
A Iniciativa Liberal de Braga anunciou a candidatura de Miguel Mendes à União de Freguesias de Celeirós, Avelada e Vimieiro para as próximas eleições autárquicas, que se irão realizar no dia 12 de outubro.
Pela primeira vez, a Iniciativa Liberal apresenta uma candidatura à União de Freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro. “Esta é uma etapa histórica para a nossa região, marcada pela vontade de transformar, de forma consistente e estruturada, a vida dos nossos concidadãos, colocando os seus interesses e o seu bem-estar no centro das decisões políticas”, refere o partido.
Miguel Mendes, de 36 anos, é natural de Braga e residente em Celeirós. eÉ licenciado em Administração Pública pela Universidade do Minho e atualmente frequenta o mestrado em Gestão Digital para Serviços Públicos no IPCA.
Atualmente, trabalha na CIM Cávado, onde desempenha funções de apoio à contabilidade e técnico financeiro, além de ser responsável pela gestão de projetos, com destaque para a implementação de políticas públicas e a otimização de serviços no setor de transportes. Colaborou com diversas entidades públicas e privadas, com foco especial na integração de soluções digitais no setor público.
Candidato à presidência da União de Freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro pela Iniciativa Liberal, Miguel Mendes tem como objetivo “transformar as nossas freguesias e promover um futuro mais justo e sustentável para todos”.
A candidatura de Miguel Mendes surge com a ambição de “construir uma freguesia onde a palavra ‘união’ seja verdadeiramente sentida por todos”. “Acreditamos que cada uma das três freguesias merece ser tratada com o mesmo respeito e atenção, sem qualquer uma se sentir menos cuidada do que as restantes. Para nós, o sucesso da União de Freguesias deve ser medido pela sua capacidade de integrar, de unir forças e de promover um desenvolvimento harmonioso, equilibrado e inclusivo para todas as populações”, disse.
“Identificamos, entre os principais desafios, as questões da mobilidade e o crescimento da zona industrial como peças-chave para o futuro das nossas freguesias. O desenvolvimento da zona industrial é fundamental para fomentar o crescimento económico e criar oportunidades de emprego. Contudo, não podemos ignorar as populações que residem nas proximidades dessas áreas de crescimento. As decisões decorrentes da revisão do PDM terão um impacto direto na qualidade de vida dos habitantes das freguesias envolvidas, e é nosso compromisso assegurar que o crescimento económico seja feito de forma sustentável, sem prejudicar as comunidades que vivem nas imediações”, finalizou.


