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Braga marcou presença no Fórum Cultural Eurocities

© CM Braga

O Município de Braga marcou presença no Fórum Cultural Eurocities, que decorreu em Lille, França, no final da semana passada. Ao longo de três dias – 28, 29 e 30 de setembro – representantes de 55 cidades de 19 países europeus estiveram reunidos em debates, mesas redondas, apresentações em grupo, partilha de boas práticas e visitas, sob o tema “Cultura sustentável e resiliente – Políticas culturais locais apoiam a transição ecológica”.

Tornar a cultura mais amiga do ambiente e mais acessível e inclusiva foram as duas ideias fundamentais que saíram do encontro.

Para Ana Ferreira, chefe de Gabinete da Presidência do Município de Braga, esta foi uma “jornada bastante enriquecedora, que abordou uma temática que está na ordem do dia e que faz parte da Estratégia Cultural de Braga 2030”.

“Braga está consciente dos desafios que aí vêm em termos de políticas culturais capazes de responder às necessidades ambientais e de transição ecológica. A Cultura e o Ambiente são duas áreas fundamentais para o desenvolvimento sustentável das cidades”, refere ainda Ana Ferreira.

O encontro significou também “uma oportunidade para debate oferecida pelo Eurocities Culture Forum no planeamento de projetos e estratégias comuns para o futuro”.

Refira-se que a Estratégia Cultural de Braga 2020‑2030 identifica a cultura como um dos pilares de desenvolvimento sustentável de uma cidade. É ela que está no centro desta reflexão, mas não só. Braga vive e cresce do equilíbrio entre cultura, economia, inclusão social e ambiente. Este plano que decorre até 2030 insere-se na candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura 2027. Braga assume, assim, a sua aposta numa cultura sustentável compartilhada, com o objetivo de trabalhar por uma cultura menos intensiva em carbono e cada vez mais inclusiva.

Durante o fórum da cultura da rede Eurocities, as cidades assinaram um apelo baseado em 16 prioridades – por exemplo, ao nível da transição ecológica, “optimizar a eficiência energética dos edifícios culturais”, realocar atividades ou mesmo calcular a pegada de carbono dos eventos. No campo da inclusão, as cidades se comprometem a enfrentar os obstáculos “socioculturais, económicos ou geográficos” que impedem o acesso à cultura de certas populações, desenvolver “projetos ambiciosos em favor de grupos vulneráveis” ou “garantir a paridade de género nas políticas culturais”.

Recorde-se que a Eurocities é a mais relevante organização de Cidades europeias, reunindo mais de 200 municípios de 38 países.

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