
Foi recentemente formalizada a assinatura do Memorando de Entendimento que marca o arranque do processo de reabilitação, requalificação e valorização do Mosteiro de Santo André de Rendufe, em Amares.
O documento foi assinado por João Soalheiro, presidente do Património Cultural, I.P., António Cunha, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, I.P., e por Manuel Moreira, presidente da Câmara Municipal de Amares.
Este compromisso tem como finalidade “a elaboração de estudos e projetos destinados à futura implementação de um Programa de Reabilitação, Requalificação e Valorização do Mosteiro, a desenvolver de forma faseada, em prazos ajustados à complexidade da intervenção, recorrendo a financiamentos externos e a investimentos das entidades envolvidas”.
O programa deverá contemplar várias dimensões, entre as quais o serviço religioso, assegurando a utilização da Igreja monástica nos termos do direito concordatário; memória do lugar, preservando a tradição beneditina; criação artística contemporânea, promovendo o diálogo entre património e cultura atual; hospitalidade beneditina, com soluções de hospedagem ou semelhantes; fruição pública, proporcionando experiências de visitação diferenciadoras.
Será igualmente constituído um Grupo Técnico de Trabalho, integrado por representantes das entidades signatárias, com a missão de “planear e acompanhar os estudos necessários à concretização do programa”.
As instituições envolvidas comprometeram-se a “cooperar de forma concertada e consensual, mobilizando meios técnicos e financeiros adequados, no sentido de devolver ao Mosteiro de Santo André de Rendufe a relevância patrimonial, cultural e social que o distingue no contexto do Município de Amares e da Região Norte”.


