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CIM Cávado apresenta sistema de videovigilância para prevenção de incêndios florestais

© CIM Cávado

Decorreu, esta terça-feira, nas instalações do Comando Sub-Regional de Operações de Socorro do Cávado na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil de Braga, a apresentação oficial do Sistema Integrado de Videovigilância para prevenção de incêndios florestais no território do Cávado.

Financiada a 75% pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, esta candidatura permitiu a instalação de quatro torres de videovigilância (Torre Santa Isabel, Torre de Oural, Torre de S.Gonçalo e Torre de Airó) e a instalação de equipamentos de visualização/operacionalização nos centros de Gestão e Controlo da Guarda Nacional Republicana – Comando Territorial de Braga e no Comando Sub-Regional da ANEPC, que permitem a cobertura do território do Cávado na ordem dos 70%. 

Este sistema, que representa um investimento global de 477 973,87 euros, centrou-se no desenvolvimento de uma estratégia regional que permite minimizar os impactos dos incêndios florestais, potenciando os meios disponíveis para a sua vigilância, deteção, combate e apoio à decisão.

Esta apresentação foi dirigida pelo presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, Manuel Tibo em representação do Conselho Intermunicipal e contou com a participação, entre outros, do vogal da Comissão Diretiva do PO SEUR, João Carlos Silva, do comandante regional de Emergência e Proteção Civil, Carlos Alves, e do comandante do Comando Territorial de Braga da GNR, Tenente-Coronel Carlos Nuno Morgado.

Manuel Tibo disse que “a Proteção Civil e a gestão de riscos é uma prioridade para a CIM Cávado. E este projeto, efetuado em tempo recorde, demonstra uma articulação entre todos os intervenientes,  incluindo os privados que disponibilizaram os terrenos para instalação das torres”.

Tendo as entidades presentes reconhecido que “este projeto é, até à data, o único sistema de videovigilância em funcionamento no distrito de Braga e em algumas das sub-regiões vizinhas”, consideraram “importante replicar este modelo em articulação com as estruturas de vigia já existentes no terreno”.

Nesse ponto, e tendo em conta a presença de diversas entidades da administração central, Manuel Tibo apela para que “em futuras oportunidades de financiamento, seja possível financiar o alargamento da taxa de cobertura no território do Cávado”.

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