PaísASAE reforça controlo do comércio eletrónico de géneros alimentícios

ASAE reforça controlo do comércio eletrónico de géneros alimentícios

Foram fiscalizados 418 operadores e instaurados 65 processos.

© ASAE

A ASAE, através das suas Unidades Regionais, realizou, nas últimas semanas, uma operação nacional dirigida ao comércio eletrónico de géneros alimentícios de estabelecimentos retalhistas, bem como à verificação de práticas de bloqueio geográfico injustificado – geoblocking, nas vendas online ou outras formas de discriminação previstas na legislação em vigor.

Segundo aquela autoridade, esta operação teve como propósito “proceder à verificação do cumprimento legal sobre a informação disponibilizada ao consumidor relativamente aos géneros alimentícios vendidos online, abrangendo menções obrigatórias, indicação de alergénios, alegações nutricionais e demais elementos de rotulagem, e ainda, avaliar aspetos legais e estruturais do comércio eletrónico, nomeadamente o acesso às interfaces online, as condições de entrega para todo o território nacional, o cumprimento das regras de venda com redução de preços ou a informação pré‑contratual disponibilizada ao consumidor”.

No total, foram fiscalizados 418 operadores económicos, com a instauração de 65 processos de contraordenação, tendo sido detetadas várias infrações – incumprimento nas práticas leais de informação, práticas de bloqueio geográfico e restrições injustificadas no acesso às interfaces online ou nas condições de entrega, violação das normas aplicáveis à venda à distância e à prestação de informação pré contratual, bem como a falta do livro de reclamações eletrónico ou da sua divulgação, entre outras.

A ASAE garante que continuará a “desenvolver ações de fiscalização no âmbito do comércio eletrónico, para verificação do cumprimento das regras para vendas online, aplicáveis a géneros alimentícios e das regras de bloqueio geográfico injustificado – geoblocking, contribuindo para a proteção dos consumidores, para a prevenção de práticas discriminatórias e para o reforço da confiança no mercado digital, assegurando assim, uma concorrência leal entre operadores económicos”.

PARTILHE A NOTÍCIA

LEIA TAMBÉM

PUBLICIDADE

Últimas Notícias

POPULARES