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Bloco de Esquerda de Vila Verde quer escola pública “de qualidade que sirva todos”

O partido visitou o Agrupamento de Escolas de Prado.

© Bloco de Esquerda

O Bloco de Esquerda esteve presente no Agrupamento de Escolas de Prado onde, em reunião com o diretor, conheceu “os desafios que a escola enfrenta com o objetivo de implementar um escola pública de qualidade que sirva todos”.

Em comunicado, o partido afirma que “o executivo municipal tem obrigação de promover a colaboração e articulação entre as instituições municipais, para que a apropriação e usufruto de espaços que são de todos seja efetivada. Tal não acontece na cedência das piscinas municipais a atividades da escola, por exemplo”.

O Bloco de Esquerda salienta também “as dificuldades acrescidas na substituição dos assistentes técnicos e operacionais desde que essa competência passou para o executivo municipal”.

“Os projetos que o AE Prado – escola TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) – desenvolve são de grande importância para o Concelho. Nesse sentido, a colaboração com o Centro Social da Cruz Vermelha é um bom exemplo na criação de sinergias que apoiem a população mais excluída e desfavorecida, permitindo uma efetiva integração e emancipação. No acesso às AAAF (Atividades de Animação e Apoio à Família), CAF (Componente de Apoio à Família) e AEC (Atividades de Enriquecimento Curricular), o Bloco de Esquerda opôs-se à decisão da maioria na Assembleia Municipal e propõe, como medida urgente de democratização do acesso a todos os espaços lúdicos e educativos que ocorrem na Escola, que as crianças mais desfavorecidas social e economicamente acedam a estes serviços de forma gratuita, à semelhança do que acontece com as refeições”, acrescenta o comunicado.

O Bloco reforça que “também as trabalhadoras e trabalhadores destes serviços (AAAF, CAF e AEC) – que têm sido terceirizados pela Câmara Municipal com protocolos estabelecidos com Juntas de Freguesia, Associações de Pais e Encarregados de Educação e outras instituições dos setores social e privado – não podem ver os seus direitos diminuídos, devendo o papel imprescindível que desempenham na Escola Pública ser reconhecido e valorizado”.

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