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Braga foi o distrito do país com a taxa de abstenção mais baixa nas Presidenciais

A região teve uma taxa de abstenção de 36,01%, contra a média nacional de 49,91%.

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O distrito de Braga manteve a liderança no exercício da cidadania política ativa, com os cidadãos a liderarem a ida às urnas, com uma taxa de abstenção de 36,01%, contra a média nacional de 49,91%.

“Apesar das circunstâncias difíceis, em que muitos cidadãos se deslocaram às urnas, no passado domingo, os minhotos demonstraram, mais uma vez, a sua resiliência, revelando o seu apego à Democracia e ao mais nobre exercício em Liberdade: o direito e dever de votar”, refere o Movimento de Cidadania Contra a Indiferença.

Apesar da ligeira subida, (33,24 para 36,01 por cento), registada entre a primeira e a segunda volta das presidenciais, os resultados mostram, segundo o movimento, “o grau de maturidade dos cidadãos do distrito de Braga, não se podendo atribuir outra explicação que não a intempérie e as dificuldades de mobilidade para o aumento da abstenção, que levou a que nos municípios do interior se tenham registado valores superiores a 40 por cento, passando de três para sete”.

Os concelhos onde esta fasquia foi ultrapassada entre as duas voltas da eleição para as Presidenciais 2026 foram Vila Verde com 40,19%; Póvoa de Lanhoso com 40,76%; Fafe com 42,10%; Terras de Bouro com 42,35%; Celorico de Basto com 44,39 %; Vieira do Minho com 45,59% e Cabeceiras de Basto com 46,33%.

Nos restantes sete municípios, a fasquia ficou na casa dos 30 por cento com Guimarães, mais uma vez, a liderar a ida às urnas com 32,97% de abstenção, seguindo-se Famalicão com 33,58%; Barcelos com 33,66%, Vizela com 34,97%, Braga com 36,01% Amares com 36,34% e Esposende com 38,07%.

“Estes resultados, apesar das circunstâncias difíceis, não inibem cada uma e cada um de continuarem a trabalhar em prol de uma Democracia participativa e esclarecida, a única forma de responder aos desafios que enfrentamos. O Movimento de Cidadania Contra a Indiferença, reafirma a sua confiança nas autarquias, instituições, associações e cidadãos para, em conjunto, trabalhar na relação intergeracional, tão necessária quanto exigente, para que o projeto iniciado em 2021, ‘Memória e Liberdade’, seja mais que um slogan, uma necessidade imperiosa de transmissão de valores e princípios, fundamentais à preservação do que demorou 51 anos a construir”, finalizou o Movimento de Cidadania Contra a Indiferença.

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