lutas da juventude e do recentemente realizado 13.º Congresso da JCP, com a participação de centenas de jovens e uma enorme confiança num futuro melhor”.

Joaquim Daniel, membro do Comité Central do PCP e coordenador da União dos Sindicatos de Braga – CGTP-IN, desenvolveu “as razões que levaram à convocação da Greve Geral para a próxima quinta-feira, dia 11 dezembro”.
O Mandatário Regional de Braga da candidatura de António Filipe à Presidência da República, José Ferraz, deixou um apelo ao voto no “candidato de Abril”, referindo que “nas próximas eleições está em jogo a opção entre defender e fazer cumprir a Constituição ou continuar agravar as injustiças”.
A intervenção de encerramento coube a Paulo Raimundo, Secretário-Geral do PCP. Entre os vários conteúdos desenvolvidos, Paulo Raimundo denunciou “o cinismo e hipocrisia do Primeiro-Ministro quando veio dizer que quer aumentar o salário mínimo para os 1600 euros e o Salário Médio para os 3000 euros”, ao mesmo tempo que tenta “impor uma legislação laboral que acentuará a precariedade e e os baixos salários”.
O Secretário-Geral do PCP sublinhou “a crescente consciência da gravidade das medidas do Pacote Laboral e a multiplicação de adesões de estruturas representativas dos trabalhadores e personalidades à Greve Geral”.


