
João Sousa e Luís Franqueira, membros eleitos pelo CHEGA na União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, em Braga, apresentaram duas moções na última Assembleia de Freguesia, ambas aprovadas por unanimidade, alertando para “problemas graves” de mobilidade e segurança, que aguardam resposta da Câmara Municipal de Braga.
De acordo com o partido, “apesar de já terem sido formalmente enviadas ao Município, até à data não houve qualquer resposta visível”.
“A primeira moção aborda a insegurança rodoviária junto ao Centro Escolar de Gondizalves, denuncia a situação crítica na Rua do Assento e vias adjacentes ao Centro Escolar de Gondizalves. A ausência de passeios, passadeiras, iluminação adequada e estacionamento suficiente obriga crianças e pais — muitos com carrinhos de bebé — a circular na faixa de rodagem, expondo-os a risco iminente. O trajeto é ainda utilizado como via alternativa ao trânsito das principais artérias da cidade, agravando a perigosidade, especialmente nas horas de entrada e saída da escola e durante cerimónias religiosas na Igreja de Gondizalves. A moção solicita que a Divisão de Trânsito e Mobilidade da Câmara estude soluções concretas, como: sentidos únicos alternados, semáforos em horários específicos, construção de passeios e a criação de estacionamento dissuasor”, refere o CHEGA.
Os membros do partido acrescentam que “a segunda moção solicita o estudo e criação de um acesso rodoviário adequado ao Centro Social da Paróquia de Ferreiros, uma das maiores IPSS do concelho, que serve diariamente centenas de crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. O acesso atual, pela Rua Alto da Quintela, é inadequado e obriga a manobras difíceis, não garantindo condições ideais para ambulâncias, bombeiros e viaturas adaptadas. A proposta aponta para a criação de um novo acesso através de terreno público existente na Rua António Fernandes Ferreira Gomes, respeitando os enquadramentos técnicos e legais aplicáveis”.
Na sequência destas moções, o vereador Filipe Aguiar recomendou ao Executivo Municipal que “assuma ambos os dossiês, encarregando os serviços competentes de se deslocarem ao local para avaliação técnica”. “É fundamental ouvir as instituições e as juntas de freguesia e encontrar soluções concretas. Estamos a falar de segurança de crianças, idosos e famílias”, salienta.


